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Viajar para São Paulo fica simples com a CIMTB Levorin e o Festival Bike Brasil.
O evento que acontece entre os dias 24 e 26 de agosto oferece parcerias entre hotéis e companhias de viagem para dar melhor comodidade aos atletas e público. A 3º etapa da CIMTB Levorin acontece entre os dias 24 e 26 de agosto e está com as inscrições abertas.
O evento oferece competições de Cross Country Olímpico e Short Track. Para a SuperElite, a prova de XCC é Classe 3 (10 pontos) e o XCO Classe 1 (60 pontos) no ranking da UCI.
 
Para passagens aéreas, o atleta pode ganhar até 20% com a LATAM AIRLINES. Para isso, ele deve entrar em contato com a LATAM Travel através do telefone 0300 826 7337 e informe o código promocional E0DIV. Para hospedagem, o Bike Brasil 2018 traz hotéis e descontos especiais para os participantes durante os dias do evento. Acesse o link.

CIMTB Levorin 2018

A CIMTB Levorin conta pontos para o ranking mundial, da União Ciclística Internacional (UCI), fazendo parte do ciclo Olímpico Tóquio 2020, ranking Brasileiro e Mineiro.

Copa Internacional de Mountain Bike comemora a 23ª Edição em 2018. O evento tem patrocínio da Levorin, o pneu oficial da competição, e Co-Patrocinio da Sense Bike e Audax.

Acompanhe tudo de um dos principais eventos do mountain bike mundial pelas redes sociais. Lá você encontrará fotos e vídeos dos atletas e das provas.
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Fonte: https://www.pedal.com.br/cimtb-2018-3-sao-paulo-passagens-areas-e-hospedagem-com-descontos_texto13207.html
Uma atenção especial para elas! O Bike Brasil deste ano anuncia uma área com atividades voltadas às mulheres que pedalam: o Espaço Mulher. Serão apresentados workshops de mecânica básica, palestras motivacionais com empreendedoras e atletas, bate-papos com profissionais do setor, além de aulas esportivas. Segundo uma pesquisa da Ciclocidade, Associação dos Ciclistas Urbanos de São Paulo, mais de 30% das mulheres que pedalam na capital paulista têm entre 20 e 29 anos de idade, 59% usam a bicicleta como meio de transporte mais de cinco dias da semana e 28% têm o trabalho como principal destino. Os dados foram colhidos em 2015 para entender o perfil e os principais desafios das ciclistas da cidade.
Para a empresária Priscila Moreno, uma das palestrantes do Festival Bike Brasil, esse espaço é de extrema importância para discutir os principais medos das mulheres quando pensam em pedalar: quedas, atropelamentos, assaltos, assédio, entre outros.
Priscila começou a usar a bicicleta como meio de transporte em 2010 e viu não só uma economia no bolso, mas também uma maneira de empreender. “Comecei a ir para o trabalho de bicicleta e, quando fui procurar um alforje, não me identifiquei com nenhum. Não gostava dos modelos, das cores… Então, como sabia costurar, fiz um, depois outro… E percebi que estava fazendo sucesso nas ruas”, conta. Foi assim que surgiu a Alforjaria, empresa referência em alforjes e demais acessórios para o ciclista urbano. “Eu brinco que meu investimento foi de R$ 17,60 para comprar tecido, argolas e outros materiais, que me deram um retorno de R$ 150,00 na primeira venda”, acrescenta a empresária.
Já a jornalista Adriana Marmo, que também usa a bicicleta para se locomover na cidade de São Paulo, ressalta a importância de dar voz às mulheres e encorajá-las a pedalar. “Estava cansada de ficar parada no trânsito, fechada no carro, e comecei a ter contato com pessoas que já usavam a bicicleta como meio de transporte cotidiano. Foi assim que tive a ideia de fazer o mesmo”, afirma. A jornalista, que também usa a bike para viajar, garante que as ciclistas não precisam mudar o estilo visual. “As mulheres não deixam de ficar elegantes em cima de uma bike”. Segundo Adriana, é possível usar maquiagem, saia e outros acessórios mesmo pedalando.

