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VIDEO - Pedal organizado pela Equipe Mazobikers para os amigos ciclistas da cidade e região.

Olá amigos,

. No dia 24/01/2015 realizou-se algo fora do comum na cidade de Jaguariaíva - PR, um pedal que uniu não só os ciclistas da cidade, mas também das cidades vizinhas de Arapoti e Itararé, mas não um passeio ciclístico qualquer... mas sim um pedal até alguns dos pontos turísticos mais bonitos da cidade.
. Tudo surgiu após um convite do grupo de pedal PedalArapoti, para o nosso Mazobiker de maior prestígio e respeito o Sr. PRADO (que já foi campeão de corridas de bicicleta na década de 60) que passou o recado os ciclistas de Jaguariaíva. Fomos até lá participar, um pedal ao ritmo de cicloturismo, feito do centro da cidade de Arapoti até a portaria da fábrica de papel Stora Enzo, e retornamos, isto para promover a união e interação entre as turmas do pedal. Fomos em poucos ciclistas (Eu "Purga", Prado, Vitor, Alexandre, Legat, Elias e José Pabis) pois a maioria estava com compromissos e não podiam, mas o que importa é que representamos bem Jaguariaíva. Agradeço ao Marcos Rumen que foi o cabeça da idéia e o autor do convite.
. E durante uma conversa com o ciclista Edemar e depois com o Carlinhos e o próprio Marcos Rumen, ambos de Arapoti, surgiu a idéia de juntar as tribos aqui em Jaguariaíva. E é claro como uma retribuição da super acolhida dos nossos irmãos arapotienses. E a data foi escolhida naquele mesmo momento, dia 24/01, pois no dia 17 eu não estaria na cidade para guiar a galera.
. Até achei estranho, "EU" assumindo algo que ao meu ver era tão importante, mas a minha gratidão por aquele momento era maior. Foi até engraçado pois foi num estálo, veio a minha mente o percurso a ser feito, mesmo sabendo que alguns iriam sofrer um pouco com o percurso, pois o relevo da cidade de Arapoti não é tão acidentado como o de Jaguariaíva, mas o que eles iriam ver, iria valer todo o sacrifício feito.
. Duas semanas se passaram, conversas pelo Whatsapp, e para que o pessoal pudesse ver o que eles iriam pedalar, montei o PASSEIO VIRTUAL pelo percurso e nos pontos de parada, algumas fotos do lugar... isso para atissar as lombrigas do pessoal, pois bem, publiquei no site do Mazobikers Blog e na funpage do Facebook e no Twitter... Isso no dia 22/01 ou seja 2 dias antes do pedal, pensem!!!
. Pensei comigo mesmo, iremos em no máximo 20 ciclistas... mas ai veio a surpresa. No dia do pedal ao chegar, daquele pouco de ciclistas que estavam, começou a aumentar, e chegar gente que eu nem imaginava, foi muito show. O mais legal era ver o pessoal da cidade que passava na praça espantados ao ver aquela aglomeração de ciclistas se preparando para o pedal. DEUS, isso foi maravilhoso.
. A todos os 54 ciclistas que participaram do Pedal, o que VOCÊS fizeram foi maravilhoso. Vocês mostraram a cidade de Jaguariaíva-PR o que o ciclismo provê... não é só andar de bicicleta, mas além do bem estar, nos proporciona a interação e o estreitar dos laços de amizade, além de nos levar a lugares onde nem imaginamos. Que foi o que este pedal fez, muitos dos que participaram, nem sequer sabiam, que bem próximo a cidade, haviam belezas naturais tão lindas.
. O percurso foi curto, 30km ao total... pode ter sido cansativo, mas tenho a plena certeza que valeu a pena! E isso que vocês curtiram e passaram é o verdadeiro MOUNTAIN BIKE.
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. Agradeço primeiramente a Deus por tudo ter dado certo!, ao MazoPatriarca Sr. PRADO, que incentivou e acreditou que isso iria se tornar realidade, ao pessoal do grupo PedalArapoti e Poti Bikers que veio em peso, ao nosso amigo Osmin Ferraz da Itararé Adventure Bike Shop e Elias Fillvock da Bicicletaria Brasil Bike pelo apoio dado e pela participação, a galera da Equipe Mazobikers XC/DH e TARTARUGA'S DH que abrilhantaram com a presença, e a todos os outros ciclistas que participaram do pedal, pois todos vocês fizeram deste, o melhor pedal que Jaguariaíva já teve.
OBRIGADO A TODOS!!!
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Tá ai o video do pedal, espero que gostem, foi feito com carinho!!! 
Abraços a todos!!!!


Curitiba aprova Lei da Bicicleta e prevê 5% das vias para ciclovias e ciclofaixas

. Conhecida no Brasil e no mundo pela criação do BRT – Bus Rapid Transit (transporte rápido de ônibus, em tradução livre), Curitiba/PR se torna pioneira também na instituição da Lei da Bicicleta. A Lei n.º 14.594 determina que 5% das vias urbanas sejam destinadas à construção de ciclofaixas e ciclovias, de maneira integrada ao transporte coletivo.
http://vadebike.org/wp-content/uploads/2014/09/pictograma-bicicletinha-ciclovia-posterized.jpg. O projeto foi construído coletivamente e apresentado ao Legislativo municipal por meio de iniciativa popular. “A Lei da Bicicleta é uma conquista e vitória”, diz Jorge Brand, conhecido como Goura, diretor da CicloIguaçu (Associação de Ciclistas do Alto Iguaçu). Para Alexandre Nascimento, autor do blog Ir e Vir de Bike, “sua aprovação por unanimidade pelos vereadores é uma grande conquista da sociedade”.
. A nova lei estabeleceu um padrão para a construção de novas ciclovias, com largura mínima de 1,5 metro, mão única em cada faixa no mesmo sentido dos carros, demarcação dos símbolos de bicicleta no pavimento no mesmo sentido da faixa, pavimento demarcado por contraste de cor de acordo com a orientação do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), instalação de tachões bidirecionais na cor amarela para separar a ciclofaixa das ruas e avenidas, entre outros itens.
. Um ponto importante da lei é o investimento em bicicletários e paraciclos em terminais de transporte coletivo, escolas, shopping centers, supermercados, praças e parques públicos.

Veto ao uso de verba do Funset
. Ao sancionar a lei, o prefeito Gustavo Fruet (PDT) vetou o artigo 3º, que previa que as despesas decorrentes da lei fossem custeadas pelo Fundo Nacional de Segurança e Educação de Trânsito (Funset). De acordo com a explicação publicada no Diário Oficial, o Município não tem acesso a esse recurso, sob responsabilidade do Denatran, e por isso não teria competência e possibilidade legal de atender à lei. “Se esse artigo fosse aprovado, a lei, que é um avanço para a cidade, se tornaria inconstitucional e sua aplicação seria prejudicada”, explica Luiza Simonelli, secretária municipal de Trânsito.
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Nova lei estabelece instalação de paraciclos em locais públicos.
Na foto, paraciclos do Parque Mário Covas,
na Av. Paulista, em São Paulo.
. Para buscar financiamento para as obras necessárias, a prefeitura de Curitiba se encontrou com o ministro das Cidades, Gilberto Kassab, e pediu R$ 105 milhões do governo federal para a implantação de 300 quilômetros de vias cicláveis na capital paranaense até o final de 2016. Segundo fontes da prefeitura que o Vá de Bike ouviu, o apoio do prefeito ao PT nas eleições para o governo do estado teria sido com o intuito de ter apoio federal para diversos projetos, mesmo contrariando aliados no município.
. Segundo Nascimento, do Ir e Vir de Bike, o veto ao artigo 3º da Lei da Bicicleta deixará de destinar anualmente R$ 10 milhões para investimentos na promoção da mobilidade urbana sustentável em Curitiba. “Como toda administração pública no Brasil, a prefeitura de Curitiba também trabalha hoje com um orçamento apertado e criar um gasto obrigatório da ordem de R$ 10 milhões é o pesadelo de qualquer gestor público. Daí a verdadeira razão do veto.”
. Nascimento explica que na questão das multas municipais, o argumento pela inconstitucionalidade é baseado na suposta interferência entre os poderes, já que o Legislativo não teria a prerrogativa de criar essa obrigatoriedade. “Neste ponto, a jurisprudência do TJ-RS sobre caso semelhante em Porto Alegre pesa em favor dos ciclistas e não do argumento que sustenta o veto da prefeitura.”
. De acordo com Goura, o caso de Porto Alegre se refere a multas municipais e não aos recursos do Funset. “Fui convencido de que barrar esse artigo foi o melhor e não acho que seja motivo de derrota. O ponto principal da lei foi sancionado, 5% de ciclovias, e foi um ganho. Temos que batalhar para a prefeitura garantir política orçamentária para tirar os projetos do papel para essa e as próximas gestões.”
. Para Nascimento, em vez de contestar o veto em uma batalha jurídica, que pode se arrastar por anos, ou tentar a derrubada do veto na Câmara, a ideia mais viável parece ser a de forçar o prefeito a reabilitar o artigo 3º por meio de um projeto de lei de iniciativa do Executivo. “Seria juridicamente incontestável e atenderia à demanda original da iniciativa popular”, acrescenta.
. Curitiba tem 4.600 quilômetros de vias e pouco mais de 160 km de estrutura cicloviária. Com a nova lei, a cidade pode ganhar mais 230 km de ciclovias. “Ainda é pouco e podemos avançar mais”, finaliza Goura.
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Lei nº 14.594 – Lei da Bicicleta de Curitiba

