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Pedal de estreia do manto novo comemorando 20 anos da Equipe Mazobikers... Ficou top demais! Tmj Mazos!! #Mazobikers #mazobikersblog #jaguariaíva #melhordoparana


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Conheça os benefícios do abdominal hipopressivo para ciclistas

As dores na região lombar e no assoalho pélvico sentidas pelos ciclistas podem diminuir com o fortalecimento correto da região abdominal. E há um método específico especialmente eficaz para esse tema: o método abdominal hipopressivo (MAH).
A prática tem ganhado muitos adeptos pelos bons resultados no alívio das dores no assoalho pélvico e na normalização da pressão sobre o músculo psoas, que costuma causar incômodo em quem pedala, além da melhora da postura corporal.
“O método combate incontinência urinária, dores lombares e normaliza pressões nos órgãos e músculos internos como o diafragma, assim fazendo com que os ciclistas respirem melhor e pedalem mais”, explica Janaína Cintas, fisioterapeuta e professora de método abdominal hipopressivo na VOLL Pilates.
Músculo psoas em laranja
Cintas conhece bem as dores e dificuldades físicas sofridas pelos ciclistas, visto que foi a primeira atleta brasileira a se sagrar bicampeã mundial na modalidade BMX.
“Há uma sobrecarga no corpo do atleta por conta do longo período em que permanece sentado, principalmente no ciclismo de estrada e no próprio mountain bike, que além disso tem mais impacto por conta do terreno e das manobras”.
No caso dos homens, isso impacta na bolsa escrotal podendo causar até infertilidade por gerar menor irrigação na área do assoalho pélvico.
“Esta falta de irrigação pode inclusive diminuir a qualidade do espermatozoide e também da libido”, explica. Nas mulheres, o maior incomodo causado é a dor intensa na região.
Mas não são apenas o ciclistas que podem se beneficiar do abdominal hipopressivo. Atletas de corrida de rua, especialmente as mulheres, podem ser favorecidas, no combate à incontinência urinária.
Segundo um estudo da Escola Norueguesa de Ciências do Esporte 72% das corredoras de longas distâncias sofrem de com o problema.

Veja no vídeo como fazer o abdominal hipopressivo

As sessões do abdominal hipopressivo são realizadas com acompanhamento de professores de educação física, fisioterapeutas ou instrutores com uma formação similar.
“Visando promover a saúde corporal, indico aos ciclistas que aliem as aulas de MAH ao uso de acessórios como selins vazados para assim descomprimir a genitália e os músculos do períneo. Além disso, indico que o método seja praticado também em casa por pelo menos 5 minutos diários” explica Janaína Cintas.
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Fonte: https://www.ativo.com/bike/treinamento/conheca-os-beneficios-do-abdominal-hipopressivo-para-ciclistas/

Relatório global do Strava: brasileiros tem maior média de km pedalados

A rede social /app comemora 10 anos com 48 milhões de usuários – surpreendentemente seis milhões estão no Brasil de acordo relatório global do Strava.
O brasileiro correu e pedalou mais em 2019 do que no ano anterior. Dados do Strava, rede social que acaba de completar 10 anos e conta com 48 milhões de usuários que praticam alguma atividade física, mostram que, no Brasil, os ciclistas pedalaram, em média, 27,9 km. Inesperadamente esses números são acima da média global, onde ciclistas de outros seis países analisados pela plataforma pedalaram, em média, 26,1 km. Esses e outros dados foram divulgados nesta quarta-feira (11/12) no relatório anual “Year In Sport” (Ano do Esporte).

