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IMPERDÍVEL!!!! Red Bull Valparaiso Cerro Abajo 2020 é nesse sábado

Os melhores pilotos de DHI do planeta tem neste sábado (22/02) uma parada obrigatória na maior prova de downhill urbano do mundo o Red Bull Monserrate Cerro Abajo que será transmitidas pela Red Bull TV a partir das 15h00 com narração do nosso amigo Luciano "KDra" Lancelotti e Eduardo Arruda.
Disputado em um dos lugares mais icônicos da Colômbia, o famoso Cerro de Monserrate onde será palco de um evento espetacular, onde 40 participantes vão tentar ser o mais rápido contra o relógio.
Marcelo Gutierrez, ganhador da edição de 2019.
Como todos os anos, o Cerro de Monserrate se tornará uma pista de downhill com mais de 1.000 degraus e à qual serão adicionados um total de 27 obstáculos que tornarão ainda mais difícil a chegada à linha final. Para vencer, os bikes devem alcançar seu melhor tempo percorrendo a pista entre drops, saltos e curvas. Marcelo Gutierrez foi o vencedor da última edição com uma marca inigualável de 4 minutos e 31 segundos.
Confirmados para a edição de 2020 grandes nomes como, Tomas Slavik, Sebastian Alfaro, Adrien Loron, Alex Marin, Johnny Salido e é claro... Os Brazucas Bernardo Cruz, Wallace Miranda e Pedro Ferreira, entre outros grandes nomes do DH.
Qualquer fã do MTB não pode deixar de seguir esta experiência inesquecível aqui na página da Mazobikers Blog ou através da plataforma on-line Red Bull TV, que estará transmitindo amanhã a partir das 14:00 horário de Brasília..
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Shimano Marca japonesa alcança milésima loja no mundo

Marca japonesa surpreendentemente alcança milésima loja no mundo com o conceito Shimano Service Center. No Brasil, existem 146 lojas que também contam com treinamento técnico
Dessa maneira com a implantação do conceito Shimano Service Center em mais duas lojas na Inglaterra, em Colchester e Ipswich, a marca japonesa alcançou um marco no seu propósito em oferecer aos clientes um excelente atendimento e suporte de serviço por pessoas que mais conhecem a bicicleta.
Assim hoje, são 1000 lojas em todos os cantos do mundo. Com esta certificação, fazendo com que a Shimano estabeleça um nível de credibilidade na manutenção de bicicletas que os clientes podem confiar, onde quer que estejam.
Shimano Service Center (SSC) é um projeto com um conceito único criado para fornecer serviço profissional, consultoria e produtos Shimano a todos os ciclistas. Todas as lojas de bikes credenciadas ao programa são reconhecidas como um centro de especialistas. Assim é possível ter a experiência de usufruir com excelência uma ampla linha de componentes, produtos, peças de reposição, ferramental completo e serviços. Tudo especializados da marca japonesa com a melhor recomendação.
Para o gerente de serviços de varejo da Shimano Europe o conceito Shimano Service Center tem o objetivo de ajudar os clientes a terem a melhor experiência com o ciclismo. “É contribuir para que os ciclistas alcancem seus objetivos e desfrutem de seus passeios com uma bicicleta com desempenho perfeito.” por fim comenta Martijn Vallen,
Um dos mais relevantes centros de bicicleta no mundo, o Brasil conta com 146 lojas credenciadas SSC; o que representa 15% do total de estabelecimentos com esta qualificação. “Ficamos muito contentes com a milésima loja credenciada e estamos ainda mais orgulhosos em saber que o mercado brasileiro teve significativa contribuição para chegar a esta conquista, o que nos coloca em evidência como um dos principais mercados da marca”; comenta Valdecir Lopes, responsável pelo Shimano Service Center no Brasil.
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Avancini e Fumic são vistos com a possível nova Cannondale Scalpel


Graças as imagens da cobertura em vídeo do Momentum Health Tankwa Trek 2020 assim podemos ver o que pode ser a próxima nova Cannondale Scalpel.
Com a última grande atualização em 2017, a Cannondale certamente poderia estar inegavelmente muito perto de lançar uma nova versão.
Uma das maiores mudanças percebidas na nova Cannondale Scalpel é o novo desenho da suspensão traseira, com o link que estabiliza o shock agora com o suporte no seat-tube. A versão anterior esse suporte fica no tubo superior.
Mesmo que com coberturas em borracha, mudanças importantes aparentemente também aconteceram no chain-stay e no o pivô principal também em nova posição.
Foto Reprodução Momentum Health Tankwa Trek
Sob o mesmo ponto de vista, aparentemente, existe a possibilidade da bike voltar a usar um chain-stay com pivô. Que nesse sentido vai na contra mão dos principais concorrente no mercado.
O cabeamento parece que foi revisado e um relevo no tudo inferior sob as montagens da garrafa de água inspira curiosidade.
Claramente, a Lefty ainda está na imagem, embora os ciclistas não estejam usando o espaçador inferior no sistema da caixa de direção, isso poderia significar que a geometria foi aprimorada para eliminá-la nesta versão.

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Taça Brasil começa em Lavras valendo pontos na corrida olímpica

A primeira etapa da Taça Brasil de ciclismo mountain bike promete agitar o Sul de Minas. O campeonato vai reunir grandes nomes da modalidade na cidade de Lavras entre os dias 21 e 22 de março e valerá aos primeiros colocados pontos nos rankings nacional e internacional classificatório para as Olímpiadas de Tóquio.

Os competidores serão distríbuidos nas categorias federadas masculinas e femininas: elite, júnior, sub 30, máster, infanto juvenil, juvenil, e também nas categorias promocionais: cadete, expert, sênior, sport feminino, peso pesado. O evento ainda traz algumas novidades com a inserção da categoria E-bike e duplas masculinas e mista, na modalidade XCM.
Grandes nomes do esporte já estiveram presente no campeonato e tem presença garantida em 2020, entre eles o atleta lavrense Edson Rezende (Cannondale), Jaqueline Mourão (Sense Factory Racing), Hercilia Najara (TSW), Ulan Galinski (Caloi Avancini Team), Karen Olímpio e José Gabriel (Corinthians Audax Bike Team).
A Taça Brasil de ciclismo mountain bike também valerá como a Copa Soul Mountain Bike Sul Mineiro, que terá três etapas na atual temporada.
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E-bikes se tornam aposta do mercado

Por muito tempo as bicicletas elétricas eram vistas como itens exóticos nas ruas, usadas por meia dúzia de ciclistas excêntricos. Hoje, são elementos comuns nas paisagens urbanas do país, com os mais variados tipos de usuários que não abrem mão dos modelos para superar ladeiras ou ruas difíceis e ter maior conforto.
Entretanto, muitos que pedalam para o trabalho consideram-nas dispensáveis – seja por as julgarem necessárias apenas para quem tem restrições de mobilidade ou, de forma pejorativa, para quem tem “preguiça de pedalar”. Se essa é a opinião de boa parte dos ciclistas urbanos, imagine a aversão que vigorava entre atletas e esportistas. Para quem sobe em uma bike em busca de rendimento, usar um modelo elétrico para melhorar os resultados físicos era um verdadeiro disparate.
Sim, era. O verbo está no passado exatamente porque esse cenário tem mudado, com o avanço no mercado de uma nova geração de bicicletas elétricas, integradas a plataformas digitais e que por meio de algoritmos e outros recursos vêm aprimorando os recursos de forma a auxiliar e não substituir a experiência do pedalar.
O exemplo da professora de educação física e atleta Adriana Nascimento, 43 anos, ilustra tais quebras de paradigma. Por muito tempo, ela engrossava o coro dos ciclistas anti-bikes elétricas. “Costumava dizer que seria meu tipo de bike a partir dos 80 anos”, brinca. Sua influência era grande. Com uma vivência em competições que começou aos 15 anos, ela acumula importantes conquistas na modalidade mountain bike, como campeã panamericana, e dez vezes vencedora da modalidade brasileira.
A atleta Adriana Nascimento com uma bike elétrica integrada a uma plataforma digital. Foto: Rômulo Cruz/Specialized
Sem ser intransigente, durante os anos ela chegou a experimentar modelos elétricos, porém as experiências não foram suficientes para mudar sua convicção de que tais bikes e o aprimoramento das atividades físicas eram uma combinação tão integrada como a mistura de água e óleo.
Entretanto, há três meses seus colegas de treino já se habituaram a vê-la girar no modelo elétrico Turbo Levo S Works da Specialized, em pedais que duram de 3 a 5 horas e chegam a percorrer 100 quilômetros. A chave para a mudança de ideia? A possibilidade que a bike escolhida oferece de monitorar o funcionamento de seus componentes principais por meio de um software. Dessa forma, com o celular Adriana consegue definir parâmetros que maximizam o desempenho de seus treinos.
“O recurso que considero mais interessante é o Smart Control, que ajusta a potência do motor e da bateria com base na distância que pretendo percorrer, ou por quanto tempo vou pedalar. Ajuda muito no gerenciamento da autonomia.” Quanto ao antigo receio de estar burlando o preparo físico com uma bike elétrica, Adriana não tem mais dúvidas. “Hoje minha e-bike entra como um excelente complemento para os treinos físicos e técnicos. Mantenho a forma porque pedalo por mais tempo, inclusive nos dias que seriam de descanso com a bike normal.”
Com o investimento em modelos inteligentes, integrados a tecnologias como inteligência artificial e machine learning, os fabricantes de bicicleta veem aumentar a adesão de ciclistas esportivos, o que pode inspirar a adesão de outros tipos de ciclistas, como aqueles que usam para ir ao trabalho ou para cicloturismo. “Alguns de meus amigos de treino já compraram bikes como a minha, principalmente quem gosta muito de pedalar em trilha e tem pouco tempo. E vejo que muitos outros realmente gostariam de comprar uma”, completa Adriana.

