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Renata Falzoni: Ciclismo é saúde na terceira idade

. O avanço dos anos traz consigo a perda progressiva de massa muscular, o que provoca a diminuição da força e, consequentemente, da capacidade funcional. Em pessoas sedentárias na faixa dos 50 aos 70 anos, esta perda pode ser de 15% a cada 10 anos. A partir dos 70, este percentual negativo pode acumular 30% a cada década.
. A melhoria da resistência dos músculos, sobretudo dos de coxas, panturrilhas, glúteos e abdômen, se dá a partir de treinos de força muscular, uma das características do ciclismo para idosos, prática que, da mesma maneira, traz benefícios para quem sofre de osteoporose à medida que também contribui para o aumento da massa óssea.
. O esporte também otimiza o consumo de oxigênio, incrementando a frequência cardíaca, o volume sistólico (quantidade de sangue bombeada pelo coração em cada contração) e o débito cardíaco (montante de sangue bombeado pelo coração por minuto). Ademais, amplia a flexibilidade articular.
Ciclismo para idosos retarda envelhecimento
. Assim como outras atividades físicas, o ciclismo para idosos ajuda a retardar certos efeitos do envelhecimento, como a redução da estatura e da flexibilidade, principalmente. O aperfeiçoamento da noção de equilíbrio, que com a idade fica comprometido, é mais uma vantagem atribuída ao esporte.
. O ciclismo para idosos facilita a queima de gordura, o que pode impactar na redução de níveis de colesterol. Também é relacionado ao alívio de sintomas de estresse e hipertensão.
. Esporte que incentiva a socialização ao convidar os praticantes a passeios e competições, logo, a conhecer pessoas novas, o ciclismo para idosos contribui à redução do isolamento social e a depressão.
Veja na reportagem de Renata Falzoni.
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Fonte: http://www.bikeelegal.com/video/1817/falzoni-na-gazeta_-ciclismo-e-saude-na-terceira-idade

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