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Volta ao Dubai: Kittel vence 1ª etapa

O ciclista alemão Marcel Kittel (Quick-Step Floors) venceu nesta terça-feira ao sprint a primeira etapa da Volta ao Dubai.
Kittel completou os 181 quilômetros da etapa, com lergada e chegada no Dubai, com o tempo de 4h06m33s, superando em cima da linha de chegada o holandês Dylan Groenewegen (LottoNL-Jumbo) e o britânico Mark Cavendish (Dimension Data).
Na geral, Kittel lidera com três segundos de vantagem sobre o italiano Nicola Boem (Bardiani-CFS) e quatro sobre a dupla formada por Groenewegen e o britânico Thomas Stewart (One Pro Cycling).
Na quarta-feira, disputa-se a segunda etapa, uma tirada de 188 quilômetros que ligará o Dubai a Ras al-Khaimah.
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Fonte:  http://www.record.pt/modalidades/ciclismo/detalhe/volta-ao-dubai-kittel-vence-1-etapa-e-nelson-oliveira-acaba-em-40.html

Uma curiosidade! Boonen se é primeiro ciclista a vencer com freio a disco

O belga Tom Boonen entrou para a história do ciclismo profissional ao se tornar o primeiro atleta a vencer uma prova utilizando uma bicicleta de estrada com freio a disco. O atleta da Quick-Step Floors ganhou a segunda etapa da Volta a San Juan, na Argentina, com uma bicicleta equipada com o polêmico sistema de frenagem.
Um veterano do ciclismo profissional, Boonen planeja correr utilizando freio a disco até sua aposentadoria, na clássica Paris-Roubaix, marcada para 9 de abril. Ele já venceu quatro vezes a prova, em que uma grande discussão sobre o uso deste tipo de equipamento foi levantada após um acidente com o espanhol Francisco Ventoso no ano passado.
“Estou orgulhoso de ser o primeiro profissional a vencer com freios a disco. Sempre fui um grande fã desta incrível melhora desde o começo. Ela não apenas melhora a segurança como te dá mais controle da bicicleta nas curvas”, disse Boonen.

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Fonte: https://www.ativo.com/bike/ciclismo/boonen-primeiro-vencer-freio-a-disco/

O que é, e como tratar a dor muscular tardia em ciclistas


Muito comum nessa época do ano, em que ciclistas realizam treinamentos complementares, a Dor Muscular Tardia (DMT) pode ser um fator de desconforto e até mesmo atrapalhar os planos de treinamento. A DMT pode aparecer 24 a 48h após o treino, e permanecer por até uma semana. No caso do ciclismo, um treino mais forte, uma mudança abrupta na rotina ou exercícios que recrutem músculos diferentes daqueles que o ciclista está acostumado a usar no dia a dia podem causar o problema.
A dor muscular tardia resultante de um treino específico na bike tem baixa magnitude e rapidamente some. Mas quando um exercício diferente, fora da bike, é realizado, aí sim a DMT pode aparecer com força. Isso porque um estímulo muito diferente do que o músculo está acostumado foi recebido.
Uma situação que pode acarretar a dor muscular tardia é o treino com pesos, especialmente as primeiras sessões feitas por ciclistas que não costumam treinar com pesos durante toda a temporada. Isso acontece porque o treino com pesos envolve ações musculares excêntricas (efeito similar pode acontecer quando o ciclista, que não costuma correr, começa a praticar corrida).
A ação muscular excêntrica é aquela em que o músculo necessita gerar força enquanto é alongado. Para ficar mais fácil, imagine que você está fazendo um agachamento com pesos. No momento em que você está agachando, o seu joelho é flexionado e o seu quadríceps se contrai. Assim, os músculos do quadríceps são alongados, produzindo força – ou seja, está trabalhando de maneira excêntrica. Quando isso acontece, a grande tensão experimentada pelos músculos contribui para acúmulo de metabólitos e danos estruturais nos tecidos musculares. Isso leva ao aumento de substâncias inflamatórias no músculo, que estimulam receptores de dor, aumentando a sensibilidade da pele e a rigidez do músculo, além de reduzir a amplitude de movimento da articulação. Ou seja, a região fica dolorida ao toque, o músculo enrijecido e há dificuldade em realizar o exercício com a amplitude de movimento adequada. Não precisa ser um especialista para imaginar que isso vai atrapalhar no treino seguinte.
Mas como lidar com essa situação se em 48h (ou menos) você pretende estar treinando novamente?
Treinar com DMT pode ser difícil, pois a percepção de esforço fica alterada. É difícil realizar as amplitudes ideais de movimento, bem como manter a velocidade adequada de execução dos movimentos. Embora a dor muscular tardia faça parte do processo de adaptação neuromuscular ao exercício, se ela puder ser minimizada, será melhor.
Muitas estratégias vem sendo estudadas para isso, como por exemplo o uso de laserterapia, massagem, contraste quente-frio, e crioterapia. Até então, a crioterapia é a estratégia mais popular, devido ao seu baixo custo e a facilidade para seu uso. A imersão em água fria (crioterapia) promove a vasoconstrição, que ajuda a minimizar a inflamação, o edema (inchaço) e os espasmos musculares (aquelas contrações involuntárias que podem ocorrer em condições mais severas de DMT).
Uma forma efetiva de uso da crioterapia para minimizar a dor muscular tardia é a imersão da musculatura trabalhada em água fria (15°C) por 30 minutos, logo após o treino. Além de reduzir os sintomas, essa estratégia também auxilia na recuperação de danos no tecido muscular. Portanto, é boa forma de minimizar a ocorrência da DMT.

Por Felipe Carpes

Leituras sugeridas:
  • Rossato M, et al. Effects of cryotherapy on muscle damage markers and perception of delayed onset muscle soreness after downhill running: A Pilot study. Rev Andal Med Deporte. 2015;8(2):49–53.
  • Baroni BM, et al. Low level laser therapy before eccentric exercise reduces muscle damage markers in humans. Eur J Appl Physiol. 2010;110:789–96.
  • Hilbert JE, et al. The effects of massage on delayed onset muscle soreness. Br J Sports Med. 2003;37:72–5.
  • Ingram J, Dawson B, Goodman C, Wallman K, Beilby J. Effect of water immersion
  • methods on post-exercise recovery from simulated team sport exercise. J Sci Med Sport. 2009;12:417–21.
  • Peiffer JJ, Abiss CR, Nosaka K, Peake JM, Laursen PB. Effect of cold water immersion
  • after exercise in heat on muscle function, body temperatures and vessel diameter. J Sci Med Sport. 2009;12:91–6.
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Fonte: https://www.ativo.com/experts/dor-muscular-tardia-em-ciclistas/

Weber Shimano Ladies Power conquista o 1º Tour Feminino Internacional do Uruguai

Ladies Power exibem os troféus conquistados no Uruguai | Lee Kaneshiro / Divulgação


A equipe Weber Shimano Ladies Power, projeto de ciclismo profissional que reúne as melhores expoentes de estrada da América Latina, confirmou no último domingo o seu domínio no continente, após vencer todos os troféus em disputa no 1º Tour Feminino Internacional do Uruguai. Além do título geral, com o tempo acumulado de suas três melhores atletas em 23h18min07seg, após quatro etapas realizadas, as Ladies garantiram ainda as vitórias individual, montanha e sprint, as três com a cubana Marlíes Mejías.
O título de Marlíes Mejías veio após vencer a primeira e quarta etapas, na sexta e domingo, respectivamente, e ter garantindo dois pódios na jornada dupla realizada no sábado, quando foi a segunda colocada na prova realizada de manhã e também no contra-relógio, disputado à tarde. Assim, a cubana assegurou o troféu com o tempo de 7h45min07seg.
A cubana Marlíes Mejías em ação no Uruguai | Divulgação

O pódio final da competição teve ainda outras duas ciclistas da equipe, a chilena Aranza Villalón (7h45min41) e argentina Mercedes Fadiga (7h46min15), em segundo e terceiro lugares. Completaram as cinco primeiras posições a brasileira Tamires Radatz (Avaí Florianópolis) e a argentina Dolores Rodríguez (Jam Rod Cycling).
Nas outras duas disputas individuais, mais duas vitórias de Marlíes Mejías, com o domínio total das Ladies Power. No prêmio de montanha, a cubana venceu com 15 pontos, contra cinco de Mercedes e quatro de Aranza. Já na meta-volante, Marlíes somou 14 pontos, contra nove de Aranza e sete de Mercedes. A chilena Aranza Villalón garantiu ainda o título do sub-23.
A 1ª edição do Tour Feminino Internacional do Uruguai teve 280 km pedalados em quatro etapas, e reuniu 15 equipes e 80 atletas de seis países: Argentina, Brasil, Espanha, Chile, Cuba e Uruguai. Entre as brasileiras, estiveram presentes a Memorial de Santos, na sexta colocação geral, e a Avaí Florianópolis, no oitavo lugar. Agora, as meninas se preparam para a Volta Feminina de San Juan, na Argentina, em fevereiro.
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Fonte: http://blogs.oglobo.globo.com/de-bike/post/weber-shimano-ladies-power-conquista-o-1-tour-feminino-internacional-do-uruguai.html

