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Gary Fisher participa de debate com cicloativistas e pedala com prefeito Fernando Haddad

. Nesta semana, Gary Fisher, lenda viva da história da bicicleta e um dos criadores do Mountain Bike, participou de debate com cicloativistas e encontrou o Prefeito Fernando Haddad para sugerir possíveis melhorias no transporte e na implementação das ciclofaixas.
. Aos 64 anos, Fisher pedala mais de três horas todos os dias em São Francisco, nos Estados Unidos, sua cidade natal. Atualmente ele assina a linha de Mountain Bike da TREK, uma das principais marcas de bicicleta do mundo. Gary Fisher é um ativista nato e um dos grandes incentivadores das ciclofaixas. Tem conhecimento sobre experiências similares em outras regiões do mundo e já se deparou com as mais variadas dificuldades para a aceitação desse novo meio de transporte.
. Durante o debate organizado pela Ciclocidade, Gary respondeu dúvidas sobre como se comportar no transito e como fazer para as pessoas aceitarem melhor as bicicletas.
"Antigamente, o automóvel era visto como a bike hoje, estava fora do contexto e a cidade se adequou a ele. Hoje precisamos trabalhar esse caminho inverso, através de instrução, infraestrutura e acima de tudo legislação, para apoiar essa transformação", relata Gary Fisher durante o encontro de ontem (29) a noite na Vila Madalena. "Para isso, respeito tanto da parte do motorista como do ciclista é primordial, para aprimorar essa inclusão e melhorar a convivência".
. Hoje, no encontro com o Prefeito, Haddad comentou sobre os principais empecilhos à implementação das ciclofaixas e ouviu os conselhos de Fisher sobre sua experiência nas outras cidades. "Os jovens hoje em dia estão muito mais abertos para discutir novas possibilidades. Precisamos mostrar que a bicicleta é uma opção e funciona", destacou Fisher hoje pela manhã.
. Outro tema discutido foi a diminuição dos impostos como incentivo ao uso da bicicleta. Fisher usou o exemplo de Nova York, onde constou um crescimento de 50% nas vendas após a criação das ciclofaixas.
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Haddad passeia por ciclovia com "Inventor da Mountain Bike"

. Gary Fisher é considerado um dos inventores da mountain bike. Ele esteve em São Paulo nesta manhã e fez um passeio de bicicleta com o prefeito Fernando Haddad na ciclovia da rua Vergueiro.
.Segundo a prefeitura, Fisher e Haddad marcaram o encontro para discutir ações em prol da melhoria do transporte público e o incentivo ao uso da bicicleta.
. O prefeito ainda comentou o crescimento das ciclovias na capital. "Dá impressão que São Paulo tá inventando uma tecnologia. Na verdade, o mundo inteiro já aprendeu a lidar com isso e está 10 ou 20 anos a nossa frente. O que nós estamos procurando fazer é recuperar o tempo perdido", disse no encontro.
. Há uma semana, a cidade de São Paulo completou 100 km de ciclovias. A meta é chegar a 400 km até o fim de 2015.
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Fonte: http://g1.globo.com

Ciclista brusquense vence prova no Chile

. O ciclista brusquense Áquila Roux foi campeão na 4º etapa da Vuelta Internacional de La Región de Maule, no Chile. Áquila e André Gohr integram a equipe Dataro de Curitiba, a qual representa o Brasil na competição.
. A dupla já havia conquistado o 3º lugar na prova contrarrelógio por equipe. A comemoração foi ainda maior quando Áquila liderou a prova de estrada, com percurso de 107 km. O brusquense ganhou com folga de seis segundos para o segundo colocado.
. Com a vitória Áquila ocupa a 3ª colocação geral no individual. Já a Dataro lidera no quesito equipe, a frente da equipe chilena. A competição iniciou na última terça-feira (28) e encerra neste domingo (2/11).
“Esta foi a maior vitória da carreira do Áquila, o que nos orgulha muito, visto que é um ciclista que foi feito aqui em nossa cidade, comprovando o potencial que Brusque tem para revelar talentos para o ciclismo brasileiro. Esta competição auxiliará bastante na preparação do Áquila e do André para a disputa dos JASC em Itajaí” comentou o técnico da Brucicle, Eduardo H. Gohr.
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Alberto Contador e Tinkoff-Saxo sobem ao Kilimanjaro

. Alberto Contador e todo o plantel da Tinkoff-Saxo vão encontrar-se esta sexta-feira na Tanzânia para começar a subir o monte Kilimanjaro, ponto mais alto do continente africano (5891 metros).
"Um grupo de ciclistas já me tinha pedido para organizar este tipo de viagem. Será um desafio muito bom para todos e quero ver como eles reagem à situação", afirmou Bjarne Riis, diretor-desportivo da equipe russa.
. O percurso será feito durante os próximos cinco dias e prevê-se que os corredores tenham de pedalar durante mais de oito horas por dia.
. Entre o elenco de aventureiros estão, para além de Contador, os portugueses Sérgio Paulinho e Bruno Pires e o reforço Peter Sagan.
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Matthias Brändle é o novo recordista da hora por 737 metros

# Ciclista austríaco superou marca que Jens Voigt tinha conseguido há 43 dias.
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. O recorde da hora em bicicleta esteve mais de nove anos inalterado até Jens Voigt o bater em Setembro passado. Mas a marca do alemão durou apenas 43 dias, depois ter sido ultrapassada nesta quinta-feira pela do austríaco Matthias Brändle. O ciclista da IAM Cycling percorreu mais 737 metros do que Voigt para conseguir o feito mais relevante da sua carreira.
. Brändle pedalou 51,852 quilômetros no velódromo de Aigle, na Suíça, uma instalação que pertence à União Ciclista Internacional (UCI). “Percebi após 30 minutos que ia ter sucesso. Os primeiros minutos foram fáceis e depois quis ser muito mais rápido. A meio, as coisas começaram a ser mais difíceis e comecei a sentir dor”, explicou o austríaco. “Estou muito satisfeito com a maneira como as coisas correram”.
. Voigt (43 dias atrás), quase 20 anos mais velho do que Brändle, tinha percorrido 51,115 km na sua tentativa, efetuada igualmente na Suíça, mas em Granges. O alemão, que terminou então a sua carreira no ciclismo profissional, superou na altura a marca do checo Ondrej Sosenka, que em 2005, em Moscovo, fez 49,700 km. Antes deste, o último recorde ratificado pela UCI pertenceu ao britânico Chris Boardman (49,441 km, em 2000).
. Este recorde é a entrada mais marcante no currículo de Brändle desde que se tornou profissional em 2009. Campeão austríaco de contra-relógio três vezes, incluindo este ano, venceu também nesta época duas etapas na Volta a Grã-Bretanha.
. O renovado interesse no recorde da hora foi impulsionado pela recente clarificação das regras sobre o equipamento legítimo para o tentar. Grandes especialistas de contra-relógio como Fabian Cancellara e Tony Martin poderão tentar apoderar-se do recorde nos próximos tempos e Bradley Wiggins, atual campeão mundial da especialidade, já afirmou o desejo de o conseguir.
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Doping - CBC suspende Campeã Brasileira e mais três ciclistas

# Márcia Fernandes testa positivo em EPO e é suspensa por dois anos.
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. Quatro ciclistas brasileiros foram suspensos pelo CAD / CBC (Controle Anti-Doping - Confederação Brasileira de Ciclismo) por teste positivo em exame anti-doping para EPO e outras substâncias.
. Um dos nomes principais é a da Campeã Brasileiro de Ciclismo 2014, Márcia Fernandes, que testou positivo para EPO (Eritropoietina), exame realizado durante o Campeonato Brasileiro de Estrada deste ano. A ciclista teve também todos os seus títulos confiscados a partir da data da realização do exame, 28 de Junho de 2014, inclusive o título nacional.
. Os outros nomes que também foram pego no doping nesta mesma data foram: Nayara Gomes Ramos, Campeã Brasileira Sub-23, também flagrada por uso de EPO. Suspensa por dois anos e título nacional confiscado.
. Os outros dois ciclistas foram pegos durante o Campeonato Brasileiro de Pista, são: Patrick Gabriel Oyakaua, por tamoxifen, e Juliana Jacobs Renner, por Stanozolol, ambos suspensos por dois anos.

Confira parecer da CBC para suspensão dos atletas:
Márcia Fernandes: Termo de Decisão 02-2014
Nayara Gomes Ramos: Termo de Decisão 03-2014
Julian Jacobs Renner: Termo de Decisão 04-2014
Patrick Gabriel Oyakaua: Termo de Decisão 05-2014
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Enduro Shimano reúne melhores ciclistas do Brasil em Campos

. Neste fim de semana, dias 1º e 2 de novembro, Campos do Jordão receberá mais um importante evento de Mountain Bike.
. O Shimano Brasil Enduro Series é a primeira competição em abrangência nacional da modalidade, e deverá reunir grande nomes do ciclismo na serra.
. Participam do evento 180 atletas nesta, que é a terceira e última etapa da primeira competição de Enduro Mountain Bike.
. Entre eles estão os atuais líderes da categoria Pro, Nataniel Giacomozzi (Manoel Marchetti), com 1100 pontos, e Ronny Renke (Soul Cycles / Shimano), com 920, que ocupam as duas primeiras posições respectivamente.
"A última etapa promete ser muito acirrada. Os melhores atletas do Brasil estarão presentes e o título está em jogo. Espero que todos possam vivenciar o 'espírito endureiro', torcendo pelos atletas e subindo as trilhas, porque é lá que a diversão rola e o pedal come solto", Afirma o carioca Ronny Renke.
. As provas de Enduro reúnem a essência do Mountain Bike, quando os amigos se reúnem para pedalar, com obstáculos que incluem subida, raízes, pedras, buracos e muitas curvas.
. Com regras que foram adaptadas para a competição, no Enduro os atletas pedalam até os topos das montanhas e passam por trechos cronometrados nas partes de descidas, que são longas e exigem muito da parte física do competidor.
. A primeira etapa aconteceu na cidade de Itaipava (RJ) e a segunda em Urubici (SC). A cidade de Campos do Jordão foi escolhida pela organização por oferecer locais com visual diferenciado e boa infraestrutura.
. A largada do Shimano Brasil Enduro Series acontece na Praça Pinho Bravo em Vila Capivari.
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Copa Light 2014 terá a participação de atletas olímpicos do ciclismo nacional