Dispõe sobre a Mobilidade Urbana Sustentável – Lei da Bicicleta
A CÂMARA MUNICIPAL DE CURITIBA, CAPITAL DO ESTADO DO PARANÁ, aprovou e eu, Prefeito Municipal, sanciono a seguinte lei:
Art. 1º Fica instituída a bicicleta como modal de transporte regular de interesse social em Curitiba, determinando-se que 5% (cinco por cento) das vias urbanas serão destinadas a construção de ciclofaixas e ciclovias, em modelo funcional, interconectando o centro da cidade, integrado ao transporte coletivo.
§ 1º A implementação das ciclofaixas e ciclovias deve atender as seguintes diretrizes:
I- mão única em cada faixa, no mesmo sentido dos carros;
II- obstáculos terminando 1,00m (um metro) antes e recomeçando 1,00m (um metro) depois das entradas das garagens;
III- demarcação dos símbolos de bicicleta no pavimento no mesmo sentido da faixa;
IV – redimensionamento das faixas para carro, e não sua eliminação;
V – largura de pelo menos 1,5m (um metro e cinquenta centímetros) para o ciclista pedalar com conforto;
VI- pavimento demarcado por contraste de cor de acordo com a orientação do Departamento Nacional de Trânsito;
VII- instalação de tachões bidirecionais na cor amarela para separar a ciclofaixa das ruas e avenidas.
§ 2º As diretrizes contidas no parágrafo anterior não se aplicam às ciclofaixas já instaladas no Município de Curitiba.
Art. 2º Terão espaços reservados para bicicletas, na forma de bicicletários e/ou estacionamentos:
I- os terminais de transporte coletivo;
II- os estabelecimentos de ensino;
III- os complexos comerciais como shopping centers e supermercados;
IV – praças e parques públicos.
Art. 3º (VETADO).
Art. 4º Esta Lei entra em vigor 90 (noventa) dias após a data da sua publicação.
PALÁCIO 29 DE MARÇO, 16 de janeiro de 2015.
Gustavo Bonato Fruet : Prefeito Municipal

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Fonte: http://vadebike.org/2015/01/lei-da-bicicleta-de-curitiba-14594-ciclovias-ciclofaixas/

Voluntários realizam viagens gratuitas de bicicleta

. O cicloturismo é uma das faces mais desejadas da bicicleta. Viajar – ou fazer turismo - de bicicleta permite um contato intenso e íntimo com todo o caminho, transformando qualquer trilha ou estrada em uma experiência, em um “ponto turístico”. Viajar com uma pitada de aventura e liberdade é o desejo de muitas pessoas, que buscam informações para iniciar nessa atividade. Um dos caminhos mais comuns para começar é procurar um grupo ou agência. Ter a companhia de ciclistas experientes nas primeiras viagens faz crescer a confiança e também permite socializar e aprender com quem já tem bagagem no assunto.
. A agência Pediverde Cicloturismo começou exatamente desta forma. Em seu trajeto diário, Gustavo Angimahtz utilizava dois ônibus e gastava 1 h 40 min. Quando começou a utilizar a bicicleta, logo tomou gosto pelo pedal. O próximo passo foi realizar pequenas viagens. “Para essas viagens”, conta Gustavo, “criei um blog chamado Pedivelha, no qual eu convidava democraticamente quem quisesse a participar comigo, apenas divulgando o destino, o ponto de encontro, o horário e a quilometragem”.
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Foto: Equipe Pediverde
. As viagens de até 120 km aconteciam para cidades próximas a São Paulo, como a Rota Márcio Prado e Romeiros. O blog passou a tomar corpo e ter maior visitação. As viagens chegaram a contar com mais de 100 pessoas e nesse momento Gustavo sentiu a necessidade de profissionalizar ou abandonar o barco. A opção foi profissionalizar, mas sem deixar de realizar os passeios gratuitamente, com trabalho voluntário. Ele foi conhecendo pessoas e assim encontrou seu sócio, Fábio Lacerda, e André Tzermias, culminando na criação da agência.
. Mesmo com a agência criada, o pessoal manteve pedais gratuitos para não perder a essência daquilo que estavam dispostos a oferecer. Segundo Gustavo, “viajar de bicicleta é uma atividade que ultrapassa o limiar da prática de uma atividade esportiva. Traz conhecimento, saúde, relaxa, e ainda possibilita conhecer pessoas e lugares fantásticos com a liberdade de poder parar para curtir uma cachoeira, fazer uma trilha ou mesmo misturar outros esportes radicais.
. Em busca de fomentar a prática do cicloturismo, a agência Pediverde desenvolve um trabalho de voluntariado diferenciado com uma equipe de 14 guias voluntários e promove, todos os meses, uma cicloviagem gratuita para que o participante desfrute das maravilhas do cicloturismo”. Os 14 voluntários são pessoas que frequentaram os passeios ou se interessaram pelo conceito da empresa. “Somos todos muito unidos e procuramos sempre nos encontrar para planejar, reconhecer novas rotas e até mesmo pedalar apenas entre nós”, afirma Gustavo.

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. As viagens gratuitas têm percursos que variam de 25 km a 100 km, em roteiros que contemplam desde pontos históricos a trilhas e cachoeiras, algumas com atividades extras, como rapel. “Limitamos para 30 vagas por passeio para trabalharmos com o mesmo número de pessoas das viagens pagas”, diz Fábio Lacerda, “e a Pediverde custeia o seguro de vida de todos os participantes e a alimentação dos guias voluntários”.
. A Pediverde já realizou cerca de cem viagens gratuitas desde 14 de março de 2011, data oficial de sua fundação, e já levou mais de três mil ciclistas para viagens pelo Brasil, “mostrando o que há para conhecer nas topografias brasileiras e, acima disso, mostrando que a solidariedade e o trabalho em equipe superam qualquer obstáculo”, diz Gustavo.
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.O público que procura pelas viagens gratuitas é formada majoritariamente por iniciantes em cicloturismo, com forte presença feminina e de casais. Crianças de 10 anos e adultos de 73 anos já pedalaram junto com a Pediverde. Pessoas do Paraná, Santa Catarina, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Goiás e Rio Grande do Norte já participaram, mas a maioria é de São Paulo e interior. Segundo Gustavo, “são pessoas que procuram um grupo amigo e receptivo para se desligarem da vida do dia a dia, ver bonitas paisagens e fazer um turismo misturado com um pouquinho de exercício físico para manter a forma, mas sempre parando para tirar fotos, comer e apreciar a vista, por isso, contemplativo”.

“Eu nunca havia pedalado em grupo, e amei. Foi muito divertido, tranquilo e revigorante. Ao longo do passeio vamos superando nossos próprios desafios”, conta Jéssica Barbosa dos Santos, uma das clientes que experimentou pela primeira vez o cicloturismo com a Pediverde, em uma viagem gratuita para a Serra da Cantareira.

“Resolvi me aventurar com a Pediverde no passeio Mogi-Bertioga. Eu, sem experiência nenhuma em viagens, encarei o desafio. Logo no começo, pensei em desistir, mas a equipe de apoio me segurou e incentivou a prosseguir. Passamos por paisagens lindas, mesmo com o tempo fechado e chuvoso, o passeio foi incrível. Agradeço a todos que ficaram comigo, seguindo o lema ‘sai junto, chega junto’, aos que me puxaram, literalmente, nas subidas e aos que me controlaram nas descidas. Essa foi a experiência mais incrível da minha vida, onde superei meus limites e cultivei amizades”, conta Valéria Rosa dos Santos, que também estreou no cicloturismo com a Pediverde.
http://www.revistabicicleta.com.br/admin/fotosckfinder/images/materias-semana/cicloturismo/pediverde/pediverde-04.jpg.  André Tzermias, diretor de tecnologia, é o responsável pelo sistema que faz tudo funcionar pela internet. “Hoje, a Pediverde opera 100% virtualmente para a divulgação das viagens gratuitas, cadastramento, e contamos com um database rico em informações que são usadas para definirmos nossos próximos passos”, explica André.
. O time de guias voluntários é reaproveitado nas viagens pagas, sendo remunerados como monitores em destinos pelo Brasil, como Bonito, Prudentópolis, Cavernas do Petar e outros. “É uma forma de retribuir o trabalho que eles realizam e o comprometimento que eles mantêm ao longo deste tempo”, completa Gustavo.
. A Pediverde conta hoje com um portifólio de serviços vasto. Além da viagem mensal gratuita, há também uma viagem paga para diversos destinos, serviços para eventos particulares e corporativos, participação em eventos e palestras e uma parceria de descontos com a loja MacBikes.
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Se você está pensando em começar no cicloturismo, aproveite a oportunidade de começar com a companhia de ciclistas experientes e apaixonados pela atividade.
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.  As viagens gratuitas da Pediverde acontecem todos os meses e o calendário pode ser acessado no link www.pediverde.com.br/cicloviagens-gratis. O procedimento funciona assim: 15 dias antes da viagem, meia-noite, são abertas as inscrições, com 30 vagas. As inscrições ficam abertas por 72 horas, tempo que todos os interessados têm para preencher a ficha de inscrição virtual. As primeiras 15 vagas são destinadas aos primeiros que se inscreverem, e as quinze restantes são sorteadas entre todos os que se inscreveram ao longo das 72 horas do período de inscrição. Os participantes recebem a confirmação por e-mail e têm até quatro dias antes do evento para cancelar sua inscrição, que então será passada ao próximo da lista de espera. Isso é mais uma forma que encontramos de semear a civilidade, pois as pessoas passam a se preocupar em dar uma vaga ao próximo caso não possam ir no pedal. Caso o participante não avise, ele recebe um ponto negativo no sistema, e com dois pontos fica com a inscrição bloqueada por seis meses.
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Fonte: http://www.revistabicicleta.com.br/bicicleta.php?voluntarios_realizam_viagens__gratuitas_de_bicicleta&id=4622

Porque a fibra de carbono é tão cara?

. Quando a indústria descobriu as fibras carbônicas como uma opção mais leve do que o aço e o alumínio, logo este material passou a ser o mais desejado por aqueles que buscam aerodinâmica e desempenho. As bicicletas full carbon, ou seja, aquelas que têm não só o quadro, mas também o garfo, canote e outros componentes fabricados com este material, atualmente são comuns até mesmo entre ciclistas amadores. O que intriga a muitos é: afinal, porque a fibra de carbono é tão cara?