José Luiz Vasconcellos é reeleito presidente da CBC pela terceira vez

José Luiz Vasconcellos, atual presidente da Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC), foi reeleito pela terceira vez, no último sábado, em Curitiba, no Paraná, e vai gerir a Confederação pelos próximos quatro anos (2017-2020).
Na manhã de sábado, os presidentes das federações afiliadas e representantes dos atletas se reuniram em Assembleia Geral Ordinária, onde foram apresentados todos os trabalhos da confederação referentes ao ano de 2017. A CBC também teve as contas aprovadas por 23 votos a 3 contrários.
A Assembleia Geral Eletiva ocorreu depois do almoço e contou com a participação direta das federações afiliadas, comissão de atletas e clubes.
A chapa 01 - Ciclismo Para Todos, encabeçada por Vasconcellos, contou com o vice-presidente Gilvan Costa Cavalcante e o 2º Vice-Presidente Marcos Lorenz, somou 56 votos contra 38 votos acumulados pela chapa 2 - #JuntosPodemosMais, que foi composta por Edmilson das Virgens como candidato a presidente, Sandro Oliveira como vice-presidente e Renato Buck 2º Vice-presidente.
O desafio para o novo mandato, será dar uso aos equipamentos olímpicos (velódromo e pista de BMX) que até hoje se encontram fechados.
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Fonte: http://blogs.oglobo.globo.com/de-bike/post/jose-luiz-vasconcellos-e-reeleito-presidente-da-cbc-pela-terceira-vez.html

Ned Overend, Lenda viva do MTB mundial, batiza trilha em Bike Park em SP

O americano Ned Overend, lenda do mountain bike mundial, esteve no Brasil há alguns meses atrás e se apaixonou pelo Zoom Bike Park, em Campos de Jordão, São Paulo. Como Ned até hoje conta com patrocínio da Specialized eles se associaram ao bike park para desenvolverem uma trilha desafiadora e ao mesmo tempo segura para a prática mais intensa do MTB. Com alguns meses de projeto e muito trabalho em segredo, a trilha foi iniciada do topo de uma montanha e segue até a parte mais baixa da propriedade, e tem como missão ser a trilha mais desafiadora, mais longa e divertida do Brasil.
A inauguração foi feita aproveitando o Training Camp Specialized 2017, evento exclusivo para o treinamento e divulgação dos atletas e embaixadores que representarão a marca neste ano.
Trilha em construção | Divulgação
Ao todo são 2,9 quilômetros de puro single track, com rampas, duplos, curvas off-cambers e de madeira, trechos de alta velocidade e muita técnica. No início da trilha há um portal que batiza a trilha de NED TRAIL, um tributo feito ao atleta que escreveu seu nome no Hall Of Fame do esporte. Deste ponto em diante, em meio a curvas e duplos, ela te leva ao centro de uma floresta, onde está uma ponte de madeira suspensa - ou seja, totalmente sustentada por cabos de aço - com um visual incrível e aproximadamente 7 metros de altura em relação ao solo. Ao passar por ela a sensação é de que você está flutuando em um barco, trecho que coincidiu perfeitamente com um dos apelidos de Ned Overend: O capitão. Ao passar pela ponte você encontrará um pergaminho contendo um pouco da história do atleta e da marca.
A trilha continua pela extensão do parque com um trecho mais natural e mais técnico, com raízes, pedras, curvas de terra e madeira, e saltos longos. Um trecho de alta velocidade que coloca a prova a habilidade até mesmo dos pilotos mais experientes. Neste ponto há uma referência a StumpJumper, a primeira bicicleta de montanha produzida em série no mundo, e que a Specialized produz até hoje. Foi sobre este modelo que Ned se tornou o primeiro Campeão Mundial de Cross-Country de todos os tempos em 1990.
Ned testando a trilha | Divulgação
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Fonte: http://blogs.oglobo.globo.com/de-bike/post/ned-overend-batiza-trilha-de-mtb-em-bike-park.html

Specialized Racing BR apresenta equipe para 2017

André Bretas é um dos destaques na Elite | Fábio Piva / SPZ
Na última temporada, a Specialized Racing BR conseguiu o feito de emplacar dois atletas nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Para este ano, a meta é investir na base e formar novos atletas. Para dar continuidade na evolução do mountain bike, a equipe adotou uma estratégia inovadora em sua estruturação: investir em capacitação técnica para formação de sua categoria de base, e unificar o time trazendo atletas de elite de outras modalidades que já representavam a marca nos circuitos nacional e internacional.
O mineiro Henrique Furtado é o responsável pela educação técnica. Ele é formado em Saúde e Educação Física nos Estados Unidos, de onde traz uma extensa bagagem dos times de ciclismo universitários americanos. Competiu no ciclismo de estrada, cross-country e short-track durante seis temporadas, participou do campeonato americano universitário no contra-relógio e já esteve envolvido no cyclocross. Ele transmitirá aos atletas toda sua vivência e aprendizado paralelamente ao treinamento físico da equipe.
André Bretas, Isabella Ribeiro e Diogo Malagon (recém contratado) vão liderar na Elite. Em comum aos três está a vivencia em corridas duras, envolvendo mais de uma modalidade e até cinco dias de prova. André Bretas foi campeão invicto do Enduro no Brasil, e o melhor brasileiro no ranking do Enduro World Series. Já no Triatlhon-Cross, Isabella Ribeiro foi Top 20 no Mundial Xterra Hawaii e Diogo Malagon Vice-Campeão do circuito Nacional.
Na Sub23 o time será representado pelos já conhecidos Erick Bruske e Larissa Brasa, que desde muito cedo estão com a Specialized competindo no circuito nacional. Érick é bicampeão Brasileiro Junior, e medalha de bronze no Pan-americano de Revezamento por Equipe, enquanto Larissa é Campeã da Copa Internacional de MTB.
Bruna Elias em ação | Fabio Piva / Piva Fotos
Na Junior estarão Lucas Sírio e Bruna Elias. O mineiro Lucas foi Campeão Brasileiro de Maratona Junior em 2016, e bicampeão da Copa Internacional em 2015. Enquanto a gaúcha Bruna Elias é bicampeã Brasileira de XCO, Campeã da Copa Internacional e vice-campeã Pan-americana.
- O propósito da Specialized Racing BR é garantir que todos os atletas tenham treinamento e suporte de qualidade em um ambiente duradouro, implementando uma cultura de time com a educação que engrandece o atleta como competidor e ser humano, com consciência de equipe e interdependência, onde os atletas aprendem entre eles, com a gente e com a própria experiência para transmitir isso no futuro. Isso gera um ciclo, profissionaliza e ajuda a manter o nosso esporte vivo -, disse Lucas Marion, responsável por Sports Marketing da marca.
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Fonte: http://blogs.oglobo.globo.com/de-bike/post/specialized-racing-br-apresenta-equipe-para-2017-com-foco-na-formacao-de-novos-atletas.html

Audax apresenta nova equipe para 2017

Com quase dois anos no mercado, a Audax, marca de bikes de alta performance do Grupo Claudino, já alcançou espaço no Brasil e no mundo, mostrando força e ousadia por onde passa. Com desafios ainda maiores para 2017, a marca anunciou nessa segunda-feira (23) o novo time de ciclistas que vai disputar competições levando o nome da Audax cada vez mais longe.
Além dos campeões que dispararam nos rankings de diferentes categorias em 2016, Sofia Subtil, Zé Gabriel, Daniel Zóia, Luiz Alves e Lucas Borba, o Audax Bike Time, que passa a se chamar Bike Team Audax/FSA - em referência à parceria com a marca italiana - ganha um reforço com mais dois atletas de peso: André Aikawa, um garoto de 16 anos que acaba de ingressar na categoria Junior; e Tiago dos Santos, paratleta revelação em triathlon, cross triathlon e mountain bike.
“A Audax oferece todas as possibilidades para que nosso desempenho seja extraordinário, com as melhores bikes”, comenta Thiago, que busca uma vaga na Paraolimpíada de Tóquio. O piauiense e veterano na equipe, Luíz Alves, fala sobre motivação. “Estamos com boas expectativas, recebendo novos atletas no time, o que reforça a vontade de buscar novos títulos, inclusive conquistas internacionais”, anunciou o atleta que ocupa o 2° lugar do ranking de paratletismo na categoria PT2.
Com a equipe renovada, a marca pretende conquistar mais pódios em grandes competições. Outra novidade da temporada vai ajudar na expansão dessas conquistas.
A Audax fechou inúmeras parcerias com lojistas de todo o Brasil para apoiar as equipes que já disputam pelas lojas, agregando recursos aos atletas competidores e marcando presença em praticamente todas as disputas do país.

Em busca de mais conquistas

Hoje chega a 200 o número de revendedores das bicicletas da marca no Brasil. Em Teresina, o projeto vai, por exemplo, dar ao atleta local Francisco Edio uma chance de mostrar seu talento Brasil a fora. A partir da parceria com a MR Peças, o atual campeão Piauiense de Mountain Bike disputará provas com o uniforme Audax.

