João Pedro Rossi, de Ribeirão Preto (SP), vem sendo uma das principais atrações da Volta Ciclística Internacional do Estado de São Paulo. O ciclista da Swift Pro Cycling venceu a primeira etapa, com chegada em Itu, e manteve a camisa de líder após a segunda etapa disputada entre Sorocaba e Boituva.
    A 1ª etapa, que teve o percurso encurtado para 62,2 km com largada em Barueri e chegada em Itu, terminou com João Pedro cruzando em primeiro lugar no sprint final. Ele completou o trecho em 1h23min39s, com Igor Molina (Pindamonhangaba Cycling Team) e Lauro Chaman (Soul Cycles Santos) logo atrás, todos com o mesmo tempo oficial. A vitória rendeu a Rossi a liderança geral da prova.

Segunda etapa e manutenção da liderança

    Na segunda etapa (Sorocaba → Boituva), disputada em 90,5 km, o dia foi de vitória para outro sprinter — Vinícius Silva — que levou o triunfo no sprint final. Mesmo assim, João Pedro Rossi conseguiu manter a liderança da classificação geral: neste momento ele aparece com 3 segundos de vantagem sobre Igor Molina e 4 segundos sobre Lauro Chaman.

Contexto da Volta e percurso restante

    A edição em curso reúne 19 equipes (nacionais e algumas internacionais) e soma aproximadamente 695 km divididos entre cinco etapas, passando por cidades como Barueri, Sorocaba, Porto Feliz, Tatuí, Boituva e Indaiatuba — com a terceira etapa marcada para esta sexta-feira em Indaiatuba. A prova vale pontos para o ranking da Confederação Brasileira e tem gerado bastante interesse regional.

Análise rápida do desempenho de Rossi

    Força no sprint: a vitória na etapa encurtada em Itu mostra que Rossi soube posicionar-se bem para o sprint final e contar com sua equipe na proteção e na preparação do lance decisivo.
    Gestão do tempo: manter a liderança após a segunda etapa, mesmo sem vencer, indica bom trabalho coletivo da Swift Pro Cycling e foco na proteção da camisa. A vantagem de segundos será preciosa se a prova se decidir por bonificações e pequenos gaps.
    Próximos desafios: as etapas seguintes, com percursos variados e possível presença de trechos seletivos, podem abrir oportunidades para adversários ganharem tempo — Rossi e sua equipe precisarão controlar fugas e manter o pelotão unido nos trechos críticos.

O que observar nos próximos dias

Se a Swift Pro Cycling conseguirá controlar cortes em etapas com vento ou trechos ondulados.
Se rivais como Igor Molina e Lauro Chaman vão tentar ataques em chegadas reduzidas ou buscar bonificações para tirar a liderança por poucos segundos.
Possíveis trocas na classificação de montanha e pontos — detalhes que podem influenciar a estratégia das equipes.
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Fontes: Federação Paulista de Ciclismo / Bikemagazine