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Pedal de estreia do manto novo comemorando 20 anos da Equipe Mazobikers... Ficou top demais! Tmj Mazos!! #Mazobikers #mazobikersblog #jaguariaíva #melhordoparana


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Conheça os benefícios do abdominal hipopressivo para ciclistas

As dores na região lombar e no assoalho pélvico sentidas pelos ciclistas podem diminuir com o fortalecimento correto da região abdominal. E há um método específico especialmente eficaz para esse tema: o método abdominal hipopressivo (MAH).
A prática tem ganhado muitos adeptos pelos bons resultados no alívio das dores no assoalho pélvico e na normalização da pressão sobre o músculo psoas, que costuma causar incômodo em quem pedala, além da melhora da postura corporal.
“O método combate incontinência urinária, dores lombares e normaliza pressões nos órgãos e músculos internos como o diafragma, assim fazendo com que os ciclistas respirem melhor e pedalem mais”, explica Janaína Cintas, fisioterapeuta e professora de método abdominal hipopressivo na VOLL Pilates.
Músculo psoas em laranja
Cintas conhece bem as dores e dificuldades físicas sofridas pelos ciclistas, visto que foi a primeira atleta brasileira a se sagrar bicampeã mundial na modalidade BMX.
“Há uma sobrecarga no corpo do atleta por conta do longo período em que permanece sentado, principalmente no ciclismo de estrada e no próprio mountain bike, que além disso tem mais impacto por conta do terreno e das manobras”.
No caso dos homens, isso impacta na bolsa escrotal podendo causar até infertilidade por gerar menor irrigação na área do assoalho pélvico.
“Esta falta de irrigação pode inclusive diminuir a qualidade do espermatozoide e também da libido”, explica. Nas mulheres, o maior incomodo causado é a dor intensa na região.
Mas não são apenas o ciclistas que podem se beneficiar do abdominal hipopressivo. Atletas de corrida de rua, especialmente as mulheres, podem ser favorecidas, no combate à incontinência urinária.
Segundo um estudo da Escola Norueguesa de Ciências do Esporte 72% das corredoras de longas distâncias sofrem de com o problema.

Veja no vídeo como fazer o abdominal hipopressivo

As sessões do abdominal hipopressivo são realizadas com acompanhamento de professores de educação física, fisioterapeutas ou instrutores com uma formação similar.
“Visando promover a saúde corporal, indico aos ciclistas que aliem as aulas de MAH ao uso de acessórios como selins vazados para assim descomprimir a genitália e os músculos do períneo. Além disso, indico que o método seja praticado também em casa por pelo menos 5 minutos diários” explica Janaína Cintas.
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Fonte: https://www.ativo.com/bike/treinamento/conheca-os-beneficios-do-abdominal-hipopressivo-para-ciclistas/

Relatório global do Strava: brasileiros tem maior média de km pedalados

A rede social /app comemora 10 anos com 48 milhões de usuários – surpreendentemente seis milhões estão no Brasil de acordo relatório global do Strava.
O brasileiro correu e pedalou mais em 2019 do que no ano anterior. Dados do Strava, rede social que acaba de completar 10 anos e conta com 48 milhões de usuários que praticam alguma atividade física, mostram que, no Brasil, os ciclistas pedalaram, em média, 27,9 km. Inesperadamente esses números são acima da média global, onde ciclistas de outros seis países analisados pela plataforma pedalaram, em média, 26,1 km. Esses e outros dados foram divulgados nesta quarta-feira (11/12) no relatório anual “Year In Sport” (Ano do Esporte).

Os períodos comparados

Entre setembro do ano passado e outubro deste ano (período de análise do relatório global do Strava), as pedaladas realizadas no Brasil, país responsável por seis milhões de usuários na plataforma, somaram 746,8 milhões de quilômetros. Contudo no mesmo período do ano anterior, esse total foi de 641,5 km, já a média de kms percorridos e o tempo gasto por pedaladas caiu: 33,1 km foi distância média em 2019 contra 27,9 km neste ano; 1h46min45s é a média mais recente contra 1h29min21s do penúltimo relatório.
Na corrida, de acordo com relatório global do Strava, os brasileiros também correram mais. Ao todo foram 98,4 milhões de kms percorridos em doze meses. No mesmo período do ano anterior foram 80,9 milhões de km. Embora a distância total seja maior – assim como aconteceu entre os ciclistas – a média por atividade e o tempo foram mais baixos. Nos dados divulgados nesta semana, a distância média dos brasileiros por corrida foi de 5,8km e o tempo gasto em cada corrida – seja treino ou prova – foi de 38min22s. Entretanto nos dados divulgados em 2018, a distância média foi de 7,3km e o tempo: 48min48s.

Os mais sociáveis da rede

Mas além de ser uma plataforma rica em dados para qualquer pessoa que pratique atividade física, o Strava também é uma rede social, onde é possível comentar e dar kudos (o ‘like’ do Strava). Os brasileiros, conhecidos por serem os usuários mais sociáveis da rede, deram 597.109.902 kudos (isso mesmo: mais de 597 milhões de kudos).
“O brasileiro além disso tem aproveitado cada vez mais os espaços públicos para praticar esportes. Este hábito da mesma forma se reflete nos números do Strava, que apontam um crescimento orgânico e saudável dos usuários no nosso país. Já somos seis milhões de usuários no Brasil mostrando desse modo que o esporte é a melhor escolha para uma vida mais saudável”, avalia Rosana Fortes, Country Manager do Strava no Brasil.
Globalmente, as mulheres ciclistas costumam usar menos as suas bicicletas para deslocamentos diários em contraste com os homens. Dos sete países analisados pelo Strava, o Brasil é que o tem a maior diferença negativa (24,6%) entre homens e mulheres que se deslocam dessa forma pela cidade.
Fotos (Crédito Guilherme Leporace)

Fatores que interferem no seu treino

Os feriados, eventos culturais e as condições climáticas inusitadas são as principais causas que geram um impacto significante nos hábitos esportivos. No primeiro dia do ano, por exemplo, tem muita gente que não deixa de se exercitar. Mas, completamente diferente dos outros 364 dias do ano, o pico de atividades no dia 1º de janeiro acontece no meio da tarde. O que se pode justificar é que, portanto, pela manhã os esportistas ainda estão dormindo e recarregando as energias da noite anterior.
No Brasil, em 16 de fevereiro e em 8 de abril de 2019, devido a fortes chuvas e inundações no Rio de Janeiro e de São Paulo – cidades que concentram o maior número de atividades inseridas na plataforma –, nesse sentido houve uma queda abrupta no percentual de atividades realizadas no Strava. Normalmente, os atletas sempre tentam encontrar maneiras de se exercitarem, mas às vezes as condições externas não ajudam. No fenômeno de fevereiro, a queda foi de 29% no total de corridas e 33% entre as pedaladas. Na ocasião de abril, como resultado para os atletas foi uma diminuição de 32% tanto de corridas quanto de pedaladas nas 24 horas seguintes à chuva.