Após a apresentação oficial da nova formação, o Bike Team Audax já encara as duras trilhas do Piocerá e segue para a Copa Internacional de Mountain Bike, disputa que abre o calendário da União Ciclística Internacional (UCI). A expectativa, segundo atletas e diretoria Audax, é de superar limites em busca da pedalada perfeita.
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Fonte:  https://www.pedal.com.br/contratacoes-2017-audax-apresenta-nova-equipe_texto11664.html

Tour de San Juan 2017: O holandês Bauke Mollema (Trek Segafredo) é o grande campeão!

O holandês Bauke Mollema, da equipe Trek Segafredo, sagrou-se campeão da Vuelta a San Juan depois do termino da etapa final ca competição neste domingo, que incluiu no fechamento da vitória do argentino Maximiliano Richeze (Quick Step) na sétima etapa.
O triunfo de Mollema se deu após o italiano Vincenzo Nibali, falhar na tentativa de fuga no último dia que foi neutralizado pelo pelotão a oito quilômetros da chegada.
Atrás do piloto holandês completou o pódio chegou o espanhol Oscar Sevilla, Equipe Inder Medellin e o colômbiano Rodolfo Torres (Androni Giocattoli).
Como aconteceu com a penúltima etapa, disputada no sábado, esta última etapa foi reduzida em extensão, 138,2 km a 127 km, com a largada e chegada na cidade de San Juan, por causa do calor intenso, como a temperatura excedendo os 40 graus no momento de iniciar a etapa.
E também, como aconteceu no sábado, a vitória foi para a mãos de Maxi Richeze, que escapou do pelotão nos últimos 1000 metros, sendo seguido pelo belga Tom Boonen, seu companheiro de equipe, e o italiano Matteo Malucelli (Androni).
Assim, a equipe Quick Step, foi coroada como clara soberana da Volta de San Juan por vencer cinco das sete etapas.
Anteriormente, Vincenzo Nibali (Bahrein Merida), o argentino Gonzalo Najar e Juan Pablo Dotti (SEP San Juan), havia idealizado uma fuga com quase 2min em relação ao pelotão e daria a vitória final para o italiano, mas foram alcançados nos últimos oito quilômetros antes da chegada.
A Vuelta a San Juan, pertencente ao calendário UCI America Tour 2017, a Argentina recebeu este ano o a organização Tour de San Luis, mas não foi feito por razões económicas.

Classificação da sétima e última etapa:

1. Maximiliano Richeze (ARG) 2h16m48s
2. Tom Boonen (BEL) 3 seg
3. Matteo Malucelli (ITA) M. T.
4. Andrea Guardini (ITA) M. T.
5. Nicola Ruffoni (ITA) M. T.
6. José Luis Rivera (ARG) M. T.
7. Ramunas Navardauskas (LTU) M. T.
8. Attilio Viviani (ITA) M. T.
9. Daniel Juárez (ARG) M. T.
10. Viel Mattia (ITA) M. T.

Classificação final:

1. Bauke Mollema (NED) 20h19m00s
2. Oscar Sevilla (ESP) para 14s
3. Rodolfo Torres (COL) 16s
4. Ricardo Escuela (ARG) 20s
5. Rui Costa (POR) 26s
6. Laureano Rosas (ARG) 27s
7. Ramunas Navardauskas (LTU) 49s
8. Vincenzo Nibali (ITA) 1m15s
9. Egan Bernal (COL) 1m29s
10. Pieter Serry (BEL) 1m31s

QUE INVEJA!! Eurosport promete 200 dias de ciclismo em direto até ao final do ano

Um novo acordo assinado pelo canal de esportes Eurosport garante quatro horas de transmissão, ao vivo, por etapa, durante o Giro d'Italia e a transmissão de mais provas já em 2017. No total, os fãs da modalidade vão poder desfrutar de mais de 200 dias de competição, ao vivo, ao longo do ano.
A assinatura de um novo acordo de longa duração com a IMG, empresa detentora de direitos televisivos, engloba as principais competições ciclísticas italianas, as Clássicas da Flandres e outras corridas internacionais.
O Eurosport garante, assim, um calendário de transmissões que inclui as três grande voltas (Giro, Tour e Vuelta) e os cinco monumentos do ciclismo - designação que inclui as mais antigas e prestigiadas clássicas de um dia.
Quanto às novas provas, passam a integrar as emissões dos canais Eurosport as seis clássicas da Flandres, incluindo a icónica Gent-Wevelgem, a Volta à Romandia, a Volta à Grã-Bretanha e, do outro lado do atlântico, a Volta ao Utah e a Volta a Alberta.
Lista de provas 
  • França
    • Tour de France
  • Espanh
    • Vuelta a España
  • Itália 
    • Strade Bianche
    • Tirreno-Adriatico
    • Milão-São Remo
    • Giro d'Italia
    • Milã Turim
    • Il Lombardia
    • Gran Piemonte
  • Clássicas de Flandres
    • Gent – Wevelgem
    • Brabantse Pijl
    • Omloop het Niewsblad
    • Dwars door Vlaanderen
    • Brussels Cycling Classic
    • Scheldeprijs Schooten
  • Outras Provas
    • Volta à Romandia
    • Volta à Grã-Bretanha
    • Volt ao Utah
    • Volta a Alberta
    • Volta ao Abu Dhabi
    • Volta ao Dubai
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Fonte: https://filmspot.pt/artigo/eurosport-promete-200-dias-de-ciclismo-em-direto-ate-ao-final-do-ano-9517/

Inventor do doping mecânimo admite possível uso desde 1998

Istvan Varjas, o engenheiro húngaro considerado o cérebro da invenção do doping mecânico, disse esta nesta última sexta-feira, acreditar que os ciclistas profissionais recorrem a essa forma de dopagem desde 1998.
Num segmento do programa '60 Minutes', da cadeia norte-americana CBS, que foi ao ar ontem (domingo, 29/01), Varjas revela que, em 1998, desenhou um motor para caber dentro do quadro de uma bicicleta, que foi comprado por um anónimo por dois milhões de dólares (cerca de 6,245 milhões de Reais).
O acordo, com o comprador anônimo, incluía também uma cláusula que obrigava o engenheiro húngaro a não trabalhar em novos modelos de motores, falar sobre eles ou vendê-los durante dez anos.
Varjas reconheceu que pensa que a sua 'criação' foi usada para fazer "trapaça" em provas de ciclismo, mas negou ter responsabilidade na disseminação do doping mecânico.
No mesmo programa, o norte-americano Greg LeMond, três vezes vencedor da Volta a França, exigiu maior controle por parte das entidades responsáveis do ciclismo.
"Isto é curável, é solucionável. Não vou confiar até descobrirem como tirar o motor da bicicleta. Não confiarei em qualquer vitória na Volta a França", disse LeMond.
Em dezembro, em entrevista ao diário francês 'Le Monde', Varjas revelou que uma grande investigação televisiva pode apresentar, em breve, mais detalhes sobre o doping mecânico ou 'fraude tecnologica', como é apelidada pela União Ciclista Internacional (UCI).
De acordo com o engenheiro húngaro, a investigação poderia ser emitida em janeiro, com o diário francês a arriscar que as novas revelações podem causar um 'terramoto' tão grande como o 'affaire' Festina, o primeiro caso conhecido de um esquema de dopagem organizado, que 'parou' a Volta a França de 1998.
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Fonte: http://www.record.pt/modalidades/ciclismo/detalhe/inventor-do-doping-mecanimo-admite-possivel-uso-desde-1998.html

Copa Internacional de MTB 2017 - Araxá - Inscrições abertas

A primeira etapa da Copa Internacional Levorin de Mountain Bike (CIMTB Levorin) e Copa Sense Bike, em Araxá, está com as inscrições abertas. O evento será entre os dias 3 e 5 de março e a novidade este ano é que a competição irá sediar uma etapa da UCI Junior Series, comparada a uma Copa do Mundo da categoria.
Além disso, assim como nos anos anteriores, a prova terá classificação Stage Race Hors Class (SHC), para os atletas da Super Elite (Masculino, Feminino e Sub-23) e ainda conta pontos para os rankings da Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC) e Federação Mineira de Ciclismo (FMC).
Para se inscrever o atleta deve ir até o site oficial da CIMTB Levorin, e clicar na aba Faça Sua Inscrição, que fica do lado direito do site. Lá, o competidor deve responder ao questionário e finalizar a inscrição que irá gerar um boleto. Importante lembrar que o boleto sairá com vencimento de dois dias após o ato da inscrição que será validada apenas após o pagamento.
Os valores são de acordo com cada categoria. Para aqueles atletas da CIMTB Levorin, o valor é de R$ 150. Competidores da Super Elite se inscreverão por R$ 250 e aqueles que correrem na Copa Sense Bike, R$ 95. Além disso, podem se inscrever amantes da corrida, já que mais uma vez a etapa oferecerá o Night Run, a corrida a pé. A inscrição é de R$ 90 para adultos e R$ 40 para crianças incluindo uma camiseta por atleta.
De acordo com o organizador do evento, Rogério Bernardes, 2017 é um ano que promete muitos desafios para os amantes do mountain bike e corrida a pé.
“Estamos com muitas novidades e entusiasmados como sempre. Teremos duas etapas da UCI Júnior Series, UCI Marathon Series, final do campeonato paulista com a final da CIMTB Levorin e Copa Sense Bike no Brasil Cycle Fair, entre outras. Além disso, o novo Ciclo Olímpico para Tokyo se inicia e promete ser ainda mais intenso. Temos atletas de vários países confirmados para Araxá e as disputas prometem ser emocionantes como sempre”, comentou.