# Luciene Ferreira, Magno Prado e Lauro Chaman são esperança para as Olimpíadas do Rio em 2016
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. Seis das principais equipes de ciclismo do Brasil estão confirmadas para a Copa Light de Ciclismo, que será realizada neste domingo, dia 2 de novembro, no Rio de Janeiro. A prova é considerada um dos eventos mais importantes do ciclismo de circuito do país e é especialmente interessante para a elite, pois soma pontos para o ranking nacional na classe 3. A largada acontece a partir de 7h na Avenida das Nações Unidas, na Praia de Botafogo, próximo à Rua Farani. Aos vencedores serão distribuídos prêmios que somam R$ 30mil.
. Estarão presentes na prova os atletas olímpicos Luciene Ferreira e Magno Prado Nazaret, representando a Funvic, número 1 do ranking nacional. Outro nome que chama atenção é o paraciclista Lauro Charman, campeão da última edição da competição na categoria paradesportiva e um dos prováveis nomes do Brasil para os Jogos Paralímpicos Rio 2016. Equipes de elite de Ribeirão Preto (São Francisco Saúde / Biosev / Gold Meat), Memorial Santos, UFF de Ciclismo, ECT - Equipe de Ciclismo de Taubaté / Tarumã / Valgroup /Comevap / JL / Cotet e a equipe ACE/NEOBOX/Tripp/IBFactoring/nao+pelo/Apis também estarão representadas.
"A Copa Light de Ciclismo é um exemplo de corrida, uma das provas mais esperadas do ano, pois valoriza todos os competidores em todas as categorias. É muito difícil encontrar um evento com categoria paralímpico e na Copa Light nós temos essa oportunidade. Estou muito ansioso para disputar a prova", disse Lauro Chaman, atleta paralímpico.
. Ao todo são esperados 500 atletas, entre amadores e profissionais, para a sétima edição do evento. A novidade deste ano é a divisão da categoria Open Feminino em A (até 39 anos) e B (a partir de 40 anos), dando oportunidade para todos os amantes do ciclismo participar.
"Essa prova já entrou no calendário como uma das mais importantes. A cada ano nós vemos a evolução tanto no nível, quanto na organização do evento. Quero ajudar a minha equipe e quem sabe um de nós não se sagra campeão dessa edição. Vai ser a primeira vez que participo da Copa Light de Ciclismo e estou muito animado com o fato de poder participar da prova e também com a oportunidade de estar em um lugar tão bonito", afirmou Mauricio Knapp, da equipe Ribeirão Preto/Botafogo.
. Divididos em 17 categorias, os atletas vão percorrer um circuito de 4.38km por volta. Os quilômetros percorridos variam por categoria. A prova mais longa é da Elite Masculina com 65.7 km (15 voltas) e a mais curta é a Open Feminino com 13.14 km (3 voltas).
"Essa é uma prova muito respeitada e considerada a mais charmosa do Brasil. Este é o segundo ano que vamos promover a competição na Enseada de Botafogo. Os atletas adoram o visual", conta Luisa Jucá, organizadora do evento.
. A Light é patrocinadora da competição realizada pelo Instituto FAÇA. A Copa Light de Ciclismo é homologada pela Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC) e Federação de Ciclismo do Estado do Rio de Janeiro.
"Como temos uma relação íntima com o Rio, tudo o que promove a cidade beneficia os seus cidadãos e também a Light. Há mais de 100 anos fazendo parte da história do Rio de Janeiro, a Light tem um compromisso que vai além de prestar um serviço de qualidade à população. A empresa é também comprometida com o aprimoramento e o desenvolvimento de toda sua área de concessão. E é por isso que a Light faz questão de estar conectada com a energia do esporte. Patrocinar a Copa Light é um exemplo de que a empresa vai além das suas obrigações operacionais e está presente em projetos que fomentam a cultura e o esporte na Cidade Maravilhosa", afirma o gerente do Instituto Light, Paulo Bicalho.
Serviço:
Modalidade: Prova Ciclismo de Estrada
Local: Enseada de Botafogo - Rio de Janeiro / RJ
Largada/Chegada: Praia de Botafogo - Avenida das Nações Unidas, S/Nº. - Praia de Botafogo (Ref. -: Direção da Rua Farani).
Data: 2 de novembro de 2014
Categorias: Elite Masculina (aberta - sem limite de idade), Elite Feminina (aberta - sem limite de idade), Júnior (17 e 18 anos), Sub 30 (19 até 29 anos), Máster A1 (30 até 34 anos), Máster A2 (35 até 39 anos), Máster B1 (40 até 44 anos), Máster B2 (45 até 49 anos), Máster C1 (50 até 54 anos), Máster C2 (55 até 59 anos), Veteranos (A partir dos 60 anos), Open Masculino (Sem limite de idade), Open Feminino (até 39 anos e a partir de 40 anos), Juvenil (15 a 16 anos), Infanto Juvenil (Até 14 anos) e Paradesportivo.
Inscrições: até o dia 29/10/2014 no site www.papaleguas.com.br
Simpósio técnico: Sábado, 1/11/2014 às 18h em local a definir.
Entrega de kits: Sábado, 1/11/2014 entre 16h e 19h (local do simpósio) e no dia 2/11/2014 uma hora antes de cada largada.
Realização: INSTITUTO FAÇA
Supervisão Técnica: Federação de Ciclismo do Estado do Rio de Janeiro.
Patrocínio: Light
Apoio: Prefeitura Municipal do Rio de Janeiro
Ranking/Pontuação: Válida para o Ranking Nacional classe 3 (CBC) e Estadual classe 1

Mais informações: www.copalight.com.br

HORÁRIO DE LARGADA DE CADA CATEGORIA
Bateria 1
7h - Open Masculino = 4 voltas (17.52 km)
7h01 - Open Feminino A e B = 3 voltas (13.14 km)
7h02 - Infanto Juvenil = 3 voltas (13.15 km/ 6,22 Mts)
7h03 - Veterano = 3 voltas (13.14 km)
7h04 - Paradesportivo = 2 voltas (8.76 km)
Bateria 2
7h50 - Master B = 11 voltas (48.18 km)
7h51 - Master C = 9 voltas (39.42 km)
7h52 - Junior = 7 voltas (30.66 km / 7.93 Mts)
7h53 - Juvenil = 6 voltas (26.28 km / 7.03 Mts)
8h Cerimônia de premiação da primeira bateria
Bateria 3
9h20 - Elite Masculino = 15 voltas (65.7 km)
9h21 Máster A = 12 voltas (52.56 km)
9h22 - Sub-30 = 10 voltas (43.8 km)
9h23 - Elite Feminino = 9 voltas (39.42 km)
9h30 - Cerimônia de premiação da segunda bateria
11h40 - Cerimônia de premiação da terceira bateria
12h - Encerramento do evento

Mais informações:
RPM Comunicação
Flavia Flores - flavia@rpmcom.com.br
(21) 3478-7404/ 98272-2320
Juliane Medeiros - juliane@rpmcom.com.br
(21) 3478-7424/ 98222-0274

Brasil Ride 2014 - Conheça os grandes campeões desta edição

. A quinta edição da Brasil Ride, principal Ultramaratona de Mountain Bike das Américas, revelou seus grandes campeões neste sábado (25) ensolarado em Mucugê, após 7 dias de muito pedal pelas espetaculares trilhas da Chapada Diamantina, na Bahia.
 http://www.pedal.com.br/fotos/noticias/4228001f.jpg
“Todos estão de parabéns pela coragem de encarar esse desafio. Independente se o atleta é “finisher” ou não, pois durante uma semana de pedal tudo pode acontecer. Temos exemplos de atletas profissionais que infelizmente não chegaram ao fim, mas o que importa é que vocês foram guerreiros de participarem da principal Ultramaratona de MTB das Américas”, comentou Mário Roma, durante o jantar de premiação da prova.
. Na prática, pedalar cerca de 600km, percorrendo montanhas que somam quase 13 mil metros de subidas acumuladas, equivalente a quase duas vezes a subida do ponto mais alto do mundo, o Monte Everest (8.848m): “Dói, dói, dói tudo nessa, mas é bom, muito bom! “Que bonito, que bacana, que demais!” foram alguns dos jargões usados pelo locutor Maquininha para descrever a dureza superada ao longo dos sete dias de prova.
. A equipe Superior Brentjens Mountain Bike Racing consagrou-se a grande campeã da 5ª edição, após vencer o estágio da grande final, que contou com 61,8km de percurso e 926m de altimetria acumulada:
http://www.pedal.com.br/fotos/noticias/4228003f.jpg“Ganhamos a prova ontem (24) quando conseguimos uma diferença de 10 minutos. Hoje fizemos o que tínhamos que fazer”, comentou Hans Becking sobre as dicas do chefe da equipe Bart Brentjens. O time fechou a competição com o tempo acumulado de 26 horas, 05 minutos e 47 segundos.
. A decisão pelo título geral foi apertada, com apenas 2 minutos de diferença de tempo, que separavam três equipes da glória: Protek Team, Caloi Elite Team e Superior Brentjens Mountain Bike Racing.
“É como um sonho realizado. Hoje doeu muito. Meu parceiro Jiri Novak é muito forte. Nós atacamos no primeiro singletrack, mas Tiago e Periklis não queriam deixar isso acontecer e nos passaram. No asfalto “mandamos bala” para entrar na frente na segunda trilha e deu tudo certo!”, acrescentou Hans Becking, em que o segredo da vitória da equipe foi a constância durante a semana.
. Na segunda colocação ficou a equipe da Trek Factory Racing, formada por Ricardo Pscheidt e Sérgio Mantecón:
“Pra mim foi uma competição especial, por todas as pessoas que eu convivi nessa última semana, levo na bagagem essa experiência com vários amigos que eu fiz nesses dias”, descreve o catarinense Ricardo Pscheidt, demonstrando que o evento é muito mais do que uma competição por etapas.
http://www.pedal.com.br/fotos/noticias/4228007f.jpg. A revelação do dia foi a equipe JC Bikes, com Raphael Mesquita “Catalão” e Halysson Ferreira, que faturaram o “Desafio Oakley Brasil Ride” com um ataque fulminante no asfalto e no final ainda conseguiram assegurar o top 3 geral novamente.

