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CBC participa de reunião para elaboração de proposta para utilização da Pista de BMX de Deodoro

Foi realizada na última quinta-feira (12), com a participação da Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC), da subsecretária de Legado Olímpico da Prefeitura do Rio de Janeiro e de representantes do Comitê Olímpico do Brasil, a segunda reunião sobre a utilização da Pista de BMX Racing de Deodoro.
Na ocasião, foram levantadas todas as ações e ajustes necessários para reativar a utilização da pista, dando continuidade ao legado da Rio 2016. A ideia principal é atender tanto atletas de alto rendimento como projetos sociais que serão ferramentas fundamentais para o fomento e a descoberta de novos talentos.
"Os encontros foram muito positivos e contaram com total envolvimento da Prefeitura do Rio e do COB. Fizemos o levantamento técnico de todos os ajustes que são necessários para retomar a utilização da Pista com segurança e agora estaremos reunindo todas as informações, orçamentos e finalizando esse projeto que será de grande importância para a nossa modalidade", declarou Vasconcellos.
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5ª Etapa do Campeonato Paranaense de Downhill acontece em Arapongas

Arapongas será palco de muita adrenalina e velocidade. O município vai sediar nos dias 21 e 22 de setembro da 5º Etapa do Campeonato Paranaense de Downhill. A competição acontece no final da Rua Rouxinol , região Sul. A expectativa é de que o evento reúna cerca de 100 pilotos de várias cidades do Estado do Paraná, além de demais Estados do Brasil, entre eles: São Paulo e Santa Catarina.
A programação inicia no dia 21(sábado) com os treinos oficiais das 09h:00 às 17h00. Já as provas acontecem no dia 22(domingo), a partir das 13h:00.

DOWNHILL

O esporte é uma modalidade do ciclismo que consiste em descer o mais rápido possível um percurso com ladeiras e diversos obstáculos, como penhascos, rochas, raízes e grandes rampas, que elevam ainda mais a dificuldade e a adrenalina dos pilotos. Vence quem fizer o percurso em menor tempo.
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Fonte: http://www.arapongas.pr.gov.br/esporte/6725_noticia_arapongas-sereaacute-sede-da-5-etapa-do-campeonato-paranaense-de-downhill

Vencedor do Tour e renuncia a participação nos Mundias de ciclismo

Os Mundiais irão decorrer de 22 a 29 de setembro, com a prova de estrada da elite masculina agendada para o último dia, entre Leeds e Harrogate, numa distância de 285 km.
Egan Bernal, vencedor do Tour de França, não irá participar da prova de fundo dos Mundiais de ciclismo de estrada, marcada para 29 de setembro, em Yorkshire, em Inglaterra, informou nesta terça-feira a Federação Colombiana de ciclismo (FCC).
"Bernal foi convocado pelo selecionador Carlos Mario Jaramillo, numa lista de oito titulares", tinha indicado no domingo a FCC, mas na segunda-feira, no fecho das inscrições, o ciclista da INEOS decidiu "renunciar à convocação".
A FCC não indicou o motivo para a ausência do colombiano de 22 anos, que foi substituído na convocação por Carlos Betancur, da Movistar.
Os Mundiais irão decorrer de 22 a 29 de setembro, com a prova de estrada da elite masculina agendada para o último dia, entre Leeds e Harrogate, numa distância de 285 km.
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Mariana recebe dois mil ciclistas no Iron Biker Brasil

Pelo sétimo ano consecutivo Mariana foi escolhida para sediar a maior prova de mountain bike da América Latina. O Iron Biker Brasil aconteceu na cidade neste final de semana. Oclima ameno e sem chuvas tornou o evento ainda mais agradável para os competidores, que enfrentaram somando os dois dias de prova um percurso de 158km ou 110km pelas ladeiras, ruas e trilhas da sede e dos distritos marianenses.
Foram cerca de 2 mil atletas inscritos e quem levou a medalha de ouro para casa na categoria elite masculino foi o suíço, Lucas Kaufmann, o tempo total do atleta nos dois dias de prova foi 05:07:37, apenas três minutos a frente do mineiro que levou o segundo lugar, Hallyson Ferreira. Nesta edição diversos marianenses também suaram a camisa e deram muita garra na prova. Ao todo, 70 atletas da Associação de Ciclismo de Mariana (ACM) participaram. Entre eles cinco conquistaram o primeiro lugar em sua respectiva categoria.

As mulheres no esporte

As mulheres também deram um show no evento, mostrando que cada dia mais elas estão conquistando espaço na modalidade. E a terceira idade não ficou para trás, ao todo 18 mulheres com mais de 50 anos estiveram presentes. Cássia Garcia, que veio da cidade de Goiânia, foi a primeira mulher a cruzar a linha de chegada no primeiro dia de prova, ela levou a medalha de ouro na categoria feminina de 30 a 39 anos.
“É a segunda vez que eu venho para Mariana e mais uma vez a prova foi incrível. O percurso fluiu muito bem, devido ao carinho e receptividade que recebemos aqui”, destacou.

Próxima edição também em Mariana

Considerada a terra do MTB, segundo um dos organizadores do evento, Lucas Fonda, Mariana sediará novamente o Iron Biker Brasil em 2020. “É sempre um orgulho enorme realizar o Iron Biker aqui, por isso já está tudo certo para continuarmos com essa parceria e isso pra gente é motivo de muita satisfação”. O organizador ainda destacou que haverá muitas novidades para a 28ª edição.
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Uberlândia conta com iniciativas e grupos para incentivar trilhas e pedais urbanos

Para muita gente, a bicicleta é mais do que um mero meio de transporte e vai além de uma simples atividade física. Chega a ser um estilo de vida. Te dá liberdade. Te desafia e te motiva. Além disso, permite que as pessoas possam contemplar paisagens urbanas e naturais que talvez não seria possível observar dentro de um carro ou de um ônibus com a correria da vida cotidiana. Em Uberlândia, dezenas de grupos se organizam quase que diariamente para pedalar dentro e fora da cidade, incentivando cada vez mais este tipo de atividade. Foi neste sentido que surgiu o programa Pedala Uberlândia.
Criado em 2016, o projeto promove a utilização das magrelas como meio de transporte, expressão artística, trabalho, esporte, lazer e ainda como ferramenta de mudança no modo de vida das pessoas.
Coordenador da iniciativa, Frank Barroso afirma que o propósito do Pedala Uberlândia é o de ajudar as pessoas que gostam ou querem começar a pedalar a encontrarem algum dos 45 grupos existentes na cidade para participar dos pedais na região. “Nós sempre buscamos incentivar a criação de grupos de ciclismo na cidade. As pessoas nos procuram e nós as destinamos para grupos de acordo com os locais de encontro, idade e nível, se são iniciantes ou não”, disse Barroso.
Além da assistência dada a esse público, o projeto ainda realiza encontros especiais para ciclistas. Em março, por exemplo, foi feita uma pedalada em homenagem às mulheres pelo Dia Internacional da Mulher. Em maio, um evento foi organizado em comemoração ao “Maio Amarelo”, que busca conscientizar as pessoas a respeito dos altos índices de mortes e feridos em acidentes de trânsito, e reuniu cerca de 200 ciclistas.
Presidente da Associação dos Ciclistas de Uberlândia e especialista em mobilidade urbana, Frank Barroso comentou ainda sobre a luta por melhores condições para os ciclistas em Uberlândia. 
“Infelizmente, o governo ainda não vê a necessidade de instalação de mais ciclovias no município, mas ainda temos alguns locais onde é possível utilizar a bicicleta com tranquilidade. Pouco a pouco estamos fazendo o que eu gosto de chamar de ‘a revolução das bicicletas’”, disse o geógrafo.
Ciclista profissional desde 1998, Wender ‘Cabelim’ também iniciou um movimento para incentivar os diferentes tipos de pedal pela cidade, o “Pedala Brasil”. Natural de Belo Horizonte, o mineiro de 44 anos afirmou ao Diário que tem notado o crescimento da procura por grupos e iniciativas de bikes em Uberlândia. “As pessoas têm buscado este tipo de coisa [grupos de bikes] por motivos que vão desde a vontade de economizar combustível à ter qualidade de vida”, disse ele.
Com mais de 3.000 inscritos no programa, Cabelim, que voltará a competir em 2020, espera um futuro cada vez mais ciclístico na região do Triângulo Mineiro, com implementações de projetos de mobilidade urbana e incentivo à utilização do meio de transporte.