O mercado de bikes inteligentes

Apostando na união entre bike e tecnologia, desde 2015 a Specialized integra suas bicicletas elétricas com a plataforma Mission Control. Com ela, é possível obter no celular um diagnóstico da bicicleta, registrar e avaliar as viagens e programar o modo com o qual a bateria é consumida. Dessa forma, o ciclista pode informar o trajeto pretendido e automaticamente a bicicleta é ajustada para que ele não fique sem energia no meio do caminho.
“Dentre vários recursos, utilizamos um algoritmo baseado em muitos dados de percurso denominado Smart Control. Significa que você não precisa se preocupar com a configuração do modo de assistência ou a capacidade da bateria durante seu pedal”, explica Marcelo Catalan, líder Turbo Business da Specialized América Latina. “O sistema constantemente monitora vários parâmetros, como energia consumida, tempo, distância, elevação concluída e a restante. A assistência do motor é ajustada com base nesse cálculo. Você pedala e o smart control faz o resto.”
Marcelo Catalan, líder Turbo Business da Specialized América Latina. Foto: Rômulo Cruz/Specialized
Atualmente a Specialized oferece 18 modelos de bicicletas elétricas integradas à plataforma digital. Nesta semana o portfólio aumentou com o lançamento de modelos topo de linha, a família de mountain bikes Turbo Levo SL, composto por 5 bikes cujo menor valor é R$ 56.999,00.
“Somos super otimistas com o mercado das e-bikes no Brasil, tanto que oferecemos a maior gama de bicicletas assistidas por motor elétrico no País, com modelos para o ciclista desfrutar de todos os tipos de experiências: Urbano, Fitness, Estrada, Gravel e Montanha”, comenta Marcelo. 
Tal otimismo se refletiu no modo como as novas bikes foram lançadas: de forma simultânea ao mercado internacional. Uma decisão inédita da empresa, que sempre iniciava as vendas de suas novas bicicletas por aqui após meses de comercialização no mercado global.
Lançamento do modelo Turbo Levo SL da Specialized. Foto: Rômulo Cruz/Specialized
A alta tecnologia também é aplicada a acessórios. A Specialized passou a investir em itens hi-tech como capacetes dotados de sensores. Os chips são projetados para aumentar a segurança do ciclista, medindo as forças transmitidas ao capacete de forma que em caso de uma queda ou colisão um alerta é emitido, via celular, para contatos de emergência.

Inteligência artificial para o ciclista urbano

O investimento em bikes inteligentes não vem somente de gigantes do mercado como a Specialized. Com foco no ciclista urbano, a startup brasileira Vela, que desde 2012 desenvolve bicicletas elétricas, prepara-se para lançar em 2020 uma nova geração de modelos que irá abolir todos os controles analógicos, denominadas “Smart bikes”.
“São uma nova categoria de bicicletas elétricas. A conectividade, o controle e o monitoramento remoto, e a possibilidade de atualizações por meio da internet elevam o potencial dessa categoria a outro patamar.” explica Victor Hugo Cruz, fundador da empresa.
Victor Hugo Cruz, CEO e fundador da Vela. Divulgação.
As novas bikes contarão com o uso da inteligência artificial para fazer análises do comportamento do ciclista. Com sensores, a bicicleta “aprende” o estilo de pedalar e as decisões do ciclista e, a partir disso, um aplicativo dará sugestões como indicação de vias em que a pavimentação é melhor, sem buracos, e onde estão os postos de recarga de bateria mais próximos. O sistema também pode definir automaticamente a potência ideal de acordo com situações específicas. Em uma subida a bicicleta “entende” que precisa dar uma força e, logo, a tração do motor é aumentada. Já em momentos em que é preciso maneirar, como em uma descida, o sistema pode segurar a velocidade.
Ações básicas como ligar e desligar, acionamento dos faróis, trava remota e alarme, assim como a definição dos níveis de potência do motor serão feitas pelo aplicativo. Com isso, o projeto permitiu a eliminação de botões e a redução em 50% do volume de fios.

Bike elétrica é saúde

Enquanto as bikes elétricas inteligentes ganham adeptos convencidos de que estão realizando uma boa atividade física, surgem evidências de que as elétricas comuns também cumprem esse papel. Foi o que veio à tona com uma pesquisa publicada em 2019 na revista científica Transportation Research, mantida pela editora Elsevier. O estudo, desenvolvido por pesquisadores ligados a mobilidade urbana de diversas partes do mundo, acompanhou 10 mil pessoas em 7 cidades da União Europeia entre 2014 e 2017 e comparou a atividade física de usuários de bikes elétricas, convencionais e de quem não pedalava.
A base de medição é o índice minutos MET por semana (Metabolic equivalent task, em português “Equivalente metabólico de tarefa’’), medida que faz uma combinação da intensidade e duração da atividade e, a partir disso, estima o custo energético de uma atividade física. Usuários de bikes elétricas apresentaram um nível de atividade física de 4.463 minutos MET por semana, enquanto quem pedalava modelos convencionais exibiram 4.085 minutos MET por semana.
Em miúdos: quem pedalava com bikes elétricas apresentou um nível de atividade física ligeiramente maior. “Uma percepção popular é que, como as bicicletas elétricas têm assistência, isso se traduz em menores níveis de minutos MET. Nosso artigo mostrou que esse não é necessariamente o caso. Isso não foi surpresa para nós, mas talvez para alguns”, afirma Thomas Götschi, um dos autores do artigo e integrante da Unidade de Atividade Física e Saúde da Organização Mundial da Saúde (OMS).
O especialista ressalta os diferentes tipos de rendimento que o uso de uma bike elétrica proporciona, que podem ser pouco ou muito significantes de acordo com o perfil. “Simplificando, eu diria que em ciclistas jovens, saudáveis ​​e frequentes, a mudança para uma e-bike provavelmente não aumentará o nível de minutos MET. O grande potencial para o aumento está em ciclistas pouco frequentes, idosos e em menos aptos. Para esses grupos, as bicicletas elétricas podem resultar em enormes ganhos líquidos no índice”.
Os bons resultados das elétricas podem também ser percebidos em outros dados revelados na pesquisa: quem usa tais modelos circulam por distâncias mais longas e por mais tempo do que os ciclistas comuns. Assim, compensam o menor esforço por quilômetro proporcionado pelo motor. A distância média das viagens de ciclistas que usavam bikes elétricas foi de 9,4 quilômetros, quase o dobro do valor registrado com ciclistas convencionais, 4,8 quilômetros. Quanto ao tempo médio de duração das viagens, os registros foram de 35 minutos para os ciclistas com elétricas e 25,6 minutos para os convencionais.

