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Vem ai o 1º CICLOTURISMO DO PADROEIRO - JAGUARIAÍVA - PR 04-08-2019

OLÁ AMIGOS CICLOTURISTAS

Juntamente com as comemorações da FESTA DE AGOSTO em Louvor ao SENHOR BOM JESUS DA PEDRA FRIA, vem ai o 1º CICLOTURISMO DO PADROEIRO.
Um pedal a qual além da integração com as festividades do Padroeiro de nossa cidade, divulgar o santuário, vem com o intuito de mostras as belezas de nossa cidade.
E como sempre pensamos em algo que venha realmente agradar a todos, o percurso escolhido é algo novo  e diferente para muitos bikers, pois muitas vezes quando fazemos um pedal, ficamos só no giro. E dessa vez a coisa será diferente...
Os ciclistas participantes do pedal iram receber a CREDENCIAL DO 1º CICLOTURISMO DO PADROEIRO que além de ser uma das lembranças, será o registro de sua passagem através do percurso escolhido, o qual serão 4 pontos a serem registrados... a SAÍDA - CHEGADA NO PARQUE - MIRANTE DO CANYON - CHEGADA, ao qual irá perfazer um total de 32KM através de estradas rurais e trilhas. NÍVEL FÁCIL / MÉDIO

LEMBRANDO QUE O CUSTO DA INSCRIÇÃO É DE:

1 KG DE ALIMENTO NÃO PERECÍVEL.

LINK PARA A INSCRIÇÃO

LISTA DE INSCRITOS PARA O PEDAL

O percurso escolhido nos levará ao PARQUE DO CERRADO, o último reduto de campos de cerrado nativo da região Sul do nosso país, ele foi criado para preservar remanescente de campos cerrados, ecossistema típico e em vias de extinção, bem como locais de excepcional beleza cênica, como "canyons" e cachoeiras.

O Parque Estadual do Cerrado, com 420,40 hectares, foi criado pelo Governo do Estado do Paraná através do Decreto nº 1.232 de 27 de março de 1992, entre o ribeirão Santo Antônio e o rio Jaguariaíva, em altitudes que variam de 900 a 800 metros ao nível do mar, chegando à cota de 750 metros ao nível do canyon do rio Jaguariaíva. Além da beleza natural de cerrado, a unidade de conservação oferece aos visitantes trilhas e a chegada ao mirante fornece a oportunidade de contemplar o Canyon do Rio Jaguariaíva. As trilhas também dão acesso à cachoeira do Ribeirão São Antônio, com formações naturais em rochas areníticas, onde pode-se apreciar as corredeiras e pequenas quedas, e ainda uma cachoeira de 40 metros de altura.
E para deixar mais gostoso o passeio, o mesmo será unirá o MOUNTAIN BIKE + TREKKING, opa.... mas como assim??
Ao chegar no PARQUE DO CERRADO, após o segundo receber o segundo carimbo em sua credencial, pode visitar as cachoeiras do parque e então o cicloturista terá que realizar um TREKKING pela trilha do Parque do Cerrado até o mirante do Canyon do Jaguariaíva, ao qual será pego o terceiro carimbo e dando sequência a caminhada para a conclusão da trilha, perfazendo 4KM de caminhada.
Após isso retomamos o pedal de retorno ao local de saída, onde será carimbada a conclusão do percurso na credencial, cara participante receberá uma lembrancinha da festividade do padroeiro.

No local da festividade estará sendo vendido o delicioso almoço para repor as energias e a sequência das festividades de costume.

VALORES:








BEBIDAS






ÁGUA
R$ 3.00





REFRIGERANTES
R$ 5.00












DOCES


SALGADOS



BOMBA
R$ 4.00

KIBE
R$ 3.00


SONHO
R$ 4.00

PASTEL
R$ 3.00


BOLO "PEDAÇO"
R$ 3.00

COXINHA
R$ 3.00


PUDIM "PEDAÇO"
R$ 3.00








ASSADOS



PORÇÕES


FRANGO
R$ 25.00


ARROZ
R$ 4.00

COSTELA DE LEITÃO
R$ 30.00


FAROFA
R$ 4.00

PERNIL DE LEITÃO
R$ 35.00


MAIONESE
R$ 4.00

CHURRASCO
R$ 30.00







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 FOTO DO PERCURSO:


Tour de France 2019: Elia Viviani vence quarta etapa ao ‘sprint’, Alaphilippe segue líder