MODALIDADES

Os grupos de ciclismo se organizam em pedais diferentes. Para aqueles que gostam de um desafio em meio a espaços naturais, com terra e relevos mais irregulares, a melhor opção é o mountain bike. Entretanto, este tipo de atividade muitas vezes requer um preparo físico melhor e também mais tempo disponível, já que os ciclistas gostam de aproveitar o momento e curtir o ambiente, especialmente em cachoeiras.
Existe também a possibilidade de participar dos grupos de speed, que acontece, em sua maior parte, em avenidas da cidade e rodovias e como o próprio nome diz, são focadas na alta velocidade.

CAVERAS DA MADRUGADA

Caveras da Madrugada conta com quase 450 ciclistas | Foto: Reprodução/Facebook
Ninguém fica pra trás com os Caveras da Madrugada. Pelo menos é isso que diz Weverton “Caverão”, criador do grupo que surgiu em 2015 com apenas quatro pessoas. Hoje, o grupo já conta com quase 450 ciclistas, sendo que praticamente 200 participantes são ativos nas pedaladas.
Focado em sua maior parte em trilhas de mountain bike, Caverão disse que qualquer pessoa que tiver uma bicicleta pode se juntar ao grupo. No entanto, ele faz um alerta sobre a segurança para o ciclista. “É importante que a pessoa tenha pelo menos um capacete. Já tivemos alguns acidentes e o capacete ajuda muito na segurança”, disse.
Além disso, pouco importa se você já é um ciclista avançado ou se quer começar a pedalar agora. Em vários grupos da cidade, e no Caveras da Madrugada não é diferente, trilhas para todos os níveis acontecem todas as semanas. “Temos uma logística para todos pedalarem juntos. Ninguém fica pra trás. Temos equipes prontas nos guias e atrás, para as pessoas seguirem o caminho de acordo com as suas capacidades”, afirmou Caverão.
Os interessados em se juntar ao grupo podem acessar as redes sociais pelo Instagram ou Facebook.

PARA ELAS E POR ELAS

Meninas do Pedal foi criado em janeiro de 2017 | Foto: Divulgação
Lugar de mulher também é no ciclismo. É assim no “Meninas do Pedal”, grupo criado em janeiro de 2017 e que reúne crianças, adolescentes, adultas e idosas nos pedais urbanos, rurais e cicloturísticos na região do Triângulo Mineiro.
Líder das ciclistas há mais de dois anos, Eleonice Pontes acredita que as bicicletas são um agente transformador na vida de todas as mulheres. Segundo ela, as magrelas são capazes de trazer alegria e bem-estar a todos que utilizam o meio de transporte. “É muito bom ajudar as pessoas a saírem da comodidade. Andar de bicicleta oferece, além de benefícios à saúde, felicidade e uma sensação de liberdade”, afirmou.
Nascida em Ituiutaba e radicada em Uberlândia, a mineira de 43 anos disse ao Diário que o grupo Meninas do Pedal foi criado para integrar justamente o público feminino às trilhas existentes na cidade, mas ainda de acordo com ela, homens são bem-vindos nos pedais que acontecem pelo menos quatro vezes por semana. “A ideia do grupo para as meninas é a de termos um ambiente voltado para estas mulheres, para conversarmos sobre coisas de mulheres. Mas não fazemos objeções, temos uma parceria muito bacana com os ‘Caveras da Madrugada’ e muitas vezes organizamos eventos e trilhas juntos”, disse Eleonice, acrescentando ainda que muitos maridos das garotas do grupo fazem parte da iniciativa de Weverton Caverão.
Para quem quiser saber mais sobre as Meninas do Pedal, basta acessar as redes sociais do grupo pelo Facebook ou Instagram ou entrar em contato com Eleonice Pontes pelo telefone (34) 99296-0001.

PARQUE BIKE

Parque Bike foi inaugurado em agosto no bairro Granja Marileusa | Foto: Reprodução/Facebook
Nova atração para os ciclistas de Uberlândia, o Parque Bike foi inaugurado em agosto no bairro Granja Marileusa, na zona leste da cidade. O espaço reservado é destinado à prática do mountain bike e é aberto para qualquer pessoa a partir dos 16 anos. Crianças também podem participar das atividades desde que estejam acompanhadas pelos pais.
Além de andar de bicicleta no local, o projeto reúne uma série de ações e oficinas gratuitas para estimular e aperfeiçoar técnicas dos participantes. Um exemplo disso são as clínicas de prática de mountain bike para praticantes ativos, oficinas sobre a mecânica básica das magrelas e apresentações de BMX freestyle. O Parque Bike também conta com uma aula de manutenção básica das bikes e treinos premiados a cada dois meses.
Para participar do projeto é preciso se inscrever no site www.parquebike.com.br. A inscrição é gratuita. Os colaboradores do programa recomendam ainda a utilização de capacete, luvas e óculos, por questões de segurança.

Horário de funcionamento do Parque Bike

  • Quinta-feira – 9h às 18h
  • Sexta-feira – 8h às 17h
  • Sábado – 8h às 17h
  • Domingo – 8h às 14h

DICAS DE SEGURANÇA PARA CICLISTAS

- Sempre use o capacete de proteção ao andar de bicicleta
- Coloque um farol na sua bike para quando for pedalar à noite
- Evite pedalar na contramão de uma vida
- Evite pedalar junto ao meio-fio
- Utilize um protetor para os olhos quando for pedalar
- A luva também é importante, ela evita que suas mãos deslizem pelo guidão

LOCAIS PARA FAZER MOUNTAIN BIKE NA REGIÃO

  • Trilha Cachoeira Bom Jardim

    • Dificuldade: fácil
    • Distância: 30km

  • Trilha Cachoeira das Pedras

    • Dificuldade: alta
    • Distância: 48km

  • Trilha Fazenda Letreiro

    • Dificuldade: alta
    • Distância: 47,5km

  • Trilha do Urubu, ET, Facão e Bom Jardim

    • Dificuldade: média
    • Distância: 73,3km

  • Trilha da Harmonia e Estrada Campo Florido

    • Dificuldade: alta
    • Distância: 72,8km

  • Trilha Desengano

    • Dificuldade: fácil
    • Distância: 59km

  • Trilha Cachoeira das Irmãs

    • Dificuldade: alta
    • Distância: 92km

  • Trilha Sucupira, Seringal, Corredeiras do Uberabinha e Pão de Queijo

    • Dificuldade: média
    • Distância: 73,3km

  • Trilha da Mexerica

    • Dificuldade: fácil
    • Distância: 34km
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Garmin revela o Tacx NEO 2T Smart