Os períodos comparados

Entre setembro do ano passado e outubro deste ano (período de análise do relatório global do Strava), as pedaladas realizadas no Brasil, país responsável por seis milhões de usuários na plataforma, somaram 746,8 milhões de quilômetros. Contudo no mesmo período do ano anterior, esse total foi de 641,5 km, já a média de kms percorridos e o tempo gasto por pedaladas caiu: 33,1 km foi distância média em 2019 contra 27,9 km neste ano; 1h46min45s é a média mais recente contra 1h29min21s do penúltimo relatório.
Na corrida, de acordo com relatório global do Strava, os brasileiros também correram mais. Ao todo foram 98,4 milhões de kms percorridos em doze meses. No mesmo período do ano anterior foram 80,9 milhões de km. Embora a distância total seja maior – assim como aconteceu entre os ciclistas – a média por atividade e o tempo foram mais baixos. Nos dados divulgados nesta semana, a distância média dos brasileiros por corrida foi de 5,8km e o tempo gasto em cada corrida – seja treino ou prova – foi de 38min22s. Entretanto nos dados divulgados em 2018, a distância média foi de 7,3km e o tempo: 48min48s.

Os mais sociáveis da rede

Mas além de ser uma plataforma rica em dados para qualquer pessoa que pratique atividade física, o Strava também é uma rede social, onde é possível comentar e dar kudos (o ‘like’ do Strava). Os brasileiros, conhecidos por serem os usuários mais sociáveis da rede, deram 597.109.902 kudos (isso mesmo: mais de 597 milhões de kudos).
“O brasileiro além disso tem aproveitado cada vez mais os espaços públicos para praticar esportes. Este hábito da mesma forma se reflete nos números do Strava, que apontam um crescimento orgânico e saudável dos usuários no nosso país. Já somos seis milhões de usuários no Brasil mostrando desse modo que o esporte é a melhor escolha para uma vida mais saudável”, avalia Rosana Fortes, Country Manager do Strava no Brasil.
Globalmente, as mulheres ciclistas costumam usar menos as suas bicicletas para deslocamentos diários em contraste com os homens. Dos sete países analisados pelo Strava, o Brasil é que o tem a maior diferença negativa (24,6%) entre homens e mulheres que se deslocam dessa forma pela cidade.
Fotos (Crédito Guilherme Leporace)

Fatores que interferem no seu treino

Os feriados, eventos culturais e as condições climáticas inusitadas são as principais causas que geram um impacto significante nos hábitos esportivos. No primeiro dia do ano, por exemplo, tem muita gente que não deixa de se exercitar. Mas, completamente diferente dos outros 364 dias do ano, o pico de atividades no dia 1º de janeiro acontece no meio da tarde. O que se pode justificar é que, portanto, pela manhã os esportistas ainda estão dormindo e recarregando as energias da noite anterior.
No Brasil, em 16 de fevereiro e em 8 de abril de 2019, devido a fortes chuvas e inundações no Rio de Janeiro e de São Paulo – cidades que concentram o maior número de atividades inseridas na plataforma –, nesse sentido houve uma queda abrupta no percentual de atividades realizadas no Strava. Normalmente, os atletas sempre tentam encontrar maneiras de se exercitarem, mas às vezes as condições externas não ajudam. No fenômeno de fevereiro, a queda foi de 29% no total de corridas e 33% entre as pedaladas. Na ocasião de abril, como resultado para os atletas foi uma diminuição de 32% tanto de corridas quanto de pedaladas nas 24 horas seguintes à chuva.

Conheça outras curiosidades pinçadas do relatório:

Metade do pelotão do Tour de France em 2019 era usuários do Strava.
um a cada três corredores da Maratona de Boston neste ano são usuários do Strava.
maratonistas que melhoraram seus RPs aumentaram as suas outras atividades em 13%.
atletas que buscam realizar três atividades por semana, em vez de duas, tendem a ser mais consistentes, resultando em duas vezes mais atividades ao longo do ano.
51% dos ultramaratonistas do Strava contudo nunca fizeram o upload de uma maratona.
caminhada, ioga mas também musculação são as atividades que mais crescem entre os corredores e ciclistas.
em 2015, 49,7% dos corredores só corriam; em 2019, esse número foi para 39,8%.
o percentual de ciclistas que só pedalava saiu de 67,9% em 2015 para 47,2% neste ano.
os atletas publicam cerca de 10% a mais de atividades no mês após se inscreverem em um clube.
mas em grupo, as distâncias percorridas pelos ciclistas são, em média, duas vezes maiores que em pedaladas individuais.
no Brasil, 45% de todas as pedaladas são feitas com pelo menos uma outra pessoa.
quem estabelece uma meta é mais ativo fisicamente do que quem não estabelece.