“Fechamos com chave de ouro Graças a Deus. Fizemos um ataque suicida no asfalto para pegar a premiação da Oakley. Falei para meu parceiro que tínhamos que nos concentrar na etapa e a estratégia foi acelerar para tentar um pódio. Estou bem feliz e subir no pódio com essas feras aqui é uma grande realização”, comenta Catalão.
. Para o português Tiago Ferreira, que participa pela quarta vez na Brasil Ride: “É um sabor amargo perder a camisa amarela no último dia, mas espero poder lutar pela vitória no próximo ano.”
. Os melhores brasileiros, Henrique Avancini e Sherman Trezza da equipe Caloi Elite, que estavam na briga, infelizmente tiveram um pneu furado, o que aniquilou a chance da vitória na classificação geral, mas garantiu o título na categoria de melhor das “Américas”!
“A Brasil Ride deixa um legado muito forte para o desenvolvimento do mountain bike Olímpico, apesar de ser disputada no formato ultramaratona, a pontuação conta para a classificação dos jogos Olímpicos. Além disso agente tem essa como a única prova realmente de nível internacional realizada no país. Então agente conta com a participação de bons atletas e renomados internacionalmente,” comenta Avancini que despede-se da equipe Caloi e passa a defender o time da Cannondale Factory Racing até os Jogos Olímpicos 2016.
. Na categoria mista, o título ficou com o time Niner / Shimano formado por Mateus Ferraz e Ivonne Kraft, que venceu a última etapa, faturando 5 das sete etapas. Com esse resultado, a ciclista alemã conquista seu quinto título, já Mateus conquista o tetracampeonato.
http://www.pedal.com.br/fotos/noticias/4213002f.jpg. Na categoria Máster, o título da Brasil Ride 2014 ficou com o time Superior Brentjens, formado por Bart Brentjens e Abraão Azevedo, com destaque para o pentacampeonato de Abraão na competição:
“O Bart é um grande companheiro. Ele é sempre veloz e essa é a terceira vez que corremos juntos e o terceiro título”, comenta o campeão mundial máster Abraão Azevedo, que referiu-se aos dois títulos na Brasil Ride e um na Cape Epic.
. Na categoria Grand Máster, o título ficou com o pessoal de Brasília/DF, Heleno Borges que conquistou seu segundo título, e seu companheiro Paulo Vasconcellos (TEAM KONSK / CICLORACE).
“Em provas nacionais somos ele (Paulo) é meu adversário, mas aqui formamos uma ótima equipe e fico muito feliz com o bicampeonato, e ver que meu treinamento está surtindo efeito”, explica Heleno Borges, que faz o próprio treinamento.
. A categoria mais disputada foi a categoria Corporativa, formada por 3 atletas que competem em revezamento. “Eu nunca tinha vivido uma experiência tão difícil na bicicleta, foi uma das coisas que mais difíceis que eu já enfrentei na minha vida… Mas o que compensa esse esforço todo é a companhia, as amizades, a paisagem maravilhosa,” descreve Caio Guatelli, ciclista profissional nos anos 90, que sagrou-se vice-campeão. “A vida é difícil e isso aqui é um espelho da vida, essas montanhas, essas pedras, a superação é o resultado disso tudo. Isso aqui é uma lição de superação”.

Demais Categorias
. As mulheres brasileiras também conquistaram um grande destaque, já que o time da seleção brasileira formado por Isabella Lacerda e Érika Gramiscelli conquistaram a vitória na última etapa e asseguraram o título de melhor time das Américas.
“Eu sabia que a gente poderia terminar bem, pois tem muita trilha e temos grande facilidade de andar na parte técnica…e deu tudo certo, estamos muito felizes com essa prova.”
. A equipe feminina campeã geral foi o time norte-americano NoTubes / Ergon, formado por Sonya Looney e Nina Baum, que ficaram na segunda colocação no último dia.
http://www.pedal.com.br/fotos/noticias/4228011f.jpg
“Estou muito feliz de conseguir terminar. Fique doente na noite anterior, tive febre durante toda a noite e estava preocupada com a etapa final. Por isso saímos para pedalar tranquilas e nosso objetivo era completar”
“Sem dúvida é uma experiência única, eu já estou participando pela terceira vez e só por estar na minha cidade com o meu povo aqui já é uma honra para mim. “Nossa equipe está de parabéns, meus dois amigos que também são filhos de Mucugê. A união faz a força e nós mostramos isso,” completa Jooab, da equipe de Mucugê.
. Na categoria Nelore, destinada aos atletas com peso acima dos 90 quilos, estreiou com estilo, com destaque para o título do time “Óticas Diniz”, formada por Robson Tavares Souza/Josias Jose, do Estado de Pernambuco.
. A Brasil Ride fecha a temporada mundial de mountain bike com sucesso absoluto, dentro e fora das pistas: atletas, staffs, voluntários, comunidades locais, entre outros envolvidos. E já marque na agenda: Brasil Ride 2015 acontecerá entre os dias 18 a 24 outubro!
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Fonte: http://www.pedal.com.br/brasil-ride-2014-conheca-os-grandes-campeoes-desta-edicao_texto8686.html

Tricampeão nacional de mountain bike Robson Ferreira foca em treinos XCO por vaga olímpica

# Carioca Robson Ferreira revela desejo de estar em 2016, mas elenca: mudança de treinos, patrocínios e forte concorrência. Apesar de meta difícil, ele não joga a toalha.
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http://s2.glbimg.com/lqBTBl58pkbAM23PPJSwYkpdY6Y=/1650x0:4707x3264/400x427/s.glbimg.com/es/ge/f/original/2014/10/19/dsc05192.jpg
. Os três títulos nacionais de Robson Ferreira no estilo maratona do ciclismo de mountain bike mostram o quanto o carioca de 34 anos é cascudo ao encarar trechos quilométricos que exigem resistência em provas de longa duração. Com o tetracampeonato da modalidade a caminho, o atleta repensa uma maneira de começar em 2015 um projeto de buscar uma vaga nos Jogos Olímpicos do Rio através das seletivas da Confederação Brasileira. Assim como encarar subidas de 1.700m, desviar a bike de pedras e passar por trechos de areia e rios, Robson terá um acidentado caminho se quiser estar em 2016.
. O primeiro deles é mudar os focos dos treinos da XCM (Cross Country Maratona) para a XCO (Cross Country Olímpico), estilo de circuito fechado com duração entre 1h30min e 1h45min. Por isso, a categoria envolve mais explosão e fortalecimento muscular do atleta. O segundo é encontrar patrocínios para disputar competições internacionais e somar pontos que o credenciem à disputa olímpica.
- A seletiva para 2016 está aberta, mas atletas que não têm estrutura boa de patrocínio não podem competir em torneios internacionais, aqueles que contam pontos. Meu treino agora está focado em provas XCO para começar bem 2015 e somar pontos. A XCO é uma competição mais dinâmica, pois sempre andamos no nosso limite, bem diferente da XCM que podemos nos poupar em alguns trechos andando em pelotão. Para 2016, acredito que tenho algumas barreiras no meio do caminho. Faço minha parte, que é a preparação. Se tiver que ser, Deus vai colocar alguma coisa no meu caminho – comentou Robson.
. Robson chegou a disputar a seletiva para Pequim, em 2008, perdendo a vaga para Rubens Donizete Valeriano, o Rubinho - prata nos Jogos Pan-Americanos Rio 2007. A concorrência forte é outro obstáculo para o carioca que não joga a toalha.
- Sonho de todo atleta é representar o Brasil nas Olimpíadas e já estive perto. Na seletiva para os Jogos de Pequim, fiquei em terceiro logo após as três etapas e quem venceu foi o Rubinho, meu parceiro na época de equipe. Fiquei perto do meu objetivo, foi um pouco frustrante até porque estava com bom condicionamento físico, mas pequei no psicológico e o nervosismo me atrapalhou um pouco. A seletiva para 2016 está aberta para quem quiser correr atrás. Eu vou, é algo distante, mas não impossível.
. Robson Ferreira esteve em Picos, interior do Piauí, para participar da Picos Pro Race, prova válida pelo ranking brasileiro de mountain bike. Experiente, o atleta não teve trabalho para ser campeão do percurso de 60km, completando as trilhas em 2h33min.
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fonte: http://globoesporte.globo.com

Camisa da Equipe Mazobikers DH - 2015

Olá amigos, 

. Para que todos possam conhecer, este será  o uniforme que a Equipe Mazobikers XC/DH usará nas provas de DH aqui do Paraná no ano de 2015.