O italiano Elia Viviani (Deceuninck-Quick Step) venceu ao sprint a quarta etapa da Volta a França 2019, enquanto o colega de equipe, o francês Julian Alaphilippe, manteve a liderança da classificação geral individual.
Viviani, de 30 anos, cumpriu os 213,5 quilômetros entre Reims e Nancy em 5h09m20s, batendo sobre a meta o norueguês Alexander Kristoff (UAE Emirates), segundo classificado, e o australiano Caleb Ewan (Lotto Soudal), terceiro.
Na classificação geral, a etapa não produziu grandes alterações e Alaphilippe continua líder, à frente de dois corredores da Jumbo-Visma, o belga Wout Van Aert, segundo, a 20 segundos, e o holandês Steven Kruiswijk, terceiro, a 25 segundos.
Na quarta-feira, a quinta etapa liga Saint-Dié-des-Vosges a Colmar, ao longo de 175,5 quilômetros, com duas subidas categorizadas de segunda categoria e duas de terceira.

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Fonte: 

Mineiro vence Picos Pro Race; Piauiense Karine Frota é campeã feminina

A sétima edição da Picos Pro Race aconteceu neste domingo (7) e mais uma vez teve a Cidade do Mel como palco para grandes histórias e muita competitividade. A prova com 94km de percurso passou Picos, Santana e São José do Piauí e sagrou na categoria elite masculina o mineiro Daniel Carneiro Zoia (3h41min) campeão e a piauiense Karine Frota (4h54min) foi a primeira mulher a cruzar a linha de chegada no feminino. Ao total, 382 ciclistas de 16 estados do país se testaram na competição.
Picos Pro Race 2019 (FOTO: Piva/PPR)
“Como sempre não dá para falar em facilidade na Picos Pro Race. Consegui meu bicampeonato na prova e com o titulo desse ano e a palavra que resume esse momento é alegria mesmo. Fico impressionada como Daniel (idealizador da prova) consegue todo ano achar mais ladeiras e ampliar o nível de dificuldades para nos e assim aumentar esse sofrimento, sofrimento que a gente adora”, disse Karine Frota ao cruzar a linha de chegada.
O mineiro Daniel Zoia foi para trilha como favorito e ao longo da prova e fez valer esse favoritismo. Daniel foi campeão, e de quebra ditou o ritmo da prova. No final, conquistou seu terceiro titulo na PPR. Em 2018, o ciclista não competiu, mas veio com a missão de defender os títulos 2015 e 2017. Figura carimbada nas provas do estado do Piauí, o ciclista da Audax/Corinthians atualmente é um dos principais nomes do Brasil quando o assunto é ciclismo Mountain Bike.
A competição teve atletas de 16 estados (FOTO: Piva)
“Me surpreendeu a parte da chuva, pois deixou a prova tão dura quanto se estivesse no sol. O chão molhado fez com que a gente tivesse que aplicar mais força na bike, mas mesmo assim a gente conseguiu fazer uma prova rápida e fechar em 3h41min. A Picos Pro Race tem uma altimetria muito boa, além de algumas boas passagens técnica que eles selecionaram muito bem”, explicou Daniel Zoia.
A Picos Pro Race (PPR) 2019 trouxe aos atletas um cenário diferente do habitual, pois o sol escaldante deu uma trégua e a largada da prova foi sob chuva, temperatura de 25 graus. A temperatura alta que é a principal característica aliados ao percurso muito técnico, deu lugar a subidas, seis ao total, que exigiram a parte física e também alguns trechos com lama por conta da chuva.
Daniel Carneiro Zoia (FOTO: Piva)
A prova teve 13 categorias oficiais e contou novidades: categoria Kids, que deu oportunidade a mais de 50 crianças de ter contato com o ciclismo e a categoria PNE, para portadores de necessidades especiais. A 8ª edição da Picos Pro Race acontece entre os dias 3 e 5 de julho de 2020, serão dois dias de prova na Cidade do Mel.
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Fonte: https://www.portalodia.com/blogs/da-arquibancada/mineiro-vence-picos-pro-race-piauiense-karine-frota-e-campea-feminina-367041.html

Araucária-PR terá mais um GP de Ciclismo em 1º de setembro

A Loks Promo Eventos, com apoio da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer, trará para Araucária mais um Grande Prêmio de Ciclismo de Estrada. A competição acontecerá no dia 1º de setembro e reunirá competidores em nove categorias. O trajeto será de 2km, em formato misto, com subidas e descidas.
As inscrições poderão ser feitas até o dia 28 de agosto pelo link www.lokspromo.com.br, no valor de R$ 70,00 para atletas federados e R$ 80,00 para não federados. Os três primeiros colocados ganharão troféus.
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Fonte: http://www.opopularpr.com.br/noticias/esporte/araucaria-tera-mais-um-gp-de-ciclismo-em-1o-de-setembro/