Mercado em ascensão, mas amarrado

Quando o assunto são as vendas, as elétricas registram crescimento constante nos últimos anos, uma razão a mais para as empresas investirem nos modelos integrados ao mundo digital.
A pesquisa “Projeções e análise da demanda por bicicletas elétricas no Brasil”, realizada pela associação Aliança Bike feita em parceria com a consultoria de comércio internacional Sidera Consult, mostra a progressão do comércio em locais como Estados Unidos, União Europeia e Brasil. Na União Europeia, o registro de 400 mil bikes elétricas vendidas em 2010 é tímido comparado aos resultados de 2015, quando foram comercializadas 1,2 milhão de unidades nos países membros, o triplo. Nos EUA, as vendas saltaram de 300 mil para 700 mil unidades entre 2010 e 2015.
O crescimento é ainda mais significativo quando comparado às vendas de modelos convencionais – apesar de expressivas, estão praticamente estagnadas. Na União Europeia, os números se mantiveram na faixa de 20 milhões de unidades por ano. No mesmo período, a variação nos EUA foi de 15 milhões para cerca de 17 milhões de bikes.
No Brasil, com números bem mais modestos, as vendas de e-bikes também seguem direção ascendente. Em 2010, foram vendidas três mil unidades. Cinco anos depois, foram oito mil: 170% de aumento.
Para Henrique Zompero, vice-presidente da Aliança Bike, tal expansão está ligada ao caráter inclusivo dos modelos. “As bicicletas elétricas dão oportunidade a pessoas que, por vários fatores, não utilizam a bicicleta, mas podem adotar as elétricas e mudar o estilo de vida. Além disso, não são concorrentes das comuns. Elas expandem o raio de alcance, permitindo que mais pessoas passem a vivenciar uma nova maneira de se deslocar na cidade, experimentando os mesmos ganhos e benefícios das bicicletas convencionais.”
Porém, o otimismo do mercado se arrefece com o desafio de lidar com a alta carga tributária, composta por cinco impostos que respondem por 85% do valor final da bicicleta. “O mercado ainda novo gera muito otimismo e a possibilidade de crescer com ele nos estimula a manter nosso posicionamento como marca e empresa de mobilidade. Mas há uma preocupação muito ligada às políticas de tributação em cima desse modal, sem dúvida um dos produtos mais tributados no País, com impostos na mesma grandeza de itens mais supérfluos, como fogos de artifício e bebidas alcoólicas”, comenta Victor, da Vela.
O consumidor que sonha com uma bike elétrica e, ao ver os preços, decide pesquisar o que se esconde nas cifras com vários dígitos a mais do que os de seu extrato bancário, vai se deparar com a impressionante alíquota de 35% no imposto sobre produtos industrializados – IPI. Na prática, a bicicleta elétrica é equiparada a artigos de luxo como perfumes e casacos de pele ou “a produtos cujo consumo se deseja desestimular ou que são danosos à saúde da população, como bebidas alcoólicas, refrigerantes e seus extratos, cigarro ou armas de fogo”, de acordo com texto da pesquisa da Aliança Bike.
Mas há um certo alento no horizonte: a partir de 2020, o IBGE utilizará um código específico para as e-bikes em sua lista de bens e serviços industriais, a Prodlist-industria. Identificado como 3091.2005, o número servirá para organizar a produção de dados e estatísticas específicos do modal, que poderão no futuro auxiliar entidades e empresas na batalha para reduzir os impostos.
Por enquanto, a alta tributação influencia de modo negativo as decisões do grupo que é fundamental para a promoção do uso das bikes elétricas: os lojistas. A Aliança Bike mostra que para 44% dos comerciantes que se recusam a oferecer modelos elétricos, a principal razão é o preço.
Mário Canna, da rede de bicicletarias Ciclourbano. Divulgação
Dessa forma, mesmo com todos os avanços tecnológicos em torno das elétricas e seus novos benefícios, a entidade é taxativa: a ascensão de tal mercado não pode ser usufruída em um País com tantos bloqueios e barreiras como o Brasil.
“Nossa equipe entende que as bikes elétricas estão se estabelecendo mundialmente, que vieram para ficar. Mas no Brasil, se já tenho dificuldade para comercializar boas bikes convencionais, que já são caras, com as elétricas meu desafio é muito maior. Algumas delas estão em uma faixa de preço próxima ou maior que a de motos. E isso o consumidor não consegue compreender”, explica Mario Canna, um dos sócios da rede de bicicletarias CicloUrbano.Com esforço, Canna consegue manter uma oferta mínima de bicicletas elétricas em sua loja, com ao menos um modelo disponível para pronta entrega e outras sob encomenda, graças a um acordo com o fabricante. “Não tenho mais opções porque preciso investir para mantê-las. Vendo poucas unidades e assim é difícil sustentar um estoque.”
O meme popular na internet sobre expectativa e realidade pode ter sua versão sobre as bicicletas elétricas, tratadas como tendências do futuro, mas com um presente ainda desalentador. Algo que, obviamente, vale para os modelos hi-tech. Mas as magrelas motorizadas contam com um grande trunfo, que lojistas como Mário Canna percebem em seu dia a dia atrás do balcão: o interesse do consumidor.
“Os clientes sempre perguntam sobre bikes elétricas. Se houvesse redução de impostos ajudaria, sem dúvida. Se eu tivesse a bike elétrica certa na faixa de preço certa, eu venderia. Procura há.”
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Fonte: https://sao-paulo.estadao.com.br/blogs/sao-paulo-na-bike/bikes-inteligentes-conquistam-ciclistas-e-se-tornam-aposta-do-mercado/

EUROSPORT garante direitos da Volta a França e Volta a Espanha até 2025

O Canal Eurosport renovou por mais dois anos os direitos de transmissão televisiva da Volta a França, na sequência de um acordo alcançado esta quinta-feira entre a Amaury Sport Organization (ASO) e a Eurovision Sport.
O negócio garante uma vez mais ao Eurosport a exclusividade de transmissão do principal evento de ciclismo em 38 mercados europeus e estende em dois anos os direitos de cobertura do Tour, que já detinha até 2023.
O mesmo acordo garante ainda ao Eurosport os direitos de transmissão da Volta a Espanha por mais cinco anos, até 2025. A partir de 2021, o Eurosport vai emitir todos os minutos da prova em direto para 59 mercados europeus.
Como parte do acordo, o Eurosport terá a capacidade de personalizar os "feeds" de todas as etapas e ainda a possibilidade de publicar vídeos com os momentos mais importantes das provas nas suas redes sociais oferecendo experiências digitais únicas aos fãs de ciclismo na Europa.
A partir de 2021, a Global Cycling Network (GCN), plataforma parceira do Eurosport, passará em "streaming" toda a ação das Grandes Voltas emitidas pelo Eurosport, através da sua nova aplicação e canal de YouTube, englobada num ecossistema de ciclismo que ligará fãs e ciclistas.
Paralelamente, o Eurosport garantiu ainda os direitos de transmissão das principais provas de ciclismo feminino da temporada como La Course by Le Tour, a Liège-Bastogne-Liège e a Flèche Wallonne, emitidas em direto pela primeira vez a partir de 2020.
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André Bretas representará o Brasil na PRO do Enduro World Series de E-Bike