. Os atletas que estão que estão em treinos para as provas do ano que vem são:
. . . . . Rodrigo Ferreira
. . . . . Rafael Ferreira
. . . . . Wendryk Cesar
. . . . . João Neto Nunes
. . . . . Rogério Loureiro
. . . . . Camila Oliveira
. . . . . Bianca Fillvock



. Estamos a procura de patrocínio para a ajuda de custo para a fabricação das camisas que a primeiro momento são 20 unidades.
. As empresas que se interessarem em nos ajudar e ter a sua logo estampada nas camisas, favor entrar em contato através do e-mail mazobikers@gmail.com.
. Dependendo do que for descidido em relação a ajuda de custo, até um espaço em nosso site será cedido ao patrocinador.
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Grato a todos que se interessarem!
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Equipe Mazobikers XC/DH - Jaguariaíva - PR

Inscrições abertas para a Copa Light de Ciclismo 2014

# A prova que pontua para o ranking nacional acontecerá no dia 2 de novembro na Enseada de Botafogo.
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http://www.revistabicicleta.com.br/admin/fotos/eventos/201220141016112529light.jpg. Cerca de 500 ciclistas divididos em 17 categorias são esperados para a sétima edição da Copa Light de Ciclismo. A competição será realizada em circuito plano de 4.38 km traçado na Enseada de Botafogo. Aos vencedores serão distribuídos prêmios que somam R$ 30mil.
. A novidade da edição de 2014 é a divisão da categoria Open Feminino em A (até 39 anos) e B (a partir de 40 anos).
. Atletas amadores e de elite podem inscrever-se até o dia 29/10 no site www.papaleguas.com.br pelo valor de R$ 80. A Copa Light é especialmente interessante para a elite pois soma pontos para o ranking nacional na classe 3 (pontua para o ranking nacional do 1º ao 15º posição de cada categoria e ranking estadual do 1º ao 30º lugar).
. Os quilômetros percorridos variam por categoria. A prova mais longa é da Elite Masculina com 65.7 km (15 voltas); a mais curta é a Open Feminino com 13.14 km (3 voltas).
. Largadas acontecem entre 7h e 9h23 na Praia do Flamengo - Avenida das Nações Unidas (altura da Rua Farani). Cerimônias de premiação serão realizadas entre 8h e 12h.
. A Light é patrocinadora da competição realizada pelo Instituto FAÇA que tem apoio da Prefeitura do Rio de Janeiro. A Copa Light de Ciclismo é homologada pela Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC) e Federação de Ciclismo do Estado do Rio de Janeiro.
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Serviço:
Modalidade: Prova Ciclismo de Estrada
Local: Enseada de Botafogo - Rio de Janeiro / RJ
Largada/Chegada: Praia de Botafogo - Avenida das Nações Unidas, S/Nº. - Praia de Botafogo (Ref. -: Direção da Rua Farani).
Data: 2 de novembro de 2014

Mongólia Bike Challenge: 900km de aventuras, aprendizados e emoções

http://s2.glbimg.com/TC_wFDnbvpObL3KxUTaLlyWwKfY=/300x397/s.glbimg.com/es/ge/f/original/2014/09/27/breno.jpg# Único representante brasileiro na competição que reúne os melhores atletas de ciclismo do mundo, Breno Bizinoto conta sua experiência na ultramaratona.
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. A ideia de competir 900km com os melhores atletas de mountain bike do mundo durante sete dias parece elevar o esporte ao extremo. Os desafios e novidades encontrados na quinta edição do Mongólia Bike Challenge beiram o infinito, e se consagram como extremos em se falando de distâncias, temperatura, superação de limites, riquezas naturais, cultura e história.
. A apresentação da corrida começou com uma cerimônia na qual os atletas e organizadores se apresentaram, resumindo brevemente o que estava por vir. Havia 79 atletas de 23 países com histórias completamente diferentes e algumas paixões em comum.
. A organização falou muito sobre o evento, mas falou pouco sobre os 900km que iríamos enfrentar.
“Não criem nenhuma esperança para esta corrida. Tudo pode acontecer, portanto estejam preparados”.
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. O silêncio reinou naquele momento. No fundo, eu já sabia que tudo pode acontecer em uma ultramaratona. Mas, ao longo dos sete dias, eu vi que deveria ter levado aquela recomendação ainda mais a sério.
. Um dia antes da primeira etapa, fomos levados ao Complexo da Estátua de Chingiss Khan, o maior imperador da Mongólia. A sua história é repleta de curiosidades, e ele é homenageado em todo o país. O lugar é um dos mais bonitos que eu já vi, o monumento é magnífico e o horizonte é repleto de montanhas. A largada seria no dia seguinte, no mesmo local. Eu não tinha ideia se conseguiria um pódio ou não. Eu estava aceitando até a hipótese de não conseguir completar a corrida, mesmo com experiência em maratonas, ultramaratonas e provas de endurance. Mas, como único representante do Brasil, eu queria muito mostrar ao mundo como está o nível do MTB por aqui.
. Procurei mapear meus adversários logo ali. Vi diversos atletas que aparentavam ser da minha categoria, 18 a 32 anos. Tinha um inglês forte, braços definidos e postura impecável. Logo vi que eu seria aniquilado. Havia um trio de chineses que não entendiam uma palavra do que a gente falava. Tinha um espanhol que também aparentou ser muito experiente... Assim fui medindo as possibilidades de me destacar ou afundar na categoria.
. Nesta noite, correu o boato que um italiano saiu para treinar no dia anterior e ficou perdido nas montanhas, passando a noite por lá. Fui tentar identificar quem era. Ele estava desconsolado e cansado. Disse que foi treinar nas montanhas, andou 20km para fora da cidade e, quando retornou, viu que estava perdido. O sol se pôs, e ele foi o primeiro a experimentar o frio que faz lá em cima. Ele ficou sem nenhuma fonte de iluminação e disse que era impossível observar os caminhos.
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. Assim que a noite caiu por completo, ele viu uma fogueira e, com muita dificuldade, chegou até ela. Foi recebido por três mongóis que tinham muita dificuldade em entender o que ele falava. Eles só tinham água e amendoins. Eles não deixaram o italiano tentar voltar para a cidade, pois era muito perigoso caminhar pela montanha sem luz, havia buracos e animais selvagens, como lobos. Além disso, a temperatura chega a -10°C nesta época do ano. Ele poderia ter morrido!
. O italiano passou a noite sem dormir, porque mesmo com a fogueira e os amendoins, foi dominado pelo frio, pela fome e pelo medo. Quando o sol nasceu, ele aprendeu o caminho de volta para a cidade. Sua longa pedalada totalizou mais de 100km.
. Assim que ele entrou no perímetro urbano, foi recebido pelo exército da cidade. O cara estava com fome, frio, sono, medo, e se deparou com um militar apontando uma arma para a sua cabeça, falando uma língua impossível de entender. Ele me disse que chorou muito. Os militares sabiam que ele não era um cidadão local, e suspeitaram que estivesse entrando ilegalmente no país, de bicicleta mesmo.
. Quem já competiu uma ultramaratona sabe o quanto é importante se resguardar e descansar antes da prova, comer e dormir bem e ficar longe de qualquer estresse. Tive muita pena de ver que ele já ia começar a corrida assim, com uma chance imensa de se dar mal e abandonar. Além disso, ele não tinha experiência com maratonas e ultramaratonas. Fiquei triste por ele.
Por:

Percurso da Prova
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Fonte: http://globoesporte.globo.com

Nairo Quintana: «Este Tour é bom para mim»

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. O ciclista colombiano Nairo Quintana (Movistar) acredita que o traçado da Volta a França de 2015, apresentado esta quarta-feira, se adequa às suas caraterísticas, "pelo menos no papel".
"Este Tour é bom para mim, pelo menos no papel. Poucos quilômetros de contrarrelógio, muita montanha, é um traçado que se adapta a mim. A única coisa que me inquieta são os trechos de pavé [calçamento de pedra], porque não podemos ganhar a prova aí, mas podemos perder", resumiu o segundo classificado e melhor jovem da edição de 2013.
. Ausente da "Grande Boucle" deste ano, depois de ter conquistado a camisa rosa na Volta a Itália, Quintana assumiu que as oito chegadas em alto jogam a seu favor e que, apesar de não conhecer a planificação da próxima temporada, quer escolher as competições para estar a 100 por cento no Tour.
"Não tenho receio do contrarrelógio por equipes. Já demonstrámos que conseguimos sair-nos bem", recordou Quintana.
. O seu colega na Movistar Alejandro Valverde mostrou-se surpreso pela escassez de quilômetros de contrarrelógio e também pela menor quilometragem das etapas de montanha, considerando que o 102.º Tour se assemelha às anteriores edições da Volta a Espanha.
"Já o disse muitas vezes: o meu lugar é no Tour, ainda mais quando o percurso favorece o Nairo. Penso que podemos fazer uma boa dupla", acrescentou o quarto classificado da edição da prova francesa deste ano.
. O vice-campeão em título, o francês Jean-Christophe Péraud, preferiu afastar a pressão, dizendo que, apesar do Tour2015 ser próprio para trepadores, dificilmente repetirá o segundo lugar.
"Parece-me complicado. Há corredores que vão estar, como o [Alberto] Contador, o [Chris] Froome, o Quintana, e o [Vincenzo] Nibali. Alcançar esse feito todos os anos é difícil. Está longe de estar ganho, mas é preciso estar na batalha", destacou.
Thibaut Pinot (FDJ.fr), terceiro em 2014, reconheceu que o percurso montanhoso pode ser benéfico para si.
"É um traçado montanhoso, com um único contrarrelógio, de menos de 15 quilômetros. Para os escaladores é melhor ter um percurso sem um verdadeiro 'crono'. Eu já terei muito de fazer com duas etapas difíceis nos Pirenéus [Pierre-Saint-Martin e Plateau de Beille] e os Alpes, com a chegada ao Alpe d'Huez", disse o francês, citado pelo jornal L'Équipe.
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Fonte: http://www.record.xl.pt

Vincenzo Nibali: «A 'dobradinha' Giro e Tour é possível»