Etapa de Araxá

Para os atletas da Super Elite Masculina e Feminina, a etapa de Araxá acontece em três estágios. Na sexta, os competidores disputam o Contrarrelógio (XCT), no qual, a cada um minuto larga um atleta na pista de Cross Country Olímpico (XCO) de cerca de 5,7 km, mesma pista que será usada no domingo. O atleta que completar a volta em menor tempo, é o vencedor deste estágio. As mulheres largam primeiro e na sequência os homens. O alinhamento de largada é feito através do ranking mundial da UCI.

No sábado, os competidores largam o Short Track (XCC), no qual a pista possui cerca de 2 km. A Super Elite Masculina e a Feminina largam em baterias finais separadas com 25 minutos pedalando mais duas voltas no percurso. O alinhamento da largada é feito com o resultado da prova de XCT de sexta-feira.
No último estágio, que é no domingo (5), os competidores vão para a tradicional prova XCO. Serão seis voltas no percurso para os homens e quatro para as mulheres (o número de voltas pode ser alterado pelo comissário da UCI no Congresso Técnico). O alinhamento da prova é feito usando o tempo acumulado das provas de sexta-feira e sábado. Depois da prova será a premiação. O campeão geral de Araxá é o atleta que somar o menor tempo nos três estágios.
Os atletas das outras categorias oficiais correm a prova XCO no domingo e aqueles da Copa Sense Bike disputam o XCO no sábado.
A CIMTB Levorin conta pontos para o ranking mundial, da União Ciclística Internacional (UCI), fazendo parte do ciclo Olímpico Tóquio 2020, e também para o ranking Brasileiro, Mineiro e Paulista.
A Copa Internacional de Mountain Bike comemora a 22ª Edição em 2017. O evento tem patrocínio da Levorin, o pneu oficial da competição, e Co-Patrocinio da Sense Bike e Audax.
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Fonte: https://www.pedal.com.br/copa-internacional-de-mtb-2017-araxa-inscricoes-abertas_texto11668.html

Rob McKillip transforma Trek de contra-relógio em fat bike

A história da Trek TTX Equinox Fat Bike de Rob McKillip começou durante o aquecimento do campeonato estadual de contra-relógio do Iowa, nos Estados Unidos. Pouco antes de sua largada, quando seu quadro de sua bike de contra-relógio quebrou, o ciclista não desistiu e utilizou uma fat bike para realizar a prova
Depois da terrível experiencia de fazer um contra-relógio com uma fat bike completamente inadequada para a ocasião, o ciclista teve a ideia de aproveitar o quadro Equinox quebrado para criar algo novo - uma fat bike aero.
A ideia era manter o quadro original o mais intocado possível, uma missão que mostrou-se extremamente complicada. No fim, a bike ganhou um par de rodas aerodinâmicas customizadas com cubos de freio a disco e pneus Surly Black Floyd 3.8.
O cockpit original foi mantido, com os trocadores de alavanca SRAM R2C controlando um câmbio SRAM de MTB com trava e cassete 10/42 de 11 velocidades, com apenas uma coroa de 44 dentes. As frenagens ficam por conta de freios a disco mecânicos operados por manetes aerodinâmicos Bontrager XXX-lite.
Para acertar a linha da corrente na nova traseira super larga, o movimento central foi trocado por uma peça de titânio com 100mm de extensão. Além disso, a cobertura aerodinâmica do seat tube também foi aumentada para cobrir o largo pneu traseiro.
Fotos: Cyclocarbon
O projeto tem assinatura de Drew Wilson, da Cyclocarbon, uma empresa especializada em reparos de componentes de carbono. Porém, mais do que um simples exercício de criatividade, a bike ficou, segundo seu dono, bastante divertida de ser utilizada.
"Eu não queria uma bicicleta para pendurar na parede. Já andei cerca de 1600km com ela ano passado. Obviamente todos eles na estrada", explicou Rob McKillip, o feliz proprietário.
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Fonte: https://www.pedal.com.br/homem-transforma-trek-de-contrarelogio-em-fat-bike_texto11653.html

Pinda sediará etapa de Ultra Maratona de Mountain Bike

A primeira etapa da Ultra MTB Maratona Mountain Bike de 2017 acontecerá no dia 26 de fevereiro, com circuito em Pindamonhangaba. As inscrições estão abertas no link.
Serão disputadas provas de Cross Country Contra Relógio XCP, em um percurso diversificado de 25km para todas as categorias, Solo e Quarteto, com largada de 30 em 30 segundos. O cenário para a primeira etapa será o Bairro Pinhão do Uma, aos pés da Serra Quebra Cangalha.
As categorias serão etapas subdivididas por faixa etapa e haverá uma prova especial para crianças a partir de 5 anos. Por conta da etapa acontecer durante o carnaval, haverá uma categoria "Fantasia", que premiará os melhores trajes.
A expectativa dos organizadores é que 150 atletas de vários Estados do país participem da prova. As inscrições custam R$ 50 sem camiseta do evento e R$ 80 com camiseta, até 31 de janeiro. A partir de 1º de fevereiro, as inscrições passam para R$ 70 e R$ 100.
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Mais informações pelo site oficial.

Novos circuitos buscam alavancar cicloturismo no Brasil

Se cada vez tem crescido a opção por bicicletas para se deslocar nas grandes cidades, os brasileiros também têm pedalado na hora de viajar e novos roteiros de cicloturismo têm surgido no país. É o caso da “Volta das Transições”, no interior de Minas Gerais, estruturado no último mês.
O circuito prioriza as estradas de terra que cortam os municípios do sul do estado e que integram o Circuito Turístico Serras de Ibitipoca. Assim, os viajantes que optam pelo roteiro passam pelos municípios de Bias Fortes, Bom Jardim de Minas, Ibertioga, Lima Duarte, Olaria, Pedro Teixeira, Rio Preto, Santa Rita de Ibitipoca, Santa Rita de Jacutinga e Santana do Garambéu.

“Volta das Transições” passa por dez municípios do interior de Minas Gerais


A iniciativa faz parte da política do Ministério do Turismo de regionalização das atividades do setor e foi realizada por um consórcio das cidades que fazem parte do roteiro. “O consórcio tem como objetivo desenvolver ações como a Volta das Transições e orientar as cidades com características naturais e culturais semelhantes, a criarem políticas públicas de Turismo”, afirma Felipe Teixeira, presidente da Associação dos Municípios do Circuito Turístico Serras de Ibitipoca.

O nome Volta das Transições foi escolhido por remeter às características do relevo, fauna e flora locais. O trajeto na Zona da Mata mineira passa por diferentes ecossistemas, como a Mata Atlântica e os Campos Altimontanos, incluindo serras, vales e planaltos.

Para preparar o circuito, os idealizadores do projeto fizeram as medições dos principais pontos por GPS e sinalizaram o caminho com placas georreferenciadas, que trazem informações como latitude, longitude, hidrografia, altitude, localidade e quilometragem.

“Volta das Transições”

O percurso completo, que começa e termina em Santa Rita de Jacutinga, tem 408 quilômetros e foi dividido em sete etapas, com pequenos trechos no asfalto.
“Não é um roteiro para amador e teve um foco maior no mountain bike. Há ciclistas que podem fazer uma etapa em dois dias, outros que fazem duas etapas em um dia. Enfim, o importante é estar bem informado sobre a altimetria e as distâncias. Mas a pessoa faz o roteiro como desejar, podendo começar em qualquer município, ou etapa, no tempo que quiser”, explica Teixeira.

Fazenda colonial Santa Clara é um dos atrativos do circuito
A primeira coisa que o turista deve fazer é entrar no site da Volta das Transições e se inscrever. O interessado também recebe, por e-mail, o protocolo de check-in. No documento há espaços para carimbos, dados em pontos específicos ao fim de cada etapa. Ao completar todo o percurso, o ciclista envia uma foto do protocolo e recebe um certificado.

Na página, o viajante também pode baixar um aplicativo para celular com a planilha de navegação, ter acesso aos mapas e detalhes de cada etapa. “Por isso, dizemos que o roteiro é ‘autoguiado’. O turista consegue percorrê-lo sozinho, ou em grupo. Mas, se ele preferir temos duas operadoras cadastradas que dão o apoio logístico aos visitantes”, detalha o gestor.