A temporada de 2020 começa com uma excelente notícia para o piloto mineiro André Bretas. O ciclista de 32 anos está entre os atletas selecionados pela organização do EWS - Enduro World Series, para integrar a inédita divisão PRO de E-Mountain Bike, das revolucionárias bikes elétricas. O chamado EWS E-Series contará com três etapas: Valberg (FRA); Zermatt (SUI); e Finale Ligure (ITA).
"Recebi no fim de janeiro a notícia de que estou entre os escolhidos para correr na divisão PRO do Enduro World Series. Assim, terei a oportunidade única de representar o Brasil nessa divisão de bicicletas elétricas entre os atletas profissionais. Até o momento, sou o único sul-americano confirmado", comenta André Bretas, natural de Governador Valadares (MG).
Divulgação
"Para mim, o sentimento é de que o esforço feito nas últimas quatro temporadas correndo o Circuito Mundial de Enduro está valendo a pena. Ter a oportunidade de estar na divisão exclusiva de início da categoria, que vai ajudar a aprimorar o cenário das e-bike, é motivo de muita satisfação e alegria. Pouquíssimos atletas no mundo farão parte deste seleto grupo de participantes nas três etapas do EWS E-Series", complementa.
André Bretas tem um relacionamento muito forte com as E-MTB, por serem bikes de trilha, algo que é a essência de sua modalidade por isso, ser convidado pela organização para participar do EWS E-Series vai além da oportunidade como atleta profissional de mountain bike.
"Desde que andei nas primeiras E-Bikes, tive todos os modelos que a Specialized lançou. Foi algo que começou por diversão. Não imaginava que um dia eu fosse competir ou ver provas de bike elétrica. Cheguei ao ponto em que, no primeiro ano do EWS E-Series, tive esse convite para competir nesta divisão tão selecionada. Como atleta e empresário, sendo responsável pelo ingresso de tanta gente na modalidade, isso tem um valor sentimental muito grande para mim. Não só ando nas bikes, como as forneço, ou seja, as vendo em minha loja, a Bike Trilha. Poder participar de uma modalidade que eu de fato vivenciei desde o zero, é muito gratificante", destaca Bretas.
Seb Schieck / Divulgação

As três etapas do EWS E-Series

A abertura do Circuito Mundial de Enduro para mountain bikes elétricas será nos dias 18 e 19 de julho, em Valberg. Enquanto a cidade de Zermatt recebe a etapa intermediária, em 28 de agosto, Finale Ligure encerra a edição de 2020 do evento, em 25 de setembro. "Valberg é um dos principais pontos de treinamento para nível técnico de piloto na França, que é o País onde se tem a maior parcela dos grandes pilotos de enduro no circuito. Cerca de 10 dos top 20 no mundo são franceses, ou seja, o que você mais tem lá, além do nível, é altíssima estratégia de prova", analisa Bretas.
"Zermatt é, das três etapas, a que tem menos trilhas de alto nível, mas uma região que por estratégia de indústria, ajuda a desenvolver e destacar o e-mountain bike. Será um lugar super legal de competir. Por fim, Finale Ligure, um lugar icônico e berço do e-mountain bike na Europa, que ajuda a desenvolver as bicicletas elétricas de todas as marcas, ou seja, não há local melhor no mundo para poder finalizar esse primeiro ano de EWS na e-bike", finaliza.
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Fonte: https://www.pedal.com.br/andre-bretas-e-selecionado-para-representar-o-brasil-na-divisao-pro-do-enduro-world-series-de-ebike_texto14209.html

Specialized lança nova mountain bike elétrica mais leve e eficiente do mundo

A Specialized, empresa do ramo ciclístico, anunciou a chegada de sua nova e-MTB (mountain bike com assistência elétrica) ao mercado mundial – incluindo o Brasil. Trata-se da Turbo Levo SL, projeto mais recente da marca e que tem entre suas principais características peso bem abaixo da média aliado a um motor leve e eficiente.
Créditos: Specialized/ Divulgação
Com apenas 17,3 kg, a Levo SL conta com tecnologia proprietária que amplifica em até 2 vezes a potência de pedalar na montanha mantendo a leveza e agilidade nas trilhas e percursos mais acidentados.
Inspirada na Stumpjumper, a nova e-MTB vem equipada com o motor SL 1.1 de 240 watts. Projetado na Califórnia e fabricado na Suíça, ele transmite sensação suave e progressiva nas pedaladas, sem solavancos. Segundo a Specialized quando o motor está desligado não há atrito, detalhe que torna a usabilidade da Levo SL semelhante à de uma bike normal sem assistência elétrica.
Créditos: Specialized/ Divulgação
A bateria oferece autonomia de até 3,5 horas com uma única carga. Além disso, os modelos S-Works e Founder’s Edition acompanham um recurso extra chamado Extensor de Alcance (Range Extender), em que cada Extensor fornece até 1h 30min a mais de pedalada.
A e-MTB também chega com conectividade ao aplicativo Mission Control, em que o usuário pode ajustar de forma personalizada a potência de bike, controlar sua autonomia, gravar os percursos, monitorar sua energia e até usar o recurso Smart Control para lidar automaticamente com o gerenciamento de baterias.
Créditos: Specialized/ Divulgação
 
A Levo SL é a mais recente adição à família Turbo de Montanha, juntando-se às plataformas Levo e Kenevo. A Specialized também dispõe das plataformas Turbo Creo (Estrada/Gravel) e Vado/Como (para cidade). Existem cinco modelos na linha Turbo Levo SL: Founder’s Edition Levo SL, S-Works Levo SL, Levo SL Expert, Levo SL Comp Carbon e Levo SL Comp.
A principal diferença entre os quatro modelos com estrutura de carbono são especificações de componentes de freio, transmissão, suspensão e rodas. Além disso, a Turbo Levo SL Comp possui um conjunto de quadros de liga M5, em vez de carbono.
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Fonte: https://mundoconectado.com.br/noticias/v/12317/specialized-lanca-nova-mountain-bike-eletrica-mais-leve-e-eficiente-do-mundo

Picos Pro Race promove direitos iguais para homens e mulheres

Igualdade e respeito! São com essas palavras que uma das provas mais duras de Mountaim Bike do Norte e Nordeste, a Picos Pro Race (PPR), estabelece direitos iguais para homens e mulheres. A competição que acontece entre os dias 3 e 5 de julho, tem categorias femininas segmentadas por idade, assim como acontece entre os ciclistas do sexo masculino. A premiação também é igualitária.
O crescimento dos adeptos à prova cresce todos os anos não somente pela dureza do percurso e espetáculo de paisagens vivenciados pelos competidores no sertão piauiense, mas também pelo aspecto inclusivo da prova. Respeito é a palavra de ordem segundo o organizador da prova, Daniel Freitas.
“O respeito é fundamental no esporte e, no ciclismo, não faríamos diferente. A Picos Pro Race acredita nisso e é por isso que sempre somos colocados como uma prova inclusiva, em todos os aspectos. Cada organismo, cada idade tem suas particularidades e, por isso, na Picos Pro Race, temos a separação das categorias por idade”, ressaltou.
Picos Pro Race (PPR) estabelece direitos iguais para homens e mulheres. Foto: Ascom
Sabrina Fraga, atleta que participa pela terceira vez da Picos Pro Race na categoria Master, considera importante a valorização dos atletas independente do sexo.
“Picos Pro Race é uma prova que tem respeito pelos atletas, ou seja, aqui não se define homens ou mulheres, todos possuem os mesmos valores, prova essa onde as premiações e divisões de categorias são respeitadas. Por isso já estou no meu terceiro ano de PPR, pois acredito no comprometimento e apoio dados dos organizadores aos atletas”, comentou.
A ciclista Karine Frota sagrou-se campeã em 2019 na categoria elite feminina. Para ela, o respeito da prova começa pelo planejamento.
“A Picos Pro Race nunca fez distinção se era elite masculina ou feminina o que demonstra respeito total a nós atletas. Não só falando em premiação, mas o respeito lá vem desde o início do planejamento da prova”, conta.
A atleta confirmou ainda sua presença em 2020: “É uma prova com um percurso sempre bem pensado, marcação impecável, hidratação eficiente, o carinho e respeito de todos os staff's da prova, e até mesmo a população que parece vestir a camisa do evento. Essa é uma prova daquelas que faz você se sentir "ATLETA" mesmo que você vá apenas para se desafiar e ganhar de você mesmo. Essas sensações são o que nos move, nós amantes da bicicletinha. E, se Deus quiser, a Picos Pro Race tem lugar cativo no meu calendário, pois tudo é feito pensado em nós e para nós atletas”, finalizou.
Neste ano, as atletas do sexo feminino poderão se inscrever nas mais diversas categorias oficiais. Entre elas, a categoria elite feminina, que envolve atletas com idade entre 23 e 29 anos e/ou critérios técnicos, a Master A, que envolve mulheres entre 30 e 39 anos, a categoria Master B, que envolve a participação de mulheres com idade entre 40 e 49 anos além da categoria Master C que oportuniza a participação de mulheres com idade acima de 50 anos.
A PPR proporciona também as categorias turismo, iniciante e para atletas com deficiência. Segundo a organização, as inscrições para todas as categorias podem ser feitas no www.picosprorace.com.br.
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Fonte: https://www.portalodia.com/esporte/esporte/picos-pro-race-promove-direitos-iguais-para-homens-e-mulheres-374528.html