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. O italiano Vincenzo Nibali (Astana) assumiu esta quarta-feira que o percurso da Volta a França de 2015 lhe "agrada muitíssimo", porque é semelhante ao da edição deste ano, da qual saiu vencedor.
"Foi desenhada à imagem da última. Muito nervosismo na primeira semana, com 'pavé' [empedrado], chegadas em alto, vento. E depois montanha, que será decisiva. O Plateau de Beille e o Alpe d'Huez são as minhas favoritas. Fazer a 'tripla' Giro, Tour e Vuelta não é possível. A 'dobradinha' Giro e Tour, sim", disse Nibali.
. O corredor italiano também criticou a redução do contrarrelógio na edição de 2015, afirmando que a organização o fez para dar alguma vantagem aos ciclistas franceses, como Thibaut Pinot, que ficou em terceiro este ano e que costuma perder tempo em etapas desse género.
. Por outro lado, o "Tubarão do Estreito" diz que não acredita na ameaça do britânico Chris Froome de não correr o Tour, afirmando que esta foi "projetada para escaladores".
. Já o ciclista espanhol Alberto Contador, da Tinkoff-Saxo, aplaudiu o percurso do Tour'2015, considerando que é "o mais duro dos últimos anos".
"É um Tour que me agrada. É mais duro do que nos últimos anos e vai exigir que me recupere bem do Giro de Itália. Mas vou prepará-lo ao máximo", disse Contador, em declarações divulgadas pela sua equipe.
. Vencedor em 2007 e 2009, o espanhol abandonou a edição deste ano após uma queda de que resultou uma fratura da tíbia. A primeira parte da prova inclui duas chegadas no alto e um 'crono' por equipes.
"Será importante chegar a este contrarrelógio sem ter perdido corredores por quedas ou lesões, porque numa etapa assim não é o mesmo fazê-la com a equipe completa ou com dois corredores a menos", disse o espanhol, vencedor da última Volta a Espanha.
. Por outro lado, o diretor da equipa Movistar, Eusebio Unzúe, considerou que o percurso se adapta como uma luva ao colombiano Nairo Quintana. O jovem trepador de Boyacá, segundo em 2013 e ausente este ano, será um dos favoritos da próxima edição, que apenas terá 14 quilômetros de contrarrelógio individual, precisamente na primeira etapa, a disciplina na qual mais tempo poderia perder.
"Ao ver este percurso é fácil chegar à conclusão de que o Nairo deve estar", assegurou Unzúe, o único representante da Movistar em Paris.
"Este é um Tour para escaladores, desde que se supere a primeira semana", ressalvou Unzúe, uma vez que neste primeiro setor se concentram todos os "perigos" para o colombiano.
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Fonte: http://www.record.xl.pt/Modalidades/Ciclismo/interior.aspx?content_id=911018

Alpe D'Huez regressa ao percurso do Tour de France 2015

# Conheça as 21 etapas da grande boucle.
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http://cdn.record.xl.pt/storage/2014_10/ng78420054-049E-44FA-8BB2-F238917FD2F1.jpg?type=big 
. A montanha deverá ter papel decisivo na definição do vencedor da Volta a França de 2015, cujo percurso da 102.ª edição foi esta quarta-feira apresentado, com poucos quilômetros em contrarrelógio e o regresso das bonificações.
http://www.lesliewong.us/images/1307/alpe_l.jpg. O mítico Alpe D'Huez regressa ao percurso da prova e assume um papel que pode ser decisivo, com a subida a fazer-se na 20.ª e penúltima etapa, um dia antes da consagração do vencedor nos Campos Elísios, em París. Depois desta desgastante etapa, a caravana será transferida por avião para os arredores da capital gaulesa.
. À semelhança do que ocorreu em 2009 (Mont Ventoux) e 2013 (Semnoz), a montanha volta a surgir na derradeira fase da prova, que, em 2015, tem início marcado para Utrecht, na Holanda, a 04 de julho, e chega a Paris a 26 de julho.
. A 102.ª edição da "Grande Boucle", que contará com sete etapas de montanha, vai marcar ainda mais a perda de importância dos contrarrelógios e vai entrar para a história como a que apresenta menor número de quilômetros desde que a especialidade foi introduzida, em 1947.
. O pelotão do Tour2015 vai disputar um total de 42 quilômetros em contrarrelógio, 14 individualmente na primeira etapa, com partida e chegada a Utrecht, e 28 por equipes, na nona etapa, que vai ligar Vannes a Plumelec.
. Apesar de os regulamentos preverem que o contrarrelógio por equipas tenha lugar no primeiro terço da prova, a organização pediu à União Ciclista Internacional que este se disputasse oito dias depois do início da corrida, alegando que os 28 quilómetros da etapa não colocarão muitos problemas, mesmo às equipas que possam estar desfalcadas por abandonos e lesões.
. Adepto do tempo real efetuado pelos corredores, o diretor da prova, Christian Prudhomme, anunciou a reintrodução dos tempos de bonificação, abolidos desde 2008, como tentativa de animar a luta pela camisa amarela, símbolo de líder da prova.
. As bonificações, do 10, 6 e 4 segundos para os três primeiros, serão atribuídas entre as segunda e oitava etapas, todas planas. A estância Pierre-Saint-Martin, situada nos Pirenéus atlânticos, junto à fronteira franco-espanhola, é um dos seis palcos inéditos da próxima edição, juntamente com Utrecht, Zélande, Livarot, Muret e Sèvres. O italiano Vicenzo Nibali (Astana) foi o vencedor da última edição da prova.


- Etapas da Volta a França 2015:

Etapa  Dia     Percurso                       Distância


1.ª    04 jul   Utrecht (Hol) - Utrecht, CRI  14km.

2.ª    05 jul Utrecht - Zélande               166km.


3.ª    06 jul Antuérpia (Bel) - Huy           154km.

4.ª    07 jul Seraing - Cambrai (Fra)         221km.

5.ª    08 jul Arras - Amiens                  189km.
6.ª    09 jul Abbeville - Le Havre            191km.

7.ª    10 jul Livarot- Fougères               190km.

8.ª    11 jul Rennes - Muro de Bretanha       179km.

9.ª    12 jul Vannes - Plumelec, CRE          28km.

       13 jul Dia de descanso em Pau.

10.ª   14 jul Tarbes - La Pierre Saint-Martin 167km.

11.ª   15 jul Pau - Cauterets                 188km.

12.ª   16 jul Lannemezan - Plateau de Beille  195km.

13.ª   17 jul Muret - Rodez                   200km.

14.ª   18 jul Rodez - Mende                   178km.

15.ª   19 jul Mende Valence                   182km.

16.ª   20 jul Bourg-de-Péage - Gap            201km.

       21 jul Dia de descanso em Gap.

17.ª   22 jul Digne-les-Bains - Pra Loup      161km.

18.ª   23 jul Gap - Saint-Jean-de-Mauriene    185km.

19.ª   24 jul Saint-Jean-de-Mauriene - La Tousuire 138.

20.ª   25 jul Modane - Alpe d'Huez            110km.

21.ª   26 jul Sévres - París                  107km.
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Fonte: http://www.record.xl.pt/

Rally Piocerá 2015: Pedal Bikers Club bate recorde de inscritos

#O Rally Piocerá 2015 ainda nem começou e já tem um recorde batido. A equipa Pedal Bikers Club contará com mais de 40 atletas na competição, o que a torna a maior equipe inscrita na modalidade de Bikes da história.
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. De olho na prova, que acontece entre os dias 27 e 30 de Janeiro, nos estados do Ceará e Piauí, o grupo de Teresina já traçou os seus planos para se divertir e ainda dominar o pódio da categoria.
“Vamos com um grupo muito grande e heterogéneo. Algumas pessoas vão mais pela diversão e pretendem apenas completar o percurso, o que não é fácil. Outros são atletas de ponta, que certamente vão brigar por pódio“, explica Ricardo Matos, vice-presidente do Pedal Bikers Club, que entrou na equipa em 2011.
. Matos destacou também o grau de dificuldade da prova.
“São vários trechos que exigem muito dos participantes. As subidas representam a nossa maior dificuldade. Em Teresina, não temos como treinar em trechos com muita inclinação, porque aqui é uma região com poucas montanhas. Apesar disso, esperamos sair-nos bem“, completa.
. O Pedal Bikers Club é um grupo antigo e unido. Criado em 2002, um dos seus fundadores foi George Rodriguez, hoje presidente da Federação de Ciclismo do Piauí.
“No começo era uma reunião pequena, mais para passeio de bicicleta e confraternização. Aos poucos, alguns tomaram a dianteira e começaram a pedalar cada vez melhor. Até que em 2003 disputámos o nosso primeiro Piocerá“, conta Matos.
“Depois disso, tudo ficou mais organizado. O requisito hoje para fazer parte do Pedal é ser amigo de todo o mundo. Tem que ter amizade com todos, fazer parte dos ciclos. Não queremos só atletas, queremos amigos. Até por isso, o nosso ponto forte é o companheirismo“, garante o vice-presidente.
. O Rally Piocerá 2015 terá 1.069 quilômetros de muita adrenalina. Os pilotos vão atravessar o sertão nordestino entre os estados do Piauí e Ceará, nos mais variados tipos de terreno e clima da região Nordeste do Brasil. Além das bikes, a competição também contará com as categorias Carros, Motos Rally, Quads e UTVs.
. A prova abrirá oficialmente os Campeonatos Brasileiros de Enduro e Rally Cross Country de regularidade da Confederação Brasileira de Motociclismo (CBM) e da Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA). Valerá também pelos Campeonatos Piauiense e Cearense de Enduro de Regularidade, além do Piauiense de Mountain Bike. Quem não puder participar nos quatro dias, poderá optar apenas pelos dois dias iniciais.
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Fonte: http://www.multidesportos.com/

Tour'2015 só vai ter um CRI de 14 quilometros

# PERCURSO CONHECIDO NA VÉSPERA DA APRESENTAÇÃO.
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http://cdn.record.xl.pt/storage/2014_10/ng07400225-E305-4E79-ADEB-3D5C651CAAF5.jpg?type=big. A apresentação oficial é quarta-feira em Paris, mas alguns meios de comunicação social franceses conseguiram esta terça-feira desvendar o percurso da próxima edição do Tour. E o que salta logo à vista são os poucos quilômetros de contrarrelógio individual, apenas 14, a serem cumpridos na 1.ª etapa, em Utrech, na Holanda. Haverá mais um "crono", mas por equipes, na 9.ª etapa, e de 28 quilômetros.
. A montanha vai ter assim um papel preponderante. De acordo com a imprensa, vão ser oito chegadas de 1a. categoria, divididas entre os Pirenéus e os Alpes. Aqui, regista-se o regresso do mítico Alpe'Huez, que aparece nada mais que na penúltima etapa.
. A Volta a França de 2015 começa no dia 4 de julho, em Utrech, na Holanda, para terminar no dia 26 do mesmo mês, como tradicionalmente em Paris.
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Fonte: http://www.record.xl.pt/

