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Mesmo com apoio pequeno, atletas seguem vencendo

:: O velódromo do Jardim Botânico é um dos poucos locais que recebeu uma restauração em 2011, após nove anos de rachaduras
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--_O velódromo do Jardim Botânico é um dos poucos locais que recebeu uma restauração em 2011, após nove anos de rachaduras. Classificada como “maquiagem”, pela Federação Paranaense de Ciclismo, a manutenção ainda é longe do ideal, mas vai dar fôlego aos ciclistas para pedalarem mais e aproveitar os dias de sol, já que o espaço não é fechado e compromete os treinos quando está chovendo.
--_E o mínimo de investimento, dá retorno. No dia 4 de abril, a Federação promoveu a Copa Hernandes Quadri Júnior de Ciclismo, no Velódromo. Foram provas em 11 modalidades diferentes de corridas válidas para o Ranking Brasileiro de Pista. A equipe de Curitiba GF Ciclismo/Unilance foi a maior vencedora da Copa, com vitórias em onze competições, além de diversos pódios na segunda e terceira colocação.
--_Outro local que gera críticas é o Parque Náutico de Curitiba. José Agmarino de Jesus Coelho, conhecido como Zecão, é campeão paranaense, brasileiro e Sul-Americano de paracanoagem na categoria LTA. Ele treina junto com outros para-atletas nas raias do parque e não está satisfeito com o que é oferecido. “Está horrível, todo esburacado. O barracão não tem banheiro adaptado e depois do treino, não temos onde tomar banho. É um desrespeito conosco”, avalia.
--_Ele, que embarcou no começo do mês para o Sul-Americano, ainda se diz revoltado com a falta de apoio do poder público. “A maioria de nossos atletas é de Curitiba, mas acabamos cadastrando o nosso clube de canoagem em São José dos Pinhais, porque na Capital a burocracia é muito grande. Não conseguimos uma ajuda efetiva, apenas migalhas”, conta.
--_Enquanto o poder público não coloca muitas ações em prática, as federações sobrevivem destas “migalhas” — como classifica o superintendente da Federação Paranaense de Voleibol, Olegario Stingli —, e de pequenos ajustes no que resta da estrutura física que um dia foi referência mundial, mencionando o Tarumã.
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Entre migalhas e promessas. Esse é o retrato de atletas e federações que tentam impulsionar o esporte em Curitiba. Cansados de ouvir, eles relatam que seguem seu trabalho sem esperar mais nada. “É muito papo e pouca ação. Precisamos de investimento em estrutura, em atletas de alto rendimento. Algo completamente diferente do que se tem visto. Enquanto isso ficar só na conversa, não temos como acreditar que vão nos ajudar”, conclui Stingli.
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Fonte: Bem Paraná
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