Preferências e tendências sobre tênis e dispositivos:

Na Maratona de São Paulo, os modelos Nike Zoom Fly e Nike Pegasus foram os pisantes mais usamos para percorrer os 42k da tradicional prova de corrida de rua na maior cidade brasileira – 11,4% dos usuários do Strava indicaram usar esses dois tênis, exatamente 5,7% cada um.
Quando o assunto é tendência mundial, o Hoka One One Carbon x liberou a preferência, seguido do Adidas Solar Glide e do New Balance Fresh Foam Beacon. Em relação às bikes, a magrela mais desejada foi a Trek Checkpoint. Em segundo lugar veio a Orbea Oiz, seguida da Canyon Neuron. Outros itens analisados foram os dispositivos e os apps de treino. Entre os ciclistas o Garmin Edge 530 liderou, já para os corredores o Polar Vantage M foi o preferido. A escolha pelo apps de treino ficou nessa ordem: Em primeiro lugar Aaptiv, seguido do Wattbike e Digme.
* O relatório Year In Sports 2018 contém dados de 01/10/2018 a 30/09/2019.
Confira aqui o Relatório global do Strava na íntegra.

Sobre o Strava

O Strava é a rede social para atletas. Considerado a principal plataforma de tecnologia para fitness, os apps para dispositivos móveis e o website do Strava conectam milhões de pessoas que praticam esportes todos os dias. Todos os atletas têm um lugar no Strava, não importa onde vivam, que esporte amem ou que tipo de dispositivo usem. Una-se você também à nossa comunidade visitando strava.com.
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As melhores descidas de downhill da década

O pessoal do site Pink Bike fez uma mega seleção das melhores descida de downhill da década, veja abaixo a introdução deles e em seguida os melhores vídeos:
Primeiramente desde os fortes pilotos britânicos na primeira metade da década até o domínio francês nos últimos anos, muita coisa mudou nas provas de downhill desde 2010.
Se está surpreendentemente dominando a bagunça desleixada que foi o Campeonato Mundial de Champery de 2011 ou a poeira espessa da Serpente Negra em Val di Sole, as pistas oferecem vários desafios aos pilotos. Mas os pilotos têm enfrentado esses desafios de forma consistente com corridas incríveis.
Contudo em nenhuma ordem específica, aqui estão algumas das melhores melhores descida de downhill da última década.
1. Aaron Gwin – Leogang DH World Cup 2015
2. Danny Hart – Champery DH World Champs 2011
3. Josh Bryceland – Hafjell DH World Champs 2014
4. Amaury Pierron – Les Gets DH World Cup 2019
5. Rachel Atherton – Fort William DH World Cup 2016
6. Steve Smith – Mont Sainte Anne/ Leogang DH World Cups 2013
7. Neko Mulally – Hafjell DH World Champs 2014
8. Greg Minnaar – Fort William DH World Cup 2017
9. Aaron Gwin – Val di Sole DH World Cup 2012
10. Martin Maes – La Bresse DH World Cup 2018
11. Aaron Gwin – Mont Sainte Anne DH World Cup 2017
12. Kaos Seagrave – Red Bull Hardline 2019
13. Jared Graves – Pietermaritzburg DH World Champs 2013
14. Rachel Atherton – Fort William DH World Cup 2018
15. Remi Thirion – Vallnord DH World Cup 2013
16. Myriam Nicole – Mont Sainte Anne DH World Championships 2019
17. Gee Atherton Cairns DH World Cup 2014
18. Nina Hoffmann – Vallnord DH World Cup 2019


    Além disso você também pode se interessar:

    Andar de bike faz bem para a pele, coração, além de reduzir risco de depressão...