Pelo circuito há pontos de apoio com pronto-socorro, oficinas de bicicleta, restaurantes, hospedagem, agências bancárias e outros comércios. “Fizemos uma cartilha para os turistas e para a comunidade local, com o objetivo de engajar todos no projeto, porque um dos objetivos é movimentar a economia da região”, informa Teixeira.

Um dos principais atrativos do circuito é o Parque Estadual do Ibitipoca, localizado nos municípios de Lima Duarte e Santa Rita. Com uma área de 1.488 hectares, a unidade de conservação ocupa o alto da Serra do Ibitipoca, uma extensão da Serra da Mantiqueira, e está na divisa das bacias do Rio Grande e Paraíba do Sul.

Mapa da Volta das Transições


Outro destaque é a Fazenda Santa Clara, construída entre 1760 e 1780 e tombada pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (IEPHA). A propriedade representa o ciclo colonial na região, caracterizado pelas plantações de café e pela mão de obra escrava, e conserva a arquitetura, arte, objetos e mobiliário da época.

  • Etapa 1

Início: centro de Santa Rita de Jacutinga
Término: Rio Preto
Atrativos: Montanhas, margens do Rio Preto, cachoeira, vilarejos e Fazenda Santa Clara.
54,5 Km de extensão
865 m de altura acumulada
541 m de descida acumulada
994 m de elevação máxima
414 m de elevação mínima
Dificuldade técnica: Difícil
Duração: 6h18min

  • Etapa 2

Início: Rio Preto
Passa por: Olaria
Término: Lima Duarte
Atrativos: Montanhas, Pico do Pão de Angu, vilarejos e extinta malha ferroviária conhecida como Estrada dos Cortes
53,47 Km de extensão
563 m de altura acumulada
741 m de descida acumulada
1.243 m de elevação máxima
702 m de elevação mínima
Dificuldade técnica: Moderada
Duração: 5h

  • Etapa 3

Início: Lima Duarte
Passa por: Pedro Teixeira
Término: Bia Fortes
Atrativos: Rio do Peixe e rio Grão Mogol.
52,85 Km de extensão
1.018 m de altura acumulada
914 m de descida acumulada
920 m de elevação máxima
679 m de elevação mínima
Dificuldade técnica: Difícil
Duração: 2h23min

  • Etapa 4

Início: Bia Fortes
Passa por: Santa Rita de Ibitipoca
Término: Ibertioga
Atrativos: Pousada Fazenda da Serra e vilarejos.
45,73 Km de extensão
1.009 m de altura acumulada
809 m de descida acumulada
1.196 m de elevação máxima
782 m de elevação mínima
Dificuldade técnica: Moderada
Duração: 5h2min

  • Etapa 5

Início: Ibertioga
Término: Santana do Garambéu
Atrativos: Plantações de eucalipto, campos altimontanos e vilarejos
64,89 Km de extensão
1.543 m de altura acumulada
1.335 m de descida acumulada
1.259 m de elevação máxima
964 m de elevação mínima
Dificuldade técnica: Muito Difícil
Duração: 8h28min

  • Etapa 6

Início: Santana do Garambéu
Término: Bom Jardim de Minas
Atrativos: Caminhos do ouro, estradas de terra remanescentes do antigo Ramal Ferroviário Zona da Mata – Sul de Minas, Rio Grande, cachoeiras
63,72 Km de extensão
830 m de altura acumulada
881 m de descida acumulada
1.245 m de elevação máxima
898 m de elevação mínima
Dificuldade técnica: Difícil
Duração: 6h40min

  • Etapa 7

Início: Bom Jardim de Minas
Término: Santa Rita de Jacutinga
Atrativos: Montanhas, plantações de pinus e eucaliptos, cachoeiras Boqueirão da Mira e dos Meireles,
45,11 Km de extensão
1.186 m de altura acumulada
1.792 m de descida acumulada
1.358 m de elevação máxima
496 m de elevação mínima
Dificuldade técnica: Moderado
Duração: 4h58min
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Fonte: http://liberal.com.br/revista-l/turismo/novos-circuitos-buscam-alavancar-cicloturismo-no-brasil-515182/

Ciclismo de Ribeirão Preto apresenta dois reforços para 2017

A Equipe de Ciclismo de Ribeirão Preto (São Francisco Saúde/Klabin/SME) anunciou nesta semana dois novos reforços para a temporada 2017. São eles Cristian Egídio, de 29 anos, que retorna ao time de Ribeirão após cinco anos, e Rodrigo Melo, também de 29 anos, que atuou pela equipe em 2008 e estava na equipe Green Piracicaba.
Segundo o técnico Marcelo Donnabella, os novos atletas são reforços importantes para o time. “Nesse ano, teremos uma equipe mais homogênea. Com as contratações, com certeza, teremos um grupo ainda mais competitivo, para brigar por títulos”, comenta.
“O Cristian é um ciclista completo e pode lutar por vitórias em etapas, mas também é muito forte para competições longas. Já o Rodrigo é velocista e vai agregar muito à atual equipe. Estamos felizes em poder manter nossos principais atletas também”, elogiou Donnabella.
Em 2017, a Equipe de Ciclismo de Ribeirão Preto disputará a Volta do Rio Grande do Sul, Tour do Rio, Tour de Santa Catarina, Volta do Paraná e Vuelta Del Uruguay, entre outras grandes competições nacionais. A apresentação dos novos reforços deve acontecer no dia 6 de fevereiro em evento oficial.

Os reforços

Desde 2013 na equipe DataRo, do Paraná, Egídio tem em seu currículo os títulos da Prova de Scratch e de Madison no Campeonato Brasileiro de Pista atuando pela equipe de Ribeirão Preto, no ano de 2012. Além disso, conquistou junto da equipe o título de Perseguição por equipes no mesmo ano.
Ainda pela equipe de Ribeirão, Cristian Egídio venceu a Prova Ciclística 1º de Maio - GP Ayrton Senna, conquistou camisa de montanha e venceu uma etapa da Volta Ciclística de São Paulo. No final de 2012, também terminou na quarta posição no Ranking Nacional de Ciclismo de Estrada.
Outro grande título de Egídio foi o primeiro lugar na Vuelta Del Uruguay no ano de 2013 e a Copa América de Ciclismo, atuando pela DataRo.
Já Rodrigo Melo é considerado um grande velocista. Em 2014, ele foi campeão do Torneio de Verão de Ciclismo, enquanto no ano anterior foi o primeiro colocado na classificação de montanha da Volta Ciclística de Goiás. No ano seguinte, foi o vencedor da Volta do Paraná. Em 2009, foi o primeiro colocado no Ranking Brasileiro de Ciclismo de Estrada sub-23.
A Equipe de Ciclismo de Ribeirão Preto tem como patrocinadores a São Francisco Saúde, Klabin e Usina Batatais, co-patrocinadores a Passaredo e AOO Energia e o apoio da Secretaria Municipal de Esportes de Ribeirão Preto, Botafogo Futebol Clube, Savegnago Supermercados, Cuida Bem, Santa Helena, ERT Uniformes, Goal Projetos, Passalacqua, Nutrigesso, OCE, Riberball, Balões Pic-Pic e TGM
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Fonte: http://www.revide.com.br/noticias/esporte/ciclismo-de-ribeirao-preto-apresenta-dois-reforcos-para-2017/

COPA AMÉRICA DE DOWNHILL 2017 - VIDEO COMPLETO

Neste último final de semana aconteceu na cidade de São Roque - SP a COPA AMÉRICA DE DOWNHILL 2017, a competição de downhill que seguiu os padrões de disputa do 4X, reuniu alguns dos principais nomes do país contando com a participação de aproximadamente 100 atletas de vários estados brasileiros e de outros países.
 No Masculino o mineiro Anderson Filho, foi o grande campeão, seguido de Lucas Borba, em terceiro Gabriel Giovannini e encerrando o pódio o equatoriano Mario Jarrim.
 

No feminino a mineira Thaynara Morosini foi a grande campeã, Julia Alves, a tricampeã da competição, ficou com o segundo lugar e Anabela Souza e Mariana Lopes completaram o pódio.
DECO no gate de largada.

A cidade de Jaguariaíva-PR também deixou sua marca no evento, o atleta jaguariaivense Anderson Soares de Barros "DECO" se classificou entre os 16 pilotos que participaram da baterias baterias finais do domingo. O mesmo correu com o numero 16 no domingo, descendo na 4a bateria, se formos analisar bem, era a bateria considerada mais forte na primeira descida.
Parabéns ao atleta DECO e a equipe TARTARUGAS DH que tem levado o nome da cidade cada vez mais longe.