Conheça outras curiosidades pinçadas do relatório:

Metade do pelotão do Tour de France em 2019 era usuários do Strava.
um a cada três corredores da Maratona de Boston neste ano são usuários do Strava.
maratonistas que melhoraram seus RPs aumentaram as suas outras atividades em 13%.
atletas que buscam realizar três atividades por semana, em vez de duas, tendem a ser mais consistentes, resultando em duas vezes mais atividades ao longo do ano.
51% dos ultramaratonistas do Strava contudo nunca fizeram o upload de uma maratona.
caminhada, ioga mas também musculação são as atividades que mais crescem entre os corredores e ciclistas.
em 2015, 49,7% dos corredores só corriam; em 2019, esse número foi para 39,8%.
o percentual de ciclistas que só pedalava saiu de 67,9% em 2015 para 47,2% neste ano.
os atletas publicam cerca de 10% a mais de atividades no mês após se inscreverem em um clube.
mas em grupo, as distâncias percorridas pelos ciclistas são, em média, duas vezes maiores que em pedaladas individuais.
no Brasil, 45% de todas as pedaladas são feitas com pelo menos uma outra pessoa.
quem estabelece uma meta é mais ativo fisicamente do que quem não estabelece.

Preferências e tendências sobre tênis e dispositivos:

Na Maratona de São Paulo, os modelos Nike Zoom Fly e Nike Pegasus foram os pisantes mais usamos para percorrer os 42k da tradicional prova de corrida de rua na maior cidade brasileira – 11,4% dos usuários do Strava indicaram usar esses dois tênis, exatamente 5,7% cada um.
Quando o assunto é tendência mundial, o Hoka One One Carbon x liberou a preferência, seguido do Adidas Solar Glide e do New Balance Fresh Foam Beacon. Em relação às bikes, a magrela mais desejada foi a Trek Checkpoint. Em segundo lugar veio a Orbea Oiz, seguida da Canyon Neuron. Outros itens analisados foram os dispositivos e os apps de treino. Entre os ciclistas o Garmin Edge 530 liderou, já para os corredores o Polar Vantage M foi o preferido. A escolha pelo apps de treino ficou nessa ordem: Em primeiro lugar Aaptiv, seguido do Wattbike e Digme.
* O relatório Year In Sports 2018 contém dados de 01/10/2018 a 30/09/2019.
Confira aqui o Relatório global do Strava na íntegra.

Sobre o Strava

O Strava é a rede social para atletas. Considerado a principal plataforma de tecnologia para fitness, os apps para dispositivos móveis e o website do Strava conectam milhões de pessoas que praticam esportes todos os dias. Todos os atletas têm um lugar no Strava, não importa onde vivam, que esporte amem ou que tipo de dispositivo usem. Una-se você também à nossa comunidade visitando strava.com.
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As melhores descidas de downhill da década

O pessoal do site Pink Bike fez uma mega seleção das melhores descida de downhill da década, veja abaixo a introdução deles e em seguida os melhores vídeos:
Primeiramente desde os fortes pilotos britânicos na primeira metade da década até o domínio francês nos últimos anos, muita coisa mudou nas provas de downhill desde 2010.
Se está surpreendentemente dominando a bagunça desleixada que foi o Campeonato Mundial de Champery de 2011 ou a poeira espessa da Serpente Negra em Val di Sole, as pistas oferecem vários desafios aos pilotos. Mas os pilotos têm enfrentado esses desafios de forma consistente com corridas incríveis.
Contudo em nenhuma ordem específica, aqui estão algumas das melhores melhores descida de downhill da última década.
1. Aaron Gwin – Leogang DH World Cup 2015
2. Danny Hart – Champery DH World Champs 2011
3. Josh Bryceland – Hafjell DH World Champs 2014
4. Amaury Pierron – Les Gets DH World Cup 2019
5. Rachel Atherton – Fort William DH World Cup 2016
6. Steve Smith – Mont Sainte Anne/ Leogang DH World Cups 2013
7. Neko Mulally – Hafjell DH World Champs 2014
8. Greg Minnaar – Fort William DH World Cup 2017
9. Aaron Gwin – Val di Sole DH World Cup 2012
10. Martin Maes – La Bresse DH World Cup 2018
11. Aaron Gwin – Mont Sainte Anne DH World Cup 2017
12. Kaos Seagrave – Red Bull Hardline 2019
13. Jared Graves – Pietermaritzburg DH World Champs 2013
14. Rachel Atherton – Fort William DH World Cup 2018
15. Remi Thirion – Vallnord DH World Cup 2013
16. Myriam Nicole – Mont Sainte Anne DH World Championships 2019
17. Gee Atherton Cairns DH World Cup 2014
18. Nina Hoffmann – Vallnord DH World Cup 2019


    Além disso você também pode se interessar:

    Andar de bike faz bem para a pele, coração, além de reduzir risco de depressão...

    Talvez este esporte você ja até mesmo pratique mas não sabe os benefícios para a sua saúde, para estar em forma e saudável, você precisa estar fisicamente ativo. A atividade física regular pode ajudar a protegê-lo de doenças graves, como obesidade, doenças cardíacas, câncer, doenças mentais, diabetes e artrite.
    Sem dúvidas, andar de bicicleta regularmente é uma das melhores maneiras de reduzir o risco de problemas de saúde associados a um estilo de vida sedentário.
    O ciclismo é um exercício saudável e de baixo impacto que pode ser desfrutado por pessoas de todas as idades, desde crianças pequenas até adultos mais velhos. Também é divertido, barato e bom para o meio ambiente.
    Ir ao trabalho ou às lojas é uma das maneiras mais eficientes de combinar exercícios regulares com sua rotina diária. Estima-se que um bilhão de pessoas andam de bicicleta todos os dias – para transporte, recreação e esporte.
    Leva apenas de duas a quatro horas por semana para alcançar uma melhora geral em sua saúde. Andar de bicicleta é:
    Baixo impacto – causa menos tensão e lesões do que a maioria das outras formas de exercício.
    Um bom treino muscular – andar de bicicleta usa todos os principais grupos musculares enquanto você pedalar.
    Fácil – ao contrário de alguns outros esportes, o ciclismo não requer altos níveis de habilidade física. A maioria das pessoas sabe andar de bicicleta e, depois de aprender, você não se esquece.
    Bom para força e resistência – o ciclismo aumenta a resistência, força e condicionamento aeróbico.
    Tão intenso quanto você quiser – o ciclismo pode ser feito em intensidade muito baixa para começar, se estiver se recuperando de uma lesão ou doença, mas pode ser montado em um exercício físico exigente.
    Uma maneira divertida de entrar em forma – a aventura e o zumbido que você tem ao descer ladeiras e estar ao ar livre significa que é mais provável que você continue a pedalar regularmente, em comparação com outras atividades físicas que o mantêm dentro de casa ou exigem horários ou lugares especiais.
    Tempo eficiente – como um meio de transporte, o ciclismo substitui o tempo (sentado) sedentário (a) gasto dirigindo veículos motorizados ou usando bondes, trens ou ônibus com exercícios saudáveis….

    Benefícios para a saúde do ciclismo de modo regular

    O ciclismo é principalmente uma atividade aeróbica, o que significa que o coração, os vasos sangüíneos e os pulmões se exercitam.
    Você respirará mais profundamente, transpirará e experimentará uma temperatura corporal aumentada, o que melhorará seu nível geral de condicionamento físico.

    Os principais benefícios de saúde do ciclismo regular incluem:

    1. aumento da aptidão cardiovascular
    2. aumento da força e flexibilidade muscular
    3. Melhoria da mobilidade das articulações
    4. diminuição dos níveis de estresse
    5. melhor postura e coordenação
    6. ossos fortalecidos
    7. diminuição dos níveis de gordura corporal
    8. prevenção ou manejo da doença
    9. redução da ansiedade e depressão.