A Garmin apresentou juntamente com a Tacx o NEO 2T Smart, o seu mais poderoso auxiliar de treino de ciclismo de interiores até à data. Concebido para simular uma corrida de exterior tão realista e tranquila quanto possível, o NEO 2T Smart conta com um novo motor e melhoramentos na analítica de treino, entre outras opções.
“O inovador NEO 2T Smart eleva a fasquia do treino de ciclismo com um dos auxiliares de treino mais silenciosos, realísticos e precisos disponíveis no mercado”, referiu Salvador Alcover, Diretor Geral da Garmin Iberia. “Com um eixo traseiro redesenhado, é compatível com bicicletas adicionais, permitindo que mais ciclistas treinem em espaços interiores quando necessitem”.
Os ímanes redesenhados melhoram a estabilidade geral do NEO 2T Smart, ajudando a reduzir o ruido e a vibração durante a utilização. Além disso, o motor garante mais potência e gera níveis de maior resistência medindo os dados com uma precisão de 1%. Para ajudar os ciclistas a melhorarem a distribuição de esforço e o seu desempenho, este equipamento conta com sensores capacitivos esquerdinos e destros que medem com precisão a posição das pernas. A dinâmica ANT+® standard permite que os utilizadores analisem a pedalada através de software de terceiros, incluindo o que está disponível nos computadores das bicicletas - Garmin Edge®.
O NEO 2T Smart reage instantaneamente para alterar a velocidade ou implementar mudanças para criar a simulação perfeita de treino indoor. Conta ainda com inércia dinâmica que controla a inércia da massa corporal do ciclista e compensa o peso, velocidade e ângulo de inclinação enquanto a simulação de descida imita de forma precisa uma descida de montanha. Utilizando o software Tacx ou a app Zwift os ciclistas podem ter acesso à funcionalidade road feel, que permite que o equipamento vibre e simule o sentimento de utilização de diferentes superfícies como estradas em paralelo ou gravilha.

O NEO 2T Smart é compatível com várias aplicações de treino, permitindo que os ciclistas treinem em trilhos famosos recorrendo ao software Tacx, testem as suas capacidades nos mundos virtuais do Zwift ou utilizem outras plataformas como o TrainerRoad. O software de treino Tacx inclui uma biblioteca com mais de 100 vídeos que leva o ciclista até às íngremes subidas dos Alpes ou às estradas em paralelo de Milão. Os utilizadores podem beneficiar de planos de treino estruturados, competir contra oponentes humanos, fazer upload de dados de GPS e utilizar mapas 3D, além de criarem os seus treinos personalizados baseados em dados de inclinação, potência, batimentos cardíacos ou FTP. Utilizando o equipamento no modo stand-alone, simula uma estrada plana; quanto mais rápido o ciclista pedalar, maior a resistência.
Com um eixo traseiro redesenhado, o NEO 2T Smart é compatível com ainda mais bicicletas e sem precisar de adaptadores.

Preço

O NEO 2T Smart terá um PVP de: 1.299 Euros ou 5865,54 Reais
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Fonte: https://noticiasetecnologia.com/garmin-revela-tacx-neo-2t-smart/

Se você ama curtir a natureza pedalando... Bora encarar este desafio... Inscreva-se!


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Amanhã é dia do Tanque de Guerra entrar em operação! #Mazobikers indo para as trilhas da #melhordoparana


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Bora pedalar conosco... Venha encarar esse desafio através de umas das mais belas paisagens do estado do Paraná.


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''Super Bruni'' com tricampeão e Maryam Nicole vence, supremacia francesa no Mundial de Downhill

A França foi a nação dominante na elite do downhill durante toda a temporada e, como era de se esperar, estava por todo o pódio em Mont-Sainte-Anne.
O nível de domínio francês, no entanto, foi inesperado. Liderado por Loic Bruni e Myriam Nicole, o país saiu com ambos os títulos da elite do campeonato mundial e duas medalhas de bronze.
Loic Bruni. Photo: Peter Kraiker 
Super Bruni imparável com o terceiro campeonato mundial masculino da elite.
Loic Bruni foi o último homem a descer a montanha em Mont-Sainte-Anne. O atual campeão do mundo seguiu uma série dramática de mudanças de liderança, já que uma corrida improvavelmente rápida foi seguida uma trás da outra entre os últimos dez pilotos.
Antes do top 10, no entanto, Finn Iles fez uma grande descida para tomar o hot seat. Mark Wallace juntou-se a ele em um curto espaço de tempo, que ficou em terceiro lugar atrás do jovem piloto de Whistler.
Essa vantagem foi quebrada primeiro pela lenda sul-africana do esporte, Greg Minnaar, depois Danny Hart. Iles terminaria em 7º, um resultado impressionante apenas para o seu segundo campeonato mundial na categoria elite, com Mark Wallace terminando em 9º. Dois canadenses no top 10 seriam notáveis ​​por si só.
Mas o dia era de Loic Bruni, no entanto. O piloto francês conquistou seu terceiro título consecutivo no campeonato mundial, com o companheiro da equipe Specialized Finn Iles a chegar primeiro para comemorar o resultado com o "Super" Bruni.
Troy Brosnan. Photo: Peter Kraiker
O australiano Troy Brosnan ficou a apenas 0,581 segundos da conquista do título e levando o segundo lugar, e em terceiro colocado Amaury Pierron por quase dois segundos.
"Normalmente sou bastante reservado, mas este realmente queria e desci com força", disse Brosnan após a corrida. "Pensei que talvez fosse hora de derrotar Loic, mas então me sentei e vi as fendas verdes do meu amigo descendo e batendo o meu tempo."
Elite Feminina – Retorno das Rainhas
Myriam Nicole. Photo: Peter Kraiker
No topo do pódio da elite das mulheres, duas pilotos que retornavam de lesão estavam no alto do pódio. Myriam Nicole venceu o título do campeonato mundial depois de voltar de uma lesão no pé durante a temporada passada. A "Pom Pom" ganha sua camisa arco-íris à frente do Tahnée Seagrave da Grã-Bretanha, em sua primeira corrida de volta após uma fratura no ombro durante a Copa do Mundo de Fort William e em terceiro finalizando o pódio Marine Cabirou também da França.
Tahnée Seagrave. Photo: Peter Kraiker
Marine Cabirou. Photo: Peter Kraiker
Tradução: REDATOR MAZOBIKERS
Fonte: https://cyclingmagazine.ca/mtb/super-bruni-three-peats-nicole-prevails-for-matching-french-dh-wins/


Ciclismo fecha participação do Brasil em Lima com três medalhas

Última modalidade a completar sua participação nos Jogos Parapan-americanos de Lima, o ciclismo estrada deu ao Brasil três medalhas: dois ouros e um bronze nas provas de resistência. Eduardo Pimenta, na classe H3, e Lauro Chaman, na C5, foram campeões, enquanto Marcia Fanhani, na B,ficou em terceiro lugar.
A vitória de Lauro Chaman deu ao Brasil o 124º. e último ouro do país nos Jogos Parapan-americanos. Foi a terceira medalha em Lima do ciclista, que já havia vencido a prova de perseguição individual de pista e uma prata no contrarrelógio de estrada.
Antes de Lauro Chaman, o primeiro ouro do dia no ciclismo de estrada para o Brasil foi conquistado por Eduardo Pimenta, na classe H3. Ele completou o percurso em 2h00min10, com quase três minutos de vantagem para o segundo colocado, o americano Brandon Lyons (2h02min58). O argentino Oscar Biga ficou com o bronze (2h03min17).
Márcia Fanhani e a piloto Cristiane Pereira conquistaram o quarto pódio em Lima 2019. A dupla foi terceira colocada na prova de resistência de estrada, categoria B, com o tempo de 2h34min59.
Elas ficaram atrás apenas de duas duplas canadenses, que ficaram em primeiro e segundo lugares respectivamente. Elas já haviam medalhado no contrarrelógio e na perseguição individual de pista, além do contrarrelógio de estrada.
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Espetáculo e drama na 9ª etapa da Vuelta, com vitória do ''garoto''

Tadej Pogacar, de 20 anos, venceu a etapa 9 da Volta a Espanha. Neste domingo, o jovem esloveno (vencedor da Volta ao Algarve) bateu os principais favoritos à vitória e conseguiu o primeiro triunfo numa grande volta. Às vésperas do contra-relógio de que dispõe, terá, provavelmente, assinado a candidatura definitiva a um top-5 ou até a um pódio na Vuelta.
Já Nairo Quintana é o novo líder, fruto do segundo lugar numa etapa que viu Miguel Ángel López passar de potencial vencedor do dia para o grande azarado da etapa. Mas já lá vamos.