"A sensação mais doida da minha vida, cheguei até as quartas de finais hoje aqui em São Roque no rei da montanha, não consegui fazer uma boa largada por falta de treino, mas eu estou muito contente, foi demais estar entre os melhores pilotos da américa! Só tenho a agradecer todos que torceram por mim, que me acompanharam, acordaram cedo para compartilhar comigo, a sensação de dever cumprido, minha família, minha equipe, e Deus pela proteção ajudando a segurar o guidão com a mão esquerda que não foi fácil! Obrigado MESMO galera. Pilotei com muita garra e força de vontade. Essa vai pro Paraná/Jaguariaíva." palavras do atleta Anderson de Barros Soares em sua página do Facebook.
Para o diretor do parque Sr. Roque Silva, a competição transmitida em rede nacional através da Rede Globo durante o programa ESPORTE ESPETACULAR fortalece a imagem do parque e da cidade como polos de incentivo ao esporte de todas as modalidades.“É, sem dúvidas, uma oportunidade de mostrar para o Brasil o potencial de São Roque nos esportes e no turismo também. Estamos muito felizes em receber esse evento aqui”, ressalta.
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Para quem não pode assistir, essa é a oportunidade... A prova está integra sem cortes. Acompanhe a adrenalina dos atletas na COPA AMÉRICA DE DH/4X, assistindo o video abaixo. Espero que gostem!.

No Ciclismo, mais de R$ 3 milhões anuais que seriam dos atletas são usados para servir cartolas

O Tribunal de Contas da União (TCU) apontou indícios de irregularidades graves na Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC) entre os quais mais de R$ 3 milhões que deveriam ser aplicados para a formação de atletas, mas que foram gastos para servir cartolas.
A informação está em um relatório do TCU finalizado em dezembro. Ao todo, são 37 páginas que analisam a aplicação do repasse de recursos públicos entre 2013 e 2015, obtidos principalmente por meio de lei de incentivo do esporte para a confederação.
Entre as irregularidades graves, o TCU apontou desvio de finalidade para o dinheiro público, despesas não comprovadas, direcionamento da licitação e movimentação dos recursos repassados em conta única para todos os convênios, ausências de pesquisa de preços em licitações, planos de trabalho mal elaborados ou sobreposição de recursos entre Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).
ESPN.com.br

Cartolas utilizam mais de R$ 3 milhões anuais que deveriam ser dos atletas

Por exemplo, citou gastos para custear passagens aéreas, hospedagens, alimentação, transporte e segurança para 27 presidentes de federações estaduais habilitados a votar na eleição de presidente da confederação, em janeiro de 2013, em Curitiba, e também em pleito para a mudança de estatuto da CBC, em março de 2015, em São Paulo.
"No entanto, não há nenhum normativo ou autorização que comporte despesas de (a) 'Reunião Geral de Federações, convênio CI 004/2013, no valor de R$ 152.347,55, realizado em 15/1/2013, em Curitiba/PR, com o objetivo de eleger o presidente da Confederação Brasileira de Ciclismo' e; (b) 'Assembleia Geral Ordinária, convênio CI 007/2015, no valor de 165.595,64, realizado em 15/3/2015, em São Paulo/SP, com o objetivo de mudar o estatuto da Confederação Brasileira de Ciclismo'", escreveu o TCU.
O TCU também apontou outro indício de irregularidade no pagamento de remuneração ao presidente da CBC, José Luiz Vasconcellos, "durante os exercícios de 2013 (R$ 335.012,85) e 2014 (R$ 206.151,13), em convênio de fomento da modalidade, a título de despesas de passagens aéreas, hospedagem, alimentação, transporte e segurança no Brasil e no exterior. No entanto, não há nenhum normativo ou autorização que comporte esse tipo de despesa que se caracteriza por ser sem finalidade pública".
Segundo o relatório, o dinheiro foi gasto em outros fins que não o proposto nos convênios com anuência do presidente do COB, Carlos Arthur Nuzman.
"Assim sendo, a conduta pode ser descrita como 'o Senhor Carlos Arthur Nuzman permitiu que o Senhor Marcus Vinícius Simões de Freire repassasse recursos à CBCiclismo que os
recebeu e os aplicou em finalidade diversa da pública, no montante de R$ 541.163,98. Ou seja, despesas de fomento à modalidade ciclismo, em locomoção, hospedagem, alimentação, segurança e outras despesas, durante os exercícios de 2013 e 2014, que não se coadunam com estímulo aos atletas do ciclismo, no montante de R$ 541.163,98, ou seja permitiram que fossem pagas despesas de passagens aéreas, hospedagem, alimentação, segurança e outras despesas do dirigente máximo da CBCiclismo sem que as mesmas tivessem qualquer tipo de finalidade pública", escreveu o relator do TCU.

Nuzman é citado em auditoria do ciclismo, que utilizou dinheiro com cartolas
Em ambos os casos, o TCU alegou que o motivo que permitiu as irregularidades "foi a deficiência de controles internos, tanto do COB quanto da CBC, e os efeitos foram reais no sentido de gerar prejuízos por pagamentos indevidos no montante de R$ 317.943,19".
Outra irregularidade apontada no relatório foi que apenas quatro membros apresentaram as despesas em viagem para a Copa do Mundo da categoria na República Tcheca, em 2015, embora oito representantes tenham viajado para a Europa. Além da falta de comprovantes e documentos que vão desde testes antidoping a serviços de consultoria em esporte para treinamentos ou suporte digital.
Mais irregularidade apontada com gravidade foi duas empresas que que já estavam com contratos firmados antes até das licitações terem sido realizadas.
Segundo o relatório, as contratações da Práxis Consultoria e Informação Desportiva e da Sport Training Consultoria e Eventos "não seguiram os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência".
Acrescentou que"os nomes das duas empresas convidadas já estavam escritos nas minutas de contrato previamente elaboradas aos respectivos editais", prosseguiu.
A primeira empresa assinou um contrato para prestar consultoria em ciência do esporte com valor de R$ 168 mil, enquanto a segunda foi contratada por R$ 100 mil.
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Ciclismo teve diversas inconsistências apontadas em relatório do TCU

JUSTIFICATIVAS Ao ser interpelada pelo TCU, a CBC encaminhou suas justificativas para os itens apontados como graves e irregulares no uso do dinheiro público.
O TCU acatou as justificativas dadas pelo CBC para uso do dinheiro público para outras finalidades que não específicadas no convênio, conforme consta no final do documento.
"Acato as razões de justificativa dos responsáveis quanto aos achados III.3 (desvio de finalidade na execução do objeto) e III.4 (pagamento de despesas com desvio de finalidade) por entender, tal qual analisado pela unidade regional, que os próprios normativos do COB permitem o custeio de despesas administrativas com recursos da Lei Agnelo/Piva, embasado no artigo 22 do Decreto 7.984/2013", escreveu o relator.
Mas mesmo assim ironizou o fim dado ao dinheiro:
"Como muito bem colocou a unidade técnica, há um conflito entre o referido decreto e a própria lei que ele regulamenta, porquanto os recursos públicos delineados na legislação somente deveriam ser direcionados a programas e projetos (§3º do art. 56 da Lei 9.615/1998), denominações que não abrangeriam, em uma primeira análise, custeio de despesas administrativas, tal qual se permite mediante o artigo 22 do Decreto 7.984/2013".
Já sobre os documentos e comprovantes de despesas, mencinou que muitos não foram entregues e ficaram pendentes, com a justificativa da CBC que os atletas "perderam".Sobre as empresas que tinha assinado a minuta do contrato antes da licitação acontecer, o TCU rejeitou as justificativas e afirmou "há indícios de direcionamento de licitação ou até mesmo de licitação montada", mas não aplicou multa ou qualquer penalidade
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Fonte: http://espn.uol.com.br/noticia/664365_no-ciclismo-mais-de-r-3-milhoes-anuais-que-seriam-dos-atletas-sao-usados-para-servir-cartolas

7 maiores erros cometidos por ciclistas iniciantes

Veja quais são os principais erros cometidos pelos ciclistas iniciantes e o que fazer para que isso não afete seu desempenho na bicicleta.
A descoberta do ciclismo como atividade física apaixona seus praticantes. Porém é faz necessário ter a orientação e atenção de um profissional a algumas questões. O coach do Studio 220, Leandro Zuidarxis conta quais são os principais erros cometidos pelos ciclistas inciantes e como resolvê-los:

  • 1 - Encaixe da bike

Você precisa saber se a bicicleta utilizada é adequada para seu biótipo, caso contrário, você irá pedalar sentindo grandes incômodos, dores ou até mesmo lesões. Uma forma de se evitar tal problema é fazer um Bike Fit para ter certeza qual é seu tipo de bicicleta.
  • 2 - Kit de ferramentas e reparos

A sensação de liberdade e autonomia que pedalar nos dá é realmente maravilhosa, até que um pneu fure ou um câmbio desregule na melhor hora do seu percurso. Ter em mãos um kit de ferramentas e um pouco de conhecimento, referente ao funcionamento da sua bicicleta, pequenos reparos podem ser feitos e seu treino poderá ser mantido.

  • 3 - Cuidados com a bike

Conhecer seu equipamento e estar atento a barulhos ou algo que o incomode ao pedalar é muito importante. Manter sua bicicleta sempre revisada é a melhor forma de evitar problemas mecânicos que possam comprometer seu treino.

  • 4 - Câmbio a seu favor

O câmbio é seu melhor recurso para economizar energia para suas pedaladas. Saber trocar a marcha no momento certo é fundamental e relativamente simples. Analisando a troca de marchas de um carro podemos dizer que com uma bicicleta acontece da mesma forma. É necessário aumentarmos o RPM antes de mudarmos a marcha.