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A fibra de carbono é composta de finos filamentos de 5 a 10 micrometros de diâmetro. Cada filamento é a união de diversos milhares de fibras de carbono.
. Em decorrência da Segunda Guerra Mundial houve um aumento no interesse em desenvolver novos materiais com propriedades especiais, entre eles, as fibras de carbono. Mas o aperfeiçoamento deste tipo de material se deu na década de 1960. Décadas depois, ela ainda é um material exótico.
. O material base da fibra de carbono geralmente é um polímero orgânico com átomos de carbono ligando longos fios de moléculas chamado Poliacrilonitrila, material similar aos acrílicos encontrados em carpetes e malhas.
. O que torna este material muito mais caro é o seu processo de fabricação. Primeiro, metade do acrílico do material base precisa ser eliminado. Ou seja, só este processo já dobra o custo, e antes mesmo de considerar gastos com energia e equipamentos, especialistas afirmam que o produto já alcança o valor de cinco dólares a libra (uma libra equivale a 453,59 gramas).
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. Forçar o acrílico a se soltar dos seus átomos não-carbônicos exige máquinas monstruosas e muita energia, ou seja, o custo é muito alto. O primeiro passo no processamento é a estabilização de oxidação, quando as fibras passam continuamente por fornos de 15 a 30 metros de comprimento aquecidos a centenas de graus Celsius.
. Este procedimento leva horas e representa um enorme gasto de energia. Depois, o material ainda passa pelo processo chamado de carbonização, em fornalhas um pouco menores mas em temperaturas muito mais altas. Por fim, os fabricantes precisam lidar com o acrílico que não segura durante o aquecimento. Gases precisam ser tratados para não causar danos ao meio ambiente. Tudo isto representa um alto custo de energia, espaço físico ocupado e equipamentos enormes.
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. Até este momento, estamos falando apenas da fabricação das fibras individuais. Agora, há mais um caminho a seguir para moldar estes fios num entrelaçado que junte tudo e então se torne um material resistente.
. Para se beneficiar da resistência unidirecional do material, é preciso que todas as fibras estejam paralelas e igualmente esticadas. Se um fio não estiver bem esticado, o fio mais próximo precisa suportar um esforço maior e provavelmente quebre antes. Para compensar a possibilidade de um entrelaçado imperfeito, os fabricantes podem incluir 10% mais fibras do que o necessário, o que também acarreta em um incremento no preço.
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. Este entrelaçado, porém, ainda não é o produto acabado, ele precisa de algo mais para se tornar o material que os fabricantes precisam. Atualmente, a fibra de carbono funciona em conjunto com uma resina. Combinados, eles formam um composto que pode ser manipulado para ser modelado conforme o formato desejado.
. Para alcançar a maturidade científica e industrial que torne a fibra de carbono um produto em uma faixa de preço mais baixa, não basta uma pequena modificação ou melhoria. A fabricação da fibra de carbono precisa de uma revolução completa, mas como o seu uso tem um prospecto de retorno financeiro bastante alto, as indústrias têm procurado soluções para diminuir o custo, melhorar a eficácia da produção e aproveitar o crescimento deste mercado.
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Fonte: http://www.revistabicicleta.com.br/bicicleta.php?porque_a__fibra_de_carbono_e_tao_cara?&id=4618

Circuito Regional de Cicloturismo 2015 valoriza atrativos turísticos.

. A primeira etapa acontece em Marechal Cândido Rondon no dia 08 de fevereiro. Foz do Iguaçu sediará evento em maio
. A cidade de Marechal Cândido Rondon está preparada para receber a primeira etapa do 3º Circuito Regional de Cicloturismo Cataratas do Iguaçu e Caminhos ao Lago de Itaipu.
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. A 1ª etapa do evento acontece no domingo, 08, e os participantes serão recepcionados no Pesque Pague Alli, localizado na Rodovia PR 491, estrada que dá acesso ao município de Nova Santa Rosa. A concentração e confirmação das inscrições acontece a partir das 6h30 e largada pontualmente às 8h30.
. Os interessados em participar desta 1ª etapa poderão efetuar as inscrições antecipadas no valor de R$ 40,00 disponíveis somente até o dia 03 de fevereiro via boleto através do site www.adeturcataratasecaminhos.org.br. As inscrições realizadas antecipadas só serão validadas após a confirmação do pagamento do boleto. No dia do evento o valor cobrado por participante será R$ 60,00.
. Ao inscrever-se o participante terá direito a kit café da manhã, distribuição gratuita de água antes, durante e após o percurso, carro de apoio, seguro contra acidentes pessoais, almoço no dia do evento e direito de participação em sorteios de brindes oferecidos pelo município sede.
. A cidade de Marechal Cândido Rondon receberá seus participantes em dois trajetos sendo um de 13,5 km, com a maioria do percurso em estrada de chão e outro com 39,1 KM, também na maioria com estrada de chão.
. De acordo com o presidente da Adetur, Leoveraldo Curtarelli de Oliveira, além das belas paisagens que os participantes encontrarão, o pedal proporciona vários benefícios, principalmente a saúde das pessoas, além de ser um esporte prático e de baixo custo. “Andar de bicicleta ajuda o organismo e o coração, mantendo longe doenças crônicas como obesidade, colesterol alto e hipertensão”, informa.
. Para essa edição do Circuito Regional de Cicloturismo, houve o envolvimento direto dos grupos de pedal e ciclismo e principalmente dos municípios como estratégia para que esse evento tenha vida própria com o passar dos anos. “A cada edição, percebemos a evolução do evento, principalmente no número de participantes, mas também no nível de equipamentos e adeptos ao ciclismo”, avalia o presidente.
. Outro diferencial nessa terceira edição é a etapa integrada destinada a ser a última do circuito. Para Leoveraldo Curtarelli de Oliveira, a ideia é a cada edição criar um roteiro interligando 3 a 4 municípios sendo percorrido em dois dias, valorizando, assim, os serviços de entretenimento, hospedagem e alimentação disponíveis na região.
. Desta forma, pensando na atividade como fator econômico, pode fazer do Circuito de Cicloturismo um produto turístico, pois, é uma atividade em ascensão que envolve toda a família, todas as cidades e faz com que as pessoas conheçam as belezas e pontos turísticos dos municípios vizinhos. “Nesse ano, cada trajeto deve passar em um ponto turístico do município que está sediando a etapa, fato que desenvolve o turismo, valorizando e fazendo com que as pessoas passem o dia naquela cidade”, finaliza.
. O Circuito - Serão 11 etapas realizadas mensalmente, somente aos domingos, que levarão a deliciosos passeios a serem percorridos nos municípios da região do Lago de Itaipu e do Parque Nacional do Iguaçu. Todas as etapas serão divididas em (dois) percursos, sendo um trajeto de no mínimo 35 km e outro de aproximadamente 15 km, oportunizando os participantes a escolherem o percurso de acordo com suas condições físicas e técnicas.
. Os participantes poderão ainda adquirir opcionalmente o passaporte do Circuito. Será comercializado a parte das inscrições, somente no dia das 1ª, 2ª e 3ª etapas, e terá o custo de R$ 30,00. Adquirindo o passaporte, o participante ganha uma camiseta personalizada do evento e o direito de concorrer a três bikes Caloi e outros brindes na última etapa do Circuito. Para participar do sorteio final basta registrar a participação em no mínimo 8 das 11 etapas.
. O evento é uma promoção da Adetur Cataratas e Caminhos e Conselho de Desenvolvimento dos Municípios Lindeiros ao Lago de Itaipu com realização e organização das Prefeituras Municipais e apoio dos grupos de pedal de cada município.
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Inscrições, informações das etapas e regulamento estão disponíveis no site www.adeturcataratasecaminhos.org.br.

Veja o cronograma das etapas:
08/02 – Marechal Cândido Rondon
08/03 – Mercedes
12/04 – Santa Helena
17/05 – Foz do Iguaçu
14/06 – Serranópolis do Iguaçu
05/07 – Entre Rios do Oeste
16/08 – São Miguel do Iguaçu
13/09 – Santa Terezinha de Itaipu
18/10 – Terra Roxa
05 e 06/12 – Etapa Integrada (Guaíra, Mercedes, Marechal Cândido Rondon e Pato Bragado)
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Fonte: http://www.clickfozdoiguacu.com.br/foz-iguacu-noticias/circuito-regional-de-cicloturismo-2015-valoriza-atrativos-turisticos

Com Henrique Avancini como exemplo, Caloi apresenta equipe para 2015

. A Caloi apresentou sua equipe de elite para a temporada de 2015 de mountain bike na tarde desta terça-feira. Henrique Avancini, contratado recentemente pela respeitada Cannondale, serviu como modelo durante a cerimônia realizada na cidade de Campinas, interior paulista.
“O Henrique é um bom exemplo. Começamos a patrociná-lo 2012. Em 2013, ele foi campeão brasileiro e continuou ganhando diversas provas em 2014, a ponto de ser convidado pela Cannondale. Se vocês se destacarem pela Caloi, também pode ter essa oportunidade”, disse Eduardo Rocha, diretor de marketing e produtos da Caloi.
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Frederico Mariano, Bruno Martins e Sherman Trezza foram apresentados oficialmente pela Caloi em Campinas
. O discurso foi ouvido atentamente por Sherman Trezza e Frederico Mariano, mantidos pela Caloi na equipe de elite para a temporada de 2015 – o último conquistou o título brasileiro de cross-country olímpico (XCO) em 2014. Na categoria sub-23, o time passa a contar com Bruno Martins, de apenas 18 anos.
. A gigante canadense Dorel, com faturamento anual de aproximadamente US$ 2,4 bilhões e 6,4 mil funcionários em 25 países, é proprietária tanto da Caloi quanto da Cannondale. Desta forma, a empresa pode segmentar suas equipes competitivas de acordo com o perfil dos atletas.
. Henrique Avancini, atual 21º colocado no ranking de cross-country organizado pela União Ciclística Internacional (UCI), é a principal esperança do Brasil nos Jogos Olímpicos de 2016. Em 2015, após se destacar pela Caloi, disputará sua primeira temporada na Cannondale.
“Integrar uma equipe como essa é o ponto mais alto que um atleta pode almejar. Vejo isso como algo positivo também para o mercado brasileiro e para todo o universo da bicicleta”, afirmou Avancini, com o britânico Peter Woods, atual presidente da Dorel Sports, na plateia.
. Na Cannondale, o brasileiro terá a oportunidade de conviver com alguns dos principais nomes do mountain bike, como o alemão Manuel Fumic, vice-campeão mundial de cross-country em 2013, e o italiano Marco Fontana, medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Londres 2012.
“Um brasileiro de 25 anos alcançar esse patamar seria algo inimaginável em um passado recente. Representa o crescimento da nossa cultura de amor pelo ciclismo. Fico muito feliz por fazer parte dessa história e estou super motivado”, declarou Avancini.
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Fonte: http://www.gazetaesportiva.net/noticia/2015/01/ciclismo/com-henrique-avancini-como-exemplo-caloi-apresenta-equipe-para-2015.html