No evento, estarão em pauta também discussões importantes sobre mobilidade urbana, dificuldades enfrentadas nas ruas, aprimoramento da noção geográfica, desenvolvimento social e bem-estar promovido pela prática da atividade, entre outros assuntos.
As mulheres também contarão com a ajuda do empresário Henrique Zompero, que falará sobre o mercado desse segmento. “Vou abordar temas como precificação dos serviços, gestão de oficinas e qualificação de pessoal”, explica Zompero. O fundador e idealizador da Escola Park Tool afirma que, além da participação em palestras, a empresa proporcionará um workshop de mecânica básica.
Isso tudo em um evento que contará ainda com exposição de Mountain Bike antiga, campeonatos e pistas de test ride com diversos modelos. Um empurrão e tanto para começar a pedalar nas ruas e estradas como a Adriana ou enxergar as oportunidades de negócio como a Priscila.

Informações sobre o Bike Brasil:

O Festival Bike Brasil é um dos maiores encontros de bicicletas da América Latina e reúne lojistas, atletas, profissionais do setor, famílias e amantes de bike. O evento apresenta todos os lançamentos, modelos, tecnologias, peças, acessórios e componentes do mercado. Além disso, conta com workshops de mecânica, shows, competições de atletas profissionais e área kids. Os visitantes podem conhecer diferentes modalidades do esporte, andar em diversos modelos de bicicleta e sentir toda a adrenalina do universo da bike.
Serviço:
Data: 24 a 26 de agosto de 2018
Horário: Bike Brasil Expo: 13h às 21h / Bike Brasil Show: 10h às 19h
Local: São Paulo Expo
Endereço: Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5
CEP: 04329-900 – São Paulo/SP – Brasil
Atletas questionam critério escolhido pela Confederação Brasileira de Ciclismo para selecionar atletas que vão representar o Brasil na Suíça.
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No dia 6 de de agosto deste ano, a Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC) divulgou os atletas brasileiros que representarão o pais no Campeonato Mundial de MTB 2018, prova que será realizada em Lenzerheide, na Suíça, entre os dias 05 e 09 de setembro.
Os atletas convocados foram Luiz Henrique Cocuzzi (Scott/Lar/Shimano), Henrique Avancini (Cannondale Factory Racing), José Gabriel (Groove/Chaoyang/Shimano/ASW) e Raiza Goulão (Primaflor-Mondraker-Rotor). A escolha dos representantes, porém, gerou alguma confusão e insatisfação entre atletas e técnicos, já que o critério utilizado pela CBC não leva em conta somente os pontos no ranking olímpico da UCI e sim outros critérios justificáveis. Com isso, Henrique Avancini, atual número 2 do mundo, foi um dos primeiros a relatar sua insatisfação.

"Já me posicionei algumas vezes em relação aos pontos que eu considero falhos, dentre eles: - Critérios justificáveis ao invés de critérios concretos prévios: Como exemplo na Elite Masculina os atletas convocados foram Luiz Cocuzzi e José Gabriel. O primeiro atual campeão Panamericano e 2º brasileiro no ranking UCI (Justificável!). O Zé é atual vice-campeão brasileiro Elite em seu primeiro ano na categoria (Justificável também)! Aí entra a falha! Quase sempre há uma justificativa. Mas eu me pergunto se a prioridade não deveria ser o Gotardelo, já que ele atualmente é o 2º colocado no ranking olímpico UCI", afirmou Avancini em sua conta do Instagram.

Segundo colocado entre os brasieliros no Ranking Olímpico da UCI, Guilherme Gotardelo Muller (Sense Factory Racing) também não ficou satisfeito com a decisão CBC.
"Mais uma vez fico sem entender as escolhas da CBC. Sou o segundo atleta de maior pontuação no ranking olímpico da UCI, fui top 3 entre os brasileiros em todas as provas que participei desde o início do ano, além de ser 4º colocado no campeonato Pan-americando de MTB na Colômbia esse ano. Todos que foram convocados tem seu mérito e merecem muito estar lá. Mas não faria sentido levar todos os pontuadores do ranking Olímpico? Já que o Brasil está na busca de vagas?", desabafou o ciclista em sua conta do Instagram.

Critérios de seleção

Segundo a CBC a convocação tem como objetivo exclusivo o Campeonato Mundial. Para selecionar os atletas convocados, foram adotados critérios objetivos, fundamentados em resultados esportivos (Campeonato Brasileiro, eventos nacionais, internacionais, e demais resultados de competições recentes), e também critérios subjetivos, como fator idade, renovação da base, surgimento de novos atletas com alto índice técnico e atletas que tenham apresentado resultados crescentes significativos ao longo da última temporada.

