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Liberada da lista de doping, cafeína avança em popularidade

- -_A dieta de atleta fez nascer uma antiga rotina após o almoço para Rafael Borges, 28 anos. Assim que acaba de comer, o ciclista bebe logo uma xícara de café. Em um dia, esse número, em geral, passa de quatro doses. E só faz aumentar em época de provas, a ponto de Rafael mandar manipular cápsulas de 200mg de cafeína para obter um melhor desempenho.
- -_“A cafeína estimula, aumenta o foco, e você fica mais ligado durante as provas”, assegura. “Os médicos não recomendam tomar em dias quentes, porque ela aumenta a temperatura corporal. Aí, em vez de tomar uma capsula, tomo só uma xícara”, detalha o ciclista, que rompeu o ligamento cruzado anterior do joelho direito em um acidente de moto no fim do ano passado, e está fazendo remo, canoagem e natação para não perder o condicionamento físico. O plano é voltar com força total para a equipe de ciclismo de Ribeirão Preto, daqui a dois meses.
- -_A substância é um estimulante do sistema nervoso central que, ao chegar à corrente sanguínea, atinge o córtex cerebral. Ela provoca efeitos como a redução da fadiga e a melhora da concentração e da capacidade do desempenho de atividades motoras. A cafeína, que já foi classificada como ilícita, não é mais proibida pela Agência Mundial Antidoping (Wada) desde 2004, quando seus efeitos foram considerados irrisórios no desempenho dos competidores.
- -_“Não existe fundamento científico que comprove que ela aumenta a performance. Ela pode incrementar a performance, com doses pequenas, como uma xícara de café. Mas, em doses altas, vai gerar um tremor e, na maioria dos esportes, o atleta precisa de uma mobilidade fina para desempenhar suas funções”, explica o Dr. Eduardo Henrique De Rose, diretor do Departamento Antidoping do Comitê Olímpico Brasileiro (COB).
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Fonte:
Superesportes

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