Eleições CBC 2021 - Marlen Ferreira da Sense anuncia candidatura à presidência

Marlen Ferreira, que atualmente é Team Manager da Sense Factory Racing e diretor de marketing da Sense Bike, acaba de anunciar sua intenção de concorrer ao cargo de presidente da Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC), no pleito que definirá quem vai comandar a federação entre 2021 e 2024. O anuncio foi feito pelas redes sociais de Marlen Ferreira e também por um comunicado enviado para a imprensa.
Atualmente, o presidente da CBC é José Luiz Vasconcellos, que encabeça a confederação por três mandatos consecutivos. Confira mais detalhes sobre o anuncio na nota enviada para a imprensa, reproduzida abaixo de forma integral.

Nota para a imprensa

Comunicado Eleições CBC

De tempos em tempos, temos que tomar algumas decisões importantes sobre o direcionamento que queremos dar as nossas vidas. Contudo, com o passar dos anos, aprendemos que cada decisão tem uma consequência e que, antes de seguir um caminho, é bom ao menos imaginar onde ele irá nos levar, bem como as coisas e as pessoas que amamos para um futuro melhor.

Assim, estou anunciando, neste momento, ter tomado uma importante decisão: no ano que vem, vou concorrer ao cargo de Presidente da Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC), por acreditar que, com minha experiência e conhecimento, é possível evoluir o esporte com bicicletas no Brasil. Meus motivos para isso são muitos:

Ao longo dos últimos 16 anos, meu envolvimento com a bicicleta, algo que começou quando eu era apenas uma criança, tornou-se, cada vez mais, parte integrante da minha vida profissional. No começo, era apenas uma pequena equipe de amigos, depois uma equipe maior e por fim um time de verdade. Com o tempo, a bicicleta me deu oportunidade de construir uma carreira sólida como gestor de marketing da Sense Bike, que tornou-se uma das principais marcas de bicicletas do Brasil em pouco anos, e Team Manager da Sense Factory Racing, time que atualmente carrega o selo de equipe Continental UCI de Mountain Bike.

Nestes dois postos tive o prazer de participar, ao lado dos atletas, de provas nacionais e internacionais como jogos olímpicos, campeonatos mundiais, copas do mundo e pan americanos, além de desenvolver projetos de sucesso como o Sense Demo Tour, que leva a bike para os 4 cantos do Brasil - fomentando o uso da bicicleta como meio de transporte, lazer e aventura, e verdadeiros encontros do esporte como o Sense Extreme Days e o Sense Enduro Cup (Primeiro Campeonato Brasileiro de MTB Enduro da História do Brasil) - isso para não falar em outros eventos, no apoio e no patrocínio de centenas de competições e ações com bike em todo o Brasil.

Agora, depois que a bicicleta já meu deu tanto, chegou a hora de retribuir o favor, focando todas as minhas atenções na evolução do esporte e da cultura da bike como um todo no Brasil. Para isso, pretendo me afastar da gestão da Sense Bike no decorrer do segundo semestre de 2020 para disputar a eleição. Caso vença, irei me desligar da empresa em definitivo, para me dedicar completamente à este cargo tão importante.

Qualquer dúvida, todos vocês sabem exatamente onde, como e quando me encontrar. Meus contatos estarão sempre abertos, para que, juntos, possamos levar o ciclismo nacional para trilhas, estradas e pistas nunca antes percorridas.

Ass: Marlen Ferreira.

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Fonte: https://www.pedal.com.br/eleicoes-cbc-2021-marlen-ferreira-anuncia-candidatura-a-presidencia_texto14221.html

Anderson Ezequiel volta a pontuar no USA BMX Nationals

Depois de voltar da etapa australiana da Copa do Mundo de BMX sem pontuar, Andinho conseguiu um 4º e um 5º lugar na prova americana deste final de semana.
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Depois de um mau desempenho na etapa de Shepparton da Copa do Mundo de BMX, Anderson Ezequiel, o Andinho, voltou a correr neste final de semana no USA BMX Winter Nationals, realizado em Phoenix, nos Estados Unidos.
No primeiro dia de descidas, dia 14, Andinho chegou na 5ª colocação. O norte-americano Corben Sharrah foi o vencedor da prova.
Na manhã seguinte, o brasileiro melhorou e terminou em 4º lugar. Corben Sharrah foi o primeiro colocado mais uma vez.
Com os resultados, Andinho somou 30 pontos no primeiro dia e 35 pontos no segundo. No ranking mundial do BMX, ele segue atrás de Renato Rezende. Com 769 pontos, Andinho é o 23º colocado, enquanto Renato é 21º, com 821 pontos.
Corrida Olímpica
Nos Jogos de Tóquio 2020, serão 24 pilotos de cada gênero na disputa. Para conseguir a vaga, os atletas têm três possibilidades classificatórias. São 18 vagas para os melhores no ranking mundial de nações, que será publicado no dia 2 de junho. A posição do país define a quantidade de vagas: os dois países líderes levam três vagas cada. Do terceiro ao quinto colocado fatura duas vagas cada. Do quarto ao 11º país do ranking garante um posto cada.
Atualmente, o Brasil está na 9ª posição do ranking masculino, ou seja, está garantindo uma vaga, que, no momento, é de Renato Rezende. Caso o Brasil consiga subir bastante no ranking, pode conseguir duas vagas.
Há outras duas formas de conseguir a vaga para as Olimpíadas. Uma é de acordo com o ranking mundial individual fechado no dia 2 de junho: são três vagas para os primeiros colocados que ainda não tenham o país classificado no ranking anterior. A terceira forma é via Mundial de ciclismo BMX marcado para maio: são duas vagas para os melhores colocados no torneio.
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Nairo Quintana vence Volta à Provença

O ciclista colombiano Nairo Quintana (Arkea-Samsic) conquistou neste último domingo a Volta à Provença.

Na sua estreia em provas por etapas na nova equipe - apenas tinha disputado os Nacionais da Colômbia, Quintana segurou a vantagem trazida da véspera e festejou o seu triunfo no final da quarta etapa, com 1m04s de vantagem sobre o russo Aleksandr Vlasov (Astana) e 1m28s sobre o cazaque Alexey Lutsenko (Astana).
A ligação de 170,5 quilômetros, entre Avignon e Aix-en-Provence, foi ganha pelo britânico Owain Doull (INEOS), com o mesmo tempo do austríaco Matthias Brandle (Israel Start-Up Nation) e dois segundos de avanço sobre o norte-americano Ian Garrison (Deceuninck-QuickStep).
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Fonte: https://desporto.sapo.pt/modalidades/ciclismo/artigos/nairo-quintana-vence-volta-a-provenca-e-ruben-guerreiro-termina-em-26-o

Abertura do XCO Series Brasil Ride vai contar pontos para Tóquio/2020

Mais uma grande novidade para o mountain bike do Brasil acaba de ser oficializada. A abertura do inédito Brasil Ride Bike Club, em Amparo (SP), no dia 15 de março, entrará na pontuação do ranking da UCI (União Ciclística Internacional), ajudando os ciclistas na disputa por vagas para Tóquio/2020. A prova receberá o nome de Taça Brasil XCO Brasil Ride e será Classe 2, ou seja, garantirá 30 pontos aos campeões, na reta final da busca por pontos para os Jogos Olímpicos.

"A Brasil Ride e a Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC) estão juntas para fortalecer ainda mais o mountain bike nacional. Faltando tão pouco tempo para a próxima Olimpíada, não poderia ser diferente. Nossa prova de abertura do XCO Series Brasil Ride será realizada a cerca de dois meses para o encerramento dos rankings olímpico e mundial, ou seja, será importante para os atletas brasileiros somarem pontos individuais e pela nação, visando garantir vagas em Tóquio 2020", enaltece Mario Roma, fundador da Brasil Ride.