"Pedal da Luluzinha" incentiva o uso da bicicleta em Araxá

# O passeio ciclístico também aderiu a Campanha Outubro Rosa que alerta sobre os riscos e prevenção ao câncer de mama.
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http://www.diariodearaxa.com.br/public/lulu_560.20.10.14.jpg 
. A terceira edição do “Pedal da Luluzinha” foi realizada neste domingo (19). O passeio ciclístico reuniu dezenas de pessoas que se concentraram no estacionamento do Fausto Alvim e depois seguiram até o Barreiro. Homens, mulheres e crianças levaram uma mensagem de incentivo ao uso da bicicleta como transporte, esporte lazer.
. Como o pedal foi feito pra elas, os homens que participaram usaram rosa ou foram vestidos de mulher. Uma forma descontraída de alertar a população quanto aos benefícios da bike e a importância da prevenção quanto ao câncer de mama dentro da Campanha Outubro Rosa.
. Ciclistas de cidades vizinhas como Patrocínio e Uberaba também participaram da iniciativa. A turma do “Pedal da Luluzinha” passou pelas avenidas da cidade chamando a atenção dos araxaenses. . O passeio também contou com a presença da Polícia Militar e Asttran, que ajudaram a organizar o trânsito e deram mais segurança aos participantes.
. Ao final do passeio houve sorteio de brindes, entrega de kits e a eleição da “Garota Luluzinha” com a participação dos homens que foram vestidos a caráter.
. O “Pedal da Luluzinha” foi organizado pelas ciclistas Franciely Teixeira e Ana Cláudia Borges Martins. 

Trial na trilha: Hans Rey e Kenny Bealey, mestres do bike trial superam obstáculos nas trilhas.

. Este vídeo é sobre a mais recente viagem dos bikers Hans Rey e Kenny Bealey, que desbravaram a Córsega (uma ilha francesa no Mediterrâneo) sobre as duas rodas.
. O filme mostra a possibilidade se unir duas vertentes do ciclismo – mountain bike e bike trial – com maestria.
. Kenny nasceu na Bélgica e, atualmente, aos 32 anos de idade, é o maior vencedor da história do bike trial (uma modalidade técnica em que é necessário equilíbrio para transpor obstáculos). Já o suíço Hans Rey tem 48 anos e não se cansa de inovar no pedal. Tricampeão mundial (um título mundial a menos que Kenny), Hans integra o Hall da Fama do Mountain Bike desde 1999. Mas nem uma vida inteira dedicada à bike o tornou repetitivo, muito menos o fez perder a motivação.
. Dê o play e veja como esses caras ainda se divertem, e vejam como não é atoa que e a maioria dos bikers do mundo consideram Hans como o eterno mago da bicicleta.
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CURTAM AI O VIDEO

Fonte: http://gooutside.uol.com.br/3461

Rodas mágicas: Aos 48 anos, o suíço Hans Rey mostra por que ainda é um mago da bike

http://fstatic1.mtb-news.de/f/ce/mu/cemuwyukh1u9/large_Hans-Rey-India-Mtb-116.jpg?0. HANS JÖRG REY decidiu dar ouvidos a sua bicicleta. A magrela estava ali no canto da garagem, parada exatamente como a que você tem em casa, gritando em silêncio para um passeio: “Só um pouco de diversão, vai...”. Hans não só atendeu ao pedido como dedicou toda a vida a reinventar, diariamente, o sentido de pedalar. Reconhecido mundialmente como o mestre do freeride e do bike trial, duas modalidades em que foi pioneiro, Hans parece enfeitiçar cada bicicleta em que coloca as mãos. Aos 48 anos, o suíço está mais na ativa que nunca, testando seus limites e servindo de inspiração para a nova geração de mágicos das duas rodas.
. Sua mais recente aventura, no último mês de junho, foi bem ao seu estilo: montanhas inexploradas, trechos técnicos de assustar muito mountain biker experiente e tempo livre para criar truques incríveis.
http://i.vimeocdn.com/video/484039358_640.jpg. O cenário: a Córsega, uma ilha francesa no Mediterrâneo, próxima a Itália. A companhia: o belga Kenny Belaey, de 32 anos, maior vencedor da história (com quatro títulos) do mundial de bike trial – a modalidade mais performática do ciclismo, em que o atleta se destaca pelo equilíbrio entre obstáculos e pelas manobras, sem colocar o pé no chão, geralmente usando uma bicicleta de rodas com aros 20, 24 ou 26.
 “Pedalar acompanhado sempre ajuda a expandir nossos limites”, diz Hans, depois de se arriscar em beiras de precipício e de botar para baixo em downhills onde ninguém havia sequer pensado em pedalar.
 “Como eu e Hans temos a mesma paixão, foi fácil nos entendermos bem. O trial se tornou um esporte de alto rendimento, mas para conquistar um obstáculo você ainda precisa ser criativo como um artista”, completa Kenny. E disso Hans entende como poucos.
http://www.vimff.org/archive/www.vimff.org/Images05/No%20Way%20Hans%20Rey%201.jpg
. Para quem nunca o viu em ação basta dizer que o cara é tricampeão mundial de trial e integrante, desde 1999, do Hall da Fama do Mountain Bike (uma seleta lista de grandes nomes desse esporte escolhidos pelo Museu do Mountain Bike, que fica no Colorado). Recentemente, a revista norte-americana Bike Magazine deu a Hans o título de o “melhor mountain biker de todos os tempos”. Seus filmes, ainda em VHS, inspiraram as duas últimas gerações de ciclistas “circenses”, bem antes dos XGames e da internet existirem. Mas foi nos rolês em estilo livre que ele virou o mundo da bike do avesso. Manobras pioneiras, performances em cachoeiras e sua inconfundível deslizada em paredes, quase na horizontal, acabaram se tornando marcas registradas, puxando a fila de bikers extremos pelo mundo.
“Eu queria levar minhas habilidades do trial para longe das competições e foi aí que comecei a pedalar em cachoeiras, vulcões, glaciares e cenários urbanos”, conta Hans. 
. Ele passou, então, a levar sua bicicleta para lugares improváveis, como as pirâmides do Egito, as trilhas incas do Peru e algumas montanhas inóspitas do Quênia, Alpes e Himalaia. No embalo desses feitos, Hans foi percebendo que as rodas da sua bike poderiam girar do jeito que ele quisesse – não apenas nas manobras. Desde então, o suíço escreve suas próprias regras.
“Foi uma evolução natural para mim, pois sempre quis aplicar meu conhecimento em situações reais. Passei a procurar um significado para minhas viagens, uma história para ser descoberta e depois compartilhada. Com isso, comecei a enxergar o mundo sob outra perspectiva”, explica.
. Essa mistura excêntrica de talento, ousadia e exploração acabou dando certo. Abriu portas e marcou o terreno de Hans pelo mundo.
“Gosto da ideia de me enxergar como um ‘Indiana Jones’ da bike. Em vez do cavalo, pedalo para lugares remotos e, muitas vezes, misteriosos. Sempre gostei de explorar trilhas e locais considerados impossíveis.”
http://autobus.cyclingnews.com/photos/2006/interviews/hans_rey/Hans-Rey83alt.jpg. Desvendar o mundo (e a si mesmo) é uma característica primária de Hans. Nascido na Suíça, terra de seu pai, ele foi criado na Alemanha, mas morou a maior parte da vida na Califórnia, nos EUA. Foi na Alemanha que Hans teve o primeiro contato com o trial, em 1978, quatro anos depois da estreia do Bicycle Trials, um evento pioneiro da modalidade – diferentemente do mountain bike e do BMX, o trial surgiu na Europa.



“Era um esporte puramente amador, praticado por adolescentes. Na Alemanha nós adaptávamos bike de BMX, o que nos dava fluidez nos rolês, mas nos limitava quando queríamos brincar entre obstáculos”, relembra. Enquanto isso, espanhois como Ot Pi, reconhecido como um dos inventores do trial, já faziam algumas acrobacias em bikes mais ariscas e menos “pedaláveis.” “Eu não estava exatamente no começo de tudo, mas eu vivi o primeiro boom da modalidade”, diz Hans. Quando a brincadeira chegou aos EUA, na década de 80, acabou se misturando com as descobertas e experimentações do início do mountain bike e tudo começou a se popularizar.
. A época também marcou a explosão do freeride, movimento oposto à onda competitiva, no qual bikers se testam em trilhas (nem sempre demarcadas) e se destacam por feitos no estilo livre, registrando tudo em fotos e vídeos. Naquele tempo, Hans era presença certa no Laguna Rads, um dos mais antigos clubes de mountain bike do mundo e que ainda está na ativa: “Eles realmente preservam o espírito original do MTB até hoje
http://fstatic1.mtb-news.de/img/photos/1/3/_/large/HansRey.jpg?0. Nós costumávamos andar toda quarta-feira por trilhas duras e técnicas. No fim, nos reuníamos para comer tacos e beber cerveja. Os Rads me tornaram um verdadeiro mountain biker e me ajudaram a ter uma carreira longa, mantendo vivo meu espírito aventureiro”.
. Foi nos Estados Unidos que Hans deslanchou e ganhou seu apelido: Hans “No Way” Rey. “Quando pisei nos EUA pela primeira vez, em 1987, o trial era um esporte desconhecido, então as pessoas ficavam surpresas com o que eu fazia. Cada vez que alguém falava ‘sem chance’ [no way, em inglês], eu ia lá, tentava e conseguia.”
. Depois de assistir, ainda criança, a uma apresentação de Hans no Canadá, o biker Ryan Leech, hoje com 35 anos, procurou seguir seus passos. Hoje um dos destaques do bike trial mundial, ele aprendeu com Hans uma grande lição: “Ele me mostrou que sempre há uma chance e um caminho a seguir se você for apaixonado pelo que faz e trabalhar duro”. Ryan participou de expedições com o próprio Hans e outras feras atuais do esporte, entre elas o escocês Danny MacAskill, a quem Hans define como “o cara que elevou a modalidade a outro nível”.