    Ciclismo e problemas específicos de saúde

    O ciclismo pode melhorar a saúde física e mental e reduzir as chances de sofrer muitos problemas de saúde.

    Obesidade e controle de peso

    Andar de bicicleta é uma boa maneira de controlar ou reduzir o peso, pois aumenta sua taxa metabólica, constrói músculos e queima gordura corporal.
    Se você está tentando perder peso, o ciclismo deve ser combinado com um plano de alimentação saudável.
    Andar de bicicleta é uma forma confortável de exercício e você pode mudar o tempo e a intensidade – pode ser construído lentamente e variado para se adequar a você.
    A pesquisa sugere que você deve estar queimando pelo menos 8.400 quilojoules (cerca de 2.000 calorias) por semana através de exercícios. Ciclismo constante queima cerca de 1.200 quilojoules (cerca de 300 calorias) por hora.
    Se você pedalar duas vezes por dia, os quilojoules queimados logo se acumulam. Pesquisas britânicas mostram que um passeio de bicicleta de meia hora todos os dias vai queimar quase cinco quilos de gordura ao longo de um ano.

    Doença cardiovascular e ciclismo

    As doenças cardiovasculares incluem acidente vascular cerebral, hipertensão arterial e ataque cardíaco. O ciclismo regular estimula e melhora o coração, os pulmões e a circulação, reduzindo o risco de doenças cardiovasculares.
    O ciclismo fortalece os músculos do coração, reduz o pulso em repouso e reduz os níveis de gordura no sangue.
    A pesquisa também mostra que as pessoas que pedalam para o trabalho têm de duas a três vezes menos exposição à poluição do que os passageiros de carros, de modo que sua função pulmonar é melhorada.
    Um estudo dinamarquês conduzido ao longo de 14 anos com 30.000 pessoas de 20 a 93 anos descobriu que o ciclismo regular protegia as pessoas de doenças cardíacas.

    Câncer e ciclismo

    Muitos pesquisadores estudaram a relação entre exercício e câncer, especialmente câncer de cólon e de mama. A pesquisa mostrou que, se você pedalar, a chance de câncer no intestino é reduzida. Algumas evidências sugerem que o ciclismo regular reduz o risco de câncer de mama.

    Diabetes e ciclismo

    A taxa de diabetes tipo 2 está aumentando e é um sério problema de saúde pública. A falta de atividade física é considerada a principal razão pela qual as pessoas desenvolvem essa condição. Pesquisas em larga escala na Finlândia descobriram que as pessoas que pedalavam por mais de 30 minutos por dia tinham um risco 40% menor de desenvolver diabetes.

    Lesões ósseas, artrite e ciclismo

    O ciclismo melhora a força, o equilíbrio e a coordenação. Também pode ajudar a prevenir quedas e fraturas. Andar de bicicleta é uma forma ideal de exercício se você tem osteoartrite, porque é um exercício de baixo impacto que coloca pouco estresse nas articulações.
    O ciclismo não ajuda especificamente a osteoporose (doença que afina os ossos), porque não é um exercício de sustentação de peso.

    Doença mental e ciclismo

    Condições de saúde mental, como depressão, estresse e ansiedade, podem ser reduzidas com o uso regular de bicicletas. Isso se deve aos efeitos do exercício em si e ao prazer que a bicicleta pode trazer.
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    Ciclista ponta-grossense se destaca na temporada 2019

    A atleta Emanuelle Broniski Viximiczen, conquistou boas marcas durante o ano de 2019 na modalidade do ciclismo. Manu, como é atualmente chamada, participou dos jogos defendendo a camisa de Ponta Grossa, entre outras competições de alto nível ficando sempre em boas colocações nos resultados finais.
    “2019 foi um ano maravilhoso para mim, onde eu tive muitas oportunidades, aprendi muita coisa, evolui bastante. Espero que em 2020 eu desenvolva mais ainda nesse esporte, espero alcançar meus objetivos", avaliou a atleta.
    Confira as principais competições que a atleta participou em 2019:
    4° colocada Juvenil Campeonato Brasileiro XCO 2019
    4° colocada Juvenil Taça Brasil e 1º colocada Juvenil Paranaense (1ª etapa)
    2º colocada Jogos da Juventude XCO 2019
    1º colocada Copa Paraná de XCO
    Campeã Juvenil Paranaense de XCO 2019
    Campeã do Circuito Estações de MTB
    5º Lugar Cat PRO Elite - 3º etapa do CMMTB
    1º Lugar Cat Sport – Circuito Estações Etapa verão
    1º Lugar Cat Juvenil ( Estrada) – Desafio Serra da Graciosa
    1º Lugar Cat Sport – Desafio da Cevada Stage 1
    1º Lugar Cat Sport – Circuito Estações Etapa Inverno
    1º Lugar Cat Elite – Campeonato PGR-XCO
    1º Lugar Cat Juvenil – Copa Curitiba de estrada
    1º Lugar Cat Sport – Circuito Estações Etapa outono
    3º Lugar Cat PRO Elite – 6ª Etapa do CMMTB
    3º Lugar Cat Juvenil – 19º Copa Cidade Canção de estrada
    2º Lugar Dupla mista – Desafio da Cevada stage 2
    1º Lugar Cat Sport – Circuito Estações Etapa Primavera
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    Rohan Dennis junta-se a Christopher Froome na Ineos

    O ciclista australiano Rohan Dennis, bicampeão mundial de contrarrelógio, assinou por dois anos com a Ineos, de Christopher Froome, anunciou esta segunda-feira a equipe patrocinada pelo grupo britânico de produtos químicos.
    Rohan Dennis, de 29 anos, declarou no site oficial da equipe que a sua transferência para a Ineos é a "concretização de um sonho" e, depois de em breve se juntar aos restantes colegas em estágio, deverá ter a sua estreia pela equipa em janeiro de 2020, na Austrália.
    Vencedor de etapas nas voltas a França e Itália, Rohan Dennis estava sem equipe desde setembro. Quatro dias após a conquista do seu segundo título mundial em Harrogate, em Yorkshire, a equipe Bahrain-Mérida anunciou o fim do seu contrato.
    Em julho, o australiano abandonou a Volta à França sem fornecer qualquer explicação, na 12.ª etapa, no dia anterior ao contrarrelógio em que era apontado como um dos favoritos. No Mundial, conquistou o título com facilidade numa bicicleta com a marca mascarada.
    Ciclista profissional desde 2013, Rohan Dennis, ex-recordista mundial da hora, entrou para a equipe do Bahrain-Mérida no início de 2019, depois de quatro anos e meio na BMC.
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    Presença de mulheres aumenta em importante prova de ciclismo no país

    Mais mulheres participaram do L’Étape Brasil by Tour de France (Foto:Divulgação)
    O L’Étape Brasil by Tour de France, considerada a maior prova de ciclismo amador do país, tem registrado um aumento significativo no número de mulheres inscritas na disputa . Na edição 2019, realizada no dia 29 de setembro, na cidade de Campos do Jordão (SP), 22% dos atletas eram do sexo feminino. Segundo dados oficiais, a etapa brasileira é a que registra a maior quantidade de ciclistas no mundo.
    Para 2020, a organização espera que esse número continue em evolução. A prova está marcada para o dia 27 de setembro, também no interior de São Paulo.
    A prova do L’Étape é realizada na Austrália, Brasil, China, Colômbia, Estados Unidos, Marrocos, México, Reino Unido, Suíça e Tailândia. A França, país sede da competição, também abre espaço aos amadores pedalarem no mesmo percurso dos profissionais. A cada ano, desde 1993, o pelotão reúne cerca de 15.000 ciclistas, de 50 nacionalidades.
    – Eu pedalo há mais de 25 anos e tenho assistido esse boom de mulheres. O ciclismo é um esporte majoritariamente masculino. Na minha época, era difícil até participar de provas, algumas vezes eu chegava e não tinha com quem competir. Alguns pontos favorecem esse crescimento como os grupos de todos os níveis de pedalada. As mulheres também usam o ciclismo como complemento da academia, na questão da parte aeróbica, os resultados são muito rápidos– explicou a ciclista amadora Claudia Lencioni.