Neste momento, após a atualização mais recente dos rankings internacionais da UCI, feita em 4 de fevereiro, o Brasil ocupa a quarta colocação no ranking por nações masculino e a 18ª no feminino. Assim, enquanto o País teria duas vagas para os homens, com Henrique Avancini, Guilherme Muller e Luiz Cocuzzi somando pontos para a nação, o feminino deverá ter uma, com Jaqueline Mourão, Raiza Goulão e Letícia Cândido como atuais pontuadoras.

"A CBC enxerga com bons olhos os eventos organizados pela Brasil Ride no MTB XCM. Este investimento no MTB XCO será mais uma ótima chance para os atletas buscarem classificação à Tóquio e já pensando em Paris 2024, com aumento de provas nas regiões Norte, Nordeste, Sul, Sudeste e Centro-Oeste, no período entre 2021 e 2024. Isso possibilitará mais oportunidades para os amantes do mountain bike na conquista de pódios, classificação Mundial e Olímpica", destaca José Luiz Vasconcellos, presidente da CBC.

O XCO Series 2020 representa a entrada da Brasil Ride no Cross Country Olímpico (XCO) e terá seu início em grande estilo. A mais moderna pista de mountain bike das Américas, que na prova de abertura terá 4,28 km e 210 m de altimetria acumulada, foi construída em um local com toda a infraestrutura para os atletas e seus acompanhantes, com restaurante, academia e hotel, no Brasil Ride Bike Club. Top 2 do ranking mundial, Henrique Avancini foi um dos atletas que opinou na construção do circuito em Amparo.

O XCO Series Brasil Ride tem patrocínios de Land Rover, Shimano, Specialized e Unidas. Conta ainda com os apoios de ConectCar, Full Gas, Garmin, La Maglia, LAF, Red Bull, Shop2Gether, Squirt, Thule e Vittoria, e supervisão da União Ciclística Internacional (UCI), Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC) e Federação Paulista de Ciclismo (FPC).

Ranking Brasil Ride - A partir de 2020, uma novidade promete atrair ainda mais participantes para as provas de mountain bike, com o inédito Ranking Brasil Ride. Será válido exclusivamente para as provas de MTB nas três modalidades: XCO (XCO Series Brasil Ride); XCS (Brasil Ride Ultramaratona no geral); e XCM, etapas Warm Up PRO, com exceção de Linhares SUPER PRO. Assim, o ranking geral Brasil Ride somará os pontos das três modalidades pontuadas pelo atleta no decorrer do ano.

Imagens para a imprensa - Desde 2019, a Brasil Ride conta com um banco de imagens especificamente para o uso da imprensa: https://brasilride.photoshelter.com/index. Neste espaço, há fotos de todas as provas realizadas no ano, entre mountain bike e trail run. Para acessá-las, basta cadastrar-se no sistema do site Photoshelter e fazer o download dos arquivos escolhidos. Para mais informações de como baixar as fotos em alta resolução, entre em contato com redacao@zdl.com.br.

Brasil Ride: Mais que uma prova, uma etapa em sua vida.

Mais informações da Brasil Ride:
Site: http://www.BRASILRIDE.COM.BR
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Informações para imprensa:
ZDL Sports - Gustavo Coelho / Doro Jr. - Mtb 13209
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Trilha da Taça, Fudido e Meio, Fudido, Lobo Guará e Verão... Puro XCO Técnico #Mazobikers #melhordoparana


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Trilha da Taça - Cachoeira da Ilha: Puro XCO venha pedalar na #melhordoparana #Mazobikers


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Mazobikers e Guerreiros da Bike, prontos para o pedal! #Mazobikers #mazobikersblog #melhordoparana


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Mountain Bike Raiz... Sinonimo de Esforço e Liberdade #Mazobikers #Jaguariaíva #melhordoparana


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Mundial de Cyclo-cross 2020 - Van der Poel domina e conquista o TRI

Com um desempenho dominante no técnico e enlameado circuito montado em Dübendorf, na Suíça, o holandês Mathieu ven der Poel conquistou hoje seu terceiro título mundial de cyclo-cross, especialidade do atleta e ponto de partida de sua carreira com vitórias incríveis também na estrada e no MTB.
O atleta largou como franco favorito e, com uma aceleração absurda logo na largada, ele forçou o ritmo do bloco logo na primeira volta. Quando ele abriu a segunda volta, sua vantagem era de 15 segundos e, até o término da corrida, que aconteceu ao final da sexta volta, ele já havia obtido uma vantagem de quase um minuto e meio sobre o britânico Thomas Pidcock, o segundo a cruzar a meta. O terceiro posto com o bronze ficou para Toon Aerts, da Bélgica.
"Fiz uma prova perfeita. Me senti forte e quando consegui abrir na primeira volta conquistei minha vitória", disse Van der Poel em entrevista depois da prova.
Resultados - Top 10
1 - Mathieu van der Poel (Holanda) 1:08:52
2 - Thomas Pidcock (Grã-Bretanha) 0:01:20
3 - Toon Aerts (Bélgica) 0:01:45
4 - Wout Van Aert (Bélgica) 0:02:04
5 - Laurens Sweeck (Bélgica) 0:02:32
6 - Michael Vanthourenhout (Bélgica) 0:03:12
7 - Corne Van Kessel (Holanda) 0:03:52
8 - Tim Merlier (Bélgica) 0:04:32
9 - Quinten Hermans (Bélgica) 0:04:48
10 - Eli Iserbyt (Bélgica) 0:05:11

O holandês, que também venceu em 2015, foi o favorito esmagador, mas a maneira como ele estampou sua autoridade na prova fez parecer que ele estava em uma corrida do resto do pelotão.
Já na largada, ele esticou o que deu, e no final da primeira volta, estava sozinho com uma vantagem de 15 segundos. Isso só cresceu e cresceu quando ele marcou as seis voltas restantes do enlameado circuito suíço, e ele levantou os braços quase um minuto e meio antes que alguém cruzasse a linha.
O Inglês Tom Pidcock conquistou a medalha de prata com o melhor desempenho de sua campanha de estréia na elite, afastando-se de um grupo de perseguição que antes era composto por cinco belgas. Toon Aerts emergiu como o melhor deles para levar a medalha de bronze, enquanto Wout Van Aert teve que se contentar com o quarto lugar após um furo tardio.
"Acho que fiz uma corrida perfeita", disse Van der Poel. "Eu me senti muito forte e quando consegui fugir na primeira volta, isso me deu asas".
Durante a noite, a chuva transformou os pastos verdes da base aérea militar em um banho de lama. Se as inúmeras corridas curtas e reconhecimentos no percurso suíço não foram suficientes para uma corrida exigente, os 39 pilotos no início foram recebidos debaixo de uma chuva grossa quando se alinharam às 14h30. Além da Aerts, na primeira fila estavam os belgas Eli Iserbyt, Michael Vanthourenhout, Quinten Hermans e Laurens Sweeck, junto com outros dois holandeses em Lars van der Haar e Corné van Kessel.
Van der Poel levou em seu vácuo Aerts, Iserbyt, Tim Merlier (Bélgica), Vanthourenhout e Hermans aos primeiros trechos enlameados. Wout van Aert (Bélgica) apareceu fora do top 10, junto com o protagonista britânico Pidcock.
Mesmo com a chuva no começo da prova, o biker holandês de 25 anos não se importou. Ele teve o melhor começo e apenas Aerts foi capaz de acompanhar brevemente. Meia volta depois, Aerts já pagou o preço por tentar acompanhar e Van der Poel se foi de vez. Sua liderança cresceu para quase dois minutos e ele só então voltou às costas durante a última volta.
"Foi mais difícil quando parou de chover, na verdade, porque então a lama secou um pouco; ficou ainda mais difícil andar. Seria melhor se continuasse chovendo", disse Van der Poel.
"Eu esperava que ele terminasse cedo, porque o percurso foi realmente difícil. Foi uma das corridas mais difíceis que já fiz. Especialmente nessas últimas voltas, as pontes eram quase difíceis de subir", disse Van der Poel.
"Foi uma corrida muito honesta. Os pilotos mais fortes estavam na frente imediatamente e isso é bom em um campeonato mundial".
"É irreal. Mathieu é um dos melhores pilotos do mundo. Fiquei em segundo com ele hoje. Isso é incrível. Subi para a elite nesta temporada. Poderia ter sido um momento fácil para mim, competindo nos Sub-23. Mas eu vim para andar com as elites e subi ao pódio. É realmente agradável ", disse Pidcock à Sporza.
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Fonte: https://www.cyclingnews.com/races/uci-cyclo-cross-world-championships-2020/elite-men/results/