"Antes de criticar minha convocação busque no site da CBC o critério que está no site a semanas e entenda melhor o porque fui convocado. Fui segundo colocado na Campeonato Brasileiro e no RANKING UCI me encontro em terceiro, atrás de Cocuzzi e Guilherme e foi no qual foi usado como critério! E acima de tudo esta no site da CBC para todos os atletas criarem suas estratégias para conquista a vaga! Eu fiquei atento a isso e tracei estrategia em cima", afirmou José Gabriel em resposta à Avancini.
Além da confusão com os atletas, a convocação também gerou um certo desconforto na equipe Técnica, com o treinador Helio Souza deixando seu posto por não concordar com o atual formato. Em seu lugar, Cadu Polazzo foi selecionado para auxilar a equipe. A falta de mais atletas mulheres também incomodou, já que existe uma busca pela segunda vaga olímpica para as mulheres e somente uma atleta está sendo levada.
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Fonte: https://www.pedal.com.br/mundial-de-mtb-2018-lenzerheide-convocacao-da-selecao-gera-polemica_texto13208.html
Apenas cinco segundos separaram Flávia da medalha de ouro.
O Brasil voltou a ser bem representado em uma prova de ciclismo internacional. Na Volta Ciclística Feminina da Guatemala, disputada entre os dias 2 e 5 de agosto e que contou pontos importantes na classificação olímpica para as Olimpíadas de Tóquio, em 2022, Flávia Oliveira foi a segunda colocada e faturou a medalha de prata da competição.
“A prova foi bastante difícil. Fico feliz em poder terminar no pódio e somar pontos para ajudar o brasil na classificação para Tóquio. Esse é hoje o meu principal objetivo. Agora é seguir os treinamentos e manter o foco para os próximos objetivos da temporada”, afirmou ela, em entrevista concedida à Confederação Brasileira de Ciclismo.
Foram quatro etapas disputadas durante o período de competição. Na primeira, Flávia terminou na quarta posição. Na segunda, foi a segunda colocada. Na terceira, voltou ao quarto posto e, na quarta, novamente ficou no segundo lugar. Na classificação geral, a brasileira ficou na vice-liderança, apenas cinco segundos atrás da grande vencedora, a mexicana Marcela Pietro. A medalha de bronze, por fim, ficou a cargo da argentina Gabriela Soto Lopez.
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Gary Fisher estará na cidade para participar do Festival Bike Brasil e irá de bicicleta ao último dia do evento
Para os admiradores mountain bike, agosto pode se tornar um mês inesquecível. Isso porque eles terão a oportunidade de pedalar lado a lado com a lenda Gery Fischer, que, junto com Tom Ritchey, fabricou artesanalmente as primeiras mountain bikes do mundo na década de 70.
Aos 67 anos, Gary Fisher sairá no dia 26 de agosto, às 9h30, da Praça do Ciclista, na Consolação, e seguirá ao São Paulo Expo, na Rodovia dos Imigrantes, onde estará acontecendo o Festival Bike Brasil, que começa na sexta-feira e termina justamente no domingo. O trajeto de 13 quilômetros, que passará por vias importantes da capital, como a Avenida Paulista, poderá ser acompanhado pela imprensa, amantes do esporte e fãs do ex-atleta de ciclismo.
No Festival Bike Brasil, Gary Fisher ainda dará palestras, sessões de autógrafos e fará outras atividades com a participação dos visitantes da feira. Defensor do uso da bicicleta como meio de transporte, ele debaterá sobre a transformação das cidades e a mobilidade urbana, além, é claro, da história da modalidade esportiva.
Informações sobre o Bike Brasil:
O Festival Bike Brasil é o maior encontro de bicicletas da América Latina e reúne lojistas, atletas, profissionais do setor, famílias e amantes de bike. O evento apresenta, em primeira mão, todos os lançamentos, modelos, tecnologias, peças, acessórios e componentes do mercado. Além disso, conta com workshops de mecânica, shows, competições de atletas profissionais e área kids. Os visitantes podem conhecer diferentes modalidades do esporte, andar em diversos modelos de bicicleta e sentir toda a adrenalina do universo da bike.
Serviço:
Data: 24 a 26 de agosto de 2018
Horário: Bike Brasil Expo: 13h às 21h / Bike Brasil Show: 10h às 19h
Local: São Paulo Expo
Endereço: Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5
CEP: 04329-900 – São Paulo/SP – Brasil
www.festivalbikebrasil.com.br
Um dos principais nomes da história do mountain bike brasileiro, o paulista Edivando de Souza Cruz teve a oportunidade de ser um dos primeiros ciclistas a testarem a pista que receberá o Warm Up Ilhabela Brasil Ride, prova inédita do circuito, no dia 12 de agosto. Representante do país na prova do Cross Country Olímpico (XCO) em Atenas 2004, Edivando tem um currículo vencedor no esporte, com diversas conquistas em Campeonatos Brasileiros de Mountain Bike, Maratona (XCM) e XCO, além da medalha de prata no Pan-Americano de Santo Domingo, em 2003.
“Em Ilhabela, quem for pedalar no circuito do Warm Up enfrentará um traçado bem completo. Temos aqui uma variedade de trilhas e terrenos, ou seja, a pista vai mudar de cenário o tempo todo. Algo bem divertido, porque explora a qualidade técnica dos ciclistas”, destaca Edivando.