    Alemã foi bicampeã em 2019

    A alemã Nadine Gill se tornou bicampeã da prova em 2019, completando o percurso de 107 quilômetros em 3h15min36, com mais de 15 minutos na frente segunda colocada, a brasileira Taise Benato. Na versão de 66 quilômetros, a vencedora foi a também brasileira Mariana Mendes.
    – A prova brasileira tem essa característica de trazer muitas mulheres e esse percentual vem crescendo consideravelmente nos cinco anos de competição. As mulheres se sentem mais seguras para pedalarem no L'Etape Brasil por oferecermos 100% das vias bloqueadas para os ciclistas – disse Bruno Prada, um dos organizadores.
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    Fonte: https://www.lance.com.br/mais-esportes/presenca-mulheres-aumenta-importante-prova-ciclismo-pais.html

    Sense Enduro Cup 2019 #3 - Bernardo Cruz e Dani Daher são os primeiros campeões brasileiros Enduro

    No começo do ano, o Sense Enduro Cup foi apresentado com uma grande novidade para os atletas profissionais de Enduro no Brasil. Graças à uma parceria com a Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC), a série passou a receber a chancela da entidade máxima do ciclismo nacional, o que permitiu a criação do primeiro Campeonato Brasileiro oficial da modalidade - com direito a camisa de campeão e tudo mais.
    Foto: Cesar Delong
    Para tornar as coisas ainda mais interessantes, a organização propôs um formato diferente para as três etapas da série, com uma grande arena e estrutura completa de apoio para atletas, acompanhantes e público, além de aproximar fãs e ídolos, com um pátio fechado para os pilotos e um prólogo acontecendo sempre ao lado da estrutura de apoio.
    Disputa feminina foi intensa. Foto:Cesar Delong
    Neste cenário de total integração, Bernardo Cruz e Danielle Daher tornaram-se os primeiros campeões brasileiros da modalidade, com a decisão acontecendo apenas na terceira etapa, realizada em Urubici, Santa Catarina, nos dias 16 e 17 de Novembro. Lá, os atletas encararam sete especiais cronometradas, contando com o prólogo, que aconteceu no sábado, depois do reconhecimento de percurso.
    “Urubici é uma cidade maravilhosa, que acolheu a todos de forma fantástica! É um paraíso em território brasileiro, com pistas muito rápidas, saltos, curvas e muito flow”, explicou Christian Wagner, responsável pela Projeto Trilhas e diretor técnico da prova.
    Dani Daher é a campeã brasileira. Foto: Cesar Delong
    Antes da final, o Sense Enduro Cup já havia passado por Nova Lima, Minas Gerais, nos dias 6 e 7 de Abril e por Petrópolis, Rio de Janeiro, em 13 e 14 de Julho. Em Minas, as pedras e o minério, típico da região, foram o ponto alto, com as grandes inclinações nas subidas e descidas sendo a marca registrada das especiais na região serrana do Rio.

    Entre as mulheres, ambos os estágios tiveram Danielle Daher como vencedora, com a atleta somando 600 pontos. Nara Faria, a segunda colocada na geral, acumulava um total de 500 pontos. Já entre os homens, a liderança estava com Bernardo Cruz, atleta que levou a etapa de Petrópolis e ficou em terceiro em Nova Lima, somando assim 520 pontos. O segundo posto pertencia à Julio Giani, com 430 pontos.
    Bernardo é o campeão brasileiro Foto: Cesar Delong
    A disputa seguiu bastante intensa na etapa final, mas no fim, o mais rápido do dia e também do ano, foi Bernardo Cruz, que fechou todas as especiais com o tempo de 00:18:04.550. O segundo posto ficou com André Bretas, com Julio Giani fechando o Top 3. Na elite feminino, Danielle Daher, a vencedora de todas as etapas até então, chegou apenas em quinto lugar, gerando um grande suspense na contagem dos pontos. No fim, a atleta acabou subindo no lugar mais alto do pódio, com a vitória da etapa ficando para Luana Oliveira.
    “Não tenho nem o que dizer, apenas agradecer a Sense por esse grande evento. Tudo com muita qualidade, o lugar para as famílias, o lugar para os pilotos, trilhas muito bem feitas. Foi mais do que uma competição, foi um grande evento”, afirmou Bernardo.

    “Estamos no caminho certo. A Sense abraçou uma causa nobre, já que nosso esporte estava bem caído. Eles fizeram um marco no esporte e, tenho certeza, que as coisas vão melhorar ainda mais com os anos”, complementou.
    Sense Enduro Cup 2020

    Além de ser o primeiro campeonato brasileiro oficial de Enduro, o Sense Enduro Cup tem o objetivo de estimular o fun-ride, os pedais puramente por diversão, que são sucesso mundo afora. Por isso, a ideia da Sense com a série foi aproximar pilotos profissionais, atletas amadores, público e famílias, sempre com a Arena servindo de ponto de encontro e de apoio para isso. Porém, para o ano que vem, o fabricante nacional promete levar este conceito ainda mais adiante.
    Foto: Cesar Delong
    Segundo Henrique Ribeiro, CEO da Sense Bike, o momento agora é seguir o desenvolvimento natural do Enduro, do All-Mountain e do E-MTB, atraindo mais adeptos dos pedais for-fun, principalmente no quesito “integração com a família”.
    “Além da ênfase que vamos dar ao E-MTB, categoria que está crescendo muito rápido e precisa de um novo formato, queremos integrar muito a linha de produtos Grom, bicicletas para jovens descolados, que querem curtir uma mountain bike de verdade, no ambiente do Enduro”, finalizou Henrique Ribeiro.
    Ainda falando sobre a presença das bikes elétricas, que cresceu bastante ao longo do ano, a organização promete repensar alguns aspectos da prova, criando desafios que possam atrair aqueles atletas que pedalam bicicletas com pedal assistido, algo que já começou a aparecer na etapa de Urubici.
    Foto: Pedro Cury
    “Nesta etapa preparamos algo especial para o pessoal das E-Bikes. Eles fizeram oito especiais, com deslocamentos mais desafiadores para este tipo de bicicleta. Isso para mostrar que o esporte está evoluindo bastante e que essas máquinas realmente são equipamentos de alta performance”, comentou Christian Wagner.
    Além de famílias, crianças e atletas de todos os níveis, o Sense Enduro Cup também quer atrair aqueles que estão mais acostumados com provas de cross-country ou mesmo com pedais de passeios, oferecendo diferenciais pensados para públicos distintos.
    “Correr de enduro é outro astral. Já tinha corrido de cross-country e o Enduro é um esporte em conjunto. Cada ponto que a galera encontra no reconhecimento, o pessoal conversa, troca experiências...é outro astral”, comentou Walfried Weissmann, o Bob Show, que correu a primeira etapa da competição em Nova Lima.
    “Na minha opinião, o Enduro é uma evolução do cross-country. Ele acaba pegando um pouquinho de tudo e você também pedala. Não é downhill e você precisa cumprir um tempo entre as especiais, mas também não é aquela correria das prova de XC, e você tem que dar o seu melhor nas descidas”, complementou Weissmann.
    Pedro Cury
    “Muitas pessoas acham que o Enduro é muito radical, talvez por associarem a prova com o Downhill, mas a verdade não é assim. É possível, inclusive, correr a prova apenas pelo turismo, totalmente for-fun”, afirmou Gustavo Abah. "Em todas as etapas fornecemos carretos e resgate, para criar uma boa relação entre o tempo de descida e os deslocamentos. A ideia é que a pessoa participe da prova, se divirta e ainda chegue inteiro, a ponto de curtir um show e aproveitar com a família”, finalizou.

