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Letícia Cândido quer aproveitar Mundial depois de estreia 'bater na trave'

    
    No que pode    ria ter sido sua primeira participação em um Campeonato Mundial de mountain bike, a ciclista mineira Letícia Cândido viu o sonho se desfazer com uma queda nos treinos do local da competição faltando poucos dias para sua estreia. Letícia seguiu com a delegação e precisou ver os companheiros do lado de fora. Em 2020, ela volta a ganhar nova oportunidade, com a certeza de que lições foram tiradas.
        "Eu esperava ser chamada neste ano novamente, mesmo em um período de incertezas. O acidente do ano passado é algo que acontece, a queda que sofri foi importante para o meu crescimento. Quando estamos em um Mundial pela primeira vez, existe muita euforia e acho que isso me desestabilizou. Agora estou com outra cabeça, mais madura e tenho certeza que minha participação será completa. Quero representar bem o Brasil e voltar com pontos na bagagem", comenta a atleta, natural de Ouro Branco.
        Letícia não é favorita para representar o Brasil na Olimpíada de Tóquio, mas não desiste da possibilidade. Diante de potências do mountain bike mundial, ela não pensar em uma colocação específica.
        "Mundiais são sempre difíceis, ainda mais quando se está estreando. Ano passado não pude sentir a intensidade da prova. Para este ano, não estabeleci meta. Treinei muito e quero dar o meu melhor. O resultado será a consequência do que vou fazer", indica. 
        Uma das representantes de Minas Gerais no time nacional, ela parte nesta sexta-feira para a sede do evento, em Leogang, na Áustria. Além dela, Guilherme Muller também estará defendendo o Estado, celeiro da modalidade. "Será incrível termos dois mineiros por lá", resume.
        Apesar da possibidade que tinha de realizar os treinos longe de casa, ela fez questão de, nos últimos anos, se manter na sua cidade-natal, contando com boa estrutura, profissionais capacitados e a presença da família e dos amigos.
        "Isso favorece o lado psicológico. Meu treinador acompanha meu rendimento em tempo real. A preparação física faço com um personal, que está sempre do meu lado, assim como as atividades de fisioterapia. Ouro Branco é a cidade que escolhi para viver e treinar, na região consigo fazer circuitos e simulações, não sinto falta de nada", garante.
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