“Alguns atletas vão sentir-se bem nas subidas, outros irão adaptar-se melhor às trilhas. Tudo isso deixa a competição bem dinâmica, com o puro mountain bike”, complementa o ilhabelense.
Foi em Ilhabela que Edivando encontrou o cenário perfeito para treinamento e assim garantir a participação olímpica, em Atenas, e concluir a disputa na Grécia na 33ª posição do Cross Country Olímpico. “Cresci aqui, brincando e curtindo junto com amigos e família, sempre em cima da bicicleta. A altimetria é favorável para a prática do mountain bike e a cidade possui trilhas variadas e diversos tipos de terreno. Para quem gosta de natureza, é um lugar perfeito”, enaltece.
Centro de Ilhabela, cidade da prova (Foto: Marco Yamin/Divulgação)
“Além das qualidades do circuito, o visual é bacana demais. Você vai pedalando e no caminho vê alguns locais que dá para curtir a vista do mar e das montanhas, o que na minha opinião é um ponto de destaque”, avalia Edivando. “A Pedra do Urubu, por onde a prova passa, tem um visual muito bonito do canal de Ilhabela e São Sebastião. Para chegar neste local, vai ser necessário fazer muita força. No entanto, vale a recompensa porque em seguida tem uma trilha bem bacana e desafiadora”, conclui.
Para os mais experientes, o Warm Up Pro contará com total de 50 km e 2.000 m de altimetria acumulada. Já para o iniciante a categoria Sport prevê 24 km e 775 m de ascensão somada, com visuais de tirar o fôlego.
“Acredito que na Pro, com duas voltas no circuito, dê pouco mais de 2h30 de duração de prova, talvez chegando próximo a 2h45. Para quem inscrever-se na Sport, algo em torno de 2h de diversão pedalando nesse local maravilhoso”, avalia Edivando.
Fundador da Brasil Ride, Mario Roma também dá dicas sobre o Warm Up. “O circuito tem 24 km de pura diversão. Trilhas, subidas e descidas, passa pelo trecho urbano e volta em seguida para a mata. Na Pro, as duas voltas são dinâmicas e passam tão rápido que, e em pouco tempo, os braços ficam mais soltos e acostuma-se com o estilo do mountain bike local. A prova é marcada por muita fluidez. Demanda mais esforço do que se pode imaginar”, avalia Mario Roma.
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A Seleção Brasileira de ciclismo está na Itália para disputar o Campeonato Mundial de Ciclismo de Estrada Paralímpico, em Maniago, que começa nesta quinta-feira (02/06).
O Brasil será representado por oito atletas: Lauro Chaman (classe C5), Soelito Gohr, (classe C5), André Grizante (classe C4), Victor Herling (classe C2), Marcos Ribeiro (classe C1), Eduardo Ramos Pimenta (classe H3), Jady Malavazzi (classe H), Marcia Ribeiro Fanhani (classe B – Tandem).
O Brasil tem o atual campeão mundial de estrada na prova de resistência e medalhista de prata e bronze nos Jogos do Rio 2016 da classe C5, Lauro Chaman. Esta é a primeira competição que vale pontos em busca da classificação para os Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020. O evento é organizado pela União Internacional de Ciclismo (UCI).
“A classe do Lauro é uma das mais fortes e mais disputadas da modalidade, com seis ou sete atletas brigando pelo título. A nossa expectativa é brigar por duas medalhas nesta competição e somar pontos em seis provas, aumentando assim a posição dos atletas e do Brasil no ranking de nações. No fim do ano, a UCI publicará o ranking de nações, que será válido para a distribuição de vagas para os Jogos Parapan-Americanos de Lima 2019 e para a primeira aplicação de vagas para Tóquio 2020. Tão importante quanto a medalha, é garantir o maior número de atletas pontuando aqui no Mundial”, disse Edilson Alves da Rocha, coordenador-técnico do ciclismo.
A competição segue até domingo, 5 de agosto. Nacionalmente, o calendário da modalidade ainda reserva para o fim deste de mês, de 24 a 26, a 3ª Copa Brasil de Ciclismo de Estrada, em Curitiba, Paraná. E em novembro, de 23 a 25, ocorrerá o Campeonato Brasileiro, no Rio de Janeiro.
Ao todo, participam desta competição 347 atletas de 43 países: África do Sul, Alemanha, Argentina, Áustria, Bélgica, Bielorrússia, Brasil, Canadá, China, Colômbia, Coréia do Sul, Croácia, Dinamarca, Emirados Árabes, Eslovênia, Eslováquia, Espanha, Estados Unidos, Finlândia, França, Grã-Bretanha, Grécia, Guiana, Holanda, Hungria, Indonésia, Irlanda, Itália, Japão, Letónia, Malásia, Nova Zelândia, Peru, Polônia, Portugal, República Checa, Romênia, Rússia, Suíça, Suécia, Ucrânia e Venezuela.
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Fonte:  https://www.olimpiadatododia.com.br/ciclismoestrada/83292-campeonato-mundial-comeca-nesta-quinta-feira-na-italia/
A ciclista de Maringá Amanda Kunkel, 16 anos, que continua treinando em Aigle, na Suíça, recebeu uma ótima notícia nesta quarta-feira (1). É que saiu a convocação dos atletas que vão representar o Brasil no Campeonato Mundial, categoria Pista Junior, lá mesmo em Aigle. E o seu nome está na lista.
“Estou muito feliz pelo reconhecimento, e que todo o esforço pra conseguir participar de uma grande corrida assim valeu a pena. E agora é poder dar o meu melhor para colocar o Brasil em uma boa posição no ranking mundial”, comemora