    Resultados Urubici

    Elite Masculino

    1 - Bernardo Cruz
    2 - André Bretas
    3 - Julio Giani
    4 - Leonardo Mattioli
    5 - Henrique Becker

    Elite feminino

    1 - Luana Oliveira
    2 - Nara Faria
    3 - Monica McCosh
    4 - Barbara Jechow
    5 - Danielle Daher

    Resultados Finais

    Elite Masculino

    1 - Bernardo Cruz
    2 - Julio Giani
    3 - Henrique Becker

    Elite Feminino

    1 - Danielle Daher
    2 - Nara Faria
    3 - Barbara Jechow
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    Fonte: https://www.pedal.com.br/sense-enduro-cup-2019-3-bernardo-cruz-e-dani-daher-sao-os-primeiros-campeoes-brasileiros-enduro_texto14120.html

    Nossa maior ciclista de estrada desabafa: ''É vergonhosa a falta de apoio no Brasil''

    Nossa maior ciclista de estrada teve um 2019 difícil, com acidentes, lesões, longas horas de fisioterapia para se recuperar das quedas. Mas, para a carioca Flavia Oliveira, 38, nada se comparou a ver o sonho olímpico de ir a Tóquio escapar de suas mãos, devido, principalmente, à falta de estratégia e de apoio das entidades brasileiras que coordenam o ciclismo de estrada no país.
    Pela primeira vez em décadas, o Brasil não terá nos Jogos nenhum representante da modalidade, que é dividia entre provas de estrada e de contrarrelógio.
    Além do ranking por país da União Ciclística Internacional (UCI) — no qual o Brasil não chegou nem perto de levar atletas do masculino ou feminino —, havia também a possibilidade de classificação individual. No feminino, as 100 primeiras atletas da UCI teriam vaga para Tóquio 2020, porém Flavia ficou na 109ª posição. (No masculino, o melhor no ranking ocupa apenas a 705ª colocação.)
    A carioca em sua terra natal, com a camisa de pedalar que mais ama (Foto: Reprodução Instagram)
    Com atuação brilhante nos Jogos do Rio 2016, onde conseguiu a sétima colocação na competição de estrada (o melhor resultado de um ciclista brasileiro na história desse tipo de prova), Flavia traz no currículo participações em importantes eventos internacionais femininos, como o Giro d’Italia e a clássica de primavera La Flèche Wallonne. E, mesmo com os reveses de 2019, ainda conseguiu conquistar um segundo lugar no Campeonato Nacional de Estrada, terceiro lugar na Volta da Costa Rica e oitavo no Grand-Prix de Plouay, na França. Não é pouca coisa para quem vem de um país com fraquíssima tradição nesse esporte.
    Aos 38 anos, Flavia começou sua trajetória ciclística nos EUA, onde mora e onde teve mais oportunidade de treinar e de se sobressair do que se tivesse ficado por aqui.
    Bati um papo com a ciclista, que fez um desabafo: “É vergonhosa a falta de apoio ao atleta brasileiro; e não vejo muita chance de essa situação triste mudar tão cedo”.

    O que houve? Por que não levaremos nenhum ciclista de estrada para Tóquio?

    São várias as razões, incluindo o fato de que algumas regras classificatórias mudaram. Por exemplo, a data para se conseguir a pontuação necessária para os Jogos foi alterada de maio de 2020 para outubro de 2019. Isso fechou nossa já pequena janela de oportunidade. Se tivéssemos até maio do ano que vem, eu tenho certeza absoluta de que conseguiria esses pontos. E a gente também não se qualificou como país, isso é bom ressaltar. Nossa única chance era, portanto, classificarmos uma atleta entre as 100 primeiras — no caso, eu era a mais próxima desses 100.

    Você teve um 2019 complicado, o que não colaborou na sua batalha até Tóquio…

    Eu tive, simultaneamente, uma lesão e uma suspensão (Flávia foi suspensa por seis meses, em dezembro de 2018, por uso de uma substância proibida). Voltei a competir no final de maio no Brasileiro. Fui atropelada em Guaratinguetá, com fratura de pélvis. Precisei fazer uma reabilitação complicada, porque tive que ficar no Brasil o tempo todo devido à sindicância militar que se deu após o acidente. Não foi o início ideal da temporada. Pensei até em desistir. Nunca tive apoio do Brasil. A única vez que tive apoio de uma marca de bike, por exemplo, foi durante o ano das Olimpíadas, e depois acabou.
    Ou seja, o atleta brasileiro de ponta não tem apoio, sempre é muito difícil para nós. Hoje as blogueiras conseguem muito mais do que os atletas. No ciclismo brasileiro são poucos os que vão para fora e tentam a sorte lá.
    Quando eu comecei, foi nos EUA, aos 26 anos, bem tarde. E me joguei de cabeça, me apaixonei pelo esporte e fui com tudo. Nunca houve investimento do Brasil em mim. Tudo o que eu fiz foi por meios próprios, com a força particular de muitas pessoas, dos amigos, da família, do meu marido.

    Entidades como a Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC) não ajudam em nada?

    As entidades se utilizam da força de vontade do atleta e, depois, tiram proveito dos frutos que esse atleta colhe. Sem contar a politicagem envolvida. Não existe uma clareza nos métodos que eles usam para selecionar certos atletas para competições como Pan-Americano, o Sul-Americano etc.
    Não sei qual é o processo de seleção, nunca fui chamada. Muitas vezes não conseguimos resposta, e pega mal para nosso lado quando perguntamos. Então ficamos calados com medo de perdermos o pouco que temos. A chance de representar seu próprio país vem das federações, independentemente se o atleta se qualificou ou não, porque no final isso depende de a CBC concordar em te chamar.

    Diferentemente de países como a Colômbia, o Brasil não se dedica a formar novos ciclistas… por que isso?