Paris-Roubaix 2020 - Mathieu Van Der Poel confirma participação

A estréia do holandês Mathieu Van Der Poel para a próxima Paris-Roubaix, que acontece no dia 11 de abril de 2020, foi confirmada. O ciclista de 25 anos já havia anunciado seus planos de disputar a Paris-Roubaix e uma seleção de outras prestigiadas provas clássicas de um dia na primavera européia, mas precisava de um convite formal para se qualificar - a organização da prova estendeu o convite para toda equipe Alpecin-Fenix.
Foto: por Luc Claessen
O status de Van der Poel como uma estrela deu um grande impulso à sua equipe Pro Continental, garantindo convites para algumas das maiores corridas da temporada. Além do "Inferno do Norte, ele também participará de provas como, Strade-Bianche e Milan-San Remo, depois que o organizador da corrida, a RCS, também convidou a Alpecin-Fenix.
Neste verão, a estrela holandesa pretende mudar de disciplina novamente, competindo com mountain bikes na esperança de conquistar a medalha de ouro na corrida de MTB XCO nos Jogos Olímpicos de Tóquio em julho. Além disso, ele deve fazer aparições regulares em provas da Copa do Mundo de MTB.
As outras equipes que recebem convites Pro-Continentais para Paris-Roubaix foram o B&B Hotels-Vital Concept, NippoDelko Provence e Arkéa-Samsic, de acordo com as novas regras da UCI, a Total Direct Energie e a Circus-Wanty Gobert também receberão vagas, pois são líderes no ranking UCI ProTeams de 2019. Fora elas, todas as outras equipes no padrão Pro Tour poderão participar da prova.
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Conheça os campeões da prova de bikes do Rally Cerapió 2020

O último dia da prova de bikes do Rally Cerapió 2020 foi decisivo para os atletas que se mantiveram até a quarta etapa. O circuito em Teresina (PI), nesta sexta-feira (31), confirmou a vitória dos atletas da Elite, José Gabriel, no Masculino; e Karen Olímpio na Feminina. Na categoria Master, a disputa foi acirrada, assim como nas duplas.
A prova foi marcada por um terreno plano e com pontos arenosos. Os 100 quilômetros foram disputados a cada trecho. O melhor tempo da última prova foi conquistado por Luís Diego, da Sub30, com 03:00:44. O líder da Elite, José Gabriel veio em seguida, completando a última etapa em 03:00:46. Já André Matos, da Master A2, fechou a etapa em 03:02:09 colado em Fernando Dantas, da Master A1, que conquistou na liderança em sua categoria.
Fotos: Tiago Giordani 
“Foi atípico pra mim. Tive dois furos de pneus em menos de 20 km. Tive que fazer reparos nas rodas, sem falar que foi uma prova de muita perseguição. Fiz muita força até conseguir encontrar o pelotão da frente. No final, rolou uns ataques que ajudou a chegar junto com outros atletas”, disse o bicampeão José Gabriel (Corinthians Audax Bike Team).
A mineira Karen Olímpio fez sua estreia na Corinthians Audax Bike Team e no Rally Cerapió conquistando título.
“Os dois últimos foram mais planos. No último dia, consegui acompanhar o pelotão por bastante tempo, selecionei um grupo e vim até o final. Foi épico pra mim. Em 2021 estarei aqui novamente”, comemorou a atleta da Elite.
Fotos: Tiago Giordani
A cerarense Venilda Eli (Golden Hair) voltou ao lugar mais alto do pódio na categoria Master Feminino, após quatro anos.
“Foram percursos muito difíceis, com subidas, terrenos pesados, mas que tivemos todo o apoio pra seguir em frente. A organização do Cerapió fez a sinalização correta e sempre manteve a prova em alto nível. Todos estão de parabéns!”, frisou.
Que o Rally Cerapió é uma prova dura, isso muita gente já sabe. E foi em busca disso que Fernando Dantas (WellBike) voltou à prova depois de 12 anos.
“Comecei a participar ainda em 2006 quando fui vice-campão. Voltei em 2007, sendo campão, em 2008 tiver problemas mecânicos e fiquei de fora. Mas voltei pra subir ao pódio e consegui”, disse o campeão da categoria Master A1.
Fotos: Tiago Giordani
Pelo segundo ano no Rally Cerapió, o pernambucano Renato Williams (Caruaru Team Race) conquistou o bicampeonato.
“Ano passado fui campeão na Master A1 e agora na Master A2. Foi um percurso muito travado, cheio de lama, que foi necessário fazer uma força ainda maior. Está de parabéns a todos da organização pelo nível da prova”, comemorou.
Glauciano Freire (João Ciclo), da categoria Master B1, superou os desafios com a bike. Para ele, a conquista no Cerapió tem um sabor especial.
“Eu venci a obesidade e o alcoolismo. Hoje estou aqui comemorando. Sou ciclista é muito dedicado ao que eu faço e estou muito feliz com essa vitória”, comemorou o cearense.
Em uma disputa acirrada, os atletas da categoria Master B2 se desdobraram para conquistar o pódio. Outro pernambucano conquistou o lugar mais alto do pódio: Robson Pontes (WellBike).
“Agradeço a Deus por ter terminado a prova. Enfim, nesse ano eu consegui treinar mais e conquistar o pódio. O Rally Cerapió está de parabéns e em 2021 voltarei novamente”, disse o atleta.
Quem também comemorou o êxito no maior Rally das Américas foi o cearense campeão da categoria Master C1, Márcio Dobel (MM Team).
“Foi a quarta vez que participei e tenho certeza que foi uma das provas mais duras que já participei. Convido aqui atletas de outros lugares, que amam mountain bike a vir participar do Cerapió e ver que a prova é organizada e de alto nível”, agradeceu.
Fotos: Tiago Giordani
José Antônio Barbosa (WellBike) fez sua estreia no Rally Cerapió do melhor jeito. Ao subir ao pódio como campeão da categoria Master C2, o sentimento era de gratidão.
“Foi muito treino. Tenho 56 anos, pedalo a 17 anos, e de uma coisa eu sei: quem quiser vir para o Cerapió deve se preparar muito”, disse o atleta que passou por 6 meses de intenso preparo.
O pernambucano Luís Diego (Movelaria Nossa Senhora Aparecida) melhor tempo na última etapa da prova, conquistou o bicampeonato no Rally Cerapió na categoria Sub30.
“Sou muito grato ao apoio que minha equipe tem me dado. Graças a eles e a Deus consegui mais uma vitória nessa prova tão importante”, festejou.
Na categoria Veteranos, o piauiense Antônio Francisco de Oliveira (Audax MR Team) se manteve líder em todas as etapas.
“Nunca é fácil participar do Cerapió. O percurso estava bom, assim como a marcação da prova. Agradecemos todos os meus apoiadores por acreditarem no que eu faço”, falou.
Os piauienses também conquistaram pódio na categoria Duplas. Cronwell Neto e Antônio Marcelo se mantiveram na liderança nas duas primeiras etapas, abriram ampla vantagem, o que favoreceu o pódio.
“Foi uma experiência muito boa correr em dupla, pois a gente sempre se ajuda”, disse Marcelo. Cronwell festeja o terceiro pódio no Rally Cerapió.
“Tudo de bom participar da prova!”, falou.
Durante as quatro etapas, os inscritos na modalidade bikes do Rally Cerapió 2020 percorreram mais de 400 quilômetros, com percursos e circuitos entre as cidades de Itapajé (CE), Sobral (CE), Pedro II (PI) e Teresina (PI). A integra o ranking nacional Stage Race, da Confederação Brasileira de Ciclismo.
O Rally Cerapió 2020 tem patrocínio do Governo do Piauí - Setur e do Governo do Ceará - Setur, Consórcio Honda, Prefeitura de Teresina e Minstério do Turismo. O apoio é da Prefeitura de Fortaleza - Setfor, Reron e Audax, com parceria do Teresina Shopping, Marko Informática, Cetseg. Colaboração das Prefeituras de Pentecoste (CE), Itapajé (CE), Sobral (CE), Groaíras (CE), Carnaubal (CE), Domingos Mourão (PI), Pedro II (PI), Campo Maior (PI) e União (PI). A organização é da Radical Produções.