    Talvez este esporte você ja até mesmo pratique mas não sabe os benefícios para a sua saúde, para estar em forma e saudável, você precisa estar fisicamente ativo. A atividade física regular pode ajudar a protegê-lo de doenças graves, como obesidade, doenças cardíacas, câncer, doenças mentais, diabetes e artrite.
    Sem dúvidas, andar de bicicleta regularmente é uma das melhores maneiras de reduzir o risco de problemas de saúde associados a um estilo de vida sedentário.
    O ciclismo é um exercício saudável e de baixo impacto que pode ser desfrutado por pessoas de todas as idades, desde crianças pequenas até adultos mais velhos. Também é divertido, barato e bom para o meio ambiente.
    Ir ao trabalho ou às lojas é uma das maneiras mais eficientes de combinar exercícios regulares com sua rotina diária. Estima-se que um bilhão de pessoas andam de bicicleta todos os dias – para transporte, recreação e esporte.
    Leva apenas de duas a quatro horas por semana para alcançar uma melhora geral em sua saúde. Andar de bicicleta é:
    Baixo impacto – causa menos tensão e lesões do que a maioria das outras formas de exercício.
    Um bom treino muscular – andar de bicicleta usa todos os principais grupos musculares enquanto você pedalar.
    Fácil – ao contrário de alguns outros esportes, o ciclismo não requer altos níveis de habilidade física. A maioria das pessoas sabe andar de bicicleta e, depois de aprender, você não se esquece.
    Bom para força e resistência – o ciclismo aumenta a resistência, força e condicionamento aeróbico.
    Tão intenso quanto você quiser – o ciclismo pode ser feito em intensidade muito baixa para começar, se estiver se recuperando de uma lesão ou doença, mas pode ser montado em um exercício físico exigente.
    Uma maneira divertida de entrar em forma – a aventura e o zumbido que você tem ao descer ladeiras e estar ao ar livre significa que é mais provável que você continue a pedalar regularmente, em comparação com outras atividades físicas que o mantêm dentro de casa ou exigem horários ou lugares especiais.
    Tempo eficiente – como um meio de transporte, o ciclismo substitui o tempo (sentado) sedentário (a) gasto dirigindo veículos motorizados ou usando bondes, trens ou ônibus com exercícios saudáveis….

    Benefícios para a saúde do ciclismo de modo regular

    O ciclismo é principalmente uma atividade aeróbica, o que significa que o coração, os vasos sangüíneos e os pulmões se exercitam.
    Você respirará mais profundamente, transpirará e experimentará uma temperatura corporal aumentada, o que melhorará seu nível geral de condicionamento físico.

    Os principais benefícios de saúde do ciclismo regular incluem:

    1. aumento da aptidão cardiovascular
    2. aumento da força e flexibilidade muscular
    3. Melhoria da mobilidade das articulações
    4. diminuição dos níveis de estresse
    5. melhor postura e coordenação
    6. ossos fortalecidos
    7. diminuição dos níveis de gordura corporal
    8. prevenção ou manejo da doença
    9. redução da ansiedade e depressão.

    Ciclismo e problemas específicos de saúde

    O ciclismo pode melhorar a saúde física e mental e reduzir as chances de sofrer muitos problemas de saúde.

    Obesidade e controle de peso

    Andar de bicicleta é uma boa maneira de controlar ou reduzir o peso, pois aumenta sua taxa metabólica, constrói músculos e queima gordura corporal.
    Se você está tentando perder peso, o ciclismo deve ser combinado com um plano de alimentação saudável.
    Andar de bicicleta é uma forma confortável de exercício e você pode mudar o tempo e a intensidade – pode ser construído lentamente e variado para se adequar a você.
    A pesquisa sugere que você deve estar queimando pelo menos 8.400 quilojoules (cerca de 2.000 calorias) por semana através de exercícios. Ciclismo constante queima cerca de 1.200 quilojoules (cerca de 300 calorias) por hora.
    Se você pedalar duas vezes por dia, os quilojoules queimados logo se acumulam. Pesquisas britânicas mostram que um passeio de bicicleta de meia hora todos os dias vai queimar quase cinco quilos de gordura ao longo de um ano.