Etapa prometia animação

A etapa deste domingo, com montanha do início ao fim, nos Pirenéus de Andorra, prometia ser palco de luta entre os favoritos. Nomes como Quintana, Miguel Ángel López ou Valverde teriam de ganhar a tempo a Roglic, sob pena de o esloveno conseguir fazer diferenças grandes no contra-relógio da próxima terça-feira.
Antes desses ataques, guardados para as últimas subidas do dia, muita coisa se passou na estrada. Ainda antes da partida oficial, numa zona neutra, a estrada já estava inclinada: um “aperitivo” inequívoco do que que seria o resto do dia – uma etapa curta, mas com cinco subidas e poucos sectores planos.
O primeiro ataque mais decidido foi de Tao Geoghegan Hart, da Ineos, que foi seguido por um “batalhão”: 25 ciclistas juntaram-se ao britânico, num lote que tinha nomes como o português Rúben Guerreiro, mas também Pierre Latour, Fuglsang, de Gendt, Gesink ou Kelderman.
A 50 quilômetros do final houve um momento curioso: Esteban Chaves furou e, para não perder tempo, trocou de bicicleta com Damian Howson, colega de equipe. O problema é que Howson, com quase 1,90m, era bastante mais alto do que o “baixinho” Chaves (1,64m), que mal conseguia pedalar. Chaves acabou por trocar novamente de bicicleta, desta feita com outro colega de equipe, não tão alto como Howson. O tempo perdido, no entanto, foi fatal para o colombiano.
A 20 quilômetros do final, sem que nada o fizesse prever – havia muita etapa por correr –, houve ataque surpresa de Miguel Ángel López. Quintana e Valverde responderam, mas Roglic, sem ajuda de Bennett, teve de responder por si próprio, ficando, novamente, tal como no Giro, com pouco apoio da equipa. Foi, de resto, imediata a reacção dos restantes ciclistas da Jumbo presentes na fuga, que ficaram à espera de Roglic.
Miguel Ángel López sentiu fragilidades nos rivais, no primeiro ataque, e, no “segundo round” ofensivo, seguiu sozinho. Ritmo tremendo do ciclista da Astana, sobretudo comparado com os principais rivais, incapazes de ensaiar algo sequer parecido com uma réplica a López. Mais atrás, Roglic, novamente sem colegas de equipa, teve de dar o “corpo às balas” na perseguição a López.
A estratégia da Movistar, no grupo dos favoritos, parecia bem delineada: de cada vez que chegava um elemento da Jumbo para ajudar Roglic, Pedrero ou Quintana atacavam, para deixar esse domestique para trás e isolar novamente Roglic. Esta “guerra” beneficiou, mais ainda, Miguel Ángel López, que teve a ajuda de Fuglsang na frente e parecia inalcançável por quem quer que fosse.
O mau tempo na estrada – chuva forte e granizo – prejudicou a transmissão televisiva e não houve imagens da zona mais espectacular da etapa, o sterrato(segmento de terra batida). Quando retomadas as imagens, tudo estava diferente: surgiu Marc Soler (Movistar) adiantado em relação aos restantes fugitivos, Miguel Ángel López já apanhado pelo grupo dos favoritos – quebra estranha e repentina do colombiano – e Roglic a viver novamente o “fantasma” do Giro: ficou sozinho e perdia tempo para os rivais, sobretudo para Quintana e Pogacar, que entretanto “saltaram” do grupo principal.
A cerca de três quilômetros do final, o Movistar Marc Soler foi “convocado” para esperar por Quintana e ajudar o líder, mas esbracejou e abanou a cabeça, desagradado com a decisão da equipe de abdicar de Soler para vencer a etapa.
Quem aproveitou a descoordenação entre os dois Movistar foi o “garoto” Pogacar, que seguiu sozinho. Nesta meio tempo, Miguel Ángel López perdia terreno até para Roglic, sendo que as imagens mostraram marcas de uma queda no braço de López: estava encontrado o motivo da quebra súbita do colombiano, que terá caído na fase de “apagão” da transmissão televisiva.
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Mundial de Mountain BIke XCO: Schurter, campeão pela 8ª vez

O suíço Nino Schurter, aos 33 anos, conquistou neste sábado (31 de agosto) seu 8º título de campeão mundial de MTB XCO, o quinto consecutivo, na disputa no Mont-Sainte-Anne, no Canadá. Vale destacar que esta é a primeira vez que um atleta vence cinco anos seguidos o Campeonato Mundial de Mountain Bike. O também suíço Mathias Flueckiger terminou em 2º lugar e o francês Stephane Tempier foi o 3º. O brasileiro Henrique Avancini, que começou forte e chegou a liderar o pelotão, terminou em 10º.
“Trabalhei duro este ano em direção a essa meta e é importante para o próximo ano. Eu sei que ainda estou no topo e posso lutar pelo ouro em Tóquio”, disse Schurter, campeão olímpico dos Jogos Rio 2016.
Schurter já venceu o Mundial em 2009, 2012, 2013, 2015, 2016, 2017, 2018 e agora 2019. O suíço, que no começo da semana declarou que estava em sua melhor forma na temporada, comprovou o bom momento. Com a ausência de Mathieu Van der Poel, que se destacou nesta temporada nas etapas da Copa do Mundo de MTB, mas preferiu treinar para o Mundial de Ciclismo de Estrada, Schurter chegou para a disputa no Canadá como franco-favorito.
Na largada, Schurter começou forte e Avancini o seguiu. O tcheco Ondej Cink, os franceses Jordan Sarrou, Victor Koretzky e Tempier perseguiam. Na segunda volta, Schurter seguia com Avancini, mas na terceira passagem o brasileiro começou a ficar para trás.
Schurter enfrentou todos os adversários que ameaçavam sua vantagem e encerrou a disputa com o tempo de 1h27min05s. O italiano Gerard Kerschbaumer teve um problema mecânico na reta final e ficou fora do pódio. Flueckiger cruzou em 2º, a 30 segundos, e Tempier em 3º, a 38 segundos. Avancini encerrou a 2min07s. 
“Acredito ter feito uma boa corrida e ter tentado um resultado expressivo, me mantendo em “contato” com a medalha até a penúltima volta. Para competir na ponta, neste nível, eu preciso de mais tempo e carga de treinamento. Não foi possível me preparar da maneira desejada. Fechar no top 10 do Mundial, é abaixo do almejado (já que as expectativas são ambiciosas) porém decente”, comentou Avancini.
Entre os brasileiros, Luiz Henrique Cocuzzi ficou em 41º, a 7min22s, Sherman Trezza foi o 61º, Guilherme Muller o 74º, Rubens Donizete terminou em 78º e Kennedi Lago em 79º.
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Avancini fica na décima colocação do Mundial de Mountain Bike