CONFIRA O RESULTADO ACUMULADO
RESULTADO OFICIAL
CERAPIÓ 2020

ELITE MASCULINO
1 - José Gabriel Marques #454 - Corinthians Audax Bike Team
2 – Édio Neves #496 - Audax MR Peças
3 - Anderson Barros #431 - WellBike
4 – Celso Nunes #437 - Bike Brothers
5 – Sharlys Silva – Audax WellBike

ELITE FEMININO
1 - Karen Olímpio #499 - Corinthians Audax Bike Team
2 - Janice Farias - MM Team #463
3 – Ana Paula Pedrosa #425

MASTER FEMININO
1 - Venilda Eli #439 – Golden Hair
2 - Juscelina Mota #434 - Jardel Silva
3 – Simone Gilvani #510 - Omega Bike \Posto Líder \ Sertão Moto
4 – Antonia Luíza Rodrigues #459 – Audax Bike Ciclo Peças
5 – Cris Siqueira #447 – Giro Alto

MASTER A1
1 - Fernando Dantas #438
2 – Samuel dos Santos #490 - Audax RBike
3 – Thiago Henrique Araujo #419 - Henrique Bikes
4 – José Magalhães Neto #480 – João Ciclo
5 – Fagner da Silva #448 – Marimbondos Bikes

MASTER A2
1 – Renato Williams #461 - Caruaru Team Race
2 – Marcelino Miranda #417 - MM Team
3 – André Matos #441 - João Ciclo
4 - Francilangio Pinto #403 - Cilande Bike Team
5 - Geraldo Alves Júnior #430 - MM Team

MASTER B1
1 – Glauciano Freire #406 - João Ciclo
2 - Lindomar Ferreira #500 - Unimed Teresina
3 – Thiago Drews #508 - Brou
4 - Ronnie Charles #476 - João Ciclo
5 - Rodrigo Paiva #452 - Bike Brothers

MASTER B2
1 - Robson Luiz #482 - WellBike
2 – Ernani Costa #472 – Bikers Racing Team
3 - George Hamilton #451 – Bike Brother MTB Team
4 – Eduardo Schuster #477 – MM Team
5 – Remo Campos #411 - MM Team

MASTER C1
1 - Márcio Dobel #474 - MM Team
2 - Francisco Osmario #497 - Garrote Radical
3 - Paulo Marcelo #479 - Jardel Silva
4 – Carlos Augusto Gomes #473 – Fox Team

MASTER C2
1 – José Antônio Barbosa #414 - WellBike
2 – Henrique Rocha #428 - Catraca Forte Team
3 – Edmilson Ribeiro #457
4 – Valdi Soares #515 – Pedal Green

SUB30
1 – Luís Diego #436 - Movelaria N. S. Aparecida
2 – Elionai de Sousa #475 - Doctor Bike Golden Hair
3 – Lucivaldo Ferreira #415 - Caruaru Team Race
4 - Fernando Nascimento #427- Cilande Bike Team

VETERANOS
1 - Antônio Francisco de Oliveira #512 - Audax MR Team
2 – Jean-François Thevoz #489 – Comandos Eventos / Jardel Silva
3 –Antonio Manoel dos Santos #466 – Audax Wellbike
4 – Paulo Sérgio Dantas #492 - Comandos Eventos / Jardel Silva

DUPLAS
1 – Cromwell Neto / Antonio Marcelo #540D - Studio Set /Bike Extreme
2 – Gustavo Marinho / Artur Farias #531D - 4Mov
3 - Rafael Souto / Ewerton Bruno #537D – João Ciclo
4 – Bruno Paim / Mateus Muinarski #543 – Corinthias Audax Bike Team
5 - Gutemberg Andrade / Gerson de Albuquerque – Pedal Green

CONFIRA O RESULTADO DO QUARTO DIA
RESULTADO OFICIAL
ÚLTIMA ETAPA (Circuito TERESINA - 31/01)
CERAPIÓ 2020

ELITE MASCULINO
1 – Sharllys da Silva #470 – Audax WellBike
2 – José Gabriel Marques #454 - Corinthians Audax Bike Team
3 – Édio Neves #496 - Audax MR Peças
4 - Anderson Barros #431 - WellBike
5 - Joaci Oliveira #498 – Audax WellBike

ELITE FEMININO
1 - Karen Olímpio #499 - Corinthians Audax Bike Team
2 - Janice Farias - MM Team #463
3 – Ana Paula Pedrosa #425

MASTER FEMININO
1 - Venilda Eli #439 – Golden Hair
2 - Juscelina Mota #434 - Jardel Silva
3 – Simone Gilvani #510
4 – Antonia Luíza Rodrigues #459 – Audax Bike Ciclo Peças
5 – Cris Siqueira #447 – Giro Alto

MASTER A1
1 - Fernando Dantas #438 – WellBike
2 – Thiago Henrique Araujo #419 - Henrique Bikes
3 - Samuel dos Santos #490 - Audax RBike
4 – José Magalhães Neto #480 – João Ciclo
5 – Fagner da Silva #448 – Marimbondos Bikes

MASTER A2
1 – André Matos #441 - João Ciclo
2 - Renato Williams #461 - Caruaru Team Race
3 - Marcelino Miranda #417 - MM Team
3 – Ítalo Cordeiro #483 – Jardel Silva
4 – Geraldo Junior #430 - MM Team
5 - Carlos Henrique Borges #458

MASTER B1
1 – Lindomar Ferreira #500 - Unimed Teresina
2 – Glauciano Freire #406 - João Ciclo
3 – Ronnie Charles #476 - João Ciclo
4 – Thiago Drews #508 - Brou
5 - Rodrigo Paiva #452 - Bike Brothers

MASTER B2
1 - Robson Luiz #482 - WellBike
2 - Martinho Lucena #420 – Audax WellBike
3 – Tarcio Queiroz #467 – Endurance Team
4 – Ernani de Castro #472 - Bikers Racing
5 – Remo Campos #411 – MM Team

MASTER C1
1 – Francisco Osmario #497 - Garrote Radical
2 - Márcio Dobel #474 - MM Team
3 - Paulo Marcelo #479 - Jardel Silva
4 – Carlos Augusto Gomes #473 – Fox Team

MASTER C2
1 – Henrique Rocha #428 - Catraca Forte Team
2 - José Antônio Barbosa #414 - WellBike
3 – Sad Júnior #424 - APC
4 – Valdi Soares #515 – Pedal Green

SUB30
1 – Luís Diego #436 - Movelaria N. S. Aparecida
2 – Elionai de Sousa #475 - Doctor Bike Golden Hair
3 - Lucivaldo Ferreira #415 - Caruaru Team Race
4 - Fernando Nascimento #427- Cilande Bike Team

VETERANOS
1 - Antônio Francisco de Oliveira #512 - Audax MR Team
2 – Antonio Manoel dos Santos #466 – Audax Wellbike
3 - Paulo Sérgio Dantas #492 - Comandos Eventos / Jardel Silva
4 – Jean-François Thevoz #489 – Comandos Eventos / Jardel Silva

DUPLAS
1 – Bruno Paim / Mateus Muinarski #543 – Corinthias Audax Bike Team
2 – Cromwell Neto / Marcelo Antonio #540D – Studio Set
3 – Gutemberg Andrade / Gerson de Albuquerque #542 – Pedal Green
4 – Rafael Souto / Ewerton Bruno #537D – João Ciclo
5 – Gustavo Marinho / Artur Farias #531D - 4Mov
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