. Em uma de suas mais inusitadas viagens, Hans esteve no Brasil, em 2001, pedalando por São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.
http://www.praquempedala.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/09/mountain-bike-hansrey.jpg. Uma foto de Hans pedalando em uma mureta ao pé do Cristo Redentor se tornou capa de sua biografia, A Life of Mountain Bike Adventures (sem edição no Brasil). “Hans é realmente um artista da bicicleta. Fez com a bike o que ninguém imaginava que poderia ser feito”, afirma o mountain biker brasileiro Bob Nogueira, anfitrião do suíço na expedição no país.
. HANS FOI FUNDO de verdade e acabou encontrado no ciclismo uma filosofia de vida: “O trial e o freeride são muito técnicos e isso exige tempo, dedicação e experiência. Mas a maioria das pessoas não tem paciência: elas querem sucesso instantâneo. Por isso, a bike pode ser muito útil para ensinar sobre você mesmo e seus limites, além de foco, concentração, controle do corpo e da mente. É uma forma perfeita de meditação”. Além de promover seus feitos e viagens, de ajudar na criação de produtos e divulgar a GT, marca que o acompanha desde o início da carreira profissional, o suíço-alemão-americano se dedica a sua ONG “Whells4Life”, que doa bikes em lugares remotos e carentes.


“Eu continuo buscando novos destinos que unam desafio e diversão – agora com uma dose de filantropia também. Mas tem que ser para valer mesmo, não quero ficar apenas posando para foto”, brinca. Fora das trilhas, gosta de praticar esqui, stand-up paddle, trekking e futebol. Para cada tipo de rolê, tem sua bike preferida: são dez modelos prontos para o uso em sua garagem, ao lado de outros 15 quadros antigos. “Eu ainda guardo bicicletas históricas, mas já não tenho todas. Um colecionador na Suíça comprou 20 bikes minhas. Acredito que eu possua outras dez espalhadas pelo mundo na casa de amigos e familiares.” Hans pode ficar tranquilo, pois cada uma delas já teve seus desejos atendidos. Ele sabe do que essas magrelas gostam. 
Bikes para a vida
Criada por Hans Rey, a ONG Whells 4 Life prova que a bicicleta pode mudar o mundo
. Em 2005, o suíço Hans Rey decidiu criar a ONG Whells 4 Life (Rodas para a Vida). Dirigida em parceria com sua mulher, Carmen, a organização doa bicicletas para jovens, crianças e trabalhadores rurais de regiões de extrema pobreza. “Temos apoios e doações em vários lugares do mundo, com isso já conseguimos entregar mais de seis mil bikes em 25 países diferentes”, diz Hans. Saiba como colaborar e fazer sua parte em whells4life.org.
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Video do percurso do CT de DH da Equipe Mazobikers XC/DH

Olá galera,

.Este video fizemos no mesmo dia do DH do Lago Azul, é do percurso de teremos como CT de DH da Equipe Mazobikers XC/DH, o acesso é fácil, para chegar até ao ponto de START, pedalzinho bom para exercitar as pernas, então como sempre, para descer todo santo ajuda... rsss. Nesse video o percurso está limpo, estaremos implementando as rampas, gaps e duplos assim que possível e modificando o percurso para os treinos da equipe.
.O mais legal, é que o percurso, mesmo com as futuras implementações poderá ser curtido também por quem gosta de fazer XC.
O percurso total tem 2100 metros.
O piloto que fez o video do percurso é o Rodrigo Ferreira.
A Equipe Mazobikers XC/DH  é grande... mas os atletas que estão com foco na modalidade DH são, Rogério Loureiro (Purga), Rodrigo Ferreira(Digo), Rafael Ferreira (Rafa), Wendryk Cesar (DaVaca), Pedro Wilson, João Neto (D2), Camila e Bianca.
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Quem quiser curtir conosco é muito bem vindo!!!
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Espero que gostem!!!

Video do DOWNHILL do Lago Azul (RAMPAGE) com a Equipe Mazobikers XC/DH

Olá amigos bikers,

. Esse video foi gravado na semana passada 04/10, qual eu Rogério (PURGA), levei os atletas da equipe para sentirem na pele o que é um DH extremo "ao natural", com a difculdade que só a mãe natureza tem para nos dar.
. Neste local existem 3 percursos que podem ser feitos, cada um com seu nível de dificuldade específico, ai vai do tipo da bike, pois os outros dois percursos da pra curtir somente com bike full.
. Os percursos são curtos, em média 600 metros em cada um deles, mas o final é sempre o mesmo, um lugar no qual a beleza enche os nossos olhos... e no calor do verão da pra aproveitar mais ainda.
. O percurso é de alto de alto grau de dificuldade, um excelente treino para pegar técnica de pilotagem.
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Quem quiser conhecer e curtir conosco o percurso, acesse o site Mazobikers Blog ou mande email para mazobikers@gmail.com.
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Espero que vocês gostem, Jaguariaíva espera você de braços abertos.
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Abraço!

XIII COPA COYOTES MTB CROSS COUNTRY - 2014 (SÃO BENTO DO SUL-SC)

Data: 26/10/2014 Inicio as 7:30hrs
Local: Pista Novotel (Annes Gualberto)
São Bento do Sul - SC -

Campeonato de empinadas!  -  Circuito de Corrida para crianças até 10 anos!

Premiação:Troféus aos 5 primeiros de cada categoria mais brindes! CATEGORIA ELITE premiação em espécie!

Inscrições: pelo e-mail asbciclo@gmail.com serão aceitas inscrições no dia, mas quem puder favor confirmar antecipadamente.
Contato Fone: - 47 96604993 com Alemão.
Pista:  - http://www.strava.com/segments/7828236
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http://3.bp.blogspot.com/-Hc2e2fCOyAA/VC9LG4a_SkI/AAAAAAAAKgM/jrJueRRZgm4/s1600/10646706_801860763199842_5513080030457691557_n.jpg

Isabella Lacerda quer garantir o bicampeonato da Copa Internacional Levorin de MTB em São Roque‏

# Ciclista mineira tem 45 pontos de vantagem em relação a sua principal rival, a hexacampeã da CIMTB Levorin, Erika Gramiscelli
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http://surgiu.com.br/imagem/noticias/t8/171904/24e7a97cb17f11461e79243a631745bd.jpg
. A mineira Isabella Lacerda (LM/Shimano) tentará no Brasital, em São Roque, entre 10 e 12 de outubro, conquistar o bicampeonato da Copa Internacional Levorin de Mountain Bike, principal competição da MTB da América Latina. Na estância turística paulista estarão em jogo 65 pontos, 15 no Sprint Eliminator (XCE) e 50 na final do domingo, no XCO.
. Após a conquista do título inédito em 2013, Isabella Lacerda chega à decisão desta temporada com 45 pontos de vantagem para sua principal rival, a hexacampeã Erika Gramiscelli (Circuit). São 186 pontos para Isabella contra 141 de Erika. Roberta Stopa (DaMatta), com 134, e Sofia Isabel (BMC Racing), com 127, correm por fora. "A Copa Internacional Levorin de Mountain Bike é sempre um foco na minha temporada como profissional. E, além disso, é um objetivo pessoal. Quero muito continuar com o título e levar o bicampeonato", deseja Isabella, que também é a campeã brasileira de Cross Country Olímpico (XCO) desta temporada.
. Isabella chega a São Roque com vitória no Cross Country por Estágios (XCS), em Araxá (MG), e na Maratona (XCM), em Congonhas (MG). Já Erika foi a vencedora em São João del-Rei, onde disputou-se o mesmo formato da decisão em São Roque, com Sprint Eliminator e Cross Country Olímpico.
"Vou chegar em São Roque para brigar pela primeira colocação, porque lá não estará em jogo apenas o título, mas também importantes pontos no ranking UCI (União Ciclística Internacional). Por isso, não posso pensar em administrar minha vantagem, já que os pontos valem para a vaga nos Jogos Olímpicos de Rio 2016", destaca a líder da CIMTB Levorin. A etapa de São Roque é Classe 2 na UCI e oferta 30 pontos no ranking internacional.
"Eu quero muito conquistar outra vez o troféu de campeã da Copa Internacional Levorin de MTB. Como eu sempre digo a CIMTB Levorin é muito importante. Uma prova que tem muito retorno de patrocinadores, grande presença de mídia e público. As pessoas acompanham, sabem quem tá andando e tudo que acontece", completa.
. Erika Gramiscelli é a maior vencedora da CIMTB Levorin, com seis títulos. Enquanto Jaqueline Mourão é tetracampeã, Adriana Nascimento, Noelia Rodrigues, Juliana Machado e Roberta Stopa tem um título cada, assim como a atual líder de 2014, Isabella Lacerda.