O brasileiro Henrique Avancini terminou na décima colocação a prova de Cross-country Olímpico do Mundial de Mountain Bike de Mont-Sainte-Anne, no Canadá. O suiço Nino Schurter, campeão olímpico, venceu chegando pouco mais de dois minutos à frente de Avancini. Outros sete brasileiros participaram da competição, nos dois naipes.
Henrique Avancini acompanhou o pelotão da frente nas primeiras voltas da prova, mas Schurter, seu compatriota Mathias Flueckiger e os franceses Stephane Tempier e Titouan Carod acabaram desgarrando.
O brasileiro fechou o circuito em 1h29min12. Schurter marcou 1h27min05, seguido por Flueckiger (1h27min35), Tempier (1h27min43) e Carod (1h28min01).
Além de Henrique Avancini, o Brasil competiu no Mundial de Mountain Bike de Mont-Sainte-Anne com Guilherme Muller, Luiz Henrique Cocuzzi, Sherman Trezza, Rubens Valeriano e Kennedi Lago no masculino, e Viviane Favery e Jaqueline Mourão no feminino. Dentre eles, somente Cocuzzi fechou a prova na mesma volta do vencedor.
Luiz Henrique foi o 41º, Trezza o 61º, Guilherme Muller o 74º, Rubens Valeriano o 78º e Kennedi Lago o 79º. Jaqueline Mourão teminou na 47ª colocação e Viviane Favery em 61º lugar. No feminino, a campeã foi a francesa Pauline Prevot, com 1h28min51, seguida de Jolanda Neff, da Suíça, e Rebecca McConnell, da Austrália.
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SUPERAÇÃO: Bruno Pain sagra-se campeão mundial de mountain bike

Aos 19 anos, Bruno Paim virou símbolo de habilidade, superação e resiliência em Dourados, no Mato Grosso do Sul. Ele nasceu com uma má formação congênita dos membros superiores e seus braços terminam na altura dos cotovelos. O que não o impediu de praticar e ser campeão no esporte.
Em julho, venceu o Mundial de Mountain Bike 24 Horas Solo na categoria PNE (portadores de necessidades especiais), na cidade de Costa Rica, no Mato Grosso do Sul.
"O fato de não ter os braços não me afeta. Acho que é algo que impressiona mais quem me vê competindo. Nas provas, foco somente na dificuldade de cada trajeto e assim vou deixando as coisas acontecerem", afirma Bruno à Folha de São Paulo.
Bruno Paim, 19, campeão mundial de Mountain Bike 24 Horas Solo, na categoria PNE Divulgação
Bruno Paim e sua paixão pelo ciclismo
Sem os braços, o paratleta corintiano conquistou Campeonato Mundial de Mountain Bike
A competição vencida por ele foi disputada durante 24 horas. O campeão deu 11 voltas numa pista que tinha 29,3 km de extensão e percorreu mais de 300 km no período.
Segundo o fisioterapeuta Thiago Zanetti, 33, o paratleta sabe improvisar para superar as adversidades.
"Ele utiliza as outras partes do corpo que têm movimentação. Pega as coisas no chão com o pé. Abre lata de refrigerante com a boca e assim vai. Ele tem um alongamento impressionante", afirma Zanetti. 
Ele começou no ciclismo após receber um convite para fazer parte de um grupo de pedal da cidade. Se destacou na equipe e não parou mais.
Na época, Lidiany Nunes, 38, ficou impressionada com a desenvoltura do novato e passou a chamá-lo para participar de competições pela região.
"Ele ficou assustado no início, mas topou participar. Fizemos uma prova em duplas e acabamos ganhando. Daí ele não parou mais. Hoje eu já não consigo acompanhá-lo", afirma Lidiany.
Para guiar e competir nas provas, Bruno encaixa seus membros superiores no guidão da bicicleta e consegue muitas vezes acompanhar o ritmo de concorrentes que não têm deficiências físicas.
"É impressionante porque ele não tem nenhum tipo de adaptação. Usa o freio como a gente e faz tudo com muita naturalidade. Já fizemos provas de três dias juntos e ele não caiu nenhuma vez. O equilíbrio dele e a habilidade na condução fazem toda a diferença", afirma Lidiany.
No início, Bruno teve dificuldade para bancar os custos com equipamentos. Seu pai, que trabalha como técnico de ar condicionado, pagava os gastos com vestimentas, de mais de R$ 2.000. Desde 2017, ele compete pelo Audax/Corinthians, time formado por outros cinco atletas.
Com a estrutura da equipe e as planilhas elaboradas de acordo com a meta a ser atingida, as coisas ficaram mais fáceis para ele deslanchar.
O fisioterapeuta Thiago Zanetti é quem cuida do plano do Audax/Corinthians.
"Além de não ter a formação dos dois antebraços e mãos, a perna direita dele tem uma deficiência muscular e é mais curta do que a esquerda. Isso faz com que ele tenha também um desvio de coluna", diz Zanetti.
A rotina de competidor tem um acompanhamento especializado, mas não difere muito daquela de outros atletas. Ele geralmente treina na parte da tarde. A carga de trabalho é variada e pode chegar a 800 km percorridos por semana.
"O que ele faz é uma coisa fora do comum e impressiona as pessoas", afirma Zanetti. "Nas competições, muita gente chega para abraçá-lo e passar o seu incentivo. A força de vontade do Bruno acaba sendo fonte de inspiração. Ele passa esperança e muita alegria de viver", completa.
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Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/esporte/2019/08/sem-os-bracos-corintiano-e-campeao-mundial-no-ciclismo.shtml

Avancini e mais sete brasileiros disputam a elite do Mundial



Henrique Avancini, terceiro colocado no ranking mundial, disputa neste sábado a prova de Cross Country Olímpico no Mundial de Mountain Bike, que está sendo disputado em Mont-Sainte-Anne, no Canadá. Além do ciclista, mais seis brasileiros vão participar da competição, quatro no masculino e três no feminino.
Apesar do número de oito brasileiros inscritos na competição, Henrique Avancini é a grande esperança de conseguir um bom resultado para o país. Além dele, participam da prova masculina, que terá 93 competidores, Guilherme Muller (30º. do ranking), Luiz Henrique Cocuzzi (59º.), Sherman Trezza (89º.), Rubens Valeriano (111º.) e Kennedi Lago (162º.). No feminino, Jaqueline Mourão (39º.) e Vivane Favery (73º.) serão as representantes do Brasil.
A prova masculina começa às 15h45 no horário de Brasília, enquanto a feminina ocorre um pouco antes, às 13h15. A participação brasileira na competição, no entanto, não começa neste sábado. Na quinta aconteceram as provas da categoria júnior. O melhor desempenho foi de Gustavo Xavier de Oliveira Pereira, que ficou em 26º., enquanto Alex Júnior Malacarne terminou em 29º. lugar. Já na sexta Mario Couto Grego Santos foi o 38º. na categoria sub-23.
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Fonte: https://www.olimpiadatododia.com.br/ciclismo-mountain-bike/177359-avancini-mundial-de-mountain-bike/

Equipe Promax Bardahl compete na Copa Osasco de Ciclismo neste domingo (1º/9)