  • 5 - Abastecer o suficiente

A estratégia nutricional é algo de extrema importância para a prática do ciclismo, uma vez que, sem combustível, dificilmente conseguiremos cumprir as propostas de treino. Conhecer e planejar o tempo e percurso a serem percorridos, o auxiliará a programar a hidratação e alimentação adequadas.

  • 6 - Grandes objetivos
Querer algo grande é certamente um impulsor na prática do ciclismo. Mas atenção, às vezes menos é mais. Esteja preparado para o que deseja a fim de evitar frustrações.

  • 7 - Como chegar

Andar em pelotão além de gostoso e emocionante, é também uma estratégia do esporte. O que fazer para estar com um pelotão? Como chegar e revezar? Quando não conhecemos o grupo o melhor a se fazer é observar para entender o que chamamos de “pace line”, mantendo uma distância segura e adequada para não atrapalhar o grupo. Em alguns, casos só é possível entrar no pelotão com a permissão do mesmo
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Fonte: http://www.webrun.com.br/h/noticias/7-maiores-erros-cometidos-por-ciclistas-iniciantes/17448

Após quase ter a perna amputada, ciclista prudentino retorna aos treinos

Ciclista prudentino volta a pedalar depois de seis cirurgias (Foto: Arquivo Pessoal)
Superação. Esta é a palavra que define a recente história vivida pelo prudentino Caique Lobo. Afastado do ciclismo há três anos, o esportista voltou a ter contato com a modalidade depois de sofrer um acidente, em agosto de 2016, e mira retornar às corridas no Torneio de Verão de Ciclismo, realizado em Santos (SP), no dia 18 de fevereiro. O prudentino de 23 anos pratica o esporte desde os 11 e já conquistou títulos importantes, entre eles o Campeonato Brasileiro de Estrada, em 2010.
– Estou treinando com a equipe de Prudente e eles participarão desse torneio em fevereiro. Por isso, agora mantenho o foco total nos treinamentos para que eu consiga ir, e espero que as minhas condições físicas estejam adequadas até a data da competição. Eu tive uma resposta muito rápida com apenas um mês de retorno. Falavam que eu ia andar só depois de um ano, mas eu voltei a treinar em cinco meses.
A ideia de voltar a pedalar parecia ser impossível para Caique. Por conta do acidente de moto que sofreu, o prudentino passou por seis cirurgias e quase teve que amputar a perna por conta do rompimento de sua veia artéria. Por conta da rápida evolução em seu quadro clínico, o médico permitiu que ele praticasse apenas o ciclismo, e foi aí que o esportiva voltou a ter contato com a modalidade.
Ao lado do pai, Caique retorna aos treinos 5 meses após o acidente (Foto: Arquivo Pessoal)
– Eu tive uma fratura exposta no tornozelo e na tíbia, e achei que não voltaria a praticar nenhum esporte. Mas, o médico me disse que eu poderia apenas pedalar e agora eu não pretendo parar de novo. Mesmo que eu não volte aos torneios profissionais, quero competir pelo menos na região.
O prudentino pratica o ciclismo desde muito pequeno e participou de várias competições profissionais, nas quais obteve grandes conquistas. Caique foi ouro no Campeonato Brasileiro de Estrada, campeão paulista de montanha, bi-campeão paulista de contra-relógio, ouro na Volta Internacional do Futuro, entre outros.
Para 2017, a meta é continuar praticando o esporte, se preparar para competições realizadas no Oeste Paulista e, quem sabe, dar continuidade ao belo trajeto que construiu ao longo de sua carreira no ciclismo.
– Se eu não tivesse sofrido o acidente, com certeza absoluta eu não voltaria a pedalar, mas foi este esporte que ajudou a me recuperar. Só tenho que agradecer pela minha segunda oportunidade de vida, a todos que torceram por mim diretamente ou indiretamente por essa recuperação fantástica e rápida que estou tendo. Continuarei constantemente com os treinos...
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Fonte:  http://www.jornalfloripa.com.br/mundo/noticia.php?id=29137913

Volta ao Qatar regressa em 2018

A Volta ao Qatar, que este ano foi cancelada por falta de apoios, vai regressar em 2018, assegurou este domingo o presidente da Federação de ciclismo do Qatar.
"A Federação vai organizar provas internacionais na próxima temporada, sendo a mais importante a Volta ao Qatar", disse hoje o novo presidente da entidade, Mohammed Al-Kuwari, aos meios de comunicação locais.
Em dezembro, a União Ciclista Internacional informou que a edição de 2017 da prova não se iria realizar por falta de apoios, um anúncio feito algumas semanas depois de os Mundiais de Estrada, que tiveram lugar em Doha, terem sido fortemente criticados pela falta de público.
A primeira edição da Volta ao Qatar aconteceu em 2002, com a prova a ser ganha por nomes emblemáticos do pelotão como o belga Tom Boonen ou o britânico Mark Cavendish.
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Fonte: http://www.record.pt/modalidades/ciclismo/detalhe/volta-ao-qatar-regressa-em-2018.html

Atleta de Jaguariaíva-PR - Anderson de Barros participa na Copa América de Downhill/4X 2017

O ano de 2017 começa com um grande desafio para o piloto de mountain bike jaguariaívense Anderson Soares de Barros, o DECO. Por seu bom desempenho nas últimas temporada, ele foi convidado para disputar, de 20 a 22 deste mês, em São Roque-SP, a Copa América de Downhill/4X. DECO é um dos 60 pilotos chamados por índice técnico, que se juntarão aos 30 melhores do Campeonato Brasileiro em 2016.
O atleta jaguariaivense vem de uma temporada de bons resultados, mas justamente na última etapa do Campeonato Paranaense de DH 2016, na qual seguia como lider geral, o mesmo sofreu uma grande queda na qual acabou por ocasionar uma fratura no braço esquerdo.
DECO ressalta que este ano o nível técnico aumentou muito e que fará de tudo para se garantir entre os 32 semifinalistas, mas dependerá se o braço, ainda em convalescência, dê conta do recado durante a pilotagem.
O sistema de disputa do torneio inclui a descida dos 90 inscritos na sexta (20). Ao serem tomados todos os tempos, só os 64 melhores competirão no dia seguinte. Destes, apenas os 32 mais bem classificados no dia 21 farão a grande final do domingo (22), que terá transmissão da TV Globo durante o programa ESPORTE ESPETACULAR.
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Força DECO, Jaguariaíva torçe por você. Vai firme Garoto!

Lucas Borba é um dos destaques da Copa América de Downhill/4X

O catarinense Lucas Borba (Audax/Shimano) inicia neste fim de semana a temporada de 2017 de olho em mais um importante título em sua carreira. Ele enfrentará alguns dos melhores pilotos de downhill (DH) da América do Sul na Copa América de Downhill/4X, no Sky Mountain Park, em São Paulo, de hoje até domingo. O local traz boas lembranças para o atleta, vencedor da competição em 2014.
O atleta relembrou os detalhes da competição que o deixaram longe do bicampeonato nas duas ocasiões.
- Nas últimas duas edições talvez tive um pouco de azar. Acabei me chocando com um atleta em 2015, logo na largada, onde perdi tempo e não consegui avançar para as finais. Em 2016, a prova foi com muita lama. Em uma curva levei um chega pra lá de um atleta e acabei sendo jogado pra fora da pista tendo uma queda. A modalidade é assim, sempre com contato, porque todos atletas querem muito ir para a final -, avalia.
Borba pronto para buscar o bi da competição | Divulgação
Diferentemente do downhill tradicional, no Four X as baterias eliminatórias não são individuais, mas sim disputadas por quatro ciclistas, passando sempre dois pilotos até a fase final.
- Estou em meu período de base do mountain bike, em preparação para as competições de downhill. Mas, também estive andando bastante no bicicross, fazendo vários treinos no BMX com pilotos desta modalidade, procurando evolução e fluidez para este tipo de competição. Andei bastante com a bike que irei competir, com minha Audax FS800al de enduro. Fiz treinos com ela no BMX e também em pistas de DH -, destaca Lucas.
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Fonte: http://blogs.oglobo.globo.com/de-bike/post/lucas-borba-e-um-dos-destaques-da-copa-america-de-downhill4x.html

Armstrong e antigos colegas da USPS vão competir juntos em prova de MTB

O mundo era um lugar bem diferente na última vez que Lance Armstrong, George Hincapie, Christian Vande Velde e Dylan Casey estiveram na equipe. Naquela época, Armstrong ainda era vencedor do Tour de France, o time mais forte era a U.S. Postal ((USPS) e o pelotão era repleto de atletas que faziam uso de diversas substâncias altamente duvidosas.
Embora o último item pareça não ter mudado muito, uma prova de Endurance de 24 horas que será realizada no mês que vem promete, ao menos pelos nomes presentes em um das equipes, relembrar um pouco do ciclismo dos tempos do EPO livre, da testosterona abundante e do hematócrito nas alturas.
O encontro vai acontecer na 24 horas de Old Pueblo, uma prova de mountain bike de revezamento, onde os ciclistas deverão percorrer o maior número de voltas possível em um circuito de 25.7km montado no deserto do Arizona.
O quarteto, porém, não tem grandes pretensões de vencer.
"Com certeza não estamos disputando a vitória, mas estamos ansiosos para correr e se divertir", disse Armstrong em entrevista ao Velonews.
"Somos só um grupo de caras velhos tentando se divertir no deserto", complementou Hincapie, também conhecido como "O Temente Fiel", um dos principais gregários de Lance da polêmica USPS. 
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Fonte: https://www.pedal.com.br/armstrong-e-antigos-colegas-da-usps-vao-competir-juntos-em-prova-de-mtb_texto11643.html