A competição internacional que, obviamente, vai contar com a presença dos principais ciclistas do mundo, será desenvolvida de 15 a 19 de agosto. + ESPORTE no Portal da Rádio Maringá
Segundo a Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC), para selecionar os atletas foram adotados critérios objetivos, fundamentados em resultados, e também critérios subjetivos, como idade, renovação da base, surgimento de novos atletas de alto índice técnico e atletas que tenham apresentado resultados crescentes significativos na última temporada.
Vale lembrar que no último Prêmio Brasil Olímpico, Amanda Kunkel foi homenageada pela conquista nos Jogos Escolares da Juventude (JEJs) de 2017, realizados em Brasília.

Além de Amanda, mais dois ciclistas do Paraná foram chamados: Vinicius do Nascimento Gussolli e Vinicius Guimarães da Cruz-
Fonte: http://blogs.odiario.com/orlandogonzalez/2018/08/01/ciclista-amanda-kunkel-de-maringa-e-convocada-para-o-mundial-da-suica/

A União Ciclista Internacional (UCI) garantiu esta terça-feira que não detectou qualquer fraude tecnológica no decorrer do Tour de France, ganha pelo atleta Geraint Thomas (Sky).
Segundo a organização, foram realizados 2.852 testes, antes, durante e depois de todas as etapas, para detectar alguma forma de fraude, recorrendo-se para isso a rastreio magnético, raio X e imagens térmicas.
“Testamos entre cinco e dez bicicletas em cada etapa, incluindo a do vencedor e a do camisa amarela”, explicou a UCI em comunicado.
David Lappartient, presidente da UCI, disse que todas estas iniciativas visam demonstrar ao público e agentes ligados ao ciclismo que a modalidade é “credível”. “Continuamos a trabalhar neste sentido, para nos assegurarmos de que a reputação positiva do ciclismo está garantida”, justificou.
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Fonte: https://observador.pt/2018/07/31/uniao-ciclista-internacional-garante-que-nao-detetou-qualquer-fraude-tecnologica-na-volta-a-franca/
#Grupo de ciclistas liderado por 13 mulheres pedalou os 3,3 mil quilômetros da prova durante 23 dias para mostrar aos organizadores da corrida que não concordam com as regras do evento.
Grupo de ciclistas liderado por 13 mulheres pedalou os 3,3 mil quilômetros da prova durante 23 dias para mostrar aos organizadores da corrida que não concordam com as regras do evento