A equipe Promax Bardahl disputa mais uma competição neste final de semana. O desafio da vez será a terceira de quatro etapas da Copa Osasco de Ciclismo 2019, na manhã de domingo (1º/9), na qual estarão em ação Emerson Hernachi, Maurílio Cardozo, Durval Fernandes e Euclides Neto, na categoria máster A, com largada às 9h.
Após duas etapas realizadas, Emerson Hernachi é o destaque da Promax Bardahl, ocupando a segunda colocação, com 17 pontos. Quem lidera é José Mario Mariano (ARR Pro Team), com 20 pontos, enquanto Thiago Brienzi (Liga Sorocabana) completa o top 3, com 15. Durval Fernandes também pontuou na competição, somando 3 pontos. E está na 11ª posição da máster A.
"Na primeira etapa, fiquei em segundo lugar. Na seguinte, na hora da chegada, nem o José Mário, que havia vencido a primeira corrida, e nem eu, ficamos com a vitória, chegando empatados na quinta colocação. A definição da segunda etapa foi muito acirrada, roda com roda, entre nós dois", comenta Emerson Hernachi. 
"Faltam mais duas etapas e minha expectativa é grande. Terei que usar a cabeça e contar com ajuda da minha equipe, porque pode ser uma prova decisiva. Hora de tentar tomar a liderança, porque estou a apenas três pontos do José, o que não é muito. Assim, ter uma equipe forte e focada fará a diferença. A meta é essa, tentar ser o líder para administrar na corrida final", complementa Hernachi.

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Tricampeão no Parapan, Lauro Chaman relembra começo difícil e enaltece esporte paralímpico

Lauro Chaman ganhou a sua terceira medalha de ouro em Parapans nos Jogos de Lima. Para conquistar o lugar mais alto do pódio, o ciclista entrou na pista de Velódromo de Videna como favorito na prova de perseguição individual da classe C4-5. Para superar o colombiano Diego Dueñas, Lauro fez o sinal da cruz, disparou e venceu.
Mas o início da carreira não foi fácil. Depois de nascer com o pé esquerdo para trás, Lauro passou por uma cirurgia sem sucesso, que o deixou sem o movimento do tornozelo e com a panturrilha atrofiada. Ainda adolescente, passou a disputar provas de mountain bike, se arriscou no ciclismo convencional, mas aos 22 anos entrou para o esporte paralímpico. E essa decisão mudou a vida dele!
“Às vezes eu reclamava por pouca coisa. Às vezes eu reclamava por um celular que caía no chão e quebrava o vidro. Cheguei na paralimpíada e vi uma galera que só mexia a cabeça. Pensei: ‘como sou egoísta às vezes’. O esporte paralímpico me ensinou isso, a ser um ser humano melhor, a dar valor à vida, dar valor às coisas que realmente importam, dar valor a poder abrir o olho todo dia, poder enxergar, fazer um esporte”, disse Lauro.
Lauro Chaman venceu o colombiano Diego Dueñas e levou a medalha dourada no Parapan de Lima. Foto: Saulo Cruz/EXEMPLUS/CPB
Foto: Pedro Maia

Multicampeão

Além de todo esse aprendizado, o esporte também deu para Lauro várias outras conquistas. Ele é bicampeão da Copa do Mundo de paraciclismo, ganhou a prata de estrada e o bronze no contrarrelógio na Paralimpíada Rio 2016, os ouros na estrada e no contrarrelógio de Toronto 2015, e o mais novo ouro em Lima.
“A gente sonha que o ciclismo possa um dia ser como o atletismo paralímpico hoje, como uma natação paralímpica. Quem sabe um dia a gente vire uma potência como a Grã-Bretanha é, como a Holanda é, como a Itália e outros países, a Colômbia hoje também tem um ciclismo muito forte. Então a gente se espelha neles e sempre pensa em evoluir”, concluiu Lauro Chaman.

Liderança do quadro de medalhas

O Brasil lidera o quadro geral com 229 medalhas! Delas, 90 são de ouro, 75 de prata, e as 64 restantes de bronze. E contando! A bandeira brasileira vai balançar muito nas cerimônias de pódio!!
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Fonte: https://razoesparaacreditar.com/superacao/lauro-chaman-parapan/

O que é ALL MOUNTAIN – A modalidade mais completa do MTB

O termo all mountain (todas as montanhas) não é mais novidade no mundo das bicicletas. Toda grande marca já tem uma bicicleta de cross-country, de downhill / freeride, de estrada e a tal da all mountain. Mas o que é isso, afinal?

Definições Confusas: Trail, All Mountain e Enduro

A primeira coisa que confunde quem busca uma bike desse tipo é entender os termos usados nas suas variações. E não é a toa: além de ser difícil definir os limites entre um tipo de bike e outro, diferentes países e fabricantes usam termos diferentes para suas bikes. A primeira coisa que deve ficar claro é que independente dessas três definições, essa categoria está entre dois extremos: o cross-country (XC) e o downhill (DH) / freeride.

Bikes de XC, na sua maioria sem suspensão traseira, são feitas para ganhar competições. O baixo peso é uma das principais prioridades, sendo mais importante que o conforto e até mesmo a resistência das bikes. Por isso existem peças indicadas apenas para atletas de um determinado limite de peso. A configuração de algumas bikes vai exigir também um maior preparo físico e habilidade, com rotores de disco de 140 mm que freiam menos, suspensões de apenas 80 mm a 100 mm, guidões retos e estreitos e os novos pedivelas com apenas uma ou duas coroas. Dessa maneira, tornam-se ótimas bikes para situações de competição, especialmente subidas, mas pecam no conforto e principalmente controle nas descidas.

No outro extremo estão as bikes de DH e freeride. As primeiras também são feitas exclusivamente para competição, com relação de marchas para descidas, suspensões de mais de 180 mm de curso, geometria que favorece apenas descidas inclinadas e curvas rápidas, rotores de disco de 200 mm e pneus largos. As de freeride são parecidas, porém não são projetadas para competição, tendo uma geometria mais genérica e configurações menos específicas. O problema dessas bikes é que podem chegar a pesar três vezes mais que uma bike de cross-country leve e, ao encontrarem subidas, dão um destino certo ao piloto: desmontar e empurrar.


O all mountain tem o objetivo de oferecer o melhor dos dois mundos: subidas sem sofrimento e descidas com diversão! É aí que entra um mundo de possibilidades de configuração das bikes, levando às definições confusas. Em geral, nos EUA e Canadá, as bicicletas chamadas de trail são as que possuem menos curso de suspensão (até 140 mm), com uma configuração mais leve, favorecendo mais as subidas. O termo all mountain é usado para as bikes mais agressivas, acima de 140 mm de curso, mais robustas e que favorecem as descidas. Já na Europa, as bikes de all mountain são de uso mais leve, enquanto o termo enduro é usado para as bikes mais agressivas.
Evolução

O conceito de all mountain é antigo, mas nunca teve um apelo tão grande quanto hoje. A tecnologia sem dúvida ajudou muito. Antigamente, muita coisa era adaptada das bikes de XC e DH, formando as bikes “Frankenstein”, que não eram tão leves e duráveis quanto deveriam, ou não tinham geometria correta. Hoje em dia, existe uma versão all mountain para praticamente todas as peças de uma bicicleta. Isso faz com que o produto final seja uma bicicleta mais leve, mais forte e mais específica para o uso, uma bike totalmente diferente.