    É um conjunto de coisas: falta visão, falta administração, falta paciência, porque o atleta não tem como mostrar resultado logo que começa. A pressão é muito grande nesse sentido. É como uma plantinha, precisa plantar, regar e ter paciência para esperar dar frutos.
    Não tem como querer resultado imediato só porque há no calendário uma competição grande. Isso desmotiva e incentiva o doping.
    Não entendo essa mentalidade das federações brasileiras. Todos os países fazem um processo de crescimento e desenvolvimento do atleta para que ele chegue a seu auge, e para que fique lá o máximo possível — dando a ele oportunidade, estrutura, acompanhamento. Não é da noite para o dia que isso acontece. Tem todo um processo de aprendizado, de erro e acerto. Passei anos até conseguir dar resultados.
    Tudo vem da cultura, da forma de pensamento, das organizações que estão comandando a situação. Se não tem investimento, não tem retorno. A realidade do esporte do Brasil é esta: os atletas que dão frutos estão sendo usados pelas entidades, que não investem nada neles.

    Como vocês, atletas, se viram para participar de campeonatos mundiais e outras provas internacionais?

    Pagamos nossa passagem para participar de provas internacionais como o Mundial, sem um mecânico, sem um apoio, nada. É cada um por si e deus por todos. É vergonhoso. Para que tirar proveito do atleta dessa maneira?
    Que falta de respeito você precisar pagar para representar seu próprio país, em um esporte ao qual se dedica tanto e merece estar ali. É triste, não tem outra palavra. Não tem como melhorar, não vejo como essa situação possa mudar tão cedo.

    Como é para vocês, do Brasil, chegarem lá fora sem nenhuma estrutura?

    Você já começa derrotado, né? Você observa a estrutura e o valor que os outros países dão a seus atletas, e vê que não recebemos o mesmo. Infelizmente aqui querem resultado sem dar investimento. E esse sistema não funciona, não dá, é impossível.
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    POR: Erika Sallum
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    Fonte:  https://ciclocosmo.blogfolha.uol.com.br/2019/11/11/nossa-maior-ciclista-desabafa-e-vergonhosa-a-falta-de-apoio-no-brasil/

    Senhor de 82 anos se torna a primeira pessoa no Reino Unido a pedalar um milhão de milhas

    Russ Mantle conseguiu o feito absolutamente notável de se tornar a primeira pessoa no Reino Unido a pedalar um milhão de milhas durante toda a sua vida, aos 82 anos. Mantle, de Aldershot, em Hampshire, disse que estava "impressionado com o interesse" em sua conquista, ao fazer o check-out das quatro milhas finais no caminho para o Canal Café em Mytchett, perto de sua casa.
    O ex-carpinteiro e marceneiro tem uma média impressionante de 14.700 milhas por ano nos últimos 68 anos, tendo começado a pedalar em 1951, Mantle começou sua odisseia sem o benefício da gravação por Strava ou GPS, então anotou detalhes de suas viagens em diários de papel (incluindo resultados de muitas vitórias em provas de contrarrelógio).
    "Eu realmente não tenho por isso, mas as milhas se acumularam naturalmente porque eu gosto tanto de andar de bicicleta que é natural ser um consumidor de milhas. - completou Mantle, suas viagens incluem caminhos pela América, Canadá, pela Europa continental e por todo o Reino Unido.
    “Este ano é o meu ano de menor quilometragem, com 13.000 milhas. Atingir um milhão de milhas é apenas mais um marco. Para o próximo. Talvez quando eu tiver 100 anos eu ganhe dois milhões. "
    Ele foi um membro-chave da West Surrey CTC, liderando passeios pelo clube por 20 anos, e ainda é membro de vários grupos de ciclismo.
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    Fonte: https://www.pedal.com.br/senhor-de-82-anos-se-torna-a-primeira-pessoa-no-reino-unido-a-pedalar-um-milhao-de-quilometros_texto14108.html

    1º PEDAL BENEFICENTE para o PEDRO - ARAPOTI-PR 10/11


    A Equipe LOUCOS POR PEDAL da cidade de ARAPOTI-PR estará organizando neste dia 10/11 seu 1º PEDAL BENEFICENTE em prol do tratamento do menino PEDRO. O valor da inscrição é de R$ 25,00 e está sendo feito através da plataforma SYMPLA neste link:

    LINK PARA INSCRIÇÃO

    A concentração o CHAFARIZ DO CENTRO da cidade será a partir das 07:00hs da manhã, tendo como horário de saída às 08:00hs da manhã.
    Haverá KIT CAFÉ DA MANHÃ + MEDALHA DE PARTICIPAÇÃO para os primeiros 150 inscritos.
    Para o percurso haverá PONTOS DE APOIO COM ÁGUA E FRUTAS,  carro de apoio e suporte com ambulância.
    O PERCURSO será de 25KM pela Trilha das Águas.
    A chegada será também será no CHAFARIZ..

    Um pouco mais da história do MENINO PEDRO.

    - Por este meio venho esclarecer o quadro clinica do Pedro Miguel, ele sofre de epilepsia, com 3 anos de idade ele teve um AVC, e a partir dai só 50% do cérebro funciona, ele teve que reaprender tudo novamente, foi desde ai que a luta dele começou. ele depende do uso contínuo de 5 anti-convulsivos, para não ter crise e não agravar "mais ainda" a sua lesão cerebral.
    - Pedro tem a vida consideravelmente normal, estudando no período da tarde na APAE de Arapoti-PR.
    - A 3 meses atrás ele começou a ter crises convulsivas parciais (revirar o olho estando-consciente, perda da mobilidade das pernas, não conseguindo caminhar, tem cãibras constantes, muita sonolência) coisa que jamais ele teve, por ser uma criança um pouco agitada.
    - Foi então que sua mãe tomou a decisão de leva-lo ao hospital pequeno príncipe (onde ele já faz tratamento) para se consultar na emergência. onde foi internado imediatamente na UTI.
    - Depois de diversos exames descobriram que o Pedro está com um vírus que causa inflamação no cerebro, figado e rins. O único tratamento é aumentar as hemoglobinas dele para que o próprio organismo crie anticorpos para combater esse vírus.
    - O pedro está em coma desde o dia 12/10 por causa dessa inflamação no cérebro.
    - A epilepsia dele está controlada através de medicamento, diante dos exames.
    - A renda do Pedro vem da mãe dele que é manicure e como ela está com ele 24h por dia na UTI fica complicado vir recursos a ele.

    Vamos todos nos unir e ajudar o Pedro a comprar as coisas que o hospital não fornece. 

    Isso é só um meio de esclarecimento para aqueles que não conhecem o estado clinico dele.

    DEUS ABENÇOE A TODOS, E QUE NOS AJUDAM NESSE MOMENTO DIFÍCIL.