    Doença cardiovascular e ciclismo

    As doenças cardiovasculares incluem acidente vascular cerebral, hipertensão arterial e ataque cardíaco. O ciclismo regular estimula e melhora o coração, os pulmões e a circulação, reduzindo o risco de doenças cardiovasculares.
    O ciclismo fortalece os músculos do coração, reduz o pulso em repouso e reduz os níveis de gordura no sangue.
    A pesquisa também mostra que as pessoas que pedalam para o trabalho têm de duas a três vezes menos exposição à poluição do que os passageiros de carros, de modo que sua função pulmonar é melhorada.
    Um estudo dinamarquês conduzido ao longo de 14 anos com 30.000 pessoas de 20 a 93 anos descobriu que o ciclismo regular protegia as pessoas de doenças cardíacas.

    Câncer e ciclismo

    Muitos pesquisadores estudaram a relação entre exercício e câncer, especialmente câncer de cólon e de mama. A pesquisa mostrou que, se você pedalar, a chance de câncer no intestino é reduzida. Algumas evidências sugerem que o ciclismo regular reduz o risco de câncer de mama.

    Diabetes e ciclismo

    A taxa de diabetes tipo 2 está aumentando e é um sério problema de saúde pública. A falta de atividade física é considerada a principal razão pela qual as pessoas desenvolvem essa condição. Pesquisas em larga escala na Finlândia descobriram que as pessoas que pedalavam por mais de 30 minutos por dia tinham um risco 40% menor de desenvolver diabetes.

    Lesões ósseas, artrite e ciclismo

    O ciclismo melhora a força, o equilíbrio e a coordenação. Também pode ajudar a prevenir quedas e fraturas. Andar de bicicleta é uma forma ideal de exercício se você tem osteoartrite, porque é um exercício de baixo impacto que coloca pouco estresse nas articulações.
    O ciclismo não ajuda especificamente a osteoporose (doença que afina os ossos), porque não é um exercício de sustentação de peso.

    Doença mental e ciclismo

    Condições de saúde mental, como depressão, estresse e ansiedade, podem ser reduzidas com o uso regular de bicicletas. Isso se deve aos efeitos do exercício em si e ao prazer que a bicicleta pode trazer.
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    Ciclista ponta-grossense se destaca na temporada 2019

    A atleta Emanuelle Broniski Viximiczen, conquistou boas marcas durante o ano de 2019 na modalidade do ciclismo. Manu, como é atualmente chamada, participou dos jogos defendendo a camisa de Ponta Grossa, entre outras competições de alto nível ficando sempre em boas colocações nos resultados finais.
    “2019 foi um ano maravilhoso para mim, onde eu tive muitas oportunidades, aprendi muita coisa, evolui bastante. Espero que em 2020 eu desenvolva mais ainda nesse esporte, espero alcançar meus objetivos", avaliou a atleta.
    Confira as principais competições que a atleta participou em 2019:
    4° colocada Juvenil Campeonato Brasileiro XCO 2019
    4° colocada Juvenil Taça Brasil e 1º colocada Juvenil Paranaense (1ª etapa)
    2º colocada Jogos da Juventude XCO 2019
    1º colocada Copa Paraná de XCO
    Campeã Juvenil Paranaense de XCO 2019
    Campeã do Circuito Estações de MTB
    5º Lugar Cat PRO Elite - 3º etapa do CMMTB
    1º Lugar Cat Sport – Circuito Estações Etapa verão
    1º Lugar Cat Juvenil ( Estrada) – Desafio Serra da Graciosa
    1º Lugar Cat Sport – Desafio da Cevada Stage 1
    1º Lugar Cat Sport – Circuito Estações Etapa Inverno
    1º Lugar Cat Elite – Campeonato PGR-XCO
    1º Lugar Cat Juvenil – Copa Curitiba de estrada
    1º Lugar Cat Sport – Circuito Estações Etapa outono
    3º Lugar Cat PRO Elite – 6ª Etapa do CMMTB
    3º Lugar Cat Juvenil – 19º Copa Cidade Canção de estrada
    2º Lugar Dupla mista – Desafio da Cevada stage 2
    1º Lugar Cat Sport – Circuito Estações Etapa Primavera
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    Rohan Dennis junta-se a Christopher Froome na Ineos