Com conceito europeu e semelhança com F1, equipe brasileira de ciclismo é criada

# Com estrutura de primeiro mundo, atletas do ciclismo Mountain Bike brasileiro terão mecânicos, bicicletas de ponta e managers. Isso tudo com a presença de um Rubinho.
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. Pneu para pista molhada ou seca, acerto da roda, mecânicos trabalhando com rapidez na mudança de aerodinâmica, telemetria, grid de largada e equipamentos desiguais. Não é Fórmula 1, é o ciclismo Mountain Bike, esporte que faz parte do programa olímpico desde 1996.
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Raiza Goulão é destaque do ciclismo
. Nesta terça-feira, foi lançada em São Paulo a equipe AOO/Specialized, que contará com a número 1 do país, Raiza Goulão, e do representante verde-amarelo nas últimas duas Olimpíadas, Rubens Donizete, conhecido como Rubinho. Um dos managers da equipe, Loris Verona, explica o quão parecido é conduzir um time de ciclistas e uma equipe de Fórmula 1:
- É bem comparável. Na Fórmula 1, tem um engenheiro que acerta o carro para cada tipo de pista. No ciclismo, é a mesma coisa, o mecânico faz isso. As bicicletas são muito tecnológicas, tem ajustes a serem feitos em muitos detalhes. E o ciclista tem que ter um "quê" de Rubinho, que na Fórmula 1 acertava muito bem o carro. Eles têm que falar para os mecânicos o que falta para a bicicleta estar perfeita para determinada pista - explicou o dirigente.
. O ciclismo Mountain Bike é disputado em circuitos que vão de sete a 12 quilômetros e, cada prova, tem entre cinco e dez voltas. As semelhanças com a Fórmula 1 não param por aí. No ciclismo, existe um grid de largada nas provas, em que a ordem é feita pelo ranking mundial. Há pneus aptos para chuva, que no caso do Mountain Bike é para lama, e pista seca.
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Rubinho é o novo integrande da equipe
. Rubens Donizete, presente nas últimas duas Olimpíadas, é um dos contratados da nova equipe, e afirma que agora sim poderá disputar de igual para igual com os melhores do mundo:
-Eu sentia uma grande diferença. Eu levava uma bicicleta só, para qualquer tipo de circuito. Agora, com apoio da equipe, vamos andar de igual para igual, tenho o mesmo equipamento do pessoal lá fora. Nossa equipe agora é de ponta - explicou o ciclista.
. No time lançado nesta terça-feira, há também uma série de ciclistas das categorias de base, que vêm obtendo sucesso em campeonatos nacionais. José Gabriel Marques e Sofia Isabel Subtil, ambos na sub-23; Érick Bruske e Ellen Andruczewicz, na júnior; e Lucas Sírio, na juvenil, estão no time. Segundo o manager Loris Verona, o objetivo é fazer com que o ciclista só pense em pedalar:
- O manager do time tem o papel de controlar o calendário, gerir os recursos e resolver os problemas do dia a dia. Reposição de uniforme, mudança de equipamento, comprar passagem, ver hotel, ver transporte. O ciclista tem que pensar só em treinar e competir, que é o conceito europeu - explicou.
. O melhor resultado da história do país em Jogos Olímpicos é a 18ª posição de Jaqueline Mourão, conquistada em Atenas 2004. Para os Jogos Olímpicos de 2016, o Brasil já tem uma vaga garantida para a prova masculina, e outra para a disputa feminina. Segundo Cadu Polazzo, novo treinador da equipe lançada, e técnico da seleção brasileira, o objetivo é evoluir com relação aos últimos anos:
- Dá para pensar em um lugar entre os quinze melhores em 2016. Antes, queremos conseguir aumentar o número de vagas e classificar atletas para os Jogos pelo ranking mundial- disse.
.O ciclismo distribui 18 medalhas de ouro em Jogos Olímpicos, dez delas nas provas de velódromo, quatro na estrada, duas no BMX e outras duas no Mountain Bike.
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Fonte: http://globoesporte.globo.com/ciclismo/noticia/2015/01/com-conceito-europeu-e-semelhanca-com-f1-equipe-de-ciclismo-e-criada.html

Garmin apresenta o fēnix 3, um relógio esportivo com GPS e funcionalidades inteligentes

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. A Garmin apresenta o fēnix 3 uma nova geração do bem-sucedido relógio com GPS pensado para os mais exigentes esportistas e aventureiros. Este dispositivo avançado dispõe de surpreendentes funcionalidades para a prática de um grande conjunto de atividades, desde trail running a ciclismo, passando por esqui, natação ou caminhadas. Além de contar com uma inovadora antena EXO, o fēnix 3 incorpora várias funções inteligentes que potenciam a conectividade e permitem personalizar o relógio ao gosto de cada utilizador.
. Com uma tela Chroma a cores de alta resolução, o fēnix 3 tem um novo design mais fino e elegante, com detalhes e alta qualidade, como botões e um bisel protetor em aço inoxidável. Além disso, os utilizadores podem escolher uma das três opções disponíveis: em prata com bracelete vermelha, cinzento com bracelete negra ou uma versão premium safira, que conta com bracelete em aço inoxidável e cristal safira, ideal para os atletas mais exigentes.
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Navegação ao ar livre
.O fēnix 3 está equipado com um conjunto de ferramentas que o tornam no melhor companheiro de alpinistas e aventureiros adeptos das atividades ao ar livre. A inovadora antena EXO com GPS e GLONASS oferece informações rápidas e precisas sobre a posição do utilizador, mesmo em ambientes mais exigentes.
. Conta ainda com altímetro barométrico e bússola de três eixos que indica a direção mesmo quando o utilizador está parado e com o dispositivo inclinado.
. Os utilizadores podem também planejar excursões, criar e seguir rotas e assinalar pontos de passagem ou de interesse, como a localização do veículo, refúgios ou pontos com vistas panorâmicas. Com a opção TrackBack, os utilizadores têm acesso rápido ao caminho de retorno para chegar sem contratempos ao ponto de início.
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Um treinador pessoal no pulso
. O fēnix 3 incorpora características e funções que o convertem num verdadeiro personal trainer ao serviço de cada utilizador. Além disso, conta com uma variedade de perfis de utilizador que adaptam o dispositivo às necessidades de cada atividade, disciplina desportiva ou ambiente de entretenimento – corrida, ciclismo, triatlo, natação, ou esqui – mostrando dados como a distância, o ritmo, a velocidade ou o desnível, entre outros.
. Adicionalmente, tem várias características especialmente otimizadas para os corredores de montanha. O perfil de utilizador específico de “trail running” oferece aos desportistas um menu completo de informações úteis, desde dados precisos sobre o rendimento até ajudas de navegação em rotas menos frequentadas. Além disso, conta com a nova função Auto-Run-Climb, que disponibiliza automaticamente os dados mais relevantes, de acordo com a natureza do terreno: plano ou íngreme.
. Quando usado em conjunto com o monitor de frequência cardíaca*, o equipamento pode estimar a capacidade aeróbica, avaliando o nível de condição física e, com base neste cálculo, prever os tempos de corrida. O fēnix 3 garante ainda acesso à opção de cálculo de tempo de recuperação, para que os utilizadores saibam quanto tempo têm de descansar antes de estarem prontos para o treino seguinte.
. Utilizado em conjunto com o monitor de frequência cardíaca, o relógio também calcula métricas em relação à eficiência dos treinos, como o consumo de oxigênio, a cadência, a elevação e o tempo de contacto com o solo.
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Uma alma inteligente
. Além de surpreender pelas suas prestações para a realização de atividades esportivas e ao ar livre, o fēnix 3 é um relógio inteligente, totalmente ligado e que oferece aos utilizadores a oportunidade de o adaptarem ao estilo de vida de cada um com a plataforma aberta ConnectIQ, com a qual é possível personalizar por completo o dispositivo com aplicações, widgets, campos de dados e telas.

Esperança para 2016, Polegatch leva Desafio Tour do Rio em Rio das Flores

# Atleta chegou com 12 minutos de vantagem sobre a segunda colocada na categoria elite feminina; evento reuniu cerca de 300 ciclistas; confira os resultados.
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. Rio das Flores recebeu neste domingo cerca de 300 ciclistas de várias partes do país para a primeira etapa do ano do Desafio Tour do Rio 2015. A prova de menor distância foi de 24km, para atletas paradesportivos, mas ciclistas de elite tiveram 109 km pela frente.
. Cada categoria teve um trajeto diferente. Quase todos os percursos tiveram que ser alterados em cima da hora, por causa da chuva na véspera do evento que provocou quedas de barreira nas RJ-135 e RJ-145.
https://pbs.twimg.com/profile_images/1182367897/IMG158-01.jpg. Favorita para representar o Brasil nas Olimpíadas Rio 2016, Polegatch foi o destaque e terminou a prova na categoria elite feminina com grande vantagem sobre as demais competidoras. Com o tempo de 1h27min5s, ela cruzou a linha de chegada quase 12 minutos antes da segunda colocada, Roberta Stopa. Ana Paula Casetta, de 18 anos, estreante na categoria, fez bonito e conquistou a terceira melhor posição.
— Estou muito feliz com esse resultado. Não esperava terminar com essa diferença de tempo. Corri cerca de 47 quilômetros sozinha e não tinha noção da posição das outras atletas. Começamos a temporada no Brasil com o pé direito e agora vamos rumo a 2016 - comemorou Polegatch.
. Na categoria elite masculina, os três primeiros colocados foram Alex David Mayer Arseno, Armando Reis da Costa e Raphael Mesquita Mendes. Assim como esperado, Alex considerou o calor um grande desafio.
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— A condição do asfalto com o sol tornou a corrida muito dura. A nossa equipe treinou bastante e meu resultado acabou sendo a consequência da nossa dedicação. Quando passei na linha de chegada, senti um misto de emoção e muita felicidade - comentou Alex.
. O evento, realizado pelo Instituto Faça, teve apoio da Federação de Ciclismo do Estado do Rio de Janeiro e da prefeitura de Rio das Flores. A próxima edição será no dia 25 de outubro. O desejo da organização é que ele seja realizado no mesmo percurso dos Jogos Olímpicos.