Henrique Avancini conquista resultado inédito na Copa do Mundo de MTB

Avancini é o primeiro brasileiro a conquistar uma medalha em uma etapa da Copa do Mundo de Cross Country de mountain bike.
Henrique Avancini levou o Brasil pela primeira vez na história ao pódio de uma etapa da Copa do Mundo de cross country olímpico (XCO) de mountain bike. O ciclista brasileiro ficou com a medalha de bronze na prova disputada hoje, 7, em Vallnord, Andorra. Avancini cruzou a linha de chegada 12 segundos após o suíço Nino Schurter, atual campeão mundial e olímpico. O também suíço Mathias Flückiger ficou com a prata.
A melhor posição de um brasileiro havia sido do próprio Avancini, em 2018, quando ficou em quarto lugar nas provas de Andorra e Itália.
Ele largou muito bem e liderou a primeira metade da prova. Durante todo o percurso, ele esteve entre os primeiros colocados. O outro brasileiro da prova, Luiz Henrique Cocuzzi, chegou na 37ª posição.
Na sexta-feira, 5, Avancini venceu a prova de short track (XCC). Ele completou as nove voltas do circuito reduzido com o tempo de 21min07s. Schurter chegou em segundo e o francês Maxime Marotte em terceiro. Esta foi a segunda vitória do brasileiro em provas de short track em Copas do Mundo, ambas em Andorra.
“Estou subindo os degraus. Foi um fim de semana muito bom, com uma vitória no short track na sexta e um terceiro lugar hoje. Não fiquei muito longe de uma vitória hoje. Senti que faltou um impulso final, que normalmente é o meu ponto forte, mas hoje faltou isso”, disse Avancini após o pódio.
Com o resultado, o brasileiro subiu uma posição na classificação da Copa do Mundo. Agora, ele está em quarto, com 655 pontos. O líder é Schurter, com 835. Mathias Flückiger vem em segundo, com 755. O holandês Mathieu van der Poel é o terceiro, com 700 pontos. Luiz Cocuzzi ocupa a 54ª colocacão na disputa
Na prova feminina de XCO em Andora, disputada no sábado (06.07), a vitória foi da holandesa Anne Terpstra, seguida da suíça Jolanda Neff e da ucraninana Yana Belomoina. A brasileira Raiza Goulão finalizou a prova em 59º lugar.
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Fonte: https://agenciaolimpica.com.br/ciclismo/ciclismo-de-montanha/8661/henrique-avancini-conquista-resultado-inedito-na-copa-do-mundo-de-mtb/

Sem favoritos, Volta da França ''será a mais difícil da história''

A edição 2019 do Tour de France, ou a Volta da França, a mais prestigiada corrida por etapas do ciclismo mundial, deu a largada nesse último sábado (6), em Bruxelas. É a 106ª temporada da história.
Até o dia 28 de julho, serão 21 etapas de um percurso de 3.460 km, com um recorde de passagens por montanhas e 54 km de contrarrelógio.
Vinte e duas equipes e 176 ciclistas, de várias nacionalidades, estão na competição. Nenhum brasileiro está na disputa. Para o diretor da prova, Christian Prudhomme, o percurso 2019 “será o mais difícil da história”. Sem a presença de vários favoritos, como o britânico Chris Froome ou francês Tom Dumoulin, que, machucados não podem participar.
Esta Volta da França será também a mais aberta dos últimos anos. Do pódio do ano passado, apenas o gaulês Geraint Thomas está na disputa e defenderá o título.
As três primeiras etapas acontecem na Bélgica, em homenagem ao ciclismo do país e seus campeões. O esporte é tão popular quanto o futebol. Os belgas participam da Volta da França desde o início da corrida, em 1903, e venceram várias edições, mas o mais celebrado de todos é Eddy Merckx, pentacampeão da corrida.
A edição de 2019 marca também um duplo aniversário: o centenário da camisa amarela, o famoso “maillot jaune”, que recompensa o vencedor de cada etapa, e os 50 anos da primeira conquista de Eddy Mercks na corrida francesa, em 1969. O ciclista belga, hoje com 74 anos, continua a ser um dos maiores atletas da história da Volta da França. Na opinião de Marc Madiot, o diretor geral da equipe francesa Groupama, no país do ciclismo, Merckx é rei:
"A Bélgica é o país do ciclismo. Comparando com o futebol, na Bélgica temos o público apaixonado como os torcedores do Liverpool", afirma. "Tem um conhecimento e um reconhecimento do público que existem em poucos lugares, talvez na região da Bretanha. E a Bélgica é sobretudo Merckx. Ele me lembra a minha infância, os meus primeiros passos no ciclismo”, diz Madiot.