Link para matéria: https://www.nexojornal.com.br/expresso/2018/07/30/Por-que-estas-mulheres-percorreram-a-Tour-de-France-sem-concorrer

© 2018 | Todos os direitos deste material são reservados ao NEXO JORNAL LTDA., conforme a Lei nº 9.610/98. A sua publicação, redistribuição, transmissão e reescrita sem autorização prévia é proibida.
Grupo de ciclistas liderado por 13 mulheres pedalou os 3,3 mil quilômetros da prova durante 23 dias para mostrar aos organizadores da corrida que não concordam com as regras do evento

Link para matéria: https://www.nexojornal.com.br/expresso/2018/07/30/Por-que-estas-mulheres-percorreram-a-Tour-de-France-sem-concorrer

© 2018 | Todos os direitos deste material são reservados ao NEXO JORNAL LTDA., conforme a Lei nº 9.610/98. A sua publicação, redistribuição, transmissão e reescrita sem autorização prévia é proibida.


Foto: Divulgação - Chegada das 13 ciclistas do ‘Donnons des elles au vélo’ em Paris
No domingo (29/07), Geraint Thomas cruzou com sua bicicleta a linha de chegada do Tour de France, uma das mais famosas competições de ciclismo do mundo, sagrando-se campeão da edição de 2018. Abaixo dele no pódio, ficaram o holandês Tom Dumoulin e o inglês Chris Froome.

Um dia antes, no entanto, outro grupo de ciclistas profissionais avançou sobre a Champs Élysées, em Paris, na França, para completar a última etapa depois de 23 dias de prova e 3.351 km rodados. Com apenas duas diferenças notáveis: todas as bicicletas eram ocupadas por mulheres e nenhuma delas estava inscrita ou sequer recebeu qualquer prêmio da organização oficial.

O grupo de mulheres foi liderado por 13 atletas e ativistas de um coletivo intitulado Donnons des elles au vélo (algo como “Dê a elas uma bicicleta”, em tradução livre) que desde 2014 cobra a inclusão de mulheres na Tour de France, prova anual que desde sua criação em 1903 só pode ser disputada por atletas homens.

Pé de igualdade#

As 13 atletas fizeram exatamente o mesmo trajeto e cumpriram as exatas 21 etapas originais da competição. O objetivo não era o pódio, mas demonstrar que as profissionais do ciclismo têm condições de estar no Tour de France – ou em uma prova equivalente voltada para mulheres –, tanto quanto seus colegas masculinos.

A reivindicação atual, no entanto, tem origem em mobilizações feitas por mulheres anos atrás.

Na década de 1980, a organização do Tour de France criou uma prova exclusiva para mulheres, o Tour de France Féminin. Com variações de nome e organização, a prova seguiu acontecendo até 2009 quando, sem interesse de mídia ou patrocinadores, a competição deixou de ser realizada.

Em 2013, um grupo de ciclistas profissionais se mobilizou e passou a exigir a inclusão de mulheres na Tour de France, ainda que pedalando em tempos diferentes aos dos homens. Com medalhistas olímpicas como Emma Pooley e Marianne Vos à frente, a mobilização envolveu um abaixo-assinado que obteve quase 100 mil assinaturas.

Para as ciclistas, competir dessa maneira seria uma oportunidade de “derrubar os mitos sobre as limitações físicas das atletas femininas”.
Segundo Barrero, a campanha levada pelo grupo tem “muito apoio”, exceto dos organizadores. “Os únicos que dizem não ser possível são os organizadores do Tour de France”, referindo-se à empresa ASO (Amaury Sport Organisation), a qual teria respondido ao coletivo feminino, segundo a atleta, que “no momento não é possível” realizar uma prova equivalente para mulheres.
Essa é a terceira vez que as atletas completam o circuito reservado a homens logo antes da prova. Para o ano que vem, o grupo convida mais mulheres a aderir. “Existe uma razão para termos uma corrida feminina”, disse Barrero. “Vamos continuar fazendo isso até termos uma resposta positiva e ganharmos igualdade.”
-Fonte: https://www.nexojornal.com.br/expresso/2018/07/30/Por-que-estas-mulheres-percorreram-a-Tour-de-France-sem-concorrer
Sob o comando da ciclista Cynthia Duarte, o programa vem com o intuído de mostrar a cultura do ciclismo. Com foco na mobilidade o programa vem as mostrar possibilidades a qual a bicicleta provê e o potêncial do cicloturismo no Estado do Paraná, passando através de diversos pontos de rara beleza em nosso estado... é claro... tudo em cima da bike.