Andar de bicicleta ajuda no desenvolvimento infantil e faz bem à saúde dos pequenos

Pode parecer apenas mais uma forma de entretenimento, mas andar de bicicleta desenvolve um importante papel no crescimento do seu filho. Desde o ganho de força até a capacidade de tomada de decisão, a atividade não só ajuda os pequenos a crescerem fisicamente, mas também os permite crescer mentalmente e emocionalmente. E a única coisa que os pais precisam fazer é criar um ambiente seguro para eles poderem explorar a vontade.
  • Crianças ao ar livre
Permita que seus filhos saiam para andar de bicicleta e desfrutem de tempo longe de casa. Ficar ao ar livre é maravilhoso para as crianças. Além de receberem luz natural, o que lhes dá a vitamina D, também recebem uma grande quantidade de ar fresco, o que lhes permitem dormir melhor a noite e quanto melhor for o sono, mais saudáveis ??elas se tornam capacitando seus corpos a crescerem.
  • Usando a memória
Andar de bicicleta também permite que as crianças aprendam a reconhecer o que há em seus arredores. Isto é especialmente praticado quando você ensina o percurso mais rápido para elas voltarem para casa e elas precisam usar a memória. No começo é difícil, mas é importante deixá-las sair por conta própria ao longo do tempo. Apenas certifique-se que eles respeitem o horário de voltar para casa.
  • Benefícios emocionais
O aumento da autoconfiança é outra maneira que prova que andar de bicicleta é benéfico para a saúde das crianças. Ela permite que a criança se torne mais consciente do seu corpo e se sinta menos intimidada por seus entornos e colegas passando pouco a pouco a confiar mais em si mesma. Quanto mais passeios elas fizerem, mais confortável eles se sentirão pelas ruas, bairros e casas e consequentemente ficarão mais aptas a interagir com diversos tipos de pessoas. Além disso a atividade proporciona o impulso de confiança, ao permitir que a criança escolha os seus próprios caminhos, acabando com a insegurança sobre quais as opções a tomar, uma vez que eles começam a construir, aos poucos, a segurança em suas escolhas.
  • Saúde do corpo
Andar de bicicleta também permite a criança obter ou manter-se, em forma. Quanto mais entusiasmada a criança ficar com a atividade menos tempo ela terá para o tédio. E o corpo ficando em constante atividade permite que a criança use o excesso de calorias e desenvolva os músculos, além de ser um ótimo treino para o coração.
Atenção à segurança Os pais só precisam ter atenção à segurança dos pequenos. As crianças devem ter equipamentos de proteção para garantir que elas fiquem seguras, não importa onde. Roupas de ciclismo são diferentes para as crianças e adultos, e como as crianças caem com mais frequência, há muitos mais recursos de segurança colocados na roupa que usam: os joelhos das calças são mais reforçados, assim como os pulsos e os cotovelos de seus trajes. Isso permite que o equipamento dê proteção e mantenha as lesões menores caso haja uma queda ou algum deslize. A última coisa que queremos é que o seu filho caia e não seja capaz de chegar em casa com segurança, por isso certifique-se de vesti-los com a roupa de ciclismo adequada, além de obriga-los a usarem o capacete, por ser um equipamento que evita os ferimentos na cabeça e muitas vezes protege em caso de quedas maiores.
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Fonte: http://cidadeverde.com/noticias/239419/andar-de-bicicleta-ajuda-no-desenvolvimento-infantil-e-faz-bem-a-saude-dos-pequenos

Tour Down Under 2017: Ewan faz o TRI

O ciclista australiano Caleb Ewan (Orica Scott) alcançou nesta sexta-feira a terceira vitória no Tour Down Under, na Austrália, ao ganhar a quarta etapa.
Na etapa, que ligou Norwood a Campbelltown, na distância de 149,5 quilômetros, Caleb Ewan voltou a ser o mais forte no ‘sprint’ final, completando a etapa em 3h45m19s, à frente do eslovaco Peter Sagan (Bora-Hansgrohe), bicampeão mundial de estrada, e do holandês Danny van Poppel (Sky), que terminaram com o mesmo tempo.
Na geral, o australiano Richie Porte (BMC), que hoje terminou em 30.º, com o mesmo tempo do compatriota, continua a vestir a camisa de líder, com os mesmos 20 segundos de vantagem sobre o espanhol Gorka Izagirre (Movistar).
No sábado disputa-se a quinta e penúltima etapa, uma etapa de 151,5 quilômetros que ligará McLaren Vale a Willunga Hill.
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Fonte: http://desporto.sapo.pt/ciclismo/artigo/2017/01/20/caleb-ewan-faz-o-tri-no-tour-down-under-ruben-guerreiro-fecha-top-10

Nova linha de vestuário S-PHYRE promete conforto e desempenho

Meia e sapatilha S-PHYRE | Divulgação
A linha S-PHYRE de sapatilhas de performance, foi anunciada em agosto do ano passado e agora a Shimano traz mais uma novidade para o mercado do ciclismo. A marca japonesa expandiu o conceito S-PHYRE, ao incluir uma linha de vestuário, e estabelecer uma nova referência em vestimenta de desempenho da empresa. O conceito do S-PHYRE tem um objetivo: maximizar a transmissão de energia, proporcionando mais desempenho por peso, cortar o vento e usar o efeito de acoplamento para criar um produto mais eficiente.
A S-PHYRE é projetada para limitar as perdas de desempenho através de avanços tecnológicos, aplicando princípios de articulação e movimento em um sistema completo entre a bike, o corpo e o movimento dos músculos do atleta.
Com este ponto de partida, junto com o conhecimento do bikefitting.com e estudos de performance com ciclistas profissionais, a Shimano entrega uma linha técnica de vestimenta para o ciclismo, composta por camisa de ciclismo, shorts com alça (bretele), macaquinho, luvas e meias. Produtos que maximizam a eficiência nos pontos de contato entre vestuário e pele, capacitando os ciclistas para alcançar o desempenho desejado.
Camisa de ciclismo com novo conceito aerodinâmico | Divulgação
A camisa apresenta ombros sem costura com uma construção em 3D para reduzir as rugas e pregas no ombro. Possui os bolsos anatômicos, que dão acesso fácil aos artigos escondidos na roupa. Um zíper de comprimento total ajuda a regulação da temperatura e logotipos discretos completam o visual.
Shorts com design para diminuir o atrito com o ar | Divulgação
O shorts com alça apresenta uma camurça alada com absorção de choque, pinças no tecido integrado para segurar a perna com mais segurança e os padrões de tecelagem de contagem interna de coxa para uma interface de perda zero entre o selim e a peça de vestuário.
O macaquinho S-PHYRE tem uma construção de unidade única bem ajustada, leve como uma segunda pele e com gerenciamento de umidade avançado. Nos ombros não há costura, para endireitar o fluxo de ar, reduzir o arrasto e manter a eficácia aerodinâmica em posições agressivas durante o pedal.
A luva foi projetada para encaixar como uma segunda pele | Divulgação
A luva é uma extensão aerodinâmica da camisa, minimizando o atrito com o seu design de puxar para vestir conseguindo dessa maneira menos volume de material junto à área do pulso. A construção 3D oferece excelente aderência e controle da bicicleta na palma da mão, enquanto os painéis de compressão da parte de trás da mão e do pulso são projetados para se encaixar como uma segunda pele, oferecendo unidade entre a mão, luva e manete, para o controle total do ciclista.
As meias S-PHYRE foram lançadas em 2016 juntamente com as sapatilhas, as meias são uma extensão do pé, tornozelo e parte inferior da perna, proporcionando amortecimento em áreas de pressão, além de ventilação e resistência ao deslizamento na sola e calcanhar. Os tecidos nas guias de tornozelo asseguram uma rotação eficiente do pedal.
Equipe LottoNL-Jumbo será parceira no desenvolvimento do produto | Irmo Keizer / Divulgação
A equipe belga LottoNL-Jumbo, irá correr na temporada World Tour de 2017 com as linhas de roupa e sapatilhas S-PHYRE e trabalhará junto com a Shimano para o desenvolvimento de produtos no futuro. A linha de vestimenta e as sapatilhas S-PHYRE estarão disponíveis no Brasil a partir de abril deste ano.
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Fonte:  http://blogs.oglobo.globo.com/de-bike/post/nova-linha-de-vestuario-s-phyre-promete-conforto-e-desempenho.html