Confira os resultados:
Elite Masculina:
1º lugar - Alex David Mayer Arseno (ECT Equipe de ciclismo) - 2h33min58s
2º lugar - Armando Reis da Costa (Memorial) - 2h34min00s
3º lugar - Raphael Mesquita Mendes (Equipe UFF de Ciclismo) - 2h34min02s
Elite Feminina:1º lugar - Ana Paula Polegatch - 1h27min05s
2º lugar - Roberta Stopa (No Limits Team) - 1h39min28s
3º lugar - Ana Paula Casetta (Clube Maringaense) - 1h39min30s
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Fonte: http://globoesporte.globo.com/rj/sul-do-rio-costa-verde/noticia/2015/01/esperanca-para-2016-polegatch-leva-desafio-tour-do-rio-em-rio-das-flores.html

Daniel Díaz, da Funvic, é campeão do Tour de San Luis de Ciclismo

# A Equipe Funvic ainda teve Kleber Ramos, em terceiro lugar, no pódio final da Montanha.
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Daniel Díaz e o técnico da Funvic, Benedito Tadeu Jr, o Kid.
. O ciclista Daniel Díaz, da equipe brasileira Funvic-Soul Cycles, de São José dos Campos, sagrou-se campeão do 9º Tour de San Luis de Ciclismo, que teve seu final neste domingo (25).
. Dani Díaz, como é conhecido aqui na Argentina, foi contratado pela Funvic para a temporada de 2015 e, logo em sua primeira competição, sagrou-se campeão. Díaz terminou com o tempo acumulado de 22h37min07.
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Pódio final do 9º Tour de San Luis, com Dani Díaz, Rodolfo Torres e Nairo Quintana.
. Esta é a segunda vez que Daniel Díaz, que tem 25 anos e é natural de Salta-Argentina, vence o Tour de San Luis. O atleta da Funvic também se tornou o primeiro atleta a ser bicampeão do TSL.
. O colombiano Rodolfo Torres terminou em segundo lugar, atrás 1min05 do campeão. O campeão de 2014, Nairo Quintana, da Movistar, ficou com o terceiro lugar na geral.
. Na meta Sprint, o campeão foi o colombiano Juan Arango, com 11 pontos.
. Na meta Montanha, Rodolfo Torres foi campeão com 35 pontos. O segundo e terceiro lugar, respectivamente, foi para Daniel Díaz e Kleber Ramos, da Funvic-Soul Cycles.
. No Sub23, o campeão foi Rodrigo Contreras, da Colômbia. Por equipe, a Colômbia ficou com o título. A Movistar foi a segunda colocada e o Team Katusha terminou em terceiro.

ÚLTIMA ETAPA
. No ‘cerrar’ das cortinas desta edição do Tour de San Luis, Cavendish finalmente conseguiu uma vitória. Após ser batido por duas vezes pelo colombiano Fernando Gaviria, que foi sem dúvida, o sprinter sensação deste ano, Cavendish não desperdiçou a terceira chance que teve e venceu a última etapa, com um percurso de 122,4 km de extensão. O atleta da Etixx-Quick Step venceu Gaviria por uma diferença muito pequena.
.O terceiro lugar ficou com o italiano Jakub Mareczko.
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Chegada da última etapa do Tour de San Luis.
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Fonte: http://www.portalr3.com.br/2015/01/daniel-diaz-da-funvic-e-campeao-do-tour-de-san-luis-de-ciclismo/#.VMY_JyxMI70 .

CONVITE - Pedal com os Mazobikers, Potibikers de Arapoti e galera da Região

Olá amigos do Pedal.

. Neste próximo sábado (24/01/2015) a Equipe Mazobikers está realizando um pedal junto com os nossos amigos ciclistas da cidade Arapoti - PR, com o intuito de que os ciclistas possam estreitar os laços de amizade, trocar idéia, além de possibilitar que conheçam as belezas naturais de Jaguariaíva - PR.

. CONVIDAMOS você ciclista da região, que tope passar uma tarde de sábado diferente... VENHA PEDALAR CONOSCO!

. O percurso total dá 32,4 km, é curto... e será feito em ritmo de CICLOTURISMO, para que todos assim possa curtir o pedal, conversar, registrar o passeio através de fotos e videos.

Concentração:
. . . Praça Getúlio Vargas - Centro (Em frente a agência da CAIXA)
. . . Horário da concentração dos ciclistas: das 14:30 hrs às 15:30 hrs
. . . Início do Pedal: 15:30 hrs

Importante o uso de capacete e garrafinha (squeeze) cheia d'agua... rssss

. Confira neste passeio virtual o percurso a ser realizado e nele algumas fotos do que vocês irão ver.

ESPERAMOS POR VOCÊS!
ABRAÇOS!!
Equipe Mazobikers

Kiké Genova e Julia Santos vencem o Desafio Radical de 4X em São Roque - SP

# O piloto chileno venceu pela primeira vez em São Roque, enquanto a atleta brasileira ficou com o bicampeonato.
. São Roque (SP), 18/01/15 - O chileno Enrique Genova e a brasileira Julia Santos foram os melhores no 4X Down Hill/Descida Radica, competição de Mountain Bike descida de montanha, realizada na pista do Ski Mountain Park, em São Roque (SP), abrindo a temporada da modalidade. Kiké, como é chamado o campeão, chegou ao seu primeiro título ao marcar, na bateria final, o tempo de 58seg545 para os 600 metros do percurso, superando Markolf Berchtold (BRA), 59seg525, Pedro Ferreira (CHI), 1min00seg616, e Lucas Giovaninni (BRA), 2min55seg814. Ao todo, 118 pilotos de vários estados, além de convidados do Equador e Chile, disputaram a chave masculina.


. No feminino, que reuniu apenas pilotos nacionais, a paranaense radicada em Americana (SP), Julia Santos, garantiu o bicampeonato da competição ao vencer a descida final com o tempo de 1min06seg921. A segunda colocação ficou com Bruna Ulrach, 1min07seg784, enquanto Vanessa Azevedo foi a terceira, em 1min16seg338, e Barbara Jechow a quarta, em 1min23seg043. A chave feminina teve número recorde de 17 inscritas, ratificando o crescimento em seu segundo ano.
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. Em um domingo de muito calor na bela cidade de São Roque, o 4X Down Hill/Descida Radical, definiu os melhores pilotos. Desde as baterias de oitavas-de-final, os participantes, 32 no masculino e 16 no feminino, selecionados após dois dias de competição, deram um show de técnica, aproveitando muito a excelente pista montada pelo também piloto Djoni Fornari.
. No masculino, que contou com inúmeras feras, como os ex-campeões Robson Urubu, Doron Cattoni e Lucas de Borba, entre outros, as baterias foram muito acirradas. Até a descida final, o chileno Pedro Ferreira foi o destaque, vencendo todas as baterias. Mas no momento da decisão, quem brilhou foi seu conterrâneo Enrique Genova, que no ano passado perdeu a bicicleta e não pode brigar pelo título, pois fraturou o pulso nas baterias preliminares.

"Estou muito feliz. Deu tudo certo desta vez, felizmente. Foi, sem dúvida, uma das melhores provas que participei, com um pista perfeita e adversários de primeira. Isso só valoriza ainda mais minha conquista", destacou o piloto chileno. "Esta foi a primeira competição forte do ano e agora é treinar para os demais eventos, sendo que o próximo será a Valparaiso Cejo Abajo, em meu país", encerrou Kiké, que ainda confessou que será pai em junho.


. O catarinense Markolf Berchtold, de 35 anos, colocou o Brasil no segundo lugar mais alto do pódio mais uma vez. "Estou perseguindo esse título faz tempo. Uma hora chegará", brincou. "Estou bem treinado e tenho me movimentado muito, o que possibilita andar em um ritmo forte como foi aqui. Este ano foi o melhor de todos, com certeza", disse.

. Julia Santos confirmou seu favoritismo no 4x Down Hill/Descida Radical. Atual campeã, ela mostrou porque é uma das feras das modalidade, garantindo o bicampeonato. "Estou feliz pelo título e por ter podido desenvolver todas as minhas habilidades. Isso aconteceu também graças à pista, muito técnica e bem melhor do que no ano passado", declarou.

DECO
. O Estado do Paraná contou com 4 representantes neste evento de nível internacional, e Jaguariaíva estava bem representado na prova com o atleta ANDERSON SOARES "DECO" da equipe TARTARUGA'S DH.
. O mesmo correu muito bem, mas acabou não passando para as Quartas de Final, lembrando que somente os 118 melhores atletas da modalidade foram selecionados para participar, os tempos variavam pouquíssimo tempo entre cada um dos atletas.

. O 4X (pronuncia-se FOUR-ÉX) ou também conhecido como FOURCROSS, para quem não conhece, é uma mistura de DH com BMX, no qual os 4 atletas disputam entre si, não somente em técnica de pilotagem e força na perna, o uso do jogo do corpo para que o atleta atrapalhe é válido... nas provas internacionais onde o 4X é muito difundido é normal de vermos isto ocorrer.

Resultados 2015 - Baterias finais
Masculino
1) Enrique Genova (CHI), 58seg545
2) Markolf Berchtold (BRA), 59seg525
3) Pedro Ferreira (CHI), 1min00seg616
4) Lucas Camargo Giovaninni (BRA), 2min55seg814

Feminino
1) Júlia Santos (BRA), 1min06seg921
2) Bruna Ulrach (BRA), 1min07seg784
3) Vanessa Azevedo (BRA), 1min16seg338
4) Barbara Jechow (BRA), 1min23seg043

Campeões
2002 - Robson "Urubu" Santos (BRA)
2003 - Robson "Urubu " Santos (BRA)
2004 - Robson "Urubu" Santos (BRA)
2005 - Sebastián Vasquez (CHI)
2006 - Doron Cattoni (BRA)
2014 - Lucas de Borba (BRA) e Julia Santos (BRA)
2015 - Enrique Genova (CHI) e Júlia Santos (BRA)
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Fonte: http://www.webventure.com.br/h/blogs/blog-do-sampa-bikers/post/kike-genova-e-julia-santos-vencem-o-4x-down-hilldescida-radical/9703