    Van Der Poel foca em repetir título mundial de cyclocross em 2020

    Um dos grandes nomes do ciclismo mundial em diversas modalidades, Mathieu Van Der Poel, desfrutou de um retorno vitorioso no cyclocross neste domingo, o atleta de 24 anos tem grandes ambições para a próxima temporada, incluindo ganhar ouro olímpico.
    "O foco também está nas Olimpíadas.Tóquio é o meu sonho e, depois disso, um grande tour é o grande e novo desafio. Eu quero ir para a Vuelta.", disse van der Poel a revista Sporza.
    Divulgação / Corendon-Circus
    Como se não bastasse, o holandês também pretende defender a camisa de campeão mundial no cyclocross na Suíça no início de Fevereiro e aí seguir para Bélgica e também França em Abril para as clássicas, pois Tour de Flanders e Paris Roubaix estão na lista do campeão.
    A Vuelta é um objetivo específico para nossa equipe",comentou o chefe da equipe Corendon-Circus, Christoph Roodhooft. No entanto, a largada da equipe belga está longe de ser garantida e depende da conquista de um convite da organização, já que a equipe do atleta é Pro Continental e apenas equipes Pro Tour tem vaga garantida. Embora a equipe não tenha participado de um grand tour antes, o início da Vuelta na Holanda pode ajudar em 2020.
    Van Der Poel declarou também que um dos objetivos é correr o máximo de provas possíveis para não perder o ritmo, isso inclui competir inclusive durante o período do Natal e não participar do training camp de sua equipe em Dezembro.
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    Décima edição da ultramaratona de sete dias definiu os campeões de edição histórica

    A 10ª edição da Brasil Ride terminou no último sábado, 26 de outubro, em grande estilo, coroando campeões em dez categorias em Arraial d’Ajuda, em Porto Seguro (BA). Ao todo, mais de 2.500 ciclistas de 23 países estiveram reunidos no último dia do evento, com a realização da Maratona dos Descobrimentos em paralelo à sétima e decisiva etapa do evento. Após o encerramento, a certeza de todos é que o evento foi bem sucedido.
    “Muito feliz com a conclusão de mais um edição da Brasil Ride, a maior ultramaratona de mountain bike das Américas, eleita por muitos como a mais difícil do mundo”, avaliou o fundador do evento, Mario Roma.
    Segundo ele, após o término do evento, a organização recebeu o retorno de vários atletas de diferentes partes do mundo, com diversos elogios e críticas construtivas a respeito da prova, o que nos deixa muito satisfeitos. “Em conversa com os membros da UCI (União Ciclística Internacional), presentes na prova, também ouvimos diversas palavras de parabenização, ou seja, estamos realmente contentes por mais uma temporada concluída”, acrescentou. A prova cresceu mais de 20% este ano.
    O comissário da Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC), Antonio Vink que coordenou a parte técnico junto com a UCI concorda com Mario Roma. “Vimos uma evolução enorme do ano passado para cá na estrutura, na condição para trabalharmos e para os atletas”, salientou.
    O atleta mineiro Hugo Prado Neto, de Belo Horizonte e representante da OCE/Equipe Specialized, completou seu nono Brasil Ride em 2019. Ele também comentou o crescimento da prova e apontou o grande número de atletas internacionais de alto nível, entre eles alguns campeões mundiais e até mesmo a presença de um campeão olímpico.

    CAMPEÕES

    Nas duas principais categorias do evento, as elites masculina e feminina, os campeões fizeram sua festa e puderam comemorar com o público na beira do mar. Uma grande festa do mountain bike, que teve o português Tiago Ferreira e o holandês Hans Becking no degrau mais alto do pódio da open, e as brasileiras Viviane Favery e Tânia Clair Pickler como campeãs entre as mulheres. As melhores duplas das Américas foram Edson Rezende e Nicolas Sessler (American Man) e Jaqueline Mourão e Danilas Ferreira (American Woman).
    Na dupla mista e master, o domínio foi total dos portugueses: José Silva ao lado de Celina Carpinteiro e Tiago Clamote junto com Tiago Silva foram os vencedores.
    Na grand master, os ganhadores também foram dois estrangeiros, o argentino Pablo Rodrigues e o venezuelano Raul Navarro. Na nelore o título ficou com Robson Mendes e Aldenio Bandeira, dupla de Costa Rica, no Mato Grosso do Sul, sede do Mundial 24h, a corporativa foi vencida pelo trio Wagner Quirino, André Di Carlo e Enrico Sampaio, e por fim a estreante iron rider teve o triunfo de Bruno Ryker e Pedro Vinicius Ferreira.

    SUPERAÇÃO

    Reconhecida nacionalmente por ser a prova que mais incentiva atletas da categoria PcD (pessoas com deficiência), a Brasil Ride contou neste ano com três participantes: Adauto Belli, cego de ambos olhos, que competiu em uma bike dupla (tandem) com apoio de Weimar Pettengill, Bruno Paim, ciclista sem os dois braços, e Paulo Santana, que não possui a perna direita.
    “Venho para a Bahia, faço a prova, sofro e me divirto. Mas, quando volto para casa, já estou pensando na próxima edição”, comentou Adauto Belli.
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    Curitiba planeja dobrar a malha de vias para bicicletas

    Evento no Ippuc para apresentar o Plano de Estrutura Cicloviária
    A Prefeitura de Curitiba instituiu nesta sexta-feira (1º/11), em solenidade no Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc), o Plano de Estrutura Cicloviária, que estabelece metas para dobrar a malha de vias para bicicletas na cidade até 2025. A malha hoje é de 208km e a intenção é chegar a 408km.
    Definida pelo Decreto Municipal 1418/2019, a medida também estabelece as competências sobre gestão e implantação do plano. No ato de sua criação, o plano já passou a contar com o primeiro trecho do eixo cicloviário Intercampi, nova estrutura para a ligação do campus de Comunicação e Artes ao campus de Agrárias da Universidade Federal do Paraná (UFPR).
    O evento reuniu vereadores, representantes de entidades ligadas à ciclomobilidade, como a Federação Paranaense de Ciclismo e a Cicloiguaçu, e técnicos que participaram da elaboração do plano.
    “É um projeto para todos, definido por orientação do prefeito Rafael Greca”, afirmou o vice-prefeito, Eduardo Pimentel.
    Na opinião do vice-prefeito, a integração entre modais é um desafio a todas as cidades. “Na formação dos rankings de cidades inovadoras a integração modal é um dos itens mais levados em consideração”, disse Pimentel.
    Para o presidente do Ippuc, Luiz Fernando Jamur, a instituição do plano que valoriza a ciclomobilidade é um marco de um processo de construção compartilhada. “É um movimento para que a sociedade se insira neste processo. O Plano de Estrutura Cicloviária mostra a importância deste modal para a nossa cidade”, frisou.
    O presidente da Federação Paranaense de Ciclismo, Eduardo Pereira, também valorizou o plano como uma forma de promoção do deslocamento por bicicleta.
    “Onde cabe um carro, cabem quatro bicicletas. O plano vem a calhar no processo de melhoria da ciclomobilidade. Agradecemos ao prefeito por pensar nos ciclistas”, disse Pereira.
    Também estiveram no evento os vereadores Maria Letícia e Bruno Pessuti e o coordenador geral da Associação de Ciclistas do Alto Iguaçu (Cicloiguaçu), Fernando Rosenbaum.

    Eixo Intercampi

    Em implantação, o eixo Intercampi, nova estrutura para o trânsito de bicicletas na região do Juvevê e Cabral, terá 3,4 km de extensão. Vai formar uma rede com ligação à ciclofaixa da Avenida João Gualberto, ao Terminal Cabral e até a estrutura existente da Rua Flávio Dalegrave, na marginal da linha férrea.
    No roteiro da ligação cicloviária entre os campi da UFPR há diferentes tipologias de estrutura em implantação. Nas proximidades do campus de Comunicação e Artes são ciclofaixas bidirecionais em trechos das ruas Manoel Eufrásio e Recife, mais um trecho de passeio compartilhado na Rua Almirante Tamandaré. O itinerário segue com ciclofaixa na Arthur Loyola e ciclorrotas em trechos da Chichorro Jr., João David Perneta, João Américo de Oliveira e Fernandes de Barros, no entorno do campus de Agrárias.
    O Plano de Estrutura Cicloviária, em desenvolvimento pela Prefeitura, prevê um sistema integrado por laços de conexão (que ligam os setores não contemplados com estrutura para bicicletas à estrutura existente mais próxima) favorecendo à intermodalidade ou multimodalidade de transporte.