. Programação do evento - A programação no Centro Cultural e Turístico Brasital começa na sexta-feira (10), a partir das 14h, quando será feita a tomada de tempo para definição dos finalistas do XCE, classificando os 16 melhores no masculino e as oito melhores no feminino.
. Quem passar à final, competirá no sábado às 9h. Em seguida, das 10h às 17h, a pista estará livre para treinos de todas as categorias, com o congresso técnico às 17h45. A corrida pedestre noturna, CIMTB Pearl Izumi Night Run, com largada às 19h, fechará o dia.
. No domingo (12) serão realizadas as quatro largadas do XCO, sendo a primeira às 8h, com a Copa LM Bike de Amadores, exceto a categoria Segurança Pública. A segunda e terceira largadas serão às 10h e 12h, respectivamente, enquanto super elite e elite feminina, encerram a etapa de São Roque, largando às 14h
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Fonte: http://esporte.surgiu.com.br

Andy Schleck desiste do ciclismo

# Uma lesão no joelho direito motivou a reforma antecipada do luxemburguês, de 29 anos.
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http://mediaserver2.rr.pt/newrr/Andy_Schleck7944bfa4_400x225.jpg. Andy Shcleck anunciou, nesta quinta-feira, que se retira do ciclismo. O luxemburguês deixa o pelotão internacional, aos 29 anos, devido a um problema no joelho direito que o tem impedido de lutar por bons resultados.
. O vencedor do Tour em 2010 - segundo classificado em 2009 e 2011 - está em fim de contrato com a Trek Factory Racing e sem perspectivas de arranjar equipe para 2015.
"Tenho que confirmar a especulação. Em 2015, não serei mais profissional de ciclismo. É uma decisão muito difícil e foi tomada por mim quando caí na Volta ao Reino Unido", disse Schleck, em conferência de imprensa, esta quinta-feira, no Luxemburgo.
"Eu era capaz de correr durante três ou quatro horas, mas nas subidas o meu joelho falhava", explicou. Andy Schleck, de 29 anos, reforma-se depois de uma grande passagem pelo pelotão internacional.
. Além das conquistas já referidas no Tour, ganhou ainda a camisa da juventude na "Grande Boucle", em 2008, 2009 e 2010.
. O luxemburguês foi, ainda, segundo no Giro, em 2007, e ganhyou a Liège-Bastogne-Liège, em 2009.
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Fonte: http://rr.sapo.pt/

Tricampeão brasileiro XCM e do Iron Biker disputa a Picos Pro Race 2014

# Robson Ferreira é principal candidato ao título da categoria elite da competição. Prova de mountain bike acontece dia 19 de outubro, em Picos, e reúne feras da modalidade.
http://s2.glbimg.com/7loh4TlGNybQxClfPrCbxrlH6FQ=/0x125:417x486/400x346/s.glbimg.com/es/ge/f/original/2014/10/08/robson_ferreira_-_tricampeao_brasileiro_mtb_-_rj_1.jpg. O carioca Robson Ferreira, tricampeão brasileiro XCM, é uma das estrelas inscritas na segunda edição do Picos Pro Race, prova de mountain bike que deverá reunir as maiores feras da modalidade nos próximos dias 18 e 19 de outubro, na cidade de Picos, Sul do Piauí. A competição vale pontos para o estadual e ao ranking nacional da Confederação Brasileira de Ciclismo.
. Aos 35 anos, Robson é atleta há pelo menos 17. Além dos títulos do Brasileiro de Mountain Bike XCM (2008-2009-2011), ele é tricampeão do Iron Biker Brasil (2008-2009-2011), considerada a maior prova da América Latina. Por isso, Robson é tido como um dos principais candidatos ao título da Picos Pro Race, mas não estará sozinho.    
. O cearense Gilberto Sousa Silva, atual campeão Norte e Nordeste de Mountain Bike e da primeira edição do Picos Pro Race, está novamente confirmado em 2014. Gilberto afirmou que vem treinando forte para a disputa. Entre outros títulos, o atleta tem o Cearense de MTB e o bicampeonato do Piocerá/Cerapió (2013/2014).
. Outro cearense que virá com força total para a competição é o experiente cearense Júnior Cabeção, sexto lugar no ranking nacional no estilo maratona. 
- Minha meta é ampliar meus pontos no ranking nacional, pois não corri todas as provas da temporada – revelou Junior.
. No Piauí, quem entrará para a disputa com força na categoria elite são as competidores Lindomar Ferreira, de Altos, líder do ranking, e os teresinenses Marcelo Trindade, em segundo, e Gerson Albuquerque, em terceiro lugar até o momento. Os três lideram o campeonato piauiense e já conquistaram vários troféus em provas estudais e regionais. Com tantas feras, a competição promete. -
Fonte: http://globoesporte.globo.com

UCI revela 10 equipes que já estão com licença World Tour

http://cdn.record.xl.pt/storage/2014_10/ngBF49C18E-679B-45B7-89CD-369C9EAAE1A9.jpg?type=big
. A União Ciclista Internacional (UCI) anunciou esta quarta-feira as 10 equipes com licença WorldTour em 2015, acrescentando que outras sete submeteram candidaturas ao principal do ciclismo internacional.
. A italiana Lampre-Merida, do portugues Rui Costa, e a russa Katusha, de Tiago Machado, surgem entre a dezena de formações já aceites no WorldTour, juntamente com formações como a Sky, do britânico Chris Froome, a Astana, do italiano Vincenzo Nibali, e a Movistar, do colombiano Nairo Quintana.
. Entre as sete candidatas à renovação da licença constam a Cannondale, que resulta da fusão da Cannondale e da Garmin-Sharp, a Tinkoff-Saxo, que além do espanhol Alberto Contador, e ainda a Trek.
. No mesmo comunicado, a UCI anuncia as 19 formações continentais profissionais, incluindo três novas candidatas (Cult Energy, Nippo-Vini Fantini e Roompot Orange) e a alemã Bora-Argon 18 (ex-NetApp-Endura). O processo de candidatura das equipes ao escalão WorldTour vai ficar finalizado a 03 de novembro, quando a UCI anunciar as formações aceites, que não podem exceder as 18.
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Fonte: http://www.record.xl.pt

Tour de France quer recriar competição feminina.

# Prova de ciclismo teria uma semana de duração e seria bancada por americanas Nike e AT&T.
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http://inspire-ipcmedia-com.s3-eu-west-1.amazonaws.com/inspirewp/live/wp-content/uploads/sites/2/2013/10/Womens_Tour_de_France.jpg
. O Tour de France a principal prova de estrada do ciclismo, quer recriar sua versão feminina. Para isso, Jean-Etienne Amaury, da ASO (Amaury Sport Organization), que controla o evento desde 1947, está atrás de patrocínio capaz de garantir a competição em 2015. As multinacionais norte-americanas, Nike e AT&T, são as principais interessadas até o momento.
. Ao contrário do evento masculino, iniciado em 1903 e que já teve 101 edições, a estratégia para as mulheres é oferecer contratos mais curtos, atraindo menos patrocinadores, mas que sejam capazes de cobrir os custos com evento e premiação.
. A versão feminina seria mais curta, com uma semana de duração, mas passando pelo mesmo percurso do masculino. A disputa entre os homens tem duração de 23 dias, com dois de descanso.
. A ASO organizou a Volta da França feminina de 1984 a 1989. Segundo Amaury, o evento foi descontinuado porque não atraiu torcedores e mídia.  A última edição da prova aconteceu em 2009. Mas a grave crise econômica, que assolou o mundo a partir de setembro de 2008, e a falta de patrocínios consistentes fizeram a organização desistir de novo do evento.
. As mulheres retornaram à competição em 2014. No ano passado, uma reivindicação das ciclistas, lideradas pela holandesa Marianne Vos, campeã olímpica de estrada, fez a ASO organizar a Corrida da Volta da França. A prova teve duração de um dia, e foi vencida pela própria Vos.
. A disputa inaugural foi transmitida pela Universal Sports nos Estados Unidos. O evento teve um retorno “tremendo”, segundo Robert James, vice-presidente de conteúdo da Universal Sports, que não divulgou o índice de audiência. Ainda mais se pensarmos na ressaca com o ciclismo nos Estados Unidos, após a confissão de doping do norte-americano Lance Armstrong, que foi destituído de sete títulos da Volta da França.
. Especializada em componentes para bicicleta, a Morgan Hill, empresa da Califórnia, patrocinou uma prova de um dia entre mulheres.
“Faz mais sentido [ter uma companhia norte-americana como patrocinadora]. Há uma audiência muito grande nos Estados Unidos”, afirmou Amaury, em entrevista à agência Bloomberg.
. Os principais patrocinadores da versão masculina são empresas da França, como a Orange (telefonia), Accor (hotéis) e Carrefour (supermercados). A ASO também organiza o Rali Dakar e a Maratona de Paris. Na última edição da Volta da França, a organizadora arrecadou 36,1 milhões de euros (R$ 110 milhões), um aumento de 8% em relação a 2013.
. Caso optasse por uma prova mais longa no feminino, a ASO teria mais custos com montagem de sinalização e painéis de patrocínio ao longo dos 3.200 km de percurso. Mais custoso ainda seriam os custos com a transmissão. A RCS Sport e a italiana RAI gastaram mais de 6 milhões de euros para mostrar o Giro da Itália, prova com duração de três semanas. No caso da Volta da França, essa despesa é coberta pela France Television.

Astana retira-se da Volta a Pequim

http://www.postpopuli.it/wp-content/uploads/2013/01/AstanaTeamPhoto1.jpg 
"A Astana viu-se forçada a agir devido à decisão do corredor Maxim Iglinskiy de não pedir a contra-análise do seu controle positivo de 1 de agosto. Em conformidade com as regras do Movimento por um Ciclismo Credível (MPCC), ao qual aderiu em 2013, a Astana decide assim retirar-se da última prova do WorldTour, a Volta a Pequim", informou a formação em comunicado.
. As regras do MPCC indicam que, quando uma equipe regista dois positivos num período de 12 meses, terá de autossuspender-se durante oito dias, numa data a iniciar numa corrida do principal calendário do ciclismo mundial.
. O positivo por EPO de Maxim Iglinskiy, que fez parte da equipa que ajudou Vincenzo Nibali a conquistar a amarela final da Volta a França deste ano, sucede ao do seu irmão mais novo Valentin, que também acusou a mesma substância em agosto e, imediatamente, confessou ter-se dopado, tendo sido suspenso por quatro anos pela federação cazaque.
. A Astana é a terceira equipe a autossuspender-se com base nos regulamentos do MPCC. Em 2013, a Ag2r-La Mondiale falhou o Critério do Dauphiné depois de uma contra-análise ter confirmado o positivo por heptaminol de Sylvain Georges, meses depois de Steve Houanard acusar EPO, e a RusVelo abandonou o Giro dell'Appennino na sequência de um triplo positivo por Fenoterol, um medicamento para a asma.
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