Roberta Stopa começa o ano com foco na Olimpíada de 2016

# Ciclista participará do Desafio Tour do Rio, competição que acontece no dia 25 de janeiro, em Rio das Flores.
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http://www.moveitsports.com.br/portal/conteudo/fotos/cache/2a85539d/roberta-stopa-perfil.jpg. A cliclista Roberta Stopa já começou o ano de olho em 2016. Dedicada ao sonho de participar pela primeira vez de uma Olimpíada, seu objetivo durante os próximos meses é treinar e competir no maior número de provas para somar pontos e garantir sua vaga representando o Brasil na categoria de Mountain-bike nos Jogos Rio 2016.
. A atleta decidiu voltar a competir o ciclismo de estrada e já está treinando para provas de longas distâncias, pois segundo ela, além de ampliar sua participação em diversas competições, essas provas também são uma excelente forma de manter o preparo físico. Sua próxima competição será o Desafio Tour do Rio, que acontece no dia 25 de janeiro, em Rio das Flores, interior do Estado.
. No percurso os participantes passarão por belas serras, trilhas e mirantes que compõem um cenário tranquilo de Rio das Flores, mas não significa que os competidores terão sossego ao longo do percurso nas rodovias RJ-135 e RJ-145. Os trechos requerem bastante esforço já que têm muitos aclives e declives com curvas sinuosas. A prova vai reunir cerca de 400 ciclistas profissionais e amadores e para Stopa, além do treinamento e do preparo físico, será fundamental manter uma boa hidratação no decorrer da competição, já que a alta temperatura do verão dificulta o desempenho dos atletas.
. A ciclista ainda acrescenta que o Desafio Tour do Rio é uma excelente oportunidade para as competidoras: "Embora estejam crescendo as competições que englobam a modalidade feminina, ainda existem provas que segmentam as categorias. Assim, o evento pode ser usado como forma de mostrar a presença feminina no esporte, para que se amplie ainda mais a participação das mulheres no cenário do ciclismo", acrescenta Stopa. A atleta é mineira e iniciou sua carreira como ciclista aos 14 anos, já competiu em grandes eventos como o Mundial, a Copa do mundo, Pan-americano e diversas provas nacionais, mostrando sempre um excelente desempenho.
. O Desafio Tour do Rio é uma realização do Instituto FAÇA com apoio da Prefeitura Municipal de Rio das Flores. A prova é homologada pela Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC) e Federação de Ciclismo do Estado do Rio de Janeiro.

Serviço: Desafio Tour do Rio 2015
Modalidade: Prova Ciclismo de Estrada
Local: Rio das Flores - RJ
Largada/Chegada: Rua da Matriz, próximo à Igreja Matriz ao lado da casa da Cultura
Data: 25 de janeiro
Inscrições até o dia 22 de janeiro no site www.papaleguas.org
Retirada de kit: Sábado, dia 24, no local de largada das 16hs às 18hs e no dia da corrida até às 8hs.
Categorias: Elite Masculina (aberta - sem limite de idade), Elite Feminina (aberta - sem limite de idade), Sub 30 (19 até 29 anos), Master A1 (30 até 34 anos), Master A2 (35 até 39 anos), Master B1 (40 até 44 anos), Master B2 (45 até 49 anos), Master C1 (50 até 54 anos), Master C2 (55 até 59 anos), Juvenil (15 e 16 anos), Junior, (17 e 18 anos) Veteranos (A partir de 60 anos), Open Masculino A (até 29 anos), Open Masculino B (de 30 a 39 anos), Open Masculino C (de 40 a 49 anos), Open Masculino D (a partir dos 50 anos), Open Feminino A (até 29 anos), Open Feminino B (de 30 a 39 anos), Open Feminino C (de 40 a 49 anos), Open Feminino D (a partir dos 50 anos), Mountain Bike e Paradesportivo.

Realização: INSTITUTO FAÇA.
Apoio: Federação de Ciclismo do Estado do Rio de Janeiro.
Apoios: Prefeitura Municipal de Rio das Flores

RPM Comunicação
www.rpmcom.com.br
Flavia Flores - flavia@rpmcom.com.br
(21) 3478-7404/ 98272-2320
Diana Cavalcanti- diana@rpmcom.com.br
(21) 3478-7420/ 98127-635

Brasileiro Kleber Ramos é o 1º líder de Montanha do Tour de San Luis

SAN LUIS, ARGENTINA – O atleta Kleber Ramos da Silva, da equipe Funvic/São José dos Campos, colocou o Brasil em destaque na 1ª etapa do Tour de San Luis de Ciclismo, disputada nesta segunda-feira (19).
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Kleber Ramos, o Bozó, com a camisa de líder de Montanha do Tour de San Luis
. Kleber  venceu o único prêmio de Montanha do dia, após sair em uma fuga com mais quatro atletas, e assim terminou esta primeira ‘tirada’ da 9º Tour de San Luis de Ciclismo com a camiseta vermelha de líder de Montanha.
“Era o meu objetivo do dia e estou feliz por ter conseguido. Agora é manter o foco e ajudar meus companheiros no que for preciso nas próximas etapas”, disse o brasileiro Kleber Silva, conhecido no pelotão como Bozó.
 SURPRESA NA PRIMEIRA ETAPA
. Mas a grande surpresa do dia foi a vitória do ciclista Fernando Gaviria, da Seleção da Colômbia, que numa arrancada espetacular nos últimos metros da etapa, bateu Mark Cavendisk, da Etixx – Quick Step, e Sacha Modolo, da Lampre-Merida, e conquistou a vitória nesta etapa de abertura do Tour de San Luis.
. Gaviria, que tem apenas 20 anos, percorreu os 186 km da etapa em 4h40min133 e, assim, tornou-se o primeiro líder geral do Tour de San Luis. Ele também é líder da Sub23.
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Gaviria, de branco, arranca e bate Cavendisk e Modolo na 1ª etapa do TSL 2015
. Na meta Sprint, o líder é Leandro Messineo, da San Luis Somos Todos, que faturou as duas metas do dia. Messineo esteve em uma fuga com Willians (Jamis) e Ignacio Pérez (San Juan), e chegaram a estar 4 minutos à frente do pelotão.
. A fuga foi neutralizada só no final da etapa, quando a Etixx – Quick Step, liderado pelo campeão mundial de Estrada, o polonês Michal Kwiatkowski, apertou a passada para neutralizar a ‘escapada’ e trazer à chegada para Cavendish. A tática deu certo, a fuga foi neutralizada, mas a vitória ficou com o colombiano Gaviria.

DIA DE MONTANHA
A segunda etapa, que será realizada nesta terça-feira (20), será uma etapa duríssima, com 185,3 km, com largada em La Punta.
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Fonte: http://www.portalr3.com.br/2015/01/brasileiro-kleber-ramos-e-o-1-lider-de-montanha-do-tour-de-san-luis/#.VL6Cq8kuAT0

Expansão de ciclovias impulsiona negócios envolvendo bicicletas em São Paulo

# Mercado cresce junto com espaços para pedalar e número de bicicletas. Negócios vão de bike cafés até venda de banhos
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. Estima-se que 300 mil bicicletas circulem diariamente por São Paulo durante a semana. Aos finais de semana, o número passa para 550 mil. Os números apontados pela Abraciclo (Associação brasileira dos fabricantes de motocicletas, ciclomotores, motonetas, bicicleta e similares) estão em crescimento e tendem a aumentar, tanto pela população cada vez mais simpática às bikes quanto pelas políticas públicas do governo Haddad - a Avenida Paulista, por exemplo, já está em obras para a inclusão de uma ciclovia. Está pronto o cenário para os negócios que envolvam bicicleta se multipliquem pela cidade.
“Vejo um mercado crescente. O ciclismo é visto como uma atividade que não traz lesões e ajuda a manter a forma. Além disso, tem a questão do estilo de vida. A sociedade precisa de alternativas para o transporte e a bicicleta tem se mostrado eficiente”, analisa Erick Azzi, consultor que trabalha com bicicletas desde 1992.
. Os novos negócios seguem a tendência da mudança de vida das pessoas. “Tem gente que já pedala aos finais de semana e também aqueles que encaram a bicicleta como uma filosofia. É em torno desses núcleos que dá para ganhar dinheiro”, orienta Marcelo Sinelli, consultor do Sebrae.
. De olho nesse público, empresários sem medo de arriscar abriram bike cafés, mudaram o status das entregas com bicicletas e chegam até a vender banhos.

Bicicletaria + café + conveniência
https://studioeureka.files.wordpress.com/2014/01/1450305_621568997884163_813655357_n.jpg?w=700. Unir café e bicicleta é uma prática comum na Europa e, aos poucos, vem ganhando espaço por aqui, principalmente na região de Pinheiros. Fabio Samori inaugurou o Aro 27 em junho de 2013, pouco depois do Las Magrelas, que fica a menos de dois quilômetros de distância. Em junho de 2014, Camila Romano e Paulo Filho abriram o King of the Fork, entre um estabelecimento e outro.
“A zona oeste é um lugar de efervescência cultural e com a bike não foi diferente. Tem uma grande concentração de pessoas que usam a bicicleta por aqui. E a gente se conhecia antes mesmo de montar os negócios e sempre batalhamos pela bike”, explica Fabio Samori. “Acho que a gente vai se complementando e não se engalfinhando”, continua.
. Cada empreendimento tem o seu estilo e une diversos serviços. E esqueça a ideia de bicicletaria como uma oficina escura ou cheia de graxa. Aqui, os negócios oferecem serviços e também espaços de convivência e contam com um ar descolado.
. O Aro 27, por exemplo, teve investimento de R$ 350 mil e já abriu com café, oficina e o conceito de park and shower (usuário paga uma taxa para estacionar a bike e tomar um banho. Local oferece armários, toalhas e sabonete líquido). “Estou nos 85% de retorno do investimento, mas vai se completar antes dos dois anos que a gente imaginava.
Comparando o faturamento bruto dos meses, a gente sempre passou de 100% de crescimento”, afirma Samori.
. Apesar de ter serviços para a bicicleta e ter sido o primeiro da cidade oferecer os banhos, o que rende mais no Aro 27 é a alimentação, com aproximadamente 70% do negócio, segundo Samori.
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http://scontent-b.cdninstagram.com/hphotos-xaf1/t51.2885-15/10809612_776429605758189_1985098626_a.jpg. Com um investimento um pouco menor, de R$ 130 mil, nasceu o King of The Fork. O foco de Camila Romano e Paulo Filho foi criar um espaço para convivência entre ciclistas. O KOF, como já foi apelidado, é um restaurante com cardápio enxuto, com sanduíches e produtos artesanais, e aposta no café. “Quando se fala em pedal, não combina muito ir a uma choperia. Se você anda ou viaja de bicicleta, o café é como se fosse um doping legal. E acho que funciona bem como um ponto de encontro de duas culturas, de quem gosta de café e de quem anda de bicicleta”, explica Camila.
. Há também o bike café onde a parte de alimentação é um complemento, como Ciclourbano. O negócio nasceu em 2009 como comércio on line de bicicleta e, em 2011, foi ampliado para loja física. . No local foi feita uma bicicletaria e também um café. Os produtos e serviços são voltados para quem pedala na cidade e precisa de uma bike diferente de quem faz trilhas ou esporte. O crescimento dos ciclistas em São Paulo e o envolvimento com essa cultura da bike propiciaram o negócio.
.O maior giro de negócios ainda vem das bicicletas propriamente ditas. Segundo Leandro Valverdes, um dos donos, a venda de peças e bikes representa 60% do negócio, enquanto a oficina rende de 20% a 25% e o restante fica com alimentação.