    O ciclista australiano Rohan Dennis, bicampeão mundial de contrarrelógio, assinou por dois anos com a Ineos, de Christopher Froome, anunciou esta segunda-feira a equipe patrocinada pelo grupo britânico de produtos químicos.
    Rohan Dennis, de 29 anos, declarou no site oficial da equipe que a sua transferência para a Ineos é a "concretização de um sonho" e, depois de em breve se juntar aos restantes colegas em estágio, deverá ter a sua estreia pela equipa em janeiro de 2020, na Austrália.
    Vencedor de etapas nas voltas a França e Itália, Rohan Dennis estava sem equipe desde setembro. Quatro dias após a conquista do seu segundo título mundial em Harrogate, em Yorkshire, a equipe Bahrain-Mérida anunciou o fim do seu contrato.
    Em julho, o australiano abandonou a Volta à França sem fornecer qualquer explicação, na 12.ª etapa, no dia anterior ao contrarrelógio em que era apontado como um dos favoritos. No Mundial, conquistou o título com facilidade numa bicicleta com a marca mascarada.
    Ciclista profissional desde 2013, Rohan Dennis, ex-recordista mundial da hora, entrou para a equipe do Bahrain-Mérida no início de 2019, depois de quatro anos e meio na BMC.
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    Presença de mulheres aumenta em importante prova de ciclismo no país

    Mais mulheres participaram do L’Étape Brasil by Tour de France (Foto:Divulgação)
    O L’Étape Brasil by Tour de France, considerada a maior prova de ciclismo amador do país, tem registrado um aumento significativo no número de mulheres inscritas na disputa . Na edição 2019, realizada no dia 29 de setembro, na cidade de Campos do Jordão (SP), 22% dos atletas eram do sexo feminino. Segundo dados oficiais, a etapa brasileira é a que registra a maior quantidade de ciclistas no mundo.
    Para 2020, a organização espera que esse número continue em evolução. A prova está marcada para o dia 27 de setembro, também no interior de São Paulo.
    A prova do L’Étape é realizada na Austrália, Brasil, China, Colômbia, Estados Unidos, Marrocos, México, Reino Unido, Suíça e Tailândia. A França, país sede da competição, também abre espaço aos amadores pedalarem no mesmo percurso dos profissionais. A cada ano, desde 1993, o pelotão reúne cerca de 15.000 ciclistas, de 50 nacionalidades.
    – Eu pedalo há mais de 25 anos e tenho assistido esse boom de mulheres. O ciclismo é um esporte majoritariamente masculino. Na minha época, era difícil até participar de provas, algumas vezes eu chegava e não tinha com quem competir. Alguns pontos favorecem esse crescimento como os grupos de todos os níveis de pedalada. As mulheres também usam o ciclismo como complemento da academia, na questão da parte aeróbica, os resultados são muito rápidos– explicou a ciclista amadora Claudia Lencioni.

    Alemã foi bicampeã em 2019

    A alemã Nadine Gill se tornou bicampeã da prova em 2019, completando o percurso de 107 quilômetros em 3h15min36, com mais de 15 minutos na frente segunda colocada, a brasileira Taise Benato. Na versão de 66 quilômetros, a vencedora foi a também brasileira Mariana Mendes.
    – A prova brasileira tem essa característica de trazer muitas mulheres e esse percentual vem crescendo consideravelmente nos cinco anos de competição. As mulheres se sentem mais seguras para pedalarem no L'Etape Brasil por oferecermos 100% das vias bloqueadas para os ciclistas – disse Bruno Prada, um dos organizadores.
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    Fonte: https://www.lance.com.br/mais-esportes/presenca-mulheres-aumenta-importante-prova-ciclismo-pais.html