    Já implantados

    Nesta primeira fase do Plano de Estrutura Cicloviária a implantação chegará a 13,4km. Deles, já estão implantados 3,1km na Avenida Manoel Ribas; 2,6km na Avenida da Integração; 1,7km no binário Nova Aurora/Ourizona.
    Também há 3,4km em implantação na ligação Intercampi da UFPR, somada à estrutura já concluída com 2,6km em trechos das ruas Konrad Adenauer, Dante Angelote e José Zgoda, no entorno do Jockey Plaza Shopping, no Tarumã.

    Eixo Leste-Oeste

    Ainda estão previstas para esta primeira fase, a ser implantada ao longo deste ano e do ano que vem, 10,5km de estrutura cicloviária na ligação do Setor Estrutural Oeste, passando pelas ruas Visconde de Nácar, Professor Fernando Moreira, Padre Anchieta e Deputado Heitor de Alencar Furtado.
    Além deles, mais 7,5km na Avenida Nossa Senhora de Lourdes e ruas João Doetzer e Leônidas Marques, na região do Jardim das Américas e Cajuru, próximo ao Centro Politécnico da UFPR.

    Eixo Sul

    Mais 5,8 da Praça do Japão ao Fazendinha, pelo eixo da República Argentina, e outros 7,7km no eixo da Avenida Winston Churchill, Rua Ricardo Gasparian Machado e Rua dos Pioneiros, na região do Pinheirinho. Serão também implantadas estruturas nas ruas Waldemar Loureiro de Campos, Rua Júlio Eduardo Gineste e Linha Verde.

    CIC

    Na CIC, está prevista a ativação de uma malha com 15,5km de estrutura cicloviária. Ela fará a conexão da área industrial à comunidade da Vila Nossa Senhora da Luz, Caiuá, Sabará, Vila Verde, Vitória Régia, até as proximidades da empresa Volvo.
    Com os trechos implantados e em implantação Curitiba alcança 221,4 km de estrutura cicloviária. Ao seu final, o Plano de Estrutura Cicloviária deverá praticamente dobrar malha voltada à circulação de bicicletas na cidade até o ano de 2025.
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    Foz do Iguaçu agora tem um portal sobre ciclismo

    Hoje é amplamente sabido que só há vantagens no uso da bicicleta ao invés do carro – essa prática traz benefícios para todos: desafoga o trânsito, faz bem à saúde de quem pedala e, de quebra, ainda ajuda o meio ambiente. Foi por isso que o bibliotecário Fernando Correia e a jornalista Mayara Godoy, servidores da Universidade Federal da Integração Latino-Americana, uniram-se em prol de uma paixão em comum: o ciclismo. A partir da fusão das palavras “bicicleta” e “ciclismo”, surgiu o Bicicletismo, o primeiro portal sobre ciclismo de Foz do Iguaçu.
    A ideia de criar o site surgiu porque os dois servidores frequentemente se reúnem com outros amigos para pedalar em grupo, à noite ou aos finais de semana. “Percebemos que era difícil encontrar informações sobre ciclismo aqui em Foz do Iguaçu. Apesar de ser uma cidade turística, não existe muito incentivo ao uso da bicicleta”, explica Fernando. Mas, se para quem reside na cidade já é difícil encontrar uma rota segura para pedalar, imagine para o turista ou para quem acabou de se mudar pra cá. “Para uma pessoa iniciante, era difícil encontrar, por exemplo, informações sobre boas rotas para se fazer de bike. E, a cada vez que postávamos em nossas redes sociais, muitas pessoas vinham falar com a gente para pedir essas informações, dicas, e para saber mais sobre os passeios”, acrescenta Mayara.
    Todo o material postado no Bicicletismo é produzido a partir das experiências, observações e conhecimentos dos seus idealizadores (ou de amigos) e escrito após muita pesquisa, já que a dupla prioriza a qualidade dos textos. Ou seja, as informações encontradas lá são escritas por ciclistas de verdade, de forma “organizada e sistematizada, com fotos e hyperlinks, para facilitar o compartilhamento com as pessoas interessadas”, destaca a jornalista. De repente, eles perceberam que não se tratava apenas de lazer, pois foram surgindo assuntos bem mais abrangentes, como “questões sobre a legislação de trânsito, dicas de segurança, orientações para fazer manutenção da bicicleta, passando por dicas de como ir às Cataratas pedalando, por exemplo”, diz o bibliotecário.

    A prática do ciclismo em Foz

    Além do ciclismo ser uma paixão, este projeto cumpre uma importante função social. “A cada pedal, passamos a identificar novas pautas. Uma delas, que nos intrigou desde o começo, foi relativa à péssima infraestrutura cicloviária na cidade – praticamente inexistente. Então, iniciamos uma série de reportagens, na qual começamos a percorrer cada uma das ciclovias ou ciclofaixas da cidade, registrando em fotos e anotações a usabilidade e estado de conservação, segurança e outros aspectos”, relata Mayara.
    Ambos ressaltam que, embora Foz do Iguaçu tenha muito potencial para incentivar a prática do ciclismo – existem várias opções de lugares para pedalar, desde para quem curte mais trilhas no meio do mato até para quem prefere pedal urbano – falta investimento em ciclovias e, principalmente, conscientização e educação para o trânsito, para que todos possam conviver em harmonia.
    Contudo, os ciclistas unileiros consideram que o papel no incentivo ao uso da bicicleta não cabe somente ao poder público. “A iniciativa privada também pode e deve incentivar as pessoas a usarem a bicicleta para ir ao trabalho ou à escola/faculdade, por exemplo. Mas, como Foz do Iguaçu é uma cidade muito quente, a disponibilidade de vestiários para que as pessoas possam tomar um banho ao chegar ao trabalho, por exemplo, seria bem importante”, destaca Mayara. “Da mesma forma, a instalação de bicicletários adequados e seguros também seria uma excelente forma de incentivo”, complementa Fernando.

    Reconhecimento

    O site, que completou um ano no mês de setembro, já colheu os frutos do trabalho que vem sendo realizado. Fernando e Mayara foram convidados para viajar a São Paulo, para dois grandes eventos de ciclismo, entre eles o maior festival de ciclismo da América Latina, a Shimano Fest.
    “Ter participado desses megaeventos e conhecido os maiores jornalistas que cobrem o ciclismo no país nos abriu novos horizontes, e percebemos que podemos profissionalizar ainda mais o site”, salienta Mayara.
    A partir dos conhecimentos somados no dia-a-dia da prática esportiva e da experiência adquirida através de pesquisa e contato com grandes conhecedores deste esporte, eles enfatizam a importância das pessoas sentirem-se seguras em cima da bicicleta, o que, muitas vezes, é difícil, principalmente pelo fato do trânsito ser muito violento.
     “Ciclistas e pedestres raramente têm vez frente aos veículos automotores. E essa é outra questão que nos motiva: a conscientização”, finaliza Fernando.
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