“Fomos os pioneiros nesse espaço de convivência”, fala Valverdes. “Meu lucro não vem do café, mas ele complementa e me ajuda com os negócios da bike”, comenta. A área é usada como uma alternativa para os clientes esperarem os consertos nas bicicletas, por exemplo.


Banho também é negócio
. A ideia dos donos dos bike cafés é ter um espaço para o ciclista e, sem dúvida, conquistar outros públicos. Não é preciso ter uma bicicleta para entrar em um desses lugares. Como não é preciso ser ciclista para virar cliente do Dress me up. O local também tem o conceito de park and shower, como o Aro 27, e foi inaugurado em abril de 2014, próximo à Avenida Berrini.
. Com o banho, conquistou um público diferente no final do ano. “Consegui trazer clientes pensando nas confraternizações. Tem muita gente que vem de fretado e trabalha na região e mora longe. Então lançamos o seguinte: ‘Você está indo para a festa da empresa? Tome um banho aqui e vá curtir’. O movimento foi excelente e foram mais de 50 banhos nesse pacote”, conta Rodrigo Gonçalves, um dos sócios do Dress me up. Além disso, ele aproveita o espaço em frente à loja para convidar food trucks para o almoço e ainda aluga salas no segundo andar para eventos e reuniões.

“Somos um bike point e temos serviços de manutenção, banho, estacionamento e venda de peças e acessórios”, define Gonçalves. “O mercado de bicicleta está crescendo e nunca se falou tanto de bike quanto ultimamente. Meu maior movimento ainda é da parte da bicicletaria, da manutenção. O estacionamento e o banho acabam como um plus”, completa.


Com que roupa eu vou?
. Além da sacada e vender banhos, há a expansão - óbvia até - de marcas de roupas especializadas para os bikers. Nada de bermudas de ciclistas com almofadinhas no bumbum ou feitas em lycra. A ideia é fazer roupas com cara de dia a dia adaptadas para o pedal.
http://www.laestampa.com.br/blog/wp-content/uploads/2014/09/velo-vc-montagem-foto-ciclovivo.jpg. Quem trabalha com isso é a Velô, que lançou a primeira coleção em agosto de 2014. As peças, 23 no total, vão de tornozeleiras, que ajudam a prender a calça para que ela não encoste na corrente, a blazer social e vestidos. Uma blusa, por exemplo, conta com uma cava um pouco maior para dar conforto, e a calça tem bolsos e um recorte no joelho para ajudar no movimento. Além disso, há a preocupação com a tecnologia. São usados tecidos com fator de proteção UV50, bacteriostáticos (que previnem a proliferação de bactérias e, assim, o mau cheiro) e poliamida, que seca mais rápido do que o algodão.


“Ninguém fala que você está com roupa de ciclista, mas você tem o conforto, está prontinha para subir na bike e chegar alinhada onde precisa”, resume Claudia Pereira Weingrill, uma das sócias da Velô e quem cuida da modelagem.


Entrega saudável
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Carbono Zero Courier
. O movimento em torno das bicicletas ganha força. “As pessoas moram em São Paulo, com o trânsito caótico e buscam alternativas. A bike atua na questão ambiental, por não poluir, na mobilidade e em uma relação mais saudável com a cidade. As pessoas viram na bicicleta esse elemento transformador”, define Daniel Guth, consultor de mobilidade urbana e diretor da Ciclocidade (Associação dos Ciclistas Urbanos de São Paulo).
. Seguindo a linha ecologicamente sustentável, empresas de entregas e serviços com bicicletas também crescem em São Paulo. Já são mais de 30 em atividade na capital paulista.
. Uma delas é a Carbono Zero Courier. Os irmãos Danilo e Rafael Mambretti começaram o negócio em 2010 com desejo de empreender e ter algo que fizesse bem ao planeta. Por que não trocar os serviços de um motoboy por um ciclista? A empresa começou com dois bikers e hoje conta com mais de 40.

“No começo nossos preço era 30% menor que o do motoboy e nosso público era da galera da bicicleta. Era um cara que pedalava e tinha um negócio, um dono de agência de publicidade. Hoje, nosso público cresceu e nosso preço é o mesmo do motoboy”, explica Rafael.
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Fonte:  http://economia.ig.com.br/financas/seunegocio/2015-01-19/expansao-de-ciclovias-impulsiona-negocios-envolvendo-bicicletas-em-sao-paulo.html

Cinco razões para adotar a bike...

# As bicicletas conquistaram de vez as ruas das maiores metrópoles do mundo. Apontadas como a melhor solução para enfrentar o caos da mobilidade, elas ajudam a manter a boa forma e aumentar a produtividade dos trabalhadores.
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. Se você é daqueles que sempre tem uma desculpa na manga para deixar o carro e m casa e usar a magrela para ir ao trabalho, enumeramos cinco motivos para convencê-lo a fazer esta mudança já!
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1. Dinheiro no bolso
. No Brasil, os preços de bicicleta ainda são altos por causa dos impostos, mas é possível comprar um bom modelo por cerca de 1 mil reais. Ainda assim, o valor é muito inferior ao preço de um carro, que exige gastos com gasolina, seguro e IPVA — a bicicleta precisa de manutenção de rotina a cada três meses e troca eventual de peças. Só para comparar: um pneu de bike custa 90 reais, enquanto um de carro custa 120 reais, em média. E quem usar a bike para percorrer 10 quilômetros de casa até o trabalho cinco dias por semana economiza 1.560 reais por ano em combustível, de acordo com cálculo do site Eu vou de Bike.
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2. Tempo recuperado
. Pedalar por um trecho de 6 quilômetros ou menos em áreas urbanas leva, em geral, menos tempo do que dirigir pela mesma distância, segundo a associação Transporte Ativo. Para distâncias de 6 a 10 quilômetros, o tempo gasto pela bicicleta e pelo carro costuma ser o mesmo. A bike também evita perda de tempo em congestionamentos e na hora de estacionar. Além disso, o ciclista pode economizar minutos do dia ao substituir a ida à academia pela pedalada.
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3. Saúde em dia
. Andar de bicicleta é uma atividade com baixo risco de lesões, perfeita para sair do sedentarismo. Por ser um exercício aeróbico, o ciclismo ajuda a controlar a pressão arterial, aumenta a capacidade pulmonar e cardíaca, protegendo o coração do infarto. De acordo com uma pesquisa do Instituto do Coração, de São Paulo, ciclistas que pedalam três vezes por semana eliminam cinco vezes mais rápido o LDL (colesterol ruim, que em altos níveis contribui para o entupimento das artérias) do que os sedentários.
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4. Mais bem-estar
. Ao fazer uma atividade física como pedalar, o corpo libera a endorfina, neurotransmissor responsável pela sensação de prazer. Por isso, ir de bike até o trabalho pode ajudar os profssionais a chegar lá se sentindo mais leves. É o que aponta um estudo feito na Grã-Bretanha e publicado no periódico Preventive Medicine. Os cientistas acompanharam 18 mil britânicos com idades de 18 a 65 anos para saber como o meio de transporte usado para ir ao trabalho infuenciava na percepção de bem-estar. Resultado: quem vai de bicicleta ou transporte público se sente menos pressionado e tem mais facilidade de se concentrar do que os motorizados.
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5. Produtividade em alta
. Um estudo da Universidade de Bellarmine, nos Estados Unidos, com 2.600 entrevistados, mostrou que pessoas que se exercitam 150 minutos por semana, como muitos ciclistas, têm uma melhora de 65% na qualidade do sono. A consequência? Mais produtividade.
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Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/atitude/cinco-razoes-para-adotar-a-bike-827389.shtml

Trilha de 60 km no topo da Serra Gaúcha atrai praticantes de mountain bike no RS

# Trajeto fica na cidade de Bom Jesus, nos Campos de Cima da Serra. Diferente da maioria das viagens, nessa trilha, o trajeto é o que encanta.
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. Uma boa dica para quem vai passar o verão no Rio Grande do Sul, mas quer fugir das praias, é uma visita de bicicleta à Barragem dos Rios dos Touros. Se o dia for de sol, o cenário fica ainda mais bonito. A trilha de 60 quilômetros de extensão está localizada na cidade de Bom Jesus, nos Campos de Cima da Serra, a Nordeste do estado. A altitude lá é de mais de mil metros acima do nível do mar.
. Diferente da maioria das viagens, onde a chegada é o mais esperado, aqui o trajeto é o que importa. Ciclistas de diversas partes do estado e praticantes da modalidade mountain bike se reúnem para treinar no local, onde as trilhas levam a cachoeiras.
“A mountain bike dá muito prazer de pedalar em contato direto com a natureza. Você tem a possibilidade de visualizar, parar e aproveitar realmente o que a natureza oferece”, celebra o professor universitário Leo Rufato.
. No caminho, passam por matas nativas, áreas de reflorestamento e campos de criação de gado. Uma paisagem impressionante e acidentada. Pedras, buracos, e uma pista cheia de irregularidade. A anestesista Roberta Jacob fez o passeio pela primeira vez. "Tem que ter um pouco mais de cuidado", recomenda. "Mas é legal, é aventura", acrescenta.
. O importante é estar bem equipado para enfrentar o desconhecido. O médico José Felippe gosta do desafio. "Faz parte do ciclismo de mountain bike. A gente nunca sabe o que vai encontrar pela frente e isso é parte da aventura também", conta.
. O professor de educação física Rafael Martins dá dicas de como se preparar para a jornada.
"Capacete, luva, óculos claro ou escuro, já que proteção para os olhos é importante. Bermuda para ficar melhor acomodado e para os que tem o clip na bike, a sapatilha para pedalar com maior segurança". Assim, é possível aproveitar o visual com mais tranquilidade.
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Fonte: http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2015/01/trilha-de-60-km-no-topo-da-serra-atrai-praticantes-de-mountain-bike-no-rs.html

Janildes é campeã de Tour argentino e técnico vibra: "Foi teste para cardíaco"

# Com três Olimpíadas nas costas, brasileira conquista título em San Luis, e treinador Marco Barbosa comemora resultado histórico. Ana Paula Polegatch é 3ª colocada.
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. A experiente ciclista Janildes Fernandes garantiu nesta sexta-feira o título do Tour de San Luis, na Argentina, competição que envolveu algumas das principais atletas do continente. Ela chegou ao último dia de provas na primeira posição, com apenas um segundo de vantagem para a vice-líder Lauren Stephens, dos Estados Unidos. Na etapa desta sexta, ela conseguiu ampliar a distância e ser a vencedora da competição.