Centenário do “maillot jaune”

Da Bélgica, o pelotão cruza a fronteira com a França no terceiro dia da prova, na segunda-feira (8), em direção ao leste do país. Em cada etapa, devido ao centenário do “maillot jaune”, edições comemorativas da camisa irão recompensar os vencedores. Serão 20 modelos diferentes, cada um deles ilustrado com a imagem de ciclistas campeões, a exemplo de Merckx, e monumentos que marcaram a história da prova, como o Arco do Triunfo, local de encerramento da corrida. Tradicionalmente, o Tour termina com os 127 km que separam Rambouillet da Avenida Champs-Élysées, em Paris, em clima de festa.

A primeira camisa amarela foi imaginada pelo fundador do Tour de France, Henri Desgrange, em 19 de julho de 1919, para o ciclista Eugène Christophe, que venceu a 11ª etapa daquele ano, na cidade de Grenoble. A cor foi escolhida porque as páginas do jornal “L’Auto”, que organizava a prova, eram amarelas.

Campeão brasileiro

O Brasil não tem nenhum campeão à altura de Eddy Merckx, mas um atleta brasileiro já fez história no Tour de France. O paranaense Mauro Ribeiro foi o primeiro, e ainda o único, representante do país a vencer uma etapa da prova francesa. A vitória foi em 1991, na nona etapa e na data simbólica do 14 de julho, Queda da Bastilha e dia nacional francês, e em uma época em que era raríssimo ver um brasileiro participando do circuito profissional de ciclismo.
“Para todo atleta de ciclismo, a Volta da França é a referência, a coisa mais importante que tem. Ser um atleta sul-americano em uma época em que o ciclismo era extremamente europeu e fazer essa façanha de ter vencido uma etapa da Volta da França, e ainda na data festiva do 14 de julho, foi uma coisa que me marcou e que marca até hoje a história da Volta da França”, lembra Mauro Ribeiro em entrevista à RFI.
O Tour de France é um evento excepcional e um dos mais importantes do calendário internacional, ao lado do Giro da Itália e da Volta da Espanha. A prova, desafiadora pelas dificuldades de seu percurso e charmosa pelas paisagens das várias regiões francesas, ajudou a popularizar o esporte em todo o mudo, apesar dos escândalos de doping que mancharam sua imagem no início do século 21. Hoje os controles são mais rígidos e, “apesar de casos esporádicos, a cultura do doping parece fazer parte do passado”, acredita Mauro Ribeiro.

A etapa brasileira do Tour de France

A Volta da França ajudou a popularizar o ciclismo no Brasil, onde o esporte cresceu muito desde a vitória do atleta paranaense nos anos 1990. Depois que parou de pedalar profissionalmente, o ex-atleta desenvolveu, com sucesso, o projeto da União Ciclista Internacional, “L’étape by Tour de France”, realizado há cinco anos em Campos do Jordão, com a participação de três mil ciclistas. O Brasil foi um dos pioneiros do projeto, inspirado e licenciado pela prova francesa, e que hoje é realizado em 15 países.
Mas o esporte no país é, principalmente, amador. O Brasil não tem atualmente nenhum atleta de nível “ProTour” para participar do circuito profissional, ao contrário de outros países da América Latina, como Argentina, Colômbia ou Equador, lamenta Mauro Ribeiro. Ele pede políticas de incentivo para o esporte.
Um mapa do itinerário da prova de ciclismo Tour de France de 2019.
“Em termos de gerações, base de formação e processos educacionais relacionados ao esporte de um modo geral, o Brasil está muito atrasado em relação a outros países, que entenderam que o esporte faz parte da educação e projetam trabalhos sociais junto às escolas. No Brasil, infelizmente, à própria confederação não tem recursos", constata Ribeiro. "Não é o ideal deles proporcionar um avanço estratégico para que as novas gerações pratiquem o esporte e, quem sabe, se tornem profissionais”, critica o ex-campeão brasileiro.
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Fonte: http://br.rfi.fr/esportes/20190707-com-ausencia-de-favoritos-volta-da-franca-sera-mais-dificil-da-historia