Características e Configurações

Mais importantes que qualquer definição são as características técnicas das bikes. Elas é que vão definir seu comportamento e você deve saber qual é a mais adequada para seu estilo de pilotagem. Veja as características mais importantes:

Suspensão

Essas bikes possuem 120 mm a 180 mm no curso das suspensões. Quanto mais técnico o terreno e mais agressivo o estilo de pilotagem, maior o curso recomendado. Muitos modelos oferecem suspensões com trava, com mudança externa de curso e configurações para deixar o funcionamento mais rígido nas subidas ou trechos planos. Além disso, a opção de eixo de 15 mm pode deixar a suspensão dianteira mais rígida, sem aumentar tanto o peso e com mais variações de rodas leves, em relação a uma opção de 20 mm usada no downhill.

Geometria

Fugindo também dos extremos, esse tipo de bike vai oferecer um meio termo para um bom desempenho tanto na subida quanto na descida e também no comportamento em maior e menor velocidade. Quem já tem conhecimento de geometria vai conseguir escolher alguns modelos que favorecem determinadas características. As opções atuais estão cada vez mais vastas e alguns quadros até oferecem possibilidades de mudanças nos ângulos. Um exemplo disso são as novas caixas de direção que permitem mudar o ângulo da suspensão em até 1.5 graus.

Quadros

Está cada vez mais frequente o uso de tubos de direção cônicos ou de diâmetro 1.5″. O benefício está na rigidez e na maior possibilidade de usar as caixas que permitem mudança no ângulo. Também são projetados para usar rotores de disco até 200 mm, algo que comprometeria um quadro de XC. Para completar, esses quadros já estão vindo preparados para acomodar os conduítes dos novos canotes de altura ajustável, inclusive para 2012 algumas marcas já estão oferecendo uma maneira de passar esses conduítes por dentro do quadro.

Pinhão de 36 dentes

Novos cassetes com maior pinhão de 36 dentes surgiram inicialmente para facilitar o uso das bikes de rodas 29″, que são maiores e precisam de maior força para aceleração inicial. Porém, acabaram sendo muito bem-vindos no all mountain, uma vez que as bicicletas são mais pesadas e os pilotos dessas bikes não são superatletas. Para os mais fortes, o pinhão de 36 também facilita a migração para pedivelas de duas ou apenas uma coroa.

Canotes ajustáveis

A possibilidade de subir e baixar o banco sem precisar desmontar da bike é uma novidade que já está se tornando item de série. Para saber mais, veja o artigo da página 36.

Guia de corrente e proteção de coroa

As bikes de maior curso costumam usar duas coroas e são usadas de forma mais agressiva. Um guia faz com que a corrente não acabe “pulando” para dentro ou fora do quadro nas descidas mais técnicas e pode ser um item importante dependendo do curso e tecnologia de suspensão. Já a proteção da coroa é colocada onde estaria a coroa maior do pedivela e serve para proteger as coroas de impactos de pedras ou raízes. Muitas vezes esses dois itens são vendidos juntos.

A Bike Certa para Você

Como quase tudo no mundo das bikes, existe um mar de possibilidades de configurações. Porém, no all mountain é ainda maior! Mas uma coisa é certa: se você está começando no mountain biking, uma bicicleta desse tipo ou com essas características é a melhor opção. Se você já é experiente, procure saber mais detalhes das tecnologias específicas para descobrir o que fará mais diferença para seu estilo de pilotagem e terreno que você costuma andar. Uma bike desse tipo atende uma gama ampla de situações, mas se você pedala em estradas de terra lisa com a mesma frequência que pedala em trilhas com pedras grandes e saltos, algumas características precisarão ser comprometidas.

No Brasil

O brasileiro ainda está demorando a perceber o benefício das bikes de all mountain. Uma grande parcela de praticantes de MTB buscam os extremos do XC ou DH, mas no final pedalam o conceito all mountain. Quem não costuma participar de competições buscando melhorar cada vez mais os resultados, não vai se beneficiar em ter uma bike de XC ou DH. As fotos estão aí para provar: a bike que está voando nessa matéria subiu e desceu mais de 30 km de trilhas muito técnicas momentos antes… E sem precisar empurrar!

No Exterior

Fora do Brasil essas bikes já são as mais populares entre os praticantes de MTB. Temos sempre que lembrar de que, especialmente na Europa, temos montanhas muito maiores, terreno mais técnico e uma cultura de montanha de muitas décadas. Na região dos Alpes é cada vez mais comum ver ciclistas carregando uma mochila grande e montado em uma dessas bikes. Em travessias longas, onde se atrasar significa ficar no escuro em um montanha alta e fria, poder subir e descer mais rapidamente pode ser a diferença entre ir com uma dessas bikes mais divertidas ou precisar ir com bikes de cicloturismo e alforjes. Terminar um percurso técnico e longo em apenas um dia de forma divertida faz muita diferença!
Para completar, já começaram a ser organizadas até competições de all mountain, com múltiplas etapas e misturando bem o terreno, mas sempre com um foco no lado técnico.
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Fonte: https://revistabicicleta.com/mountain-biking/all-mountain/

VUELTA 2019: VALVERDE GANHOU ETAPA, LÓPEZ RECUPEROU CAMISA VERMELHA

O ciclista espanhol Alejandro Valverde (Movistar), atual campeão do mundo, ganhou hoje em Mas de la Costa a sétima etapa da Volta a Espanha 2019, uma etapa que permitiu ao colombiano Miguel Ángel López (Astana) recuperar a camisa vermelha.
Valverde, foi o melhor de um quarteto de 'vips' que se projetou a frente da corrida, em que se incluia o esloveno Primoz Roglic e os colombianos Miguel Ángel López y Nairo Quintana (Movistar), que passam a ser os quatro primeiros da geral.
Cruzando a linha de chegada com o tempo de 4h34m10s para os 183,2 quilômetros entre Onda e Mas de la Costa, Valverde entrou com Roglic 'colado' a si e os colombianos a somente seis segundos.
López recuperou a camisa vermelha, que perdera por um dia, e comanda a geral com seis segundos sobre Roglic, 16 sobre Valverde e 27 sobre Quintana.
No sábado, corre-se a oitava etapa, entre Valls e Igualada, 166,9 quilômetros que se antecipam sem problemas, na véspera de uma etapa de alta montanha, em Andorra.
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Henrique Avancini busca título no Canadá

Terceiro colocado no ranking mundial, o ciclista Henrique Avancini encara neste final de semana um dos principais objetivos desta temporada. O brasileiro vai buscar o título inédito em Mont-Saint-Anne, no Canadá pelo Campeonato Mundial de Mountain Bike , com a presença dos melhores atletas do mundo do mountain bike.
- É uma pista extremamente dura, que demanda bastante da parte física dos atletas, mas também da qualidade de pilotagem de cada um. Você consegue fazer muita diferença nesta questão, tanto para ganhar quanto para perder tempo. Eu tenho dado uma atenção especial ao Campeonato Mundial, com ajustes na minha bicicleta e treinamento específico. Acredito que, nestas partes que estamos colocando mais atenção, possamos fazer diferença em busca de um grande resultado. Talvez, esse seja o grande objetivo do ano, a grande meta da temporada - afirmou.
Nas últimas duas temporadas, o brasileiro ficou em quarto lugar, melhor resultado do país na história da competição. Agora, em Moint-Saint-Anne, um dos locais mais icônicos do mountain bike mundial, ele busca superar essas colocações passadas.
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Fonte: https://www.gazetaonline.com.br/esportes/mais-esportes/2019/08/ciclismo-henrique-avancini-busca-titulo-inedito-canada-102514118.html

Pedala Brasil reúne mais de 6 mil participantes neste domingo (1º) no Rio de Janeiro