- O Tour foi um verdadeiro teste para cardíaco. A emoção durou até os últimos metros da última etapa. Graças a união do grupo e a maturidade de todas as meninas conseguimos administrar muito bem a condição que tínhamos, terminando com essa vitória muito importante para o Brasil- disse o treinador da seleção Marco Barbosa.
. O Tour começou no 11/01, e após as atletas enfrentarem seis etapas, a competição foi encerrada nesta sexta, com uma prova de 80,4 quilômetros. Janildes, que já participou de três Jogos Olímpicos, comemorou muito o resultado:
http://s2.glbimg.com/1QtdzxfUfCmbc0DgrVHAJOeJhNk=/0x36:1594x1122/690x470/s.glbimg.com/es/ge/f/original/2015/01/16/ciclismo_2.jpg- É uma emoção muito grande estar vencendo o Tour de San Luis. Inicialmente cheguei aqui na Argentina pensando em trabalhar para as minhas companheiras, mas a competição acabou me favorecendo e consegui mais esse título internacional para o meu país. Todas as companheiras de seleção fazem parte dessa vitória. Aproveito para dedicar o título para meu filho Keven, de apenas um ano - disse. 
. Após percorrerem 373,3km em seis dias, Janildes Fernandes acumulou o tempo de 9h52min48s, assegurando o título geral individual. A segunda colocação ficou para a americana Lauren Stephens, seguida por Ana Paula Polegatch. Entre as demais ciclistas da seleção, Clemilda Fernandes terminou na 17ª colocação, Camila Coelho na 31ª colocação, Daniela Lionço na 36ª colocação.
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. Na classificação por equipe, a Seleção Brasileira competiu contra 18 times e sagrou-se vencedora após somar 29h40min19s. Camila Coelho ainda conquistou a segunda colocação geral na classificação de montanha.
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Fonte: http://globoesporte.globo.com/ciclismo/noticia/2015/01/janildes-e-campea-de-tour-argentino-e-tecnico-vibra-foi-teste-para-cardiaco.html

Com modelos de até R$ 70 mil, mercado das superbikes avança no Brasil

. A bicicleta costuma ser vista como um meio de transporte alternativo, mais barato que o carro. Mas parece ser cada vez maior o número de brasileiros dispostos a pagar caro pela sua 'magrela'.
. Com modelos que custam de R$ 3 mil a até R$ 70 mil ─ o dobro de um carro popular ─, o segmento de bicicletas "premium" está avançando rapidamente no Brasil, segundo fabricantes e associações do setor.
"Nos últimos cinco anos, as vendas de bikes de mais de R$ 3 mil aumentaram pelo menos 100%", diz Marcelo Maciel, Presidente da Aliança Bike, a Associação Brasileira do Setor de Bicicletas, para quem essa é uma das áreas mais promissoras do mercado de bicicletas.
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Trek Emonda SL SLR 10 H1 que custa R$ 70.000,00
. Luis Felipe Praça, presidente da Trek no Brasil, tem uma estimativa semelhante.
"Nossas vendas desse segmento premium devem ter crescido em média 20% ao ano nos últimos 5 anos." completa Luiz
. A Trek opera no Brasil há cerca de um ano e é dela o modelo de R$ 70 mil, uma espécie de Ferrari das bikes.
. Segundo a fabricante, o preço alto se justifica pela qualidade dos materiais ─ trata-se, segundo a Trek, de uma das bicicletas mais leves do mundo (4,6 kg) e de um modelo de altíssima performance.
"Também damos garantia ilimitada para nossos modelos. O que quer dizer que se, décadas depois de ter comprado a bicicleta, o cliente descobrir um problema de fábrica, fazemos a troca", diz Praça.
. Para se ter uma base de comparação, os modelos mais simples de bicicleta podem custar de R$ 300 a R$ 600.
. Praça admite que, em 2014, a estagnação econômica fez cair o número de unidades vendidas.

"Mas isso foi compensado pelo fato de o valor médio das bicicletas comercializadas ter crescido. Além disso, atribuímos tal queda a Copa e Eleições - em 2015 esperamos ter uma retomada das vendas em unidades."
Até as montadoras de carro estão de olho no filão das bikes premium.

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Bicicleta Dobravel Land Rover
. Entre as marcas que fabricam bicicletas de luxo estão a Land Rover ─ que tem planos para trazer "em breve" para o Brasil alguns de seus modelos ─ e a BMW, que hoje tem disponível para o mercado brasileiro três modelos, que vão de R$ 7.630 a R$ 18.850.

. Segundo o diretor-executivo da Associação Brasileira dos Fabricantes de Bicicleta (Abraciclo), José Eduardo Gonçalves, o aumento do valor agregado das bicicletas é o que tem segurado o faturamento do setor como um todo.

http://blogdescalada.com/wp-content/uploads/2013/07/2013_BMW_Mountainbike_All_Mountain.jpg
BMW All Mountain
. Segundo a Abraciclo, nas últimas duas décadas, o número total de bicicletas vendidas no Brasil na realidade caiu 30%, enquanto o número de carros aumentou 157% e, o de motos, 1.400%.

. De 1994 a 2013, as vendas de bicicleta passaram de 6 milhões de unidades para 4,3 milhões. E para 2014, embora os dados ainda não estejam fechados, a Abraciclo estima uma queda adicional de 10%.

"Ao longo dos anos as bicicletas perderam espaço para os carros e as motocicletas, mas por outro lado estamos vendendo bicicletas cada vez melhores, de maior valor agregado", diz Gonçalves.
Causas

. Segundo as associações do setor, a expansão do segmento de bicicletas premium é impulsionada por vários fatores.

"Um dos principais deles talvez seja o aumento na renda dos brasileiros, que tem permitido que mais pessoas possam investir em uma bicicleta um pouco melhor", opina Gonçalves.
"Mesmo essas bicicletas mais caras são relativamente acessíveis se comparadas a um carro, por exemplo."
.Outro fator importante seria o fato de a indústria ter incorporado novas tecnologias e avançado na provisão de produtos mais sofisticados e que atendem a demandas específicas.

.Entre os modelos que se encaixam nesse segmento premium estão, por exemplo, as bicicletas elétricas e as dobráveis.

. Também há os modelos levíssimos, feitos com materiais como titânio ou carbono, e aqueles que prometem aumentar a performance de quem participa de competições como esportista ou amador.

. Para Maciel, da Aliança Bike, o vigor do mercado de superbikes também pode ser explicado pela expansão das ciclofaixas nas grandes cidades, o apelo do estilo de vida saudável e sustentável e o aumento da popularidade da bike como opção de esporte e lazer.

"As pessoas estão comprando bicicleta para usar, não para pendurar na garagem", diz Maciel.
"E tanto quem está começando a usar a bicicleta como meio de transporte quanto quem está adotando a bicicleta como opção de esporte e lazer está se dando conta de que vale a pena pagar mais para ter um produto de melhor qualidade e resistência."

Vale a pena?
. Para a cicloativista Renata Falzoni, porém, nem sempre vale a pena comprar uma bike premium.

"Quem pedala, quer pedalar coisa boa - e há muitos modelos que são caros porque têm muita tecnologia e oferecem conforto e performance. Mas também há bikes que custam muito por causa da marca, ou por terem um design estiloso", diz ela.
"Além disso, é preciso pensar no custo-benefício da compra. Você não precisa de uma bicicleta de altíssima performance se não for competir, por exemplo."
. Para o fotógrafo Gabriel Cabral, o grande inconveniente de se comprar uma superbike é o risco de ela ser roubada.

"A questão é que se você compra uma bicicleta muito cara, não pode parar em qualquer lugar - tem uma preocupação a mais", opina.
. Ciclista e apaixonado por bicicletas, Cabral foi roubado duas vezes e resolveu que vai investir o mínimo possível em sua bike.

"É claro que há uma diferença entre uma bicicleta de R$ 500 e uma de R$ 1.200", diz ele.
"A primeira pode ter peças importantes de plástico, pode ser que o pedal caia - enfim, é aquela bicicleta que as pessoas compram para usar pouco e que acaba enferrujando na garagem do prédio. Mas dá para ter uma ótima bike por menos de R$ 2 mil", opina.

Roubos
. O medo de roubo tem impulsionado também um incipiente ─ mas promissor ─ mercado de seguros para o setor.
. A Brasil Insurance, por exemplo, oferece seguros contra roubos de bicicletas desde 2008, mas foi nos últimos dois anos que a procura pelo produto explodiu.
. Ana Badaró, diretora comercial da empresa, diz que o número de apólices cresceu de 300, em 2012, para 2 mil, em 2014.
. A empresa faz seguro de bicicletas que valem mais de R$ 3 mil e o valor médio das magrelas asseguradas seria de R$ 15 mil.

"Só do último ano para cá, o aumento no número de contratos foi de 50% e para o ano que vem esperamos uma alta de 30% a 40%", diz Badaró.
. Leonardo Ferraz, da Neptunia Seguros, experimentou um crescimento semelhante da procura por seguros de bicicletas. "A alta foi da ordem de 50% nos últimos dois anos", diz.
. Badaró conta que há até mesmo clientes que preferem segurar a bicicleta a segurar o carro.

"Em geral esses são parte do grupo de apaixonados por bikes, que têm carros que valem pouco ou que usam pouco", diz.