A Paraná Educativa é retransmissora de programas da TV Cultura de São Paulo e da TV Brasil. Entretanto, parte da programação é constituída por blocos de matérias locais, com conteúdos de cultura, esporte, jornalismo e entretenimento.
A partir de 2006, teve início o processo de expansão do sinal da Paraná Educativa para todo o território nacional e América Latina, através do satélite Embratel C-2 – 1.320 MHz, Horizontal, Banda L.
Em 2012, com a aquisição do transmissor digital para a TV, a RTVE adota um contínuo processo de modernização, que será finalizado com a implantação da transmissão integral com qualidade digital da sua programação para todo o Brasil.
O sinal da TV Paraná Educativa está presente em todo o Paraná, por meio das 45 repetidoras instaladas em todas as regiões do Estado, levando informação e promovendo a cidadania por meio de ações educativas para a sociedade, bem como divulgando a cultura paranaense.
Como muitos não fazem uso das parabólicas analógicas e ou não tem a cobertura das repetidoras, o Mazobikers BLOG estará provendo um straming nos dias do programa.

Em entrevista exclusiva ao Marron MC, Henrique Avancini nos mostra que com humildade e persistência devemos perseguir nossos sonhos, não importa o quanto os outros pensem.
Hoje Avancini é o 2º colocado no Ranking Mundial da UCI, e segue forte na busca do 1º lugar, hoje ocupado pelo suiço Nino Schurter.
Avancini cita "...com todo este momento, com tudo que estou vivendo, é poder fazer é poder fazer com que as pessoas reflitam de um modo diferente...que isso sirva principalmente para as pessoas primeiro, acreditarem mais e refletirem mais quando elas julgam o sonho dos outros...".
Uma bela lição tomada e a ser seguida para nossas vidas. 
Confira a entrevista...
Henrique Avanini e Jaqueline Mourão são os novos campeões brasileiros na elite do MTB XCO
Neste último domingo (22) no bairro de Parelheiros, na cidade de São Paulo, aconteceu o Campeonato Brasileiro de XCO 2018.
Foto: Michele Mondini / Divulgação
A competição reuniu cerca de 300 atletas com idade a partir de doze anos, que disputaram o título nacional em 22 categorias. Na elite masculino, a vitória ficou com Henrique Avancini, com Jaqueline Mourão subindo no lugar mais alto do pódio entre as mulheres.
A disputa aconteceu na pista de XCO do Lar Nossa Senhora Aparecida, criado em 1993 pelo ciclista Ricardo Cocuzzi e sua esposa Selma - pais de Luiz Henrique Cocuzzi, que defendia no quintal de casa sua camisa de campeão brasileiro de 2017.