As bikes vão tomar conta do Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro (RJ), neste domingo (1º/9). A partir das 8h, mais de 6 mil pessoas estarão reunidas para participar da primeira etapa do Pedala Brasil, passeio ciclístico voltado para a mobilidade urbana e a sustentabilidade. A largada será na Praça de Cuauhtemoque, de onde os inscritos saem para um percurso de sete quilômetros.
O Circuito Pedala Brasil é uma oportunidade de estar em locais onde normalmente só os carros têm acesso, conhecendo e curtindo a cidade por um ângulo diferente. Mais do que um passeio, momento de reunir família e amigos que curtem a bike para pedalar em busca de mais saúde e bem-estar.
Cada vez mais utilizada como meio de transporte, assim como para lazer ou para praticar atividade física, a bicicleta atrai todas as idades. Pesquisas mostram que usar a bike para locomoção torna as pessoas mais felizes. Sem falar no ganho em qualidade de vida dos ciclistas e, também, na proteção do meio ambiente, já que não emitem poluentes.
Tudo isso será colocado em prática nos sete quilômetros do Pedala Brasil. O objetivo é promover o uso da bicicleta nas grandes cidades brasileiras. No evento, animação e diversão estão garantidas, pedalando com segurança, sem esquecer da sustentabilidade. Depois do Rio,  será a vez de Belo Horizonte receber os ciclistas no dia 15 de setembro.

Entrega de kits – As inscrições para a etapa do Rio já estão encerradas. E quem garantiu seu lugar no passeio pode retirar o Kit - Participação, Pedala ou Bike -, de acordo com a inscrição realizada, nesta sexta-feira (30), das 10h às 19h, e no sábado (31), das 10h às 17h, no Espaço Sacadura (rua Sacadura Cabral, 154 – Saúde).

Dicas no site - No site www.circuitopedala.com.br estão todas as informações sobre o evento e, também, dicas de como pedalar no dia a dia na cidade: Pedale com segurança – além de capacete, use acessórios na bike, como luz traseira e frontal, e procure andar com roupas coloridas para ser visto mais facilmente por motoristas e pedestres; Esqueça o celular – evite manter uma das mãos ocupadas com garrafas ou celulares – você pode precisar frear ou desviar de um obstáculo a qualquer momento; Respeite a sinalização – Pedale como se estivesse em um carro, respeitando a sinalização, usando os braços como seta e trafegando em ciclovias ou, na ausência de uma, na direita da rua; Imprevistos acontecem - Tenha sempre um kit de ferramentas para o caso da bike ter algum problema mecânico ou pneu furado. 

O Pedala Brasil tem o patrocínio de Uber, pela Lei de Incentivo ao Esporte, com organização do  IDEC - Instituto para o Desenvolvimento do Esporte e da Cultura e apoio da Secretaria Especial do Esporte do Ministério da Cidadania.

IDEC - Pela primeira vez, o Circuito Pedala Brasil será organizado pelo IDEC - Instituto para o Desenvolvimento do Esporte e da Cultura, que visa sempre o comprometimento e profissionalismo nos projetos em que atua. A meta é oferecer a melhor experiência para o público neste evento, que incentiva a prática da sustentabilidade, com diversão e segurança, conceitos que o IDEC apoia.

Mais informações:
Site: www.circuitopedala.com.br 
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Doro Jr. MTb 13209 - dorojr@zdl.com.br    - 11 984579723
Deborah Mamone - MTb 15148 - deborah@zdl.com.br    - 11 3285.5911

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Com 800 participantes, Warm Up Linhares da Brasil Ride é atração do fim de semana no Espírito Santo

A cidade de Linhares, no Norte do Espírito Santo, está pronta para receber neste fim de semana mais uma etapa do Warm Up da Brasil Ride, principal circuito de provas de ciclismo do País e um dos maiores do mundo. Na manhã de domingo (1º/9), 800 ciclistas de 14 estados brasileiros vão desafiar as trilhas da região, em três diferentes distâncias, na maior prova de ciclismo já realizada no estado. Duas delas são competitivas - Pro e Super Pro - e uma apenas visando incentivar os iniciantes - Tour. Na Tour, 64,7 km e 900 m de altimetria acumulada. Na Pro, 80 km e 1.600 m de altimetria. E, na Super Pro, 103 km e mais de 2.400 m de desnível acumulado.
"Estamos muito contentes com a estreia do Warm Up Linhares, uma prova que já nasce gigante, com 800 atletas vindos de 14 estados. É um excelente começo, que nos motiva para seguir trabalhando nos projetos que virão pela frente. A expectativa é de que tudo ocorra bem no domingo e de que tenhamos uma etapa fixa aqui, porque é uma cidade que nos recebeu de braços abertos", enaltece Mario Roma, fundador da Brasil Ride.
Prefeito de Linhares, Guerino Zanon destaca que o evento vem para beneficiar a cidade. “Receber a prova nos coloca como referência do esporte no Brasil, já que a competição é realizada pela principal agência de ciclismo do País. Além disso, ajuda a divulgar nossas belezas naturais que são de extrema importância para fomentar o turismo e a economia do município. É mais uma iniciativa que Linhares recebe mostrando a sua vocação para grandes eventos”, pontua o prefeito.  
Secretário de Cultura, Turismo, Esporte e Lazer de Linhares, Ivan Salvador também enaltece a oportunidade de sediar uma etapa da Brasil Ride. “É uma satisfação muito grande receber em nossa cidade uma das competições de ciclismo mais importantes do País e do mundo. Apoiamos a prova com o objetivo de ajudar a desenvolver o esporte em Linhares e no estado, além de fomentar o turismo em dos cartões postais da nossa cidade que é a Lagoa Nova. Também será uma grande oportunidade para nossos atletas se destacarem no ciclismo disputando com feras dos estados do Espírito Santo, Minas Gerais e Bahia, entre outros”, frisa Salvador.

Premiação para a elite Super Pro - Uma premiação de R$ 9.000,00 será dividida entre os três primeiros colocados na elite masculina e feminina da Super Pro - R$ 2.000, R$ 1.500 e R$ 1.000 entre primeiro e terceiro colocados, respectivamente.

Retirada de kit - O Warm Up Linhares terá largada, chegada e premiação na Lagoa Nova. A retirada de kit, no sábado, dia 31 de agosto, será realizada no Pratti Hotel (Av. Rufino Carvalho, 793 - Centro), entre 16h e 20h. Na manhã do domingo (1º/9), também haverá retirada de kit, porém na sede do evento, com horários distintos para cada categoria: Super Pro, das 6h30 às 7h; Pro, das 7h às 7h30; e Tour, das 7h30 às 8h.

Imagens para a imprensa - A partir desta temporada, a Brasil Ride conta com um banco de imagens especificamente para o uso da imprensa: https://brasilride.photoshelter.com/index. Neste espaço, há fotos de todas as provas realizadas no ano, entre mountain bike e trail run. Para acessá-las, basta cadastrar-se no sistema do site Photoshelter e fazer o download dos arquivos escolhidos. Qualquer dúvida, basta entrar em contato com gustavo@zdl.com.br.

O Warm Up Linhares tem os patrocínios da Prefeitura Municipal de Linhares, Brametal, Land Rover, Shimano, Specialized e Unidas - Aluguel de carros. Conta com os apoios de Conect Car, Full Gas, Garmin, La Maglia, LAF Corretora de Seguros, Oakley, Squirt, Red Bull, Shop2gether e Thule. A organização é da Brasil Ride. 

Brasil Ride: Mais que uma prova, uma etapa em sua vida.
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