Disputa e problemas mecânicos

A prova masculina começou com um ritmo altíssimo, com Avancini, Cocuzzi e José Gabriel abrindo vantagem sobre os demais competidores quase que imediatamente. O ritmo intenso imposto por Avancini logo fez José Gabriel sobrar. Pouco depois, com uma aceleração na segunda volta, Cocuzzi também acabou sendo distanciado pelo atual número 2 do ranking da UCI.
Para piorar, Cucuzzi ainda sofreu um problema mecânico e terminou a prova apenas na quinta colocação. José Gabriel ficou em segundo, com Guilher Muller fechando o pódio. O quarto posto ficou para Rubens Valeriano.
Extremamente dedicado, Avancini lembrou que os últimos resultados são consequência de muito treino. “O trabalho começou há muito tempo - fisicamente, tecnicamente e emocionalmente. Estou em um momento muito bom e consistente. Mas depois de um domingo vem a segunda-feira...e amanhã tenho que trabalhar mais”, disse o campeão, que também comentou a importância do pai em sua carreira. “Ele é um exemplo para mim. Eu sempre o vi ralando muito a vida toda, sempre sem reclamar. Ele sempre me ajudou muito a ficar com os pés no chão. 'Ganhar corrida é fácil, difícil é treinar', ele sempre me disse” - completou Avancini que assim assegura seu 13º título nacional na carreira, único atleta a vencer em todas as categorias desde quando era da categoria juvenil.
"Estou muito feliz de recuperar essa camisa. O ano está sendo especial, mas estava realmente sentindo falta de cruzar a linha de chegada no exterior com a camisa do Brasil. Ter o privilégio de correr com a bandeira do Brasil no peito é mais do que especial”, ", disse Avancini em entrevista.
Entre as mulheres, Jaqueline Mourão, que voltou a competir recentemente de bicicleta depois de 10 anos afastada, sagrou-se a vencedora. A atleta abriu vantagem junto com Raiza Goulão logo no começo da prova. Porém, Raiza sofreu com uma corrente quebrada ainda na primeira volta, o que prejudicou bastante sua participação.
A ciclista perdeu posições e pedalou muito pela recuperação, ultrapassando Vivi Favery com metade das voltas percorridas. Alguns momentos depois, ela ultrapassou Letícia Cândido. Apesar disso, Raiza não conseguiu reconectar-se com Jaque, que precisou apenas administrar a vantagem para conquistar uma vitória bastante especial.

Elite Masculino
1 - Henrique Avancini
2 - José Gabriel
3 - Guilherme Muller
4 - Rubens Valeriano
5 - Luiz Henrique Cocuzzi

Elite Feminino

1 - Jaqueline Mourão
2 - Raiza Goulão
3 - Letícia Cândido
4 - Vivi Favery
5- Danielle Maria de Moraes
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RESULTADOS COMPLETOS - CLIQUE AQUI
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Fonte: https://www.pedal.com.br/brasileiro-de-mtb-xco-2018-avancini-e-jaque-mourao-sao-campeoes_texto13164.html
Olá amigos, é com grande prazer que a partir de hoje teremos junto conosco, nada mais, nada menos que Marron MC compartilhando matérias exclusivas através de nosso site.
Marron é considerados por todos os apaixonados por ciclismo em suas mais variadas vertentes como A VÓZ DO MOUNTAIN BIKE, pois através de sua experiência, eloquência, alegria e descontração em todos os eventos a qual sua animação é solicitada, ele transmite a todos a ESSÊNCIA DO PEDAL, pois muitas das vezes essa emoção não precisa necessariamente ser sentida sobre a bike, mas sim OUVIDA.
Muito querido por todos, ele é a ARTE EM QUESTÃO... Como ele mesmo diz, NEM BRANCO, NEM PRETO - SIMPLESMENTE MARROM.
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Mestre, Parceiro e Amigo
Obrigado pela confiança e seja bem vindo ao MAZOBIKERS BLOG
O Tour de France é a mais tradicional prova do ciclismo de estrada mundial, assim como o maior evento esportivo anual do mundo. Criado em 1903, o Tour de France reúne os melhores ciclistas do mundo que percorrem os 3.600 km da competição. É um evento de 22 dias (sendo apenas 2 dias de descanso para os atletas) que acontece sempre ao longo mês de julho. O Tour é composto por 20 etapas de trajetos diferentes, que passam pela França e por países vizinhos.
L'Étape Brasil
Por toda a sua grandiosidade, o Tour de France tornou-se um objeto de desejo de muitos atletas e espectadores. A cada ano a competição leva mais de 12 milhões de pessoas às ruas para torcer e animar os atletas ao longo das estradas. Mas o que o Brasil tem haver com isso? É que nosso país receberá o L’Étape du tour que oferece a atletas amadores e amantes do ciclismo a oportunidade de participar de um evento com o espírito do Tour de France.
A próxima edição do L’Étape Brasil by le tour de France acontecerá em Campos do Jordão entre os dias 28 e 30 de setembro. Sendo uma ótima oportunidade de pedalar em um trajeto diferente, descobrir novas regiões e combinar um desafio desportivo com o turismo em um dos mais belos destinos de inverno do Brasil.
Apos três bem sucedidas edições nos anos de 2015, 16 e 17 na cidade paulista de Cunha, o L’Étape Brasil segue rumo a sua quarta edição, a se realizar na cidade de Campos do Jordão, e se consolida como o maior evento de ciclismo amador da América Latina.
Quer participar? Saiba mais em www